“É preciso estar próximo de quem decide”, defende Marcelo Lauxen Kehl 1146

Presidente da ACI foi palestrante do Almoço do Mercado Segurador em NH

“Para fazermos pelos nossos associados, temos que estar próximos de quem decide”, defendeu o presidente da Associação Comercial, Industrial e de Serviços de Novo Hamburgo, Campo Bom e Estância Velha (ACI), Marcelo Lauxen Kehl, durante o Almoço do Mercado Segurador, que aconteceu nesta quinta-feira (16) em Novo Hamburgo (RS). Ele comentou que a ACI sempre se manteve perto de governantes com boas intenções, auxiliando para que pautas decisivas para os diferentes nichos da indústria avancem. “Estamos próximos do presidente, governador e outros políticos por termos tido eles dentro da nossa casa”, disse.

Lauxen Kehl lembrou que a entidade nasceu em 1920 e o município de Novo Hamburgo se emancipou e se separou de São Leopoldo em 1927. “Tenho certeza que a emancipação saiu da ACI. No começo não éramos uma cidade industrial, mas logo foi para a área de couro e calçado e a ACI ajudou, por exemplo, a trazer telefone para a cidade e a asfaltá-la”, revisitou.

Além disso, o economista por formação afirmou que a entidade está ligada ao setor seguros há 70 anos através da extinta Novo Hamburgo Companhia de Seguros Gerais, fundada em 1949. “Na época, os empresários viram que seria interessante proteger o patrimônio que crescia exponencialmente na cidade de Novo Hamburgo e, inclusive, nos primeiros tempos, a companhia teve sua sede dentro da ACI”, contou.

A edição de maio do evento aconteceu na Região do Vale do Sinos, numa iniciativa do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSegRS) e do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-RS) em interiorizar os encontros, com o intuito de levar as mesmas oportunidades de atualização e confraternização oferecidas em Porto Alegre. “Nós temos como missão permear a cultura do seguro e nada melhor que fazer isso através desses encontros que acontecem já há mais de 70 anos na Capital gaúcha; e por isso estamos já pelo terceiro ano consecutivo fazendo em cidades do interior”, destacou o presidente do SindSegRS, Guacir Bueno. “Trazer um encontro desse calibre para o Vale do Sinos demonstra a força do corretor de seguros e do mercado local”, complementou o vice-presidente administrativo do Sincor-RS, André Thozeski.

Todas as imagens – Almoço do Mercado Segurador em NH

Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul comemora 124 anos de atuação 568

Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul comemora 124 anos de atuação

Ações que visam a promoção da cultura do seguro foram enaltecidas pelo presidente da entidade, Guacir Bueno

O presidente do Sindseg-RS, Guacir de Llano Bueno / Filipe Tedesco
O presidente do Sindseg-RS, Guacir de Llano Bueno / Filipe Tedesco

A noite do dia 14 de agosto foi mais do que especial em Porto Alegre (RS). O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (Sindseg-RS) comemorou 124 anos da atuação e reuniu diversos parceiros e agentes do mercado segurador gaúcho, na sede da instituição.

O presidente do Sindseg-RS, Guacir de Llano Bueno, destacou a relevância destes parceiros que são aliados na defesa e na promoção da instituição da cultura securitária. “Também registro agradecimento às muitas diretorias que nos antecederam, homens e mulheres que proporcionaram o melhor para o crescimento e solidificação do nosso seguimento. Destaco o acolhimento e ações em conjunto com a Escola Nacional de Seguros. A educação do povo do seguro sempre foi uma preocupação do nosso Sindicato, que conta com modernas instalações”, comentou Bueno.

A figura de Miguel Junqueira Pereira também foi lembrada, por tratar-se de ilustre personagem do segmento de seguros no Brasil e da própria história do Sindseg-RS.

Planejamento é fundamental para um ambiente de negócios dinâmico 563

Planejamento é fundamental para um ambiente de negócios dinâmico

Advogado Juliano Ferrer participou de encontro mensal do Clube da Pedrinha (RS)

A noite desta terça-feira (13) foi especial aos integrantes do Clube da Pedrinha em Seguros do Rio Grande do Sul. Em encontro realizado no Restaurante Casa do Marquês, em Porto Alegre (RS), recebeu o advogado Juliano Rodrigues Ferrer para um bate-papo.

A atualização constante dos profissionais dos setores de seguros e também do próprio ambiente jurídico foi abordada pelo também diretor e vice-presidente da seccional brasileira da Associação Internacional de Direito do Seguro (AIDA Brasil). Ferrer aposta na conciliação e no planejamento para evitar a judicialização das operações de empresas do setor de seguros. O especialista ainda abordou algumas ações inovadoras e como elas aprimoram o ecossistema deste ambiente de negócios.

O advogado também integra a Comissão de Seguros e Previdência Complementar da OAB/RS. Membro da Academia Nacional de Seguros (ANS) e professor do curso de pós-graduação em Direito do Seguro na CESUSC e da Universidade Positivo do Paraná, o especialista possui constante produção de artigos para diversos veículos de Comunicação e divide, com outros sócios do escritório, a autoria do livro Conflitos Que Geram Produtos, com edição esgotada.

