Os riscos da Libra, a criptomoeda do Facebook 1549

Os riscos da Libra, a criptomoeda do Facebook

Confira artigo de Rodrigo Castro. diretor de riscos e performance na ICTS Protiviti

Atrelada à inovação de alterar toda a estrutura do sistema financeiro mundial, a criação da Libra, a criptomoeda do Facebook, também traz discussões laterais sobre os seus impactos na economia global. Se bem implantada, há um público potencial de 2,4 bilhões de usuários da rede social de Mark Zuckerberg. Os riscos são vários e podem afetar tanto a soberania de nações, assim como o ambiente das empresas.

Sob o prisma macroeconômico, o principal risco está associado à perda da independência de alguns países que podem ver sua moeda substituída pela Libra, algo que eu chamo de “libralização” das economias. Este processo de enfraquecimento de moedas locais pode se iniciar por uma corrida de demanda para as moedas que compuserem esta cesta de ativos da libra, gerando o enfraquecimento de moedas fora da cesta, como o Real, por exemplo. Com a moeda fraca, alguns países serão forçados a ancorar sua moeda na nova Libra, uma vez que será um ativo com maior reserva de valor e, a depender da implantação, um meio de troca efetivo.

Para isto, os bancos centrais desses países passariam a comprar Libras imprimindo cada vez mais moeda local, que enfraqueceria a ponto de perder a sua importância e ser definitivamente substituída. Neste cenário, o país cuja economia está “Libralizada” abre mão de sua política monetária e cambial e não terá mais soberania e, muito menos, autonomia sobre a sua moeda.

Outra ruptura, agora sob o prima microeconômico, está no total redesenho do mercado financeiro dos países. Para efeito de ilustração, algo semelhante ao que o Uber, Airbnb e Netflix fizeram respectivamente com os mercados de mobilidade, hotelaria e mídia de entretenimento. Ou seja, uma solução mais simples, fácil e barata de usar rompe com o modelo tradicional do mercado e, por consequência, com seus participantes.

As fintechs de meio de pagamento locais poderão sucumbir ou perder grande relevância. Este processo já pôde ser visto, por exemplo, no Quênia, onde a Vodafone criou o M-Pesa, que é uma espécie de banco por celular. Esta solução foi massivamente adotada no País, encampando mais de 60% da população adulta do país. Na China, o WeChat, similar ao Whatsapp, possui um sistema completo de meio de pagamento que permite transações online e offline. Porém, em ambos os casos, as empresas usam moedas locais para transações e não desenvolveram seu próprio dinheiro.

Já do ponto de vista da ética organizacional e compliance, algumas das companhias que fazem parte da Associação Libra não possuem um histórico ilibado a ponto de carregar a confiança de todas as partes em uma moeda global. Basta lembrar de casos como o acesso ilegal de dados de usuários do Facebook pela Cambridge Analytica, as acusações de manipulação das eleições na África e as implicações da empresa no genocídio de Mianmar. Alega-se, porém, que comportamentos individuais das empresas seriam contidos na associação que seria composta, em grandes linhas por empresas de alta reputação.

Este mesmo argumento não faz efeito para as grandes instituições financeiras da atualidade, que permitem anualmente a lavagem de USD 2 trilhões. E falando em lavagem de dinheiro, esta é uma questão que fica em suspenso nesse novo sistema financeiro. A livre transação da Libra entre fronteiras, por meio de carteiras desassociadas das identidades dos seus donos, é um prato cheio para esquentar dinheiro ilícito. Além disso, a falta de transparência sobre os detentores das reservas de lastro da Libra pode gerar impactos sistêmicos em economias reais.

Há inúmeros outros riscos que podem ser explorados. A oportunidade de prover acesso ao sistema financeiro para uma massa de “desbancarizados” e à margem do atual modelo, passando pela separação entre estado e dinheiro, já é uma realidade. Porém, há dois caminhos postos no horizonte. Transferir esta tutela para a população, por meio de um sistema verdadeiramente descentralizado, ou concedê-lo a um grupo de empresas que regerão o novo sistema financeiro.

*A ICTS Protiviti é uma empresa especializada em soluções para gestão de riscos, compliance, auditoria interna, investigação, proteção e privacidade de dados.

