Câmara inicia votação da reforma da Previdência na manhã desta quarta 800

Câmara inicia votação da reforma da Previdência na manhã desta quarta

Fase de discussão da proposta foi encerrada na madrugada de hoje (10)

A Câmara dos Deputados encerrou a fase de discussão da reforma da Previdência (PEC 6/19) na madrugada desta quarta-feira (10). Um requerimento neste sentido, apresentado pela maioria, foi aprovado pelo plenário da Casa por 353 votos a 118. Com a conclusão dessa etapa, a votação do texto-base da proposta, em primeiro turno, começa nesta quarta de manhã, em sessão marcada para as 10h30min.

Com um quórum de 505 deputados no início dos trabalhos em plenário, a discussão da PEC começou com clima tenso . A primeira tentativa da oposição para impedir que se desse prosseguimento ao debate da proposta foi malsucedida. Por 331 votos a 117, os deputados rejeitaram requerimento do PDT para retirar de pauta a análise da PEC.

Parlamentares governistas comemoraram o resultado afirmando que o placar funciona como um termômetro informal da disposição dos deputados em aprovar a reforma da Previdência. A PEC necessita de 308 votos, equivalentes a três quintos dos 513 deputados, para ser aprovada em dois turnos de votação. No último domingo (7), o ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse acreditar ter 330 votos para a aprovação da reforma na Câmara dos Deputados.

Para a líder do governo no Congresso, deputada Joice Hasselmann (PSL-SP), as novas regras de aposentadoria serão o alicerce para a reconstrução do Brasil. “[Trata-se de] uma Previdência justa, uma Previdência solidária, uma Previdência que atende aos mais pobres, uma Previdência que combate privilégios, uma Previdência que foi construída com a ajuda dos partidos aqui desta Casa”, argumentou. Todos nós caminhando para um único lugar: para o crescimento do Brasil, completou.

Negociações

O dia foi de negociações intensas entre deputados de centro e base governista, mediados pelo presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ). No entanto, após várias reuniões de líderes partidários, o impasse sobre novas mudanças no texto aprovado pela comissão especial prosseguiu ao longo da terça-feira (9). Entre as polêmicas estava a retirada de agentes de segurança e professores da proposta, além da inclusão de servidores estaduais e municipais nas novas regras de aposentadoria.

Nestas negociações, saiu um acordo costurado pela bancada feminina que deverá melhorar a aposentadoria para as mulheres. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), anunciou a novidade após reunião com Onyx Lorenzoni e com o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

Oposição

Partidos da oposição trabalharam para obstruir o andamento da sessão e conseguiram adiar o início das discussões sobre a reforma por 11 horas. Sem manifestantes nas galerias e impedidos de circular em áreas próximas ao plenário, deputados de siglas contrárias à proposta foram proibidos pelo presidente da Casa, Rodrigo Maia, de segurar faixas e cartazes contra a medida durante a votação.

Primeira a falar na sessão, a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA) disse que a proposta vai retirar a perspectiva de futuro dos trabalhadores mais pobres do país. “Está aberta a jornada de lutas que definirá se o Brasil estará na lista dos países mais injustos do mundo com o seu povo. Não é possível que troquemos nesta Casa qualquer benesse, não é possível que uma parte desta Casa troque por emendas ou por cargos a garantia mínima alimentar, para que o trabalhador e a trabalhadora, ao encarar a velhice, ao encarar a doença, ao ter perdido o provedor, ou a provedora da família, seja efetivamente humilhado”, disse.

Na avaliação do líder da oposição, deputado Alessandro Molon (PSB-RJ), a proposta vai acentuar as desigualdades. “É justo fazer com que um trabalhador que ganhe algo em torno de 2 mil reais deixe para sua viúva ou seu viúvo pouco mais de 500 reais, depois de ter trabalhado ao longo da sua vida para deixar um pouco de segurança para a sua família?”, questionou. “Alguém ousa dizer que é justo cortar recursos da aposentadoria de uma pessoa incapacitada permanentemente para o trabalho, por um acidente, por um ato de violência, por exemplo, alguém que ficou tetraplégico? Alguém pode chamar isso de justiça?”, acrescentou.

