Seu negócio está preparado para a Lei Geral de Proteção de Dados? 916

Nova legislação sobre finalidade de informações entra em vigor no próximo ano

A nova legislação sobre proteção de dados no Brasil deve vigorar a partir do final de 2020. Multas pesadas e indenizações aos afetados pelo desvio de dados reforçam a importância do tema para grandes negócios, assim como aos pequenos e médios. Enquanto avança a discussão sobre a criação da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e a preocupação com a politização desta instituição, também crescem os debates sobre o assunto no ramo empresarial.

Daniel Advogados promoveu evento com parceiros de negócios para debater os impactos da LGPD nos negócios / Arquivo JRS
Daniel Advogados promoveu evento com parceiros de negócios para debater os impactos da LGPD nos negócios / Arquivo JRS
Figura do controlador da gestão de dados nas empresas também foi abordada no evento da Daniel Advogados / Arquivo JRS
Figura do controlador da gestão de dados nas empresas também foi abordada no evento da Daniel Advogados / Arquivo JRS

A Daniel Advogados, por exemplo, reuniu clientes e parceiros de negócios para discutir o tema. O encontro realizado na última semana, na capital paulista, fomentou conhecimento sobre a nova realidade do marketing digital e ressaltou a importância da gestão de dados com o avanço do analytics. “O quadro funcional da empresa deve ser conscientizado sobre a relevância do tema, de modo a conquistar sinergia entre as áreas. Um programa de adequação à nova legislação engloba diversas questões, como sanções que envolvem advertência, publicização da infração, multa e até mesmo a exclusão ou a suspensão do banco de dados”, explica Luís Fernando Prado Chaves, Sócio Head de Direito Digital, Privacidade e Proteção de Dados da Daniel Advogados.

Luís Fernando Prado Chaves (D) é Sócio Head de Direito Digital, Privacidade e Proteção de Dados da Daniel Advogados
Luís Fernando Prado Chaves (D) é Sócio Head de Direito Digital, Privacidade e Proteção de Dados da Daniel Advogados

A figura do controlador da gestão de dados nas empresas também foi abordada no evento da Daniel Advogados. “Este profissional faz a comunicação com a ANPD e também é responsável pela evangelização sobre o tema na companhia”, explica Chaves ao apresentar os benefícios da terceirização deste departamento.

“Não existe blindagem, muito menos alternativa para essa lei. Existem várias novas possibilidades, como a portabilidade dos dados, por exemplo. Cada empresa ou negócio precisa de uma adequação específica e este é um trabalho de atualização periódica”, advertiu o especialista ao abordar as questões de Responsabilidade Civil e indenizações correlacionados ao desvio de finalidade de dados.

Na opinião de Mariana Ortiz, Financial Lines, Cyber and Casualty Manager da Generali Seguros, o seguro está no topo da cadeia dos sistemas de proteção, mas uma série de medidas precisa ser adotada pelas empresas em relação à proteção de dados e contra ciberataques. “As empresas contratam o seguro para se preocuparem menos, mas existe todo um sistema que deve ser adotado que envolve compliance, treinamentos, gestão de RH. Tudo isso impacta até mesmo na precificação do seguro”, conta.

Mariana Ortiz é Financial Lines, Cyber & Liability Manager da Generalli Seguros/Divulgação
Mariana Ortiz é Financial Lines, Cyber & Liability Manager da Generalli Seguros/Divulgação

Mariana lembra as semelhanças entre a legislação brasileira e europeia. “Se uma empresa recebe dados de cidadãos europeus aqui no Brasil ela precisa prestar contas a União Europeia. No caso da nossa legislação isso não é diferente, também é preciso prestar contas em casos de ataques, bem como medidas para solucionar o problema”, diz ao citar que as coberturas básicas deste tipo de seguro são niveladas em nível mundial.

“O setor de atuação da empresa e a necessidade dela são levados em conta. Existem negócios que precisam apenas proteger os dados, outros optam pela proteção de lucros cessantes, em caso da interrupção dos trabalhos em virtude de ataques ou perda de dados”, evidencia Mariana Ortiz.

A especialista lembra que a Generali atua no fomento de qualificação aos corretores de seguros parceiros. “Conversamos bastante nos workshops e nos eventos, até mesmo para alertas sobre as empresas que apresentam mais ou menos riscos. Estes riscos dizem respeito à todos os setores, como bancos, escolas, hospitais e não apenas empresas de tecnologia”.

