MAPFRE Investimentos: Choques inflacionários “ainda” se dissipam no tempo 411

MAPFRE Investimentos: Choques inflacionários "ainda" se dissipam no tempo

Índice deve ficar em 4% no fim do ano

Mesmo com o feriado na terça-feira, essa semana conta com a divulgação de indicadores relevantes, principalmente para a economia nacional. O IBGE apresenta a Pesquisa Mensal do Comércio e a Pesquisa Mensal de Serviços, nos dias 11 e 12, respectivamente. Ainda mais relevantes são os índices de inflação, como o IGP-DI, hoje, e o IPCA, na quarta-feira. Além disso, nos Estados Unidos, serão divulgados a ata do Comitê de Política Monetária (FOMC) e o Índice de Preços ao Consumidor nos dias 10 e 11, respectivamente. Mas será no front doméstico que as atenções deverão se concentrar.

A expectativa do mercado para o IPCA de 2019 foi revisada para baixo nas últimas quatro semanas. De acordo com o Relatório Focus, a mediana passou de 4,03% para 3,80% por conta da inflação esperada para junho, que sofreu revisões baixistas sucessivas e, hoje, está em -0,03%. O motivo, mais uma vez, é o impacto de choques momentâneos. Esses movimentos deflacionários e inflacionários pontuais, se não forem suficientes para mudar a trajetória das medidas subjacentes –o que não ocorreu nas últimas quatro semanas–, costumam se dissipar ao longo dos meses, exercendo impacto irrisório sobre a inflação de longo prazo.

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Os iminentes indícios de choques de oferta e de demanda no segundo semestre (cuja dissipação dentro do ano-calendário ficaria comprometida por conta do período reduzido) apontam para o sentido oposto. Entre eles, estão: a decisão da Opep (Organização dos Países Exploradores de Petróleo) e das nações aliadas de cortar a produção de petróleo por nove meses, e a peste suína asiática, que gera uma demanda adicional por proteína animal brasileira infinitamente superior à capacidade produtiva nacional.

Como se não bastasse, o Banco Central diminuiu o compulsório bancário. Com isto, a massa de crédito disponível tende a aumentar, evitando que o nível de consumo das famílias caia no curto prazo. Esta situação conteria, teoricamente, o desaquecimento do comércio e de serviços.

Não há, portanto, motivos concretos para que a expectativa sobre a inflação acumulada em 2019 sofra redução de 0,23p.p. neste momento. Diante deste contexto, a MAPFRE Investimentos mantém a projeção em 4%. Estamos atentos aos próximos eventos.

Empresas e setores: Setor automotivo – vendas diretas em alta

É verdade que o setor automotivo é um dos poucos com bom desempenho na economia em 2019. Os dados divulgados na semana passada pela Fenabrave e pela Anfavea indicam que o segmento continua superando os números do mesmo período do ano anterior.

Na margem, entretanto, após meses de recuperação, observa-se fraqueza em junho na comparação com maio. O que vem ocorrendo é que a crise na Argentina leva as exportações de veículos brasileiros a descerem ladeira abaixo. Somente no primeiro semestre do ano, notamos redução de 42% das vendas externas na comparação com o mesmo período do ano anterior. O governo do presidente Mauricio Macri fechou uma parceria com setor automotivo para oferecer descontos que podem chegar a R$ 7,8 mil nos preços dos veículos. A reserva total do programa é de um bilhão de pesos, aproximadamente R$ 90 milhões. Mas ainda aguardamos impactos positivos do programa.

O crescimento das vendas de automóveis no Brasil é o que mantém o desempenho positivo do setor. Os benefícios de isenção de impostos para portadores de deficiência e para taxistas, além das vendas para frotas de empresas e locadoras, têm favorecido o negócio das montadoras. Se considerarmos os últimos dez anos, as vendas diretas cresceram cerca de 92%, sendo atualmente responsáveis por quase metade do comércio de veículos no país, conforme figura abaixo. Com o enfraquecimento da renda dos brasileiros e a queda da exportação, a indústria automotiva precisa intensificar sua estratégia no varejo para reduzir estoques e preservar seu volume de produção.