Tramitação

De acordo com Rodrigo Maia, a votação do texto-base deve ser começar na manhã desta quarta-feira (10). Caso seja aprovada em primeiro turno, a previsão é que haja votação para quebra de interstício. Segundo o regimento da Casa, entre o primeiro e o segundo turno de votação é necessário um intervalo de cinco sessões do plenário. Segundo Maia, caso haja “vitória contundente” no primeiro turno há “mais respaldo político para uma quebra [do interstício] do primeiro para o segundo [turno]”.

Se validado pelos deputados, o texto segue para análise do Senado, onde também deve ser apreciado em dois turnos e depende da aprovação de, pelo menos, 49 senadores.

Economia

Pelo texto aprovado na comissão especial, o impacto fiscal corresponderá a R$ 1,074 trilhão no período de 10 anos. A estimativa inclui a redução de despesas de R$ 933,9 bilhões e o aumento de receitas (por meio de alta de tributos e fim de isenções) de R$ 137,4 bilhões. A proposta original, enviada pelo governo em fevereiro, previa uma economia de R$ 1,236 trilhão em uma década, mas não incluía elevação de receitas.

Temporais destroem empresas no Brasil 727

Temporais destroem empresas no Brasil

Situação comum em dias de chuvas pode ser amenizada com seguro empresarial

O país acumula grandes histórias de desastres naturais. Todos os anos vendavais, alagamentos e temporais, destroem patrimônios públicos, casas e empresas. Diversas pessoas sofrem algum tipo de prejuízo, entre elas, empresários que muitas vezes passaram a vida construindo seu negócio (no qual é responsável ainda pelo sustento de diversas outras famílias), tem todo o seu patrimônio aplicado nele, e acaba perdendo tudo ou se afundando em dívidas para fazer os reparos necessários.

No mercado, porém, existe o seguro empresarial, o qual, cobre essas situações e ameniza os danos e/ou prejuízos causados. Vanessa Alves, diretora comercial da San Martin Corretora de Seguros (franquia especializada no mercado de seguros), conta que existe cobertura também para vendaval, furacão, ciclone, tornado, granizo e muitas outras nesse sentido.

Ela explica que o seguro empresarial atende exatamente a necessidade do cliente. Por isso, no momento da contratação são analisados os principais riscos que o negócio pode correr. E no caso de desastres naturais, a demanda mais comum é na região sul do país, principalmente Santa Catarina, onde mais de 90% das apólices incluem cobertura contra vendaval.

“Essa região sofre muito com chuvas fortes e vendavais, por isso, é muito grande a probabilidade de um local ser afetado por essas causas, como já aconteceu no passado. Então essa cobertura é fundamental”, relata.

Cobertura abrangente

Outra situação constante por aqui são os casos de incêndios e quedas de raios. Situações que o seguro empresarial também cobre. Aliás, essas são apenas algumas. Também entram no serviço: roubo e furto qualificado, responsabilidade civil, danos elétricos, quebra de vidros, espelhos, mármores, equipamentos e despesas fixas.

Vanessa reforça que o seguro empresarial oferece soluções para estabelecimentos comerciais e/ou industriais com coberturas totalmente adequadas aos seus ramos de atuação.  “Esse seguro oferece relativa tranquilidade quanto a eventuais prejuízos que podem atingir o patrimônio de sua empresa, sejam bens materiais (equipamentos, móveis, etc) e estrutura física abrangendo em alguns casos inclusive documentos ou valores em espécie”, explica.

A diretora acrescenta que neste caso, o empresário tem a possibilidade de resguardar o patrimônio de sua empresa de forma mais ampla, unindo várias coberturas em uma única apólice. Mas, para que a escolha seja a melhor possível, é imprescindível que ele tenha informações qualificadas.

Escolha das coberturas

As coberturas do seguro se dividem em: básica e opcionais. A contratação da cobertura básica é obrigatória, acompanhada de, pelo menos, uma ou mais  coberturas opcionais – de acordo com as ofertas da seguradora. “Outras proteções contra riscos podem ou não ser contratadas, conforme o interesse do segurado. Na lista de opcionais, ele deve avaliar o grau de importância de cada uma delas para o empreendimento dele”, orienta a profissional.

Ela esclarece ainda que na hora de escolher o seguro multirrisco patrimonial, é preciso cuidado para não contratar coberturas opcionais desnecessárias. “Ou, ainda, que não levem em consideração as particularidades do negócio”, sublinha.