Brasil perdeu US$ 22 bilhões com ciberataques

Mariana Ortiz ainda ilustra que os cuidados com os dados não são apenas sobre sistemas e tecnologia, mas também uma questão de governança. “As empresas terão um responsável pela implementação disso, mas é preciso se preparar para prestação de contas aos usuários afetados pela perda ou pelo ataque de dados. O uso de senhas fracas e acessos em locais não seguros são os tipos de falhas mais comuns oriundas do usuário”, diz.

“O ramo de ciber é muito recente no Brasil, portanto os valores de sinistros são muito inexatos. Estima-se que o País já perdeu US$ 22 bilhões com ciberataques. Esta cifra não diz respeito apenas ao roubo de dados, mas também à paralisação de empresas afetadas e gastos para reparação do problema”, completa Mariana ao evidenciar que as empresas costumam descobrir falhas de segurança muito tempo depois que o ataque aconteceu.

71% dos brasileiros acreditam que podem ser alvo de ciberataques

Crimes cibernéticos já passaram da ficção e hoje são mais reais do que nunca. Segundo o relatório de 2018 da Norton Security Report, 46% dos brasileiros entrevistados (entre 16 mil pessoas no mundo) sofreram algum tipo de dano ligado ataques hackers no ano anterior. 71% deles acreditam que podem ser vítimas de algum crime nas redes ao longo deste ano. No caso da AIG Seguros, uma ampla cobertura, em caso de vazamento de dados, cobre e contempla o pagamento de multas.

Tiago Lino é especialista em riscos cibernéticos da AIG Seguros / Arquivo JRS
Tiago Lino é especialista em riscos cibernéticos da AIG Seguros / Arquivo JRS

“A crescente procura e demanda pelo seguro nos mostra que os empresários já passam a incluir, entre os riscos mais comuns em seus negócios, como roubos, incêndios e acidentes, a preocupação com relação a ataques externos em suas redes digitais. Ao contar com um seguro específico, eles têm acesso a uma rede de especialistas em resposta a incidentes cibernéticos que poderão auxiliá-lo de forma ágil e direta, em caso de vulnerabilidade”, afirma Tiago Lino, Especialista em Riscos Cibernéticos da AIG.

Reputação é o que move uma empresa ou negócio

De acordo com Marco Mendes, Cyber Insurance Developer da Aon, a LGPD também vai despertar a consciência dos clientes. “Nossa expectativa é que as empresas invistam em ambientes mais seguros para todas as etapas na relação de consumo. As multas podem sim impactar o balanço e os resultados das empresas”, constata.

Marco Mendes é Cyber Insurance Developer da Aon / Arquivo JRS
Marco Mendes é Cyber Insurance Developer da Aon / Arquivo JRS

Na opinião de Mendes a nova lei pode fomentar a sofisticação do mercado brasileiro. “Essa iniciativa deve fomentar o aprendizado e a criação de processos e procedimentos bem definidos, para que as empresas estejam preparadas nos distintos momentos do fluxo comercial. Assim os consumidores estarão cada vez mais protegidos”, evidencia. Marco Mendes ainda lembra que a lei ainda fomenta novos tipos de negócio. “A reputação da empresa é o que move um negócio, tudo aquilo que foi construído em torno de seu nome. Algo que fere a imagem da empresa compromete todo o trabalho que foi construído”, finaliza.

Ataques cibernéticos já superam perdas com desastres naturais

Javier Duran é Diretor de Risk Management da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh Brasil / Reprodução
Javier Duran é Diretor de Risk Management da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh Brasil / Reprodução

Os prejuízos mundiais com ataques cibernéticos geraram perdas de US$ 1 trilhão para as empresas, bem acima dos US$ 300 bilhões de perdas com desastres naturais em 2017, segundo relatório Cyber Handbook 2019 da Marsh & McLennan Companies.

Segundo Javier Duran, Diretor de Risk Management da consultoria de risco e corretora de seguros Marsh Brasil, embora as novas tecnologias tenham potencial para melhorar a produtividade e a eficiência de uma empresa, elas não são implantadas considerando o grau em que elas podem aumentar a exposição cibernética da empresa. “As organizações devem internalizar que não é uma questão de “se”, mas “quando” elas irão sofrer um ataque. Isso vai reequilibrar a forma como as empresas investem e alocam seus recursos de gerenciamento de risco cibernético”, assegura.