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Essa situação beneficiou principalmente as locadoras de veículos, que acompanham as mudanças na modalidade urbana. A locação de carros tem crescido com serviços de motoristas particulares, como Uber, Easy e 99, além da demanda corporativa. O volume de estoque alto nas montadoras permite às locadoras potenciar seu poder de negociação, conquistando melhores preços e prazos para renovação de sua frota. Para se ter uma ideia, a venda direta de veículos leves representou 19,8% do total comercializado por General Motors, 16,3% da Volkswagen e 12,3% da Renault. Sem dúvida, uma tendência.

Gestão: O jogo só acaba quando termina

Na quinta-feira passada, a comissão especial da Câmara aprovou o texto-base da reforma da previdência, com economia estimada de R$ 1 trilhão em dez anos, excluídos estados e municípios que, ainda assim, poderão ser incluídos via destaque em plenário. Em resposta, o Ibovespa renovou máximas acima de 103 mil pontos, e os DIs devolveram prêmios, mais acentuadamente nos vértices mais curtos. Reflexo de uma etapa vencida no longo périplo pela aprovação da reforma e sua maior probabilidade de aprovação descontada nos preços.

Cauteloso, o presidente Jair Bolsonaro se antecipou aos mais afoitos e afirmou que “a reforma ainda não acabou”. De fato, ainda restam dois turnos de votação, na Câmara e no Senado, e nesse ínterim tudo pode acontecer.

Já no cenário externo, foram conhecidos ao final da semana passada os dados do mercado de trabalho nos EUA em junho, com a criação de 224 mil vagas, bem acima das 160 mil esperadas. A leitura imediata foi a de que o vigor do mercado de trabalho – na menor taxa de desemprego em uma geração (3,7%) – desautoriza, no momento, qualquer relaxamento da política monetária, o que contribuiu para o fortalecimento da moeda americana frente aos principais pares internacionais.

Para esta semana, destaque na China para os dados da Balança Comercial, na quinta-feira, e para os Investimentos Estrangeiros Diretos na sexta-feira. Na Zona do Euro, serão apresentados os dados da Produção Industrial de maio (esperado 0,2% M/M e -1,6% A/A).

Sincor-RJ realiza curso sobre Seguro de Automóvel 414

Sincor-RJ realiza curso sobre Seguro de Automóvel

Aulas acontecem nos dias 06 e 08 de agosto, entre 9h e 12h

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A Diretoria de Ensino promove um curso nos dias 06 e 08 de agosto, das 9h ao meio-dia, no Auditório do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), com o tema “Seguro de Automóvel: Mercado, Produto e Vendas. Quem vai ministrar as aulas será o Professor e Membro da Banca de Concursos da Escola Nacional de Seguros, Marco Aurélio Fonseca.

Para Marco Aurélio, o seguro de automóvel é um dos principais produtos que gera um elo de ligação com o segurado. “Atualmente, o seguro de automóvel é um dos seguros que os consumidores mais se preocupam em contratar, por ser um bem de valor significativo, adquirido com sacrifício por grande parte dos segurados, mas com enorme potencial de perda e danos elevados a terceiros. Quando cito o elo de ligação, afirmo que com o seguro auto, tudo facilita. Desce o início do desenvolvimento do contrato, até a forma do corretor prestar seus serviços, desenvolver a confiança profissional com o cliente e realizar outros negócios”, explicou.

De acordo com Arley Boullosa, Diretor de Ensino Técnico do Sindicato, é necessário um curso sobre essa modalidade de seguro, para que os alunos tenham os detalhes precisos para efetuar um bom trabalho. “Precisamos de um curso de seguro de automóvel que vá além de explicar riscos cobertos, riscos excluídos e precificação. Foi isso que pedimos para o Marco e tenho certeza que corretores e funcionários de corretoras terão uma visão nova de como comercializar o produto automóvel e aproveitar oportunidades. Além da concorrência, hoje o cliente é muito bem informado e precisamos estar cada vez mais qualificados”, concluiu.

