Bradesco Seguros apresenta novo Superintendente Sucursal Corporate RS 2646

Evento contou com a presença do Superintendente da Região Sul, Altevir Prado

Nesta terça-feira (09), a Bradesco Seguros promoveu almoço com um seleto número de parceiros de negócios, em Porto Alegre (RS). O momento foi prestigiado pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), na figura do presidente Ricardo Pansera. O objetivo era apresentar o executivo Nelson Boruszewski Junior como novo responsável pela Superintendência da Sucursal Corporate RS da seguradora.

Apresentado ao mercado gaúcho, Boruszewski é paranaense, da cidade de Palotina. Com passagem pelo interior de São Paulo e pelo Nordeste do Brasil, o executivo desembarcou em Porto Alegre agradecendo a hospitalidade e o prestígio da Bradesco Seguros na Região Sul. O momento também contou com a presença de Altevir Prado, Superintendente da Região Sul. “Embora a inércia do mercado e os desafios econômicos, a Bradesco Seguros segue investindo para ofertar produtos e serviços de proteção”, comentou Prado.

Confira as imagens – Apresentação do novo Superintendente Sucursal Corporate RS:

Oficina de elétrica para mulheres ganha nova turma no Rio Grande do Sul 595

Oficina de elétrica para mulheres ganha nova turma no Rio Grande do Sul

Nova edição acontece no dia 20 de julho, na sede do SindSeg-RS

O sucesso da Oficina de Elétrica para Mulheres fez com que o encontro ganhasse uma nova edição no Rio Grande do Sul. Promovido pela Diosa – Mão de Obra Feminina, na sede do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg-RS), a nova turma inicia no próximo sábado, 20 de julho.

Ao todo serão ofertadas 16 vagas para mulheres interessadas em aprender um pouco mais sobre circuitos elétricos, como trocar a resistência do chuveiro ou até mesmo instalar tomadas. As participantes ainda levam uma luminária ou extensão produzida por elas mesmas durante o curso. Segundo a Diosa, os principais vilões dos sinistros residenciais são grandes conhecidos delas: secador de cabelo e benjamins, os famosos “Ts”.

A oficina de Elétrica Residencial Básica é gratuita e acontece entre 9h e 13h. As vagas são limitadas e a lista de espera não garante participação no evento. Para participar basta preencher o formulário disponível neste endereço.

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio 609

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio

Valor é 11,0% maior que registrado no mesmo período do ano anterior, aponta FenaPrevi

Os planos de previdência privada aberta fecharam o mês de maio com R$ 873,1 bilhões em reservas, volume 11,0% superior registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

De janeiro a maio, as contribuições somaram R$ 45,7 bilhões, resultado 3,7% superior aos cinco primeiros meses de 2018, quando totalizaram R$ 44,0 bilhões. A captação líquida seguiu com saldo positivo de R$ 15,5 bilhões.

Na análise por tipo de contratação de planos, a modalidade individual respondeu por R$ 40,1 bilhões das novas contribuições, os planos para menores por R$ 740 milhões, e os planos coletivos registram R$ 4,8 bilhões em novas contribuições. Em relação às famílias de produtos, segundo a FenaPrevi, o VGBL recebeu R$ 41,6 bilhões e o PGBL R$ 3,7 bilhões dos aportes. Já nos planos tradicionais, as contribuições foram de R$ 300 milhões.

Diversificação de portfólio

Segundo a FenaPrevi, os participantes estão se deslocando gradativamente para fundos multimercado em busca de maior rentabilidade. Até maio deste ano, 11,6% dos recursos foram alocados nesta modalidade. O índice era de 10,2% em 2018; 8,1% em 2017; e 5,7% em 2016. “A trajetória de juros baixos tem exercido forte influência na estratégia de alocação das reservas dos planos de previdência privada pelos participantes, que estão buscando fundos de maior risco e rentabilidade”, avalia Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi.

Os dados da federação mostram que de janeiro a maio foram contabilizados 13,2 milhões de pessoas com planos de previdência, sendo 10,1 milhões de participantes com planos individuais e 3,1 milhões com planos coletivos (oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados). O total de 13,1 milhões de participantes representa hoje 6,27% da população.

Nova Lei de Licitações aprofunda análise de riscos e deve diversificar seguros de garantia 2443

Rodrigo Chunques é gerente de operações e garantias estruturadas da Aon / Divulgação

Projeto mantém e cria novas modalidades para execução de demandas da administração pública

A nova Lei de Licitações (PL 1292/95) cria novas modalidades para contratação de empresas para execução de demandas da administração pública. A proposta aprovada pelo plenário da Câmara dos Deputados mantém o pregão, concorrência, concurso e os leilões. O texto também cria o diálogo competitivo, que diz respeito a compra de novas tecnologias. Entre as exigências está a contratação de seguro garantia para grandes obras. Outra tipificação do Projeto de Lei diz respeito aos crimes relacionados ao assunto, além de aspectos da proposição para União, estados e municípios.

O projeto ainda deve ser apreciado no Senado até passar pela sanção do presidente Jair Bolsonaro. A lei que ainda vigora sobre o tema permite que o seguro cubra até 5% do valor da obra. Com as mudanças, o limite passa para 30% nos casos de obras de maior valor. 

O gerente de operações e garantias estruturadas da Aon, Rodrigo Chunques, acredita que com as mudanças as seguradoras podem ser obrigadas a executar e concluir o objeto contratual em caso de inadimplência do tomador (quem contratou o seguro). “Caso as seguradoras não executem ou concluam o objeto contratual podem ser aplicadas multas que podem chegar ao valor total da garantia”, alerta. Considerando isso, o especialista acredita que pode haver uma seleção mais criteriosa de riscos. “Isso pode acontecer até que haja melhor entendimento de como todos os envolvidos irão se comportar neste novo ambiente”, completa.