*Colaborou: CDI e Conteúdo Comunicação.

Alta na venda de veículos pesados intensifica procura por consórcio 632

Alta na venda de veículos pesados intensifica procura por consórcio

Produtores e empresas optam por planos para ampliar frota e produção

As perspectivas para o mercado do agronegócio são positivas para este ano e devem bater novos recordes de produção. Acompanhando esse cenário, as vendas de pesados também vêm respondendo no começo de 2019. Entre janeiro e maio, as vendas desses veículos cresceram 12,5%, em comparação com o mesmo período do ano anterior, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Uma das opções para adesão dos pesados é o consórcio que, no acumulado até abril deste ano, já vendeu 15% a mais (caminhões, ônibus e implementos rodoviários), em comparação com o mesmo período de 2018. Na Porto Seguro Consórcio o cliente pode contratar cotas de R$ 150 mil a R$ 300 mil, para adquirir caminhões, ônibus, tratores, e implementos agrícolas, rodoviários e construção civil.

O diretor da Porto Seguro Consórcio, William Rachid, explica que alguns pilares estão estimulando o crescimento do produto. “O atual momento do agrobusiness e aumento na tabela de frete para transportes de cargas feita recentemente pelo governo, influencia, sem dúvidas, para o crescimento desse tipo de plano”, explica o diretor. De acordo com o diretor, o segundo ponto tem estimulado as pessoas a buscarem alternativas para adquirirem seus próprios caminhões, já que a medida encareceu o serviço de frete que era feito por transportadoras terceirizadas.

Rachid ressalta que o consórcio é uma opção para quem desejar realizar uma compra planejada. “A contratação possibilita uma administração melhor do fluxo de caixa e a programação na troca de trator ou caminhão. Além disso, possibilita a adesão de outros serviços importantes como o seguro para máquinas agrícolas, por exemplo”.

Porto Seguro Consórcio

O consórcio é um grupo de pessoas físicas e jurídicas que têm o objetivo de adquirir um bem. No caso do plano para veículos pesados e máquinas agrícolas, as opções de bens são: caminhões, ônibus, maquinário e implementos agrícolas, implementos rodoviários e linha amarela. Com o grupo, a cada mês é realizada uma assembleia para anunciar os contemplados.

O Porto Seguro Consórcio oferece para pessoas físicas e jurídicas créditos de R$ 150 mil a R$ 300 mil, com prazo de 120 vezes para pagar. Mais informações sobre os planos estão disponíveis neste site.

Baixas temperaturas podem danificar meu carro? 505

Baixas temperaturas podem danificar meu carro?

ComparaOnline lista problemas veiculares ocorridos no inverno, como mal funcionamento da bateria, e explica quando o seguro auto pode ajudar

Os invernos têm sido cada vez mais rigorosos no Brasil, principalmente nas regiões sudeste, centro-oeste e sul. Recentemente massas de ar polar derrubaram as temperaturas e deixaram a sensação térmica em -10º C, com geada e neve em alguns lugares do extremo sul do país.

Com um pouco de roupa conseguimos nos livrar do frio, mas o que acontece com os veículos? Nesta época do ano os acidentes em consequência de pistas escorregadias e os problemas elétricos ao dar a partida do carro aumentam bastante. O que deixa muita gente com dúvidas é sobre a possibilidade de acionar ou não o seguro auto nesses casos. Pensando nisso, a ComparaOnline, marketplace de produtos e serviços financeiros, reuniu algumas informações sobre o assunto.

As baixas temperaturas ocasionam a falta de utilização de alguns equipamentos como o ar-condicionado, causando ressecamento e possíveis vazamentos nas mangueiras. O que também pode ficar ressecada com o frio é a palheta do para-brisa. Porém, esses itens são considerados como serviços de manutenção do carro e não interferem na locomoção do veículo, sendo assim, não há cobertura do seguro.

O inverno também traz outros tipo de problemas, como geada, neblina e granizo. Eventos naturais que podem causar danos ao veículo, seja um amassado ou até mesmo um acidente em decorrência de pista escorregadia. “Nesses casos, é muito importante ficar atento à sinalização. Caso a via transitada tenha avisos sobre a possibilidade de intempéries, deve-se evitar esses trajetos, pois a seguradora poderá entender como um agravamento do risco por parte do segurado e negar o sinistro”, explica Paulo Marchetti, CEO da ComparaOnline no Brasil.

