Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas 445

Omnichannel: empodere o seu cliente e aumente as vendas

Confira artigo de Rafael Reolon, diretor de expansão da SetaDigital

No final de abril, o Magazine Luiza, conhecido também por Magalu, anunciou a compra da Netshoes em uma negociação estimada em 62 milhões de dólares. É fato que a gigante do comércio eletrônico de esportes e moda acumula anos de prejuízos, dificuldades para controlar seus custos e nenhum sinal de reação a partir do seu único canal de vendas, o site de suas marcas. Em contrapartida, nos últimos três anos, o Magazine Luiza apresentou uma valorização de quase 17.000% no valor de suas ações, crescimento esse que pode ser creditado ao sucesso obtido em sua missão de criar um varejo no modelo omnichannel, com uma forte presença por meio de sua rede de 900 lojas aliada à eficiência logística e uma estratégia digital inovadora, que é aplicada a partir de seu e-commerce e de outros canais tecnológicos.

Há alguns anos, muito especula-se sobre o fim do varejo tradicional como conhecíamos antes do advento das conexões de internet velozes e dos smartphones. Gurus mais apocalípticos arriscaram até um palpite sobre o fim das lojas físicas. Porém, esse movimento da Magalu acaba por decretar, de uma vez por todas, que presença local e relacionamento continuam sendo fatores de sucesso, inclusive, passamos por um momento em que se coloca em xeque a viabilidade de varejos exclusivamente digitais, que dificultam o contato e a experiência do cliente.

O cliente já é omnichannel. Esta frase tem sido repetida como um mantra nas reuniões estratégicas de todas as empresas que discutem o futuro dos seus negócios. Para simplificar, o termo em inglês poderia ser facilmente substituído, resumindo a sentença em: o cliente quer ter o poder de decidir o que é melhor para ele.

Nos últimos anos, o varejo vem enfrentando uma série de mudanças significativas, entre elas, a redução de fluxo de clientes nas lojas, o maior acesso à informação pelo consumidor para tomada de decisão da compra, o aumento da exigência de nível de serviço, o crescimento da disponibilidade de marcas e produtos e a competição entre canais de venda físicos e digitais.

Tudo indica que a melhor solução para as empresas enfrentarem este cenário é otimizar o aproveitamento dos seus canais, utilizando o que cada um oferece de melhor. O acesso à informação e a disponibilidade entregues pelos canais digitais podem caminhar de mãos dadas com o relacionamento e experiência presencial proporcionados pelos canais físicos.

Dentro deste contexto, as lojas físicas deixam de cumprir apenas com o papel de ser um ponto de venda, mas recebem as atribuições de ponto de logística, compartilhando seus estoques com a rede e disponibilizando espaços para troca e retirada de produtos. Tornam-se também o ponto de relacionamento, onde o cliente pode tirar dúvidas, experimentar e ter contato com produtos e serviços que poderão ser entregues pelo e-commerce ou, até mesmo, por outras lojas.

Além dos benefícios relacionados à melhoria da experiência do cliente, as empresas que obtiverem sucesso ao desenvolver uma sinergia entre seus canais, consequentemente se beneficiarão também de uma melhoria no giro de seus estoques, assim como do aumento nas vendas e da otimização da utilização dos recursos de marketing e logística.

Para obter sucesso nesse desafio, é importante observar cuidadosamente as peculiaridades relacionadas aos pilares que envolvem pessoas, processos e tecnologias existentes em cada um dos canais. As lojas físicas, provavelmente, terão dificuldades ao encarar os desafios de marketing digital e termos como SEO, inbound marketing, rede de display, SAC, entre outros. Em contrapartida, para as lojas virtuais, gerenciar PDV, TEF, visual merchandising, aluguel percentual de shopping e metas de vendas poderão ser novidades difíceis de digerir inicialmente.

Além disso, ainda existe a dificuldade tecnológica de integrar os diversos sistemas que as empresas utilizam com a finalidade de automatizar os processos entre os canais e promover consistência na experiência do consumidor.