Com a lei em vigor o mercado deve mudar completamente no ramo de seguros – desde resseguradoras até os segurados. “Não temos dúvida que será necessário um tempo para adaptação. Seguradoras precisarão incrementar a estrutura, reforçando análise de crédito, underwriting e a criação de uma área específica para o acompanhamento de obras”, acrescenta Chunques. O executivo acompanha as novas medidas com bons olhos. “Trará mais segurança ao processo licitatório, bem como um maior conforto ao poder público de que as obras contratadas serão finalizadas. Como consequência a eficácia do desenvolvimento do Brasil será notavelmente maior, mesmo acreditando que ainda acontecerão alguns ajustes para trazer um cenário mais equilibrado e aceitável para todos os envolvidos”, justifica.

O mercado de seguro para garantias judiciais atingiu a marca histórica de R$ 2,5 bilhões em prêmios emitidos em 2018. “Podemos destacar que foi este o segmento que fez o seguro garantia sobreviver à crise geral que assolou o País nos últimos 5 anos. Acreditamos que a partir das reformas, incentivos para liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e com as privatizações, o cenário será mais otimista para o reaquecimento da economia”, comenta Rodrigo Chunques ao lembrar que existe uma grande quantidade de obras represadas nos mais diversos segmentos, como infraestrutura, saneamento, rodovias, portos e outros grandes projetos. “Com isso é natural que a demanda por garantias de performance aumente, de forma que as seguradoras consigam balancear suas carteiras hoje predominadas pelas garantias judiciais e o consequente crescimento sustentável deste mercado”, analisa. “Este tipo de apólice visa trazer conforto ao contratante. Se por algum motivo o contratado não executar o objeto contratual haverá um terceiro, neste caso a seguradora, que executará ou pagará o limite máximo indenizável pela apólice”, acrescenta.

Como maior corretora de seguros do mundo a Aon acredita que, quanto maior o dinamismo entre a administração pública e o mercado securitário, melhor. “Temos convicção que as soluções inovadoras apresentadas pelo mercado são grandes aliadas para mitigação e transferência de riscos, o que traz maior segurança administrativa aos processos”, segue o também pós-graduado em Gestão Financeira.

Outro destaque de Rodrigo Chunques é a mudança no perfil dos investidores. “Em um passado não muito distante os grandes investidores eram os poderosos conglomerados brasileiros, envolvidos na Operação Lava Jato, que sofreram degradação financeira e restrição de crédito junto aos bancos públicos e privados. Os novos investidores serão, na sua grande maioria, oriundos de fundos internacionais, que tendem a ter a estrutura de contragarantias diferenciadas do modelo tradicional. Isso deve forçar as mudanças metodológicas para análise do risco”, explica. Na visão do expert, as seguradoras deverão encontrar equilíbrio para analisar a capacidade financeira destes investidores. “É preciso verificar a performance das EPCs e, principalmente, em o projeto gerar as riquezas previstas. Isso levará conforto aos underwriters (intermediários financeiros) das seguradoras, aumentando a probabilidade de suporte a novos projetos pelo mercado segurador”, finaliza.

Ex-funcionários da União de Seguros Gerais promovem 15º encontro em agosto 1120

Alguns dos ex-funcionários da Cia. União de Seguros Gerais em um dos últimos encontros / Reprodução

Confraternização acontece no dia 24 de agosto, em Porto Alegre (RS)

“Que a tristeza te convença que a saudade não compensa”, diria a poesia de Vinicius de Moares. Para acabar com essa saudade os ex-funcionários da Cia União de Seguros Gerais promovem há 15 anos um encontro anual que já é tradicional. A confraternização acontece em Porto Alegre (RS), no dia 24 de agosto de 2019, data em que a seguradora completaria mais um aniversário.

“Mais de 800 funcionários em um prédio só em uma companhia de seguros, você já ouviu falar?”, comentou o presidente do JRS, Jota Carvalho, em entrevista sobre o assunto. “A seguradora funcionava na Avenida Borges de Medeiros, onde ocorreram muitos encontros fraternos, de grande aprendizado sobre seguridade”, completou Luis Carlos Borges, que permaneceu por 34 anos na seguradora, em um dos encontros anteriores.

O Garcias Grill, localizado na Avenida Praia de Belas – 618, será o palco deste momento especial. O almoço terá valor de R$ 30, cervejas custam entre R$ 9 e R$ 12, já refrigerantes e águas custam R$ 5.

Mongeral Aegon tem nova superintendente de Comunicação 517

Mongeral Aegon tem nova superintendente de Comunicação

Mirella Lavrini é formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero e tem MBA em Finanças pelo Insper

A seguradora Mongeral Aegon tem nova superintendente de Comunicação. Mirella Lavrini é formada em Relações Públicas pela Faculdade Cásper Líbero e tem MBA em Finanças pelo Insper. A executiva acumula mais de quinze anos de experiência em áreas de comunicação e marketing, com passagem de grandes empresas como Netshoes, Pernambucanas, Vivo e Wal-Mart Brasil.

Mirella será responsável pela gestão da marca do grupo Mongeral Aegon e pelas equipes de Comunicação e TV Corporativa. A superintendente reporta diretamente ao diretor de Marketing e Afinidades, Nuno Pedro David.