A influência do mobile e o papel do e-commerce no crescimento econômico 908

Rafael Martins, CEO da LifeApps / Divulgação

Confira artigo de Rafael Martins, CEO da LifeApps

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 92% dos acessos à rede de internet são feitos via dispositivos móveis, o que torna os smartphones a principal ferramenta de comunicação e negócios atualmente. No ano passado, por exemplo, dos 7,6 bilhões de pagamentos processados, 2,7 bilhões foram via mobile, o que representa cerca de 35% do total.

Para se ter uma ideia, em 2017, o volume de pedidos via dispositivos móveis cresceu acima dos 35%, de acordo com os dados da Webshoppers. Nesse caso, cerca de 1/4 das vendas de e-commerce no Brasil se dividiram entre celulares e tablets.

O fenômeno do aumento foi principalmente atribuído à democratização do acesso às redes 3G e 4G, inclusive nas regiões mais carentes. Por isso, os dispositivos móveis não são mais referentes a um opcional. Na verdade, eles devem ser um elemento considerado na escolha de sua plataforma de e-commerce. Afinal, os smartphones já estão garantidos em seu desempenho online.

Vale destacar também que, apesar das atuais inseguranças no ambiente econômico, o comércio eletrônico tem um papel importante no crescimento econômico-social em diferentes países. Nos Estados Unidos, por exemplo, com ajuda do e-commerce, o país apresenta um desempenho econômico impressionante, particularmente em termos de crescimento da produtividade.

Já no mercado indiano, o país tem uma tremenda oportunidade de crescimento à medida que a penetração do varejo eletrônico e a internet cresce com o passar dos anos. Isso representa um importante motor do crescimento com impactos não só na economia, mas também na sociedade.

Diante deste cenário, não é à toa que empresas estrangeiras de e-commerce, como Amazon e eBay, estão mudando gradualmente seu foco para as economias emergentes. Em seus relatórios anuais, essas empresas já apontam que cerca de 50% de suas receitas são de regiões fora dos EUA.

Grande parte dessa aceleração no crescimento da produtividade é estrutural e atribuível a mudanças induzidas pela tecnologia, a exemplo das lojas virtuais, da internet e por meio de melhorias em todos os aspectos da organização empresarial, como produção, finanças, marketing e logística.

O e-commerce faz parte da nova economia e, portanto, qualquer sistema de negócios que produz eficiência, reduz custos, amplia a produtividade, otimiza investimentos e promove a gestão estratégica dos processos de forma inteligente dá aos clientes mais do que eles querem, de maneira sustentável e permanente.

Esse avanço continua a alimentar a tendência de uma economia cada vez mais empreendedora. Se novas empresas estavam trabalhando assiduamente para eliminar ineficiências, a internet e as soluções de tecnologia, a exemplo das plataformas de e-commerce, tornou os cortes mais profundos e rápidos.

Desta forma, a combinação de empreendedorismo, internet e comércio eletrônico permitiu que novas empresas atingissem os modelos de negócios muito eficientes que buscavam. Os custos caíram e estão sendo empurrados para baixo todos os dias, fazendo com que a economia se torne cada vez mais aquecida – e dando boas oportunidades para os empreendedores. Esse é o caminho!

* Rafael Martins é CEO da LifeApps, empresa do Grupo Máxima responsável por plataformas de e-commerce.

Transformação digital no âmbito da transformação tecnológica 733

Transformação digital no âmbito da transformação tecnológica

Confira artigo de Carlos Eduardo Correa Schotka, Digital Labs Manager de Transformação Digital da regional de Belo Horizonte da Engineering

A transformação tecnológica é um dos responsáveis pela construção de novos negócios, ou mesmo, da disrupção de mercados no âmbito da transformação digital. Isso porque o pilar tecnológico segue algumas tendências que, muitas vezes, não são balanceadas com a expectativa do cliente.

Diante deste cenário, sempre temos que ter em mente que nem todos no mercado são visionários. Sendo assim, a tecnologia deve aderir e prover soluções ao mercado, bem como criar novas possibilidades ao negócio, sempre orientada pela ótica de que o cliente está no centro de tudo. Com isso, a transformação tecnológica deve utilizar como lastro a arquitetura da solução, de software e de infraestrutura.

