Programa de inovação do IRB inscreve estudantes que vão desenvolver soluções para o mercado de seguros e resseguros 674

Programa de inovação do IRB inscreve estudantes que vão desenvolver soluções para o mercado de seguros e resseguros

Insurtech Innovation Program 2019, parceria com Mongeral Aegon e PUC-Rio, está com inscrições abertas até 14 de junho. Serão escolhidos 12 universitários

Estudantes de qualquer curso universitário podem se inscrever até 14 de junho na segunda etapa do Insurtech Innovation Program 2019, iniciativa de fomento à inovação no setor de seguros e resseguros, que tem o IRB Brasil RE como um dos organizadores, em parceria com a Mongeral Aegon e a PUC-Rio. O objetivo é estimular o desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos baseados em tendências como blockchain, ciência de dados, machine learning, internet das coisas e realidades virtual e aumentada.

Serão selecionados 12 alunos de graduação, além de profissionais do IRB e da Mongeral, que se reunirão diariamente na PUC-Rio em busca de soluções inovadoras para o setor. O processo seletivo inclui o preenchimento de formulário, criação de vídeo e entrevista individual. O programa tem duração de seis meses, com atividades diárias, e todo os participantes têm direito a uma bolsa mensal, que segue os padrões da PUC-Rio e das instituições nas quais os alunos estão matriculados.

Durante a primeira etapa de 2019, iniciada em fevereiro, o programa reuniu 20 estudantes de 14 diferentes cursos, como Engenharia, Comunicação Social, Economia, Design e Direito, da PUC-Rio, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e Universidade Federal de Alfenas (Unifal). A turma apresentou e está desenvolvendo oito ferramentas tecnológicas, que buscam, entre outras coisas, ampliar a oferta de seguros aos consumidores e alcançar novos profissionais e formatos de venda.

Cerca de 50 estudantes já participaram do programa e 14 soluções foram estruturadas e selecionadas para desenvolvimento, seis na primeira edição em 2018, e mais oito no primeiro ciclo deste ano. O objetivo é que os projetos sejam implementados pelas empresas parceiras, utilizando tecnologias como mobile, inteligência artificial, blockchain e realidade aumentada para resolver problemas comuns ao mercado, como gestão da carteira de segurados e oferta de seguros a diferentes camadas da população.

Serviço

Insurtech Innovation Program
Inscrições: até 14/06/2019.
Site: neste link.

Valores de procedimentos no exterior chegam a ser de 5 a 100 vezes maiores que uma apólice de seguro viagem 842

Exames obrigatórios podem chegar a 10 mil dólares, e cirurgias de emergência variam de 30 a 100 mil dólares

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), a busca por seguros viagem no Brasil cresceu 19,2% no último trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os motivos para essa mudança de mentalidade do brasileiro, estão a maior conscientização em relação aos acidentes e doenças que podem acontecer na viagem e a importância do suporte em caso de imprevistos, somados à compreensão dos valores praticados no exterior.

Ainda assim, trata-se de uma mudança de comportamento gradual. Por outro lado, com a alta do dólar e do euro, o seguro viagem muitas vezes é visto como um gasto adicional, cujo valor poderia ser revertido em passeios e alimentação na visão de muitos turistas. No entanto, em emergências – que vão desde um roubo ou furto e até mesmo um mal-estar súbito ou acidente – além dos gastos exorbitantes, há toda uma situação a ser administrada.

“Costumamos dizer que não se trata apenas de valores monetários, mas todo o cenário que a pessoa vive naquele momento. Muitas vezes ela precisa lidar com trâmites consulares, emissões de passagens urgentes, repatriações, contato com família para transmitir notícias, e quando ela viaja sozinha, sem apoio de qualquer amigo ou parente do país de origem, as coisas podem ficar até mais delicadas”, comenta Fabio Pessoa, head de Seguro Viagem na Omint. “Para isso, oferecemos um seguro viagem bem estruturado que, além das coberturas, fornece toda a estrutura de intermédio com hospitais, clínicas, companhias aéreas, órgãos governamentais e demais locais”.

O barato sai caro?

De acordo com o executivo, se o viajante visitar outro país sem um seguro viagem, com toda certeza. “Se o turista estiver nos Estados Unidos e sofrer um mal-estar, ele terá que passar por um atendimento médico de emergência em que ele vai desembolsar, em média, 1.900 dólares. Fora os exames, complexos, que podem ir de 4 a 9 mil dólares”, ressalta.

Segundo Pessoa, caso o viajante não tenha seguro viagem e esteja desprovido da quantia a ser paga na ocorrência, ele pode receber uma cobrança de empresas especializadas, mesmo após seu retorno ao país de origem. “Os Estados Unidos, por exemplo, contam com uma estrutura altamente profissionalizada. Enquanto o viajante não quitar suas dívidas, ele pode inclusive ter incidentes diplomáticos”, frisa o executivo.

Enquanto isso, na Europa, os países que fazem parte do Tratado de Schengen exigem cobertura mínima de 30 mil euros para o viajante adentrar no continente. “Mesmo que a Europa apresente sistema público de saúde, há gastos envolvidos. Em todo o território, o valor médio de atendimento é de 540 euros – sendo 495 libras no Reino Unido”, explica.