Aurélio é sócio da FL Administradora, Consultoria e Corretagem de Seguros, possui Certificação Profissional CNseg – Certificado CPC1, do primeiro exame realizado em 2015, conhecimento técnico dos ramos e planos de seguros, legislação e práticas e processos operacionais com seguros, experiência em elaboração, administração e desenvolvimento do programa de seguros diversos.

Para confirmar a presença e fazer a inscrição, é só acessar este endereço. O curso é gratuito para associados do Sincor-RJ e não sócios pagam R$ 50,00.

Inscrições para programa de bolsas do Google vão até 29 de julho 293

Inscrições para programa de bolsas do Google vão até 29 de julho

Serão distribuídos 2 milhões de reais entre projetos oriundos das universidades da América Latina

No próximo dia 29, o Google encerra as inscrições para o Latin American Research Awards, o LARA, programa voltado para estudantes de mestrado e doutorado de universidades da América Latina e também para seus professores e orientadores. Desde o seu lançamento, em 2013, mais de 70 projetos foram beneficiados em toda a América Latina.

Este ano, o LARA distribuirá 2 milhões de reais para projetos oriundos de toda a região. Os pesquisadores selecionados receberão bolsas individuais para desenvolver seus projetos em Ciência da Computação, Engenharia e áreas afins no decorrer de um ano. As instruções podem ser encontradas neste site.

Conheça os campos de pesquisa contemplados:

  • Geo/Maps;
  • Interação entre humanos e computadores;
  • Recuperação, extração e organização de informações (incluindo gráficos de semântica);
  • Internet das Coisas (incluindo cidades inteligentes);
  • Machine learning (aprendizado de máquinas) e data mining (mineração de dados);
  • Dispositivos móveis;
  • Processamento natural de línguas;
  • Interfaces físicas e experiências imersivas;
  • Privacidade;
  • Outros tópicos relacionados a pesquisas na web.

Porto Seguro consolida Cartão de Crédito para PMEs 352

Porto Seguro consolida Cartão de Crédito para PMEs

Produto atende as necessidades de controle e separação das despesas da empresa com a do proprietário

Nos seis primeiros meses de comercialização, o Cartão de Crédito Empresarial Porto Seguro, voltado para Pequenas e Médias Empresas, consolida-se como uma importante ferramenta para melhorar a organização financeira e profissionalização dos negócios. Já são mais de R$ 20 milhões em operações de crédito.

Dos cartões emitidos até o momento, 90% foram para micro e pequenas empresas e o gasto médio da fatura mensal é de R$ 2,5 mil. Entre as principais despesas, estão os aplicativos de mobilidade, certificação digital, plataformas de gestão de campanhas de marketing e redes de varejo.

Segundo Marcos Loução, diretor do Porto Seguro Cartões, esse perfil de gasto é diferente da pessoa física, que concentra, prioritariamente, em farmácias, postos de gasolina e restaurantes. “Atualmente as empresas dependem de soluções e aplicativos específicos para manterem-se inovadoras nos segmentos em que atuam e saudáveis financeiramente. É neste momento que um cartão de crédito específico para o seu negócio e que separe os gastos pessoais dos da empresa faz a diferença”, completa o executivo.

Desde o lançamento do Cartão Empresarial, o objetivo da companhia é dar suporte e simplificar as rotinas de compras e a operação das organizações, colaborando para o crescimento das vendas do negócio. O produto completa o primeiro semestre de operações com um índice de ativação acima da média do mercado e superior aos cartões de pessoa física. Os bons resultados nos índices de ativação e gastos do cartão provam que os nossos estudos estavam certos e temos um mercado de pequenos e médios empresários.

De acordo com as projeções da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), os pagamentos realizados com cartões devem crescer em torno de 16% em 2019, chegando ao patamar de R$ 1,8 trilhão. Atenta ao crescimento e tendências do mercado, a Porto Seguro Cartões oferece acesso à uma plataforma de para auxiliar o pequeno e médio empresário gerir o seu negócio, ao mesmo tempo que permite a transferência dos pontos do Programa de Relacionamento para seu cartão pessoa física. “O nosso objetivo é conceder maior tranquilidade e segurança aos clientes, sejam eles usuários de cartões de crédito pessoal ou empresarial”, acrescenta Loução.