Em relação aos seguros convencionais, a modalidade apresenta várias vantagens. Vanessa pontua e finaliza:

  • Redução das taxas em relação aos chamados seguros convencionais;
  • Conjugação de várias coberturas em uma só apólice, com cláusulas menos restritivas e de mais fácil compreensão pelos segurados; e
  • Estruturação modular com uma ampla gama de coberturas e garantias acessórias, permitindo ao segurado a escolha, entre elas, das mais adequadas às suas necessidades, o que resulta na montagem de um seguro “personalizado”.

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários 555

IESS indica que cadeia de saúde está empregando mais, apesar da redução de beneficiários

Levantamento revela comportamento de contratações do setor privado e público em julho de 2019

Quase 5 milhões de brasileiros são empregados pela cadeia da saúde no Brasil. O montante equivale a 11,3% da força de trabalho no País. De acordo com o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde, feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), 73,3% deste total ou cerca de 3,6 milhões são trabalhadores com carteira assinada no setor privado.

Apenas em julho de 2019, a saúde suplementar registrou 93,5 mil contratações e 88,1 mil demissões, totalizando um saldo positivo de 5,4 mil postos de emprego formal. O que corresponde a 12,2% do saldo geral de 43,8 mil novos postos de trabalho criados pela economia nacional como um todo. “É evidente que a cadeia de saúde é uma das forças motrizes na economia nacional. O setor já responde por 11,3% da força de trabalho no País e o saldo de empregos na saúde privada tem respondido por mais do que esse porcentual no total de novos postos de trabalho gerados no mês. O que indica que a participação do setor tende a crescer ao longo do tempo”, comenta José Cechin, superintendente executivo do IESS.

O executivo destaca que o setor continua contratando apesar de haver retração no total de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalar. “Entre julho deste ano e o mesmo mês do ano passado, 133 mil beneficiários deixaram seus planos. Uma retração de 0,3%. Ainda assim, o setor contratou mais 120 mil pessoas no período”, compara Cechin. “Os dados indicam que o setor acredita em um processo de recuperação de beneficiários e está se preparando para tanto”, avalia.

Está é a primeira edição em que o Relatório de Emprego da Cadeia Produtiva da Saúde traz o total de empregados também pelo setor público e mais dados sobre o segmento devem estar disponíveis na próxima edição da publicação, que irá permitir, pela primeira vez, uma análise temporal do nível de empregos nesta cadeia como um todo (setor público e privado). “Estamos trabalhando para aprimorar a qualidade das informações que disponibilizamos ao mercado e fornecer ainda mais subsídios para as tomadas de decisões”, comenta Cechin.

Consórcio Imobiliário: opção de investimento rentável e seguro 783

Consórcio Imobiliário: opção de investimento rentável e seguro

Modalidade não exige valor de entrada e a carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas

Segundo o levantamento realizado pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), a compra ou a quitação do imóvel próprio é o principal objetivo do retorno das aplicações financeiras do investidor brasileiro. Dos 42% que têm alguma aplicação, 31% pretende comprar ou quitar parcelas de imóvel ou terreno. “Para quem tem planos de investir na aquisição da casa própria, apartamento ou terreno, o Sistema de Consórcio é uma boa opção. Não tem juros e a taxa administrativa é embutida nas parcelas do financiamento”, explica o diretor da Porto Seguro Consórcio, William Rachid.

Além destas vantagens, o Consórcio de Imóveis não exige valor de entrada e a carta de crédito acompanha o reajuste das parcelas (INCC – Índice Nacional de Custo da Construção), o que mantém o poder de compra. “Essas condições despertam o interesse de pessoas que procuram investimento flexível e atraente”, observa Rachid.

O mercado está em um momento propício para o investir no Sistema de Consórcio, o juro alto do crédito e a seletividade dos bancos na concessão de financiamento dificultam a aquisição. Neste cenário, consórcio é uma opção que viabiliza a compra de forma planejada. Vale ressaltar que investir em imóvel significa uma decisão com solidez, essa modalidade permite uma rentabilidade mensal, por meio do aluguel e com o passar do tempo, o imóvel valoriza mais e tem pouco risco de perda.

No Porto Seguro Consórcio, o cliente é assessorado em todas as fases, desde consultoria na hora da venda até a solução de pendências e o momento de contemplação. “Nossa preocupação é oferecer mais conforto e segurança na hora da contratação, esclarecendo todas as dúvidas e apresentando todas as possibilidades que contempla o investimento”, explica Rachid.