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Great Place to Work: Icatu Seguros é eleita uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil pelo quinto ano consecutivo 473

Divulgação

Premiação foi realizada na segunda-feira, 12 de agosto

Considerada a seguradora líder entre as independentes em Vida, Previdência e Capitalização, a Icatu Seguros foi reconhecida pelo quinto ano consecutivo como uma das Melhores Empresas para Trabalhar no Brasil, segundo o ranking Great Place to Work, em premiação realizada nesta segunda-feira, 12 de agosto.

Presente em todo o Brasil, com um quadro de 1.650 funcionários, a seguradora acredita na retenção de talentos através do desenvolvimento de suas equipes, oferecendo um ambiente repleto de desafios profissionais e possibilidade de crescimento. Além disso, a Icatu aposta em um ambiente de trabalho inclusivo, que estimula a diversidade e a criatividade, apoiando atitudes inovadoras e empreendedoras. Um dos propósitos da companhia é atuar na construção de sociedades mais equilibradas, humanas e sustentáveis.

“O sucesso do nosso negócio é, em grande parte, resultado da dedicação e excelência dos nossos funcionários, que trabalham para entregar os melhores serviços e resultados aos clientes. A Icatu desenvolve carreiras e nossas equipes são nosso maior ativo”, afirma Luciano Snel, presidente da Icatu Seguros.

“Cuidar das pessoas está entre os nossos propósitos, então um reconhecimento como esse pelo quinto ano consecutivo mostra a consistência do trabalho que vem sendo desenvolvido ao longo dos anos. Seguimos em constante evolução”, comemora Luciana Chagastelles, diretora de Pessoas da Icatu Seguros.

Sancor Seguros participa da 17ª edição do Troféu JRS, em Porto Alegre (RS) 495

Sancor Seguros participa da 17ª edição do Troféu JRS, em Porto Alegre (RS)

Noite especial reúne mais de 1 mil convidados, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho

A Sancor Seguros, grupo segurador com mais de 70 anos de atuação na América Latina, participa da 17ª edição do Troféu JRS. A noite especial do mercado segurador reúne mais de 1 mil convidados, no Centro de Eventos Casa do Gaúcho, em Porto Alegre (RS). Tudo acontece a partir das 20h30min do dia 25 de outubro de 2019.

Além de tratar-se de uma noite de comemoração aos resultados de mais um ano de trabalho dos profissionais de setores que crescem acima da média nacional, como os mercados de seguros, previdência e capitalização, ressalta os destaques, projetos, profissionais, empresas e entidades deste importante segmento da economia brasileira.

Deste modo a Sancor Seguros não poderia ficar de fora. O Troféu JRS recebe convidados especiais, como corretores de seguros, agentes de negócios, executivos das companhias de seguros e demais nomes de destaque do setor. A companhia de seguros preza por levar experiência e valores como a maior e mais importante seguradora da Argentina para toda a América.

Saiba absolutamente todos os detalhes do Troféu JRS 2019 no hotsite especial.

Seguradoras podem não comercializar seguros para barragens 750

Seguradoras podem não comercializar seguros para barragens

Confira o posicionamento da ABGR em relação aos Projetos de Leis que propõe a obrigatoriedade da contratação do seguro de barragens

Diante dos últimos desastres envolvendo o rompimento de barragens no Brasil, estão em trâmite no Congresso Nacional alguns Projetos de Leis que propõem a oferta de garantias financeiras em razão da existência de barragens. No último dia 25 de junho, por exemplo, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2791/19, que muda algumas normas da Política Nacional de Barragens (Lei 12.334/10) e do Código de Mineração (Decreto-Lei 227/67) afim de tornar mais seguros os empreendimentos de mineração, aumentar multas, especificar obrigações dos empreendedores e proibir o tipo de barragem que ocasionou o desastre de Brumadinho (MG). A Associação Brasileira de Gerência de Riscos (ABGR) se posicionou institucionalmente acerca do assunto.

Hoje, existe mais de um PL no Congresso Nacional que propõe a compulsoriedade da contratação do seguro ou de outra garantia financeira pelo empreendedor possuidor da barragem. Para Walter Polido, diretor Jurídico da ABGR, a obrigatoriedade apenas do seguro é algo impraticável, na medida em que as Seguradoras podem não oferecer o produto. “A melhor alternativa é a lei prever a oferta de garantias financeiras, ficando a critério de cada empreendedor escolher aquela que melhor lhe convier: seguro, fiança bancária, constituição de fundo especial, bens reais ou um mix de algumas delas”, explica.

Para a entidade, entre todas as resoluções existentes, as mais adequadas a se apoiar são as garantias financeiras múltiplas – de livre opção dos empreendedores, assim conclamando ao diálogo proativo todas as partes envolvidas: Relatores dos Projetos de Leis, Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), Federação Brasileira de Brancos (FEBRABAN), Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram), entre outros. “Simplesmente aguardar o Congresso Nacional definir a base legal sem diálogo e participação ativa de todos os interessados, não será nada positivo, pois se o resultado for o seguro como condição única de garantia obrigatória, não equivalerá afirmar que logrará êxito. As Seguradoras não estão obrigadas a comercializar seguros de barragens e de riscos ambientais, ainda que eles tenham natureza obrigatória. Essa questão é crucial na discussão ampla desse tema”, conclui Polido.