Verão no Hemisfério Sul, esqui no Hemisfério Norte

Com a chegada do inverno nos Estados Unidos e Europa, regiões como o Estado do Colorado e os Alpes europeus atraem milhares de turistas que querem desfrutar da neve e, consequentemente, esquiar. Segundo Pessoa, é uma das atividades que mais geram lesões e, por isso, é imprescindível que o turista esteja devidamente amparado pelo seguro viagem. “Caso o turista se machuque, dependendo da montanha, não tem como uma ambulância ir busca-lo: ele precisa de um helicóptero. Apenas um voo de descida pode custar 2 mil dólares. Além disso, há os custos com exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância, que são bastante dispendiosos: nos Estados Unidos, por exemplo, podem chegar a até 10 mil dólares”, alerta.

O executivo ainda esclarece que “em condições como essas, também são frequentes os casos de lesões em membros inferiores, que precisam ser imobilizados. Com isso, o turista tem que voltar de primeira classe, uma vez que ele é inviável seu acondicionamento na econômica, e isso também mobiliza custos. Caso essas condições não sejam atendidas, ele sequer consegue autorização médica para embarcar, tampouco da companhia aérea”.

Pessoa ainda frisa que a Omint é uma das únicas companhias no mercado a apresentar a cobertura de esportes amadores já inclusa. “Esportes de inverno, praticados de forma amadora, não são cobrados como adicional pela Omint, o que assegura ao turista a certeza de contar com uma cobertura altamente qualificada, amparando-o nas mais diversas situações”, finaliza.

 

Consórcio é opção para fazer a viagem dos sonhos 634

Entre janeiro e novembro do ano passado, a procura neste segmento cresceu cerca de 11%

A realização de uma viagem, seja para o exterior ou a um destino nacional, exige a adoção de um planejamento financeiro que não comprometa o orçamento familiar antes ou depois das férias. Para tornar esse tipo de sonho uma realidade, muitos consumidores têm utilizado o consórcio como solução. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), entre janeiro e novembro de 2019, as vendas de novas cotas que oferecerem esta possibilidade cresceram cerca de 11%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Patricia Soeiro, superintendente de Seguros Especiais MAPFRE, associada à BR Consórcios, explica que esta modalidade de serviços, além de viagens, pode ser utilizada ainda para realização de formaturas, festas de casamento ou aniversário, estudos, cirurgias estéticas ou reparadoras, tratamentos odontológicos, pagamento de consultorias ou assessoria jurídica.

“O consórcio é um instrumento muito eficiente para quem busca uma alternativa para estruturar um plano financeiro que lhes permita realizar um sonho, pois além de possuir parcelas acessíveis, não exige um bem como garantia”, comenta a superintendente.

Na Mapfre, para adquirir uma cota no segmento de Serviços, basta ter renda igual a quatro vezes o valor da parcela do produto adquirido, não ter restrições financeiras e comprovar vínculo empregatício ou de trabalho de, no mínimo, um ano. Os créditos disponibilizados pela companhia para estes fins variam de R﹩ 8 mil a R﹩ 16 mil, com plano de até 36 meses e opção de lance livre.

 

DPVAT soma quase 600 mil restituições 333

Números foram atualizados hoje (21 de janeiro)

A seguradora Lider registrou, até às 15:30 de hoje (21 de janeiro), mais de 594 mil restituições processadas no site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br/.

A empresa disponibilizou desde 15 de janeiro, uma solução tecnológica simplificada para facilitar a restituição da diferença dos valores pagos do Seguro DPVAT 2020 pelos proprietários de veículos.

O recurso está disponível por meio do site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br e a restituição da diferença dos valores pagos é feita diretamente na conta corrente ou conta poupança do proprietário do veículo.

A restituição será feita por meio de depósito, exclusivamente na conta do proprietário.
Ao enviar a solicitação, o proprietário recebe um número para o acompanhamento da restituição, no mesmo site. Após o cadastro, a restituição será processada pela Seguradora Líder em até dois dias úteis, dependendo, apenas, da compensação bancária para a sua finalização.
É importante destacar que o site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br recebe somente os pedidos de restituição da diferença de valores pagos referente ao Seguro DPVAT 2020.
Para o proprietário que pagou o Seguro DPVAT 2020 duas ou mais vezes, a solicitação da restituição destes valores deve ser feita pelo http://www.seguradoralider.com.br/Contato/Duvidas-Reclamacoes-e-Sugestoes.