Rodrigo Bacellar, da OdontoPrev, é eleito um dos melhores CEOs do Brasil pela Forbes 306

Rodrigo Bacellar, da OdontoPrev, é eleito um dos melhores CEOs do Brasil pela Forbes

Levantamento utiliza metodologia da FGV, que considera resultados financeiros dos últimos anos

Rodrigo Bacellar é Diretor Presidente da OdontoPrev / Divulgação
Rodrigo Bacellar é Diretor Presidente da OdontoPrev / Divulgação

O Diretor Presidente da OdontoPrev, Rodrigo Bacellar, foi eleito um dos melhores CEOs do Brasil na 5ª edição do prêmio da Revista Forbes Brasil. O levantamento, com metodologia da FGV, considera os resultados financeiros entre 2010 e 2017, além da avaliação dos resultados de 2018 para identificar consistência no último ano.

“É uma grande honra receber esse prêmio, pois reconhece os esforços de toda a equipe no Brasil, que atua como um verdadeiro time”, comemora Rodrigo Bacellar, CEO da OdontoPrev. A publicação destaca o crescimento da OdontoPrev nos últimos anos sob a liderança do executivo.

À revista, Bacellar declarou: “Costumo brincar que nunca vou entender mais de odontologia do que os profissionais especializados, ou de marketing como os profissionais da área. Então, o que busco é trazer uma visão de fora da caixa para tentar extrair o máximo de cada área. Assim, posso contribuir para que o time, como um todo, tenha um resultado acima da expectativa”.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro nacional e internacional, Bacellar assumiu a posição de CEO da OdontoPrev em junho de 2016. Bacharel em engenharia civil pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), possui MBA na University of Warwick – Warwick Business School, na Inglaterra.

Sob o comando de Bacellar, em 2018, a OdontoPrev continuou a apresentar resultados sólidos e consistentes com aceleração do crescimento, com a expansão da receita líquida no segmento massificado, de planos PME e individuais, de 16,2% e 21,4%, respectivamente, em relação a 2017, além da geração de caixa, remuneração aos acionistas e expansão anual de 16% do lucro líquido, totalizando R$ 285 milhões e uma margem líquida de 17,9%, a melhor da década.

Grupo NotreDame Intermédica lidera ranking de MidCaps em Saúde da Institutional Investor 361

Grupo NotreDame Intermédica lidera ranking de MidCaps em Saúde da Institutional Investor

Ranking é baseado em mais de 1 mil votos de gerentes e analistas latino-americanos

A Institutional Investor acaba de anunciar os vencedores de seu ranking “2019 Latin America Executive Team”. Na relação de MidCaps, entre as melhores empresas de capital aberto da área de saúde no Brasil o Grupo NotreDame Intermédica conquistou a primeira colocação na categoria “Best Investor Relations Program”. Destaque também para o presidente do Grupo NotreDame Intermédica, Irlau Machado Filho, eleito o melhor CEO nas categorias “Buy Side”, “Sell Side” e “Overall”.

Os resultados do ranking da Institutional Investor, um dos mais reconhecidos do setor, são baseados em votos de 1.000 gerentes de portfólio, analistas e analistas sell-side que investem e cobrem ações latino-americanas.

“Apesar do pouco tempo em que estamos no Novo Mercado, o ranking vem para validar nossa estratégia de crescimento orgânico e oferta de produtos com alta qualidade e custos acessíveis, aquisições e maciço investimento em Rede Própria de atendimento”, avalia o CEO do Grupo, Irlau Machado Filho.

Glauco Desiderio, diretor de Relação com Investidores, comemora o ótimo desempenho no ranking e diz acreditar que a empresa tem cumprindo todas as promessas feitas desde a abertura de capital. “Temos sido capazes de crescer com qualidade, e este reconhecimento reforça que o estamos no caminho certo, tomando decisões acertadas e agindo com máxima transparência”, diz o executivo.