O futuro do varejo está nas mãos das empresas que conseguirem encontrar o equilíbrio e serem mais eficientes com os seus canais, pois nesta nova realidade de mercado, o cliente ganha, e muito. E com o leque de possibilidades que se abre, as lojas também ganham.

*Rafael Reolon é diretor de expansão da SetaDigital, empresa desenvolvedora de sistemas especialistas em lojas de calçados. O executivo apresenta, no dia 22 de maio, a partir das 13h, uma palestra sobre o tema durante a SICC (Salão Internacional do Couro e do Calçado), evento do setor de calçados que acontece em Gramado, no Rio Grande do Sul.

Salão Internacional do Couro e do Calçado (SICC)

Quando: De 20 a 22 de maio de 2018.
Horário: das 9h às 19h.
Local: Serra Park.
Endereço: Rua Viação Férrea, 100 – Três Pinheiros, Gramado – RS.
Mais informações: neste endereço.

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio 666

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio

Valor é 11,0% maior que registrado no mesmo período do ano anterior, aponta FenaPrevi

Os planos de previdência privada aberta fecharam o mês de maio com R$ 873,1 bilhões em reservas, volume 11,0% superior registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

De janeiro a maio, as contribuições somaram R$ 45,7 bilhões, resultado 3,7% superior aos cinco primeiros meses de 2018, quando totalizaram R$ 44,0 bilhões. A captação líquida seguiu com saldo positivo de R$ 15,5 bilhões.

Na análise por tipo de contratação de planos, a modalidade individual respondeu por R$ 40,1 bilhões das novas contribuições, os planos para menores por R$ 740 milhões, e os planos coletivos registram R$ 4,8 bilhões em novas contribuições. Em relação às famílias de produtos, segundo a FenaPrevi, o VGBL recebeu R$ 41,6 bilhões e o PGBL R$ 3,7 bilhões dos aportes. Já nos planos tradicionais, as contribuições foram de R$ 300 milhões.

Diversificação de portfólio

Segundo a FenaPrevi, os participantes estão se deslocando gradativamente para fundos multimercado em busca de maior rentabilidade. Até maio deste ano, 11,6% dos recursos foram alocados nesta modalidade. O índice era de 10,2% em 2018; 8,1% em 2017; e 5,7% em 2016. “A trajetória de juros baixos tem exercido forte influência na estratégia de alocação das reservas dos planos de previdência privada pelos participantes, que estão buscando fundos de maior risco e rentabilidade”, avalia Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi.

Os dados da federação mostram que de janeiro a maio foram contabilizados 13,2 milhões de pessoas com planos de previdência, sendo 10,1 milhões de participantes com planos individuais e 3,1 milhões com planos coletivos (oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados). O total de 13,1 milhões de participantes representa hoje 6,27% da população.

Nova Lei de Licitações aprofunda análise de riscos e deve diversificar seguros de garantia 2525

Rodrigo Chunques é gerente de operações e garantias estruturadas da Aon / Divulgação

Projeto mantém e cria novas modalidades para execução de demandas da administração pública

A nova Lei de Licitações (PL 1292/95) cria novas modalidades para contratação de empresas para execução de demandas da administração pública. A proposta aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados mantém o pregão, concorrência, concurso e os leilões. O texto também cria o diálogo competitivo, que diz respeito a compra de novas tecnologias. Entre as exigências está a contratação de seguro garantia para grandes obras. Outra tipificação do Projeto de Lei diz respeito aos crimes relacionados ao assunto, além de aspectos da proposição para União, estados e municípios.

O projeto ainda deve ser apreciado no Senado até passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. A lei que ainda vigora sobre o tema permite que o seguro cubra até 5% do valor da obra. Com as mudanças, o limite passa para 30% nos casos de obras de maior valor. 