Problemas com a bateria são mais comuns no frio, já que a temperatura diminui e reduz a reação química interna, além de deixar o óleo mais viscoso. Isso pode trazer problemas para dar a partida após uma noite fria, por exemplo. “Desde que seja contratada a cláusula de assistência 24 horas, o segurado terá direito ao serviço de auto socorro nessas situações. Algumas seguradoras enviam, além do guincho, um técnico para avaliar o veículo no próprio local, a fim de resolver o quanto antes o problema do cliente”, finaliza Marchetti.

Pier expande atuação e passa a oferecer seguro para sistema Android 413

Pier expande atuação e passa a oferecer seguro para sistema Android

Startup foca na experiência do cliente, proporcionando opção flexível, transparente e descomplicada

As insurtechs começaram a ganhar força no Brasil e um dos novos players desse mercado é a Pier, uma startup que se propõe a mudar a relação das pessoas com a indústria de seguros. A empresa, que oferece um seguro digital contra furto e roubo para smartphones com base no conceito de comunidade, começou a operar em 2018, com um projeto piloto para Iphones, e acaba de anunciar que dará início à cobertura para modelos Android.
Os primeiros smartphones a serem atendidos serão os da linha S e J da Samsung, mas a empresa pretende ampliar as opções o quanto antes. A entrada de Android representa um aumento de 20 vezes na base de possíveis clientes. “Queremos democratizar o acesso à nossa comunidade, e a entrada no mercado Android nos permite fazer isso. Estamos começando aos poucos para testar o produto e melhorar continuamente. Em breve devemos atender a maior parte dos aparelhos”, explica Igor Mascarenhas, CEO da Pier.

Para contratar a proteção é necessário acessar o site da Pier e solicitar o convite para entrar na comunidade. Também é possível pedir indicação dos membros atuais, ou seja, quem já tem um seguro da startup pode indicar novos usuários.

Diferenciais – A Pier possui uma série de diferenciais para quem quer contratar um seguro para seu smartphone e conta com mais de 5.500 membros, crescendo cerca de 20% ao mês. Além de uma experiência com foco total no cliente, a empresa permite a contratação rápida e transparente pela web; cancelamento a qualquer hora, direto no aplicativo; contrato mensal sem franquia nem carência; reembolso muito mais rápido que a média (mais de 70% pagos em até 3 dias); e três pontos muito importantes que a maior parte do mercado não oferece: aceita celulares usados, não exige nota fiscal e ainda cobre furto simples.

“Em 2018, 55% dos nossos reembolsos foram relacionados a este tipo de furto, que não teriam sido cobertos por mais ninguém no mercado”, explica Mascarenhas.

Os valores para a cobertura de Android começam em R$ 6,10 por mês e variam de acordo com o aparelho e o plano escolhido. Quem tiver outro modelo de smartphone também pode preencher o cadastro e manifestar interesse na proteção. Em breve, a empresa espera entrar em contato com quem ainda não tem o seu aparelho na lista.

Região Sudeste movimenta mais da metade do mercado brasileiro de seguros 650

Região Sudeste movimenta mais da metade do mercado brasileiro de seguros

Força econômica da região é atrativo para Quisto Corretora de Seguros; franquia oferece o maior comissionamento do mercado e é diferencial entre as corretoras

Explorar novos mercados é algo buscado por boa parte das empresas e no mercado de franquias essa é uma fase natural dos negócios. Enquanto algumas marcas preferem arriscar em novas regiões, outras optam por consolidar ainda mais sua presença em áreas que já conhecem.

A Quisto Corretora de Seguros possui 50 unidades na região Sudeste e nutre planos ainda maiores para a região: até o final deste ano a marca espera conseguir 30 novos franqueados. O interesse se dá por conta da alta demanda das principais capitais da região. “É de se esperar que maiores concentrações urbanas necessitem de mais serviços, de todos os tipos, e com o mercado de seguros não é diferente”, explica Henrique Mol, diretor executivo da marca.