No Porto Seguro Consórcio de Imóveis, o cliente paga a taxa de administração, o fundo de reserva e o seguro de vida, que são diluídos ao longo do período do grupo. Além dos sorteios mensais, o indivíduo pode ofertar lances, o que aumentam as chances de contemplação. Nessa modalidade, o consumidor pode utilizar o FGTS para o lance, complementar o crédito ou ainda amortizar o saldo devedor.

As cotas disponíveis variam de R$ 55 a R$ 500 mil e as parcelas podem ser contratadas a partir de R$ 349,00 e em até 200 meses para pagamento. Mais informações sobre os planos do Porto Seguro Consórcio estão disponíveis neste site.

Seguro para reservatório demanda gerenciamento de risco diferenciado 1087

Seguro para reservatório demanda gerenciamento de risco diferenciado

Proteção para o segmento é construída de forma personalizada, considerando diversos fatores com o objetivo de mitigar os impactos de um sinistro

A atividade industrial demanda um gerenciamento de processos que garantam que a planta fabril não seja paralisada por fatores externos, como a falta de matéria-prima. E o uso de reservatórios próprios é uma das principais soluções utilizadas por empresas para resguardar o seu abastecimento ou realizar o armazenamento de produtos.

Os tanques, como também são conhecidos, podem ter dimensões variadas, de acordo com as necessidades produtivas da companhia, e serem instalados sobre o solo, em uma estrutura elevada, ou no subterrâneo.

O diretor responsável pela área de Grandes Riscos da MAPFRE Brasil, Jonson Marques de Sousa, explica que, dentro do gerenciamento de risco que as seguradoras fazem para as indústrias, os reservatórios são um dos itens que recebem especial atenção em virtude da importância estratégia que possuem para as empresas e da potencial possibilidade de incidentes que oferecem.

“Os reservatórios das indústrias podem ser utilizados para o armazenamento de uma infinidade de insumos, incluindo gases e líquidos inflamáveis. Por este motivo, a análise dos riscos é realizada de forma personalizada, levando em consideração o tipo da construção, volume do insumo guardado, capacidade, conservação, etc.”, explica.

Na MAPFRE, destaca o diretor, a construção da apólice é realizada considerando informações dos corretores, a experiência técnica de subscritores especializados e os dados dos relatórios de inspeção de nossos engenheiros que vão até a empresa fazer uma análise detalhada de todos os riscos. Nestas visitas, que funcionam como uma consultoria, são apontados, inclusive, procedimentos que podem ser adotados para mitigar o risco de um incidente.

As coberturas da apólice são estruturadas de acordo com a necessidade da empresa e podem ter o valor da indenização preestabelecido ou no sistema ‘all risks’, que é mais abrangente.

Marques pondera que o sinistro em um reservatório, geralmente, envolve valores elevados para reparação e paralisação da produção, razão pela qual o seguro cumpre um papel muito importante que é o de garantir, por meio de indenização, que a operação seja restaurada o mais rápido possível, minimizando as perdas.

Líder na comercialização de produtos de Grandes Riscos no país hoje, a preocupação com a questão ambiental é mais um dos diferencias do gerenciamento de risco realizado pela MAPFRE. “Quando falamos em produtos químicos, a questão da contaminação do solo sempre está no radar, por isso em nossas análises trazemos recomendações sobre procedimentos que evite ou mitigue danos ao meio ambiente caso ocorra um incidente”.

AIG Seguros anuncia novo CFO para o Brasil 577

Hercules Pascarelli é o novo CFO da AIG Seguros no Brasil / Divulgação

Hercules Pascarelli possui quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras

A AIG Seguros, que este ano completa 100 de presença no mundo e 70 de atuação no Brasil, acaba de contratar Hercules Pascarelli para seu time de executivos, na posição de CFO (Chief Financial Officer) da empresa no país. Com sua experiência no mercado segurador, desde 12 de agosto Hercules está liderando o time financeiro e ajudando a manter a trajetória de disciplina financeira e de subscrição da companhia.

No Brasil, a estratégia da companhia está focada em rentabilidade no segmento de riscos complexos e no mercado PME, por meio de parcerias que permitem explorar melhor as fortalezas da seguradora e aportar ao mercado brasileiro sua experiência e capacidade globais.

Pascarelli é formado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas pela Universidade Paulista (UNIP), possui MBA em Finanças pelo Ibmec de São Paulo e quase 20 anos de experiência profissional em diversas empresas e seguradoras.