O gerente de operações e garantias estruturadas da Aon, Rodrigo Chunques, acredita que com as mudanças as seguradoras podem ser obrigadas a executar e concluir o objeto contratual em caso de inadimplência do tomador (quem contratou o seguro). “Caso as seguradoras não executem ou concluam o objeto contratual podem ser aplicadas multas que podem chegar ao valor total da garantia”, alerta. Considerando isso, o especialista acredita que pode haver uma seleção mais criteriosa de riscos. “Isso pode acontecer até que haja melhor entendimento de como todos os envolvidos irão se comportar neste novo ambiente”, completa.

Com a lei em vigor o mercado deve mudar completamente no ramo de seguros – desde resseguradoras até os segurados. “Não temos dúvida que será necessário um tempo para adaptação. Seguradoras precisarão incrementar a estrutura, reforçando análise de crédito, underwriting e a criação de uma área específica para o acompanhamento de obras”, acrescenta Chunques. O executivo acompanha as novas medidas com bons olhos. “Trará mais segurança ao processo licitatório, bem como um maior conforto ao poder público de que as obras contratadas serão finalizadas. Como consequência a eficácia do desenvolvimento do Brasil será notavelmente maior, mesmo acreditando que ainda acontecerão alguns ajustes para trazer um cenário mais equilibrado e aceitável para todos os envolvidos”, justifica.

O mercado de seguro para garantias judiciais atingiu a marca histórica de R$ 2,5 bilhões em prêmios emitidos em 2018. “Podemos destacar que foi este o segmento que fez o seguro garantia sobreviver à crise geral que assolou o País nos últimos 5 anos. Acreditamos que a partir das reformas, incentivos para liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com as privatizações, o cenário será mais otimista para o reaquecimento da economia”, comenta Rodrigo Chunques ao lembrar que existe uma grande quantidade de obras represadas nos mais diversos segmentos, como infraestrutura, saneamento, rodovias, portos e outros grandes projetos. “Com isso é natural que a demanda por garantias de performance aumente, de forma que as seguradoras consigam balancear suas carteiras hoje predominadas pelas garantias judiciais e o consequente crescimento sustentável deste mercado”, analisa. “Este tipo de apólice visa trazer conforto ao contratante. Se por algum motivo o contratado não executar o objeto contratual haverá um terceiro, neste caso a seguradora, que executará ou pagará o limite máximo indenizável pela apólice”, acrescenta.

Como maior corretora de seguros do mundo a Aon acredita que, quanto maior o dinamismo entre a administração pública e o mercado securitário, melhor. “Temos convicção que as soluções inovadoras apresentadas pelo mercado são grandes aliadas para mitigação e transferência de riscos, o que traz maior segurança administrativa aos processos”, segue o também pós-graduado em Gestão Financeira.

Outro destaque de Rodrigo Chunques é a mudança no perfil dos investidores. “Em um passado não muito distante os grandes investidores eram os poderosos conglomerados brasileiros, envolvidos na Operação Lava Jato, que sofreram degradação financeira e restrição de crédito junto aos bancos públicos e privados. Os novos investidores serão, na sua grande maioria, oriundos de fundos internacionais, que tendem a ter a estrutura de contragarantias diferenciadas do modelo tradicional. Isso deve forçar as mudanças metodológicas para análise do risco”, explica. Na visão do expert, as seguradoras deverão encontrar equilíbrio para analisar a capacidade financeira destes investidores. “É preciso verificar a performance das EPCs e, principalmente, em o projeto gerar as riquezas previstas. Isso levará conforto aos underwriters (intermediários financeiros) das seguradoras, aumentando a probabilidade de suporte a novos projetos pelo mercado segurador”, finaliza.

Aspecir Previdência completa 82 anos com os melhores resultados do mercado 685

Aspecir Previdência completa 82 anos com os melhores resultados do mercado

Empresa é líder nacional em Previdência Complementar com rentabilidade garantida

Divulgação
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O maior fundo previdenciário de renda fixa no período de 12 meses, segundo a Superintendência de Seguros Privados (Susep), nasceu em 17 de julho de 1937. A Aspecir Previdência é uma das raras empresas brasileiras de previdência privada que se mantém em sua forma original de atuação. Completando 82 anos, é uma alternativa diferente às soluções tradicionais apresentadas pelas companhias previdenciárias ligadas a bancos e seguradoras independentes.