Há menos de um ano no franchising, a Quisto já conquistou 70 unidades franqueadas e, segundo o diretor, esse é o momento ideal para dar início ao plano de expansão. “Estamos sempre presentes em feiras em todo o Brasil e, por conta disso, é natural surgirem oportunidades no país inteiro. Analisamos todas as regiões e sabemos que começar a expandir pelo Sudeste é a melhor opção”, explica.

Tudo para dar certo

Os números estão aí para provar: a região Sudeste é a melhor para se fazer negócios no mercado de seguros. Isso porque 62,8% de todas as empresas que trabalham no ramo estão em atividade na região, segundo a Fenacor (Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros). Os quatro estados que compõem a região abrigam 27.840 corretoras, sendo que 18.957 estão localizadas em São Paulo; 4.361 no Rio de Janeiro; 3.866 em Minas Gerais; e 656 no Espírito Santo.

A quantidade de empresas é proporcional à geração de receita na mesma região que gera mais da metade dos prêmios de seguros, com participação de 60%. “São muitas empresas atuando no mesmo ramo em um mesmo lugar. Para muitos empresários esse seria um motivo para implementar sua marca em outras regiões, mas vejo aí uma oportunidade maior ainda: fazer da Quisto uma referência no meio de todas essas opções”, afirma o diretor.

A marca oferece dois modelos de negócio, home office e loja física, com investimentos iniciais de R$ 11.990 e R$ 25.590, respectivamente, sendo que a taxa de franquia e o capital de giro já estão inclusos no investimento da modalidade home office. Os franqueados da Quisto têm à disposição um portfólio completo com produtos que cobrem toda a demanda do mercado de seguros: soluções de vida, residenciais, empresarias, automóveis, entre outros.

Neste primeiro momento o interesse da Quisto é pelas capitais e principais cidades da região. “Esperamos uma forte concorrência, principalmente em cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Também vamos apostar na região metropolitana dessas cidades com uma atenção especial para o interior”, diz.

Com as expectativas em alta, a rede tem o cenário como aliado: em 2018, o mercado de seguros fechou o ano com R$ 245,6 bilhões de arrecadações em prêmios, segundo a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg). Ainda, estima-se que cerca de 6,5% de todo o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro seja gerado por este mercado. “É uma responsabilidade muito grande lidar com os bens das pessoas, materiais ou pessoais. Quem procura nossos serviços está em busca de uma garantia e serviços que não só suprem suas expectativas, mas que também condizem com sua realidade e é isso que oferecemos”, garante Mol.

Empresas do setor integram questões Ambientais, Sociais e de Governança em seus planejamentos estratégicos 511

Empresas do setor integram questões Ambientais, Sociais e de Governança em seus planejamentos estratégicos

Relatório de Sustentabilidade do Setor de Seguros, produzido pela CNseg, acaba de ser lançado

As questões Ambientais, Sociais e de Governança (ASG) estão integradas nos planejamentos estratégicos de 60% das 39 seguradoras que integram o a nova edição do Relatório da CNseg de Sustentabilidade do Setor de Seguros e representam 83% da arrecadação total do setor.

“Como atividade econômica estratégica para o desenvolvimento econômico-social brasileiro, o setor de seguros também deve responder a anseios da sociedade que não são naturalmente incorporados nos tradicionais aspectos econômicos e técnicos do seguro. São preocupações legítimas que devem ser observadas para garantir ao mercado segurador a conexão necessária com seus públicos de interesse, principalmente com o seu consumidor”, afirmou a diretora de Relações de Consumo e Comunicação da CNseg, Solange Beatriz Palheiro Mendes.

O Relatório tem como principal referência os Princípios para Sustentabilidade em Seguros (PSI, na sigla em inglês), lançados pela UNEP-FI em 2012, em evento sediado pela CNseg, no Rio de Janeiro. A divulgação do relatório, inclusive, atende  a um desses princípios, que é o da “divulgação pública e regular, de modo a demonstrar responsabilidade e transparência, sobre os avanços na implementação dos Princípios”.

Segundo Fátima Lima, presidente da Comissão de Sustentabilidade e Inovação da CNseg, colegiado responsável pela elaboração do documento, a preocupação com a sustentabilidade e a integração dos fatores ASG no negócio, além de mitigarem os riscos financeiros e reputacionais, antecipa novas demandas de clientes, que cobram cada vez mais as empresas por um comportamento responsável em relação à sociedade e ao meio ambiente.