Os proprietários de frotas de veículos devem enviar um e-mail para restituicao.dpvat@seguradoralider.com.br.
Pagamento 2020
O Seguro DPVAT deve ser pago, uma única vez ao ano, junto ao vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA, acompanhando os calendários estaduais. As informações completas de como pagar o valor de 2020 estão disponíveis no site www.seguradoralider.com.br.
Os valores para pagamento do seguro DPVAT em 2020 são:
• Automóveis e caminhonetas particulares/oficial, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional — R$ 5,23;
• Táxis, carros de aluguel e aprendizagem — R$ 5,23;
• Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais) — R$ 10,57;
• Micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação não superior a 10 passageiros e Ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais) — R$ 8,11;
• Ciclomotores — R$ 5,67;
• Motocicletas, motonetas e simulares – R$ 12,30;
• Caminhões, caminhonetas tipo “pick-up” de até 1.500 kg de carga, máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral (quando licenciados) e outros veículos — R$ 5,78;
• Reboque e semirreboque – Isento (seguro deve ser pago pelo veículo tracionador)

Despesas de operadoras de saúde com usuários podem variar até 484%, aponta estudo 683

Pesquisa inédita da corretora It’sSeg revela discrepância de gastos com atendimentos de beneficiários em rede terceirizada e própria

O alto volume de exames, consultas e terapias realizadas pelos usuários na rede terceirizada está impactando os custos dos planos de saúde. Uma pesquisa inédita da It’sSeg, terceira maior corretora de seguros do país especializada em gestão de benefícios, revela que o desembolso de despesas das operadoras de saúde com atendimento de beneficiários na rede terceirizada é 484% superior ao registrado na rede própria.

O levantamento contemplou cerca de 165 mil vidas distribuídas em diversas  operadoras de planos de saúde (medicinas de grupo, cooperativas médicas e seguradoras), em 80 clientes da Its’Seg e com apuração de dados de setembro de 2016 a agosto de 2019.

Os objetivos dessa pesquisa foram identificar as médias dos exames e terapias geradas a cada consulta ambulatorial e o custo deste pacote de atendimento nos últimos três anos, além de avaliar a eficiência das redes verticalizadas das operadoras de saúde. Foram observados os custos de eficiência de 12 operadoras a partir das despesas geradas pelos beneficiários atendidos exclusivamente por redes próprias, terceirizadas ou por operadoras com ambos formatos de atendimento (terceirizadas e próprias).

O estudo apontou a operadora A, com rede exclusivamente terceirizada, como campeã em desembolso com despesas ambulatoriais com seus usuários, totalizando R$ 788,01. Em contrapartida, os gastos dos beneficiários da operadora L, que possui rede própria, foi de R$ 134,86, registrando diferença de 484,3%. Essa grande variação também foi notada na quantidade de exames e terapias realizados pelos usuários das duas operadoras. Na operadora A foram 4,58 exames e 0,80 terapias por consulta, enquanto que na operadora L foram 1,10 exames e 0,13 terapias por consulta.

“O número de redes total ou parcialmente verticalizadas tem crescido. Com hospitais e especialistas próprios, as operadoras acabam buscando melhoria em sua gestão, redução de custos, menor tempo entre a ocorrência do atendimento e o aviso dos sinistros, além de menores provisões. Essas estratégias têm ajudado essas redes a monitorarem seus indicadores e a compor custo de eficiência mais sustentável, medida extremamente necessária para a longevidade das operadoras”, explica Thomaz Menezes, presidente da It’sSeg.

Ao avaliar operadoras com perfil de comercialização similar, se observa que as despesas da Operadora F, exclusivamente de rede terceira, chegaram a R$ 190,97 e na operadora L, com rede própria, a R$ 134,86, apontando variação de 41,6%. O desvio é também observado na média de exames e terapias por consulta, que na Operadora F é de 2,30 e 0,47 e na operadora L 1,10 e 0,13, respectivamente.

Mas a menor diferença apontada na pesquisa apareceu entre os beneficiários atendidos totalmente pela rede própria das operadoras. As despesas da operadora K chegaram a R$ 144,02 e na L, R$ 134,86, apontando variação de 6,8%. E foi justamente nessa categoria onde também apareceram as menores quantidades de exames e terapias por consulta. Na K, 2,84 e 0,29, enquanto na L, 1,10 e 0,13.

“Essa drástica diferença de despesas e consequente volume de exames e terapias entre as operadoras mostram que as redes verticalizadas apresentam custo de eficiência bem mais satisfatório. É um indicador valioso e que serve de alerta para que outras operadoras revejam suas estratégias de negócios”, finaliza Thomaz Menezes.

Curso de corretores oferece descontos para matrículas antecipadas 1464

Planos parcelados têm abatimento de 5%

A ENS está com inscrições abertas para formação das turmas de 2020 do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros. Neste ano, o programa conta com condições diferenciadas para quem fizer matrícula antecipada.

Interessados que se inscreverem até 31 de janeiro têm desconto de 10% nos pagamentos à vista. Já nos planos parcelados, o abatimento é de 5%. A partir de 1º de fevereiro, somente pagamentos à vista terão desconto, de 5%.

O programa será ministrado no segmento Capitalização e Vida e Previdência, que tem vagas em 29 localidades para a modalidade semipresencial e em 36 para aulas presenciais; e Demais Ramos, disponível em três cidades na modalidade semipresencial e em outras sete na presencial.

Nos dois casos, os alunos aprovados receberão certificado que permite obter o registro profissional emitido pelo Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, o Ibracor, órgão autorregulador da categoria.

No endereço sercorretor.com.br é possível efetuar inscrição e obter todas as informações sobre o curso.