Só nos últimos seis meses, a empresa apresentou um crescimento de 12,66% do fundo ASPECIR PRGP FI RF PREV., o que representa 411,96% de rentabilidade relativa ao CDI no ano e um superávit acumulado até maio deste ano de R$ 7.386.848,00.

A Aspecir conta com uma equipe de profissionais especializados em consultoria financeira nas áreas de Previdência Complementar, Seguros de Vida e Empréstimos Consignados. É uma assistência qualificada na busca de segurança, planejamento financeiro e rentabilidade.

Líder nacional em Previdência Complementar com rentabilidade garantida, a Aspecir Previdência está presente em todo território brasileiro e tem por objetivo a subscrição de planos de pecúlio, aposentadoria, seguros de vida, acidentes pessoais, seguro prestamista, auxílio funeral, encaminhamento de pedidos de indenização do seguro DPVAT e a concessão de Assistência Financeira aos participantes, atendendo aos servidores públicos federais, estaduais e municipais, ativos, inativos, aposentados e pensionistas, bem como, aos clientes do segmento empresarial, oferecendo produtos diferenciados e de simples contratação.

Ao completar 82 anos, a empresa parabeniza os seus colaboradores e parceiros, sem os quais não teria atingido a marcas tão significativas.

Arquivo JRS
Arquivo JRS

Números impulsionam comemorações dos 60 anos da Tokio Marine no Brasil 1210

Números impulsionam comemorações dos 60 anos da Tokio Marine no Brasil

Companhia reuniu parceiros de negócios e imprensa especializada, em São Paulo

Com missão de proporcionar tranquilidade e segurança às pessoas e empresas, de forma a contribuir com o desenvolvimento da sociedade, a Tokio Marine Seguradora completa no mês de julho 60 anos de suas operações brasileiras. O Brasil representa o segundo maior mercado da companhia em nível internacional.

José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine
José Adalberto Ferrara é presidente da Tokio Marine

Na última semana, a seguradora reuniu diversos veículos de comunicação da imprensa especializada em seguros, na capital paulista. Os executivos da companhia ressaltaram a importância dos parceiros de negócios, evidenciada através de números: a Tokio Marine expandiu em 24% o lucro no primeiro semestre de 2019, quando comparado aos números do mesmo período do ano passado. A cifra representa um montante de R$ 243 milhões. O índice combinado foi destacado pelo presidente José Adalberto Ferrara: 90,4%. Ferrara ainda aproveitou para agradecer o empenho dos mais de 2 mil colaboradores diretos que fazem o dia-a-dia da empresa. O capital humano e os investimentos em tecnologia também foram enaltecidos pelo Diretor Executivo de Operações de Tecnologia e Sinistros, Adilson Lavrador.

Tokio Marine completa 60 anos de operações no Brasil
Tokio Marine completa 60 anos de operações no Brasil

O Diretor Comercial, Valmir Rodrigues, enalteceu a parceria de mais de 30 mil corretores de seguros. O executivo prevê uma expansão ainda maior no número de parceiros, o que deve resultar em números ainda mais expressivos para a companhia – que está entre as maiores do mercado brasileiro de seguros. Já o Diretor de Massificados, Marcelo Goldman, evidenciou os números dos seguros para automóveis. Com a 4ª maior frota segurada do Brasil, a Tokio Marine oferta ao menos quatro produtos – desde o seguro completo ao clássico, com as opções mais acessíveis e que trazem novos clientes para o setor de seguros, como o seguro com cobertura para roubos aliado ao rastreador e o auto popular, que já possui R$ 2 milhões em prêmios emitidos. Goldman também abordou a nova solução de fiança locatícia e a relevância do seguro de vida individual.

Responsável pela área de soluções para Pessoa Jurídica, Felipe Smith comemorou o crescimento de 28% na carteira do segmento nos primeiros cinco meses do ano. Smith ainda comentou sobre os expressivos dados e a expansão de coberturas do seguro rural, com mais de R$ 38 milhões em prêmios emitidos até o mês de maio. O diretor ainda enfatizou a nova solução de coberturas para ciberataques: o Tokio Marine Riscos Digitais.

Confira outras imagens – 60 anos da Tokio Marine no Brasil:

Desastres naturais podem ser evitados com utilização de ciência de dados 471

Desastres naturais podem ser evitados com utilização de ciência de dados

Companhia emprega tecnologia de vanguarda no desenvolvimento de sistemas com foco na proteção de pessoas durante situações extremas

Usar a ciência de dados para atingir objetivos de produtividade ou de redução de custos dentro das empresas tem sido um ponto cada vez mais discutido entre empresários de diferentes setores. Mas, o potencial de extrair informações valiosas dos dados não está restrito ao universo corporativo. De acordo com a Indra, empresa global de tecnologia e consultoria, é possível expandi-lo ao nível de mitigação de danos em caso de desastres naturais.

A companhia tem vasta experiência no uso de dados para prevenir danos. Do desenvolvimento de aplicações ao estudo de fluxos de trabalho para contingências, a companhia já atuou em países como o Nepal e busca frequentemente novas oportunidades de atuar nessa frente.

Além disso, trabalha no programa Copernicus com a ESA usando imagens dos satélites de Séntinel para elaborar produtos cartográficos com dados e inteligência que ajudam a mitigar os riscos. Com eles, é possível planejar com antecedência a evacuação de uma cidade em caso de terremoto, detectar áreas expostas ao risco de inundação ou avaliar os riscos de deslizamento após um grande incidente, por exemplo.

Um dos projetos mais recentes da companhia é o EO4SD, iniciativa com foco no uso de satélites para monitorar regiões potencialmente sensíveis. Usando big data e analytics, as informações são reunidas e a análise de efeitos catastróficos – como inundações ou deslizamentos de terra – ganha agilidade e eficiência.

A iniciativa entrou em vigor no ano passado e visa atrair principalmente os países emergentes, cujo acesso a financiamento privado para esse tipo de tecnologia é usualmente precário – e em que grande parte do valor arrecadado tem como foco iniciativas de reconstrução pós-desastre, de acordo com a companhia.

Para manter a operação funcionando, a Indra conta com o trabalho de uma equipe de diferentes empresas e consórcios para realizar essa tarefa, como o GISAT (República Checa), Planetek (Itália), OHB LuxSpace (Luxemburgo), Argans (França) e Nazka (Bélgica), bem como o instituto meteorológico austríaco (ZAMG).

Garantir o bem-estar dos cidadãos e preservar as infraestruturas críticas

Como forma de maximizar a proteção oferecida aos cidadãos, a companhia desenvolveu ao longo do tempo uma metodologia de Centro Integrado de Segurança e Emergência, que tem como foco garantir o bem-estar dos cidadãos e proteger a infraestrutura crítica das cidades.

Com base no software iSafety, a companhia oferece uma gestão centralizada dos recursos disponíveis e a possibilidade de acompanhar passo a passo a resolução de incidentes.

“O sistema facilita a tomada de decisões por parte de agentes em diversos órgãos, propondo, para cada situação, as opções de resposta que melhor se adaptam a cada cenário, com base em informações em tempo real”, afirma a companhia.

O ciclo sobre o qual a ferramenta se baseia tem quatro fases, que vão do monitoramento à produção de relatórios, ajudando na tomada de decisão de lideranças.

“Alguns benefícios práticos desse sistema são: a possível coordenação entre diversos órgãos para um suporte multicentrado, estabelecer protocolos de ativação e desativação, aperfeiçoar sistemas de administração e cuidar dos portadores de necessidades especiais com maior afinco”, finaliza a companhia.