Durante a arquitetura de solução, identificamos a real necessidade da solução a ser ofertada e as regras que a proposta deve atender para que a tecnologia não se exceda da real necessidade do atendimento. Essa deve focar em agregar valor ao cliente em todos os âmbitos. Portanto, é preciso ser sensato na proposta de solução para que ela seja viável na estratégia de venda e ser financeiramente viável para o cliente, além de ser evolutiva, focando não apenas no pontual, mas também em ser reaproveitável e permitir adaptações para o futuro.

Uma nova arquitetura de solução deve ser encarada como uma oportunidade para conviver com o legado e, posteriormente, de maneira gradativa e controlada, evoluído em conjunto ou removido devido à obsolescência do fluxo de negócio ou tecnológico. Ainda na arquitetura de solução, durante o processo, deve-se analisar a performance e a agilidade para atender à necessidade do cliente, afinal não precisamos de uma Ferrari para ir ao trabalho todos os dias. Às vezes, um patinete já dá conta do recado.

Com a arquitetura e seus fatores ambientais definidos, é o momento da aplicação da solução com foco nas ferramentas focando em valor agregado. Uma arquitetura digital deve ser modular, escalável, performática, integrável, recusável, resiliente, sustentável, adaptável e inteligente. A inteligência aplicada sobre às características do desenho de um software digital transcende a aplicação de recursos de inteligência artificial na sua arquitetura.

Nesse cenário, estamos falando de utilizar uma visão decentralizada na confecção de APIs ou microsserviços ao ponto da manutenção de uma funcionalidade ser imperceptível ao cliente.

A tecnologia possibilita aos clientes novas formas de prover valor agregado ao seu negócio, começando pela automatização de processos de caráter repetitivo e um atendimento inteligente integrado, até funcionalidades nas quais o cliente final possa ter a solução para problemas de forma automática. Já as análises preditivas sobre a base de dados dos clientes são de suma importância para entender o próprio mercado e identificar novas formas de fazer negócio.

Existe um leque de ferramentas hoje disponíveis no mercado para viabilizar a arquitetura tecnológica em uma transformação digital. Seguindo os drives já expostos acima como uma base para sustentação de novas tecnologias, o processo digital parte para outro nível, preparando o cliente para o uso de ferramentas autônomas, como análise aumentada, tecnologia orientada por IA, Digital Twins, Empowered Edge, Trend, Blockchain, Espaços Inteligentes, Privacidade Digital e Computação Quântica.

Para agregar valor ao cliente, é necessário prever as interações, eliminando as fronteiras entre nichos de tecnologia e promovendo uma sinergia para compor a solução possível para o cliente. O uso da infraestrutura conectada provê opções mais robustas que geram novas possibilidades, como o uso de robôs, drones e Internet of Things.

O mais importante é ter em mente que a tecnologia é a ferramenta. Considerando que ela estará em constante evolução, devemos sempre analisar qual a necessidade do cliente, identificar qual tecnologia atende da melhor maneira possível a solução que está sendo proposta para o negócio e se a tecnologia gera uma vantagem competitiva. É neste ponto que temos a transformação digital.

*Carlos Eduardo Correa Schotka é Digital Labs Manager de Transformação Digital da regional de Belo Horizonte da Engineering, companhia global de Tecnologia da Informação e Consultoria especializada em Transformação Digital.

Time da Rede Lojacorr realiza imersão em inovação 505

Time da Rede Lojacorr realiza imersão em inovação

Ação foi concluída com um projeto prático

O time de colaboradores da Rede Lojacorr, maior rede de corretoras de seguros independentes do Brasil, realizou uma imersão em inovação durante todo o mês de agosto, que foi concluída no último dia 02 de setembro, com um projeto prático.

Após a inauguração, no início de agosto, do ambiente da empresa na Comunidade Distrito Spark em Curitiba, – que abriga startups, corporações e investidores, por meio de um forte ecossistema de inovação – a empresa deu início à agenda de visitação dos colaboradores no novo espaço e, na sequência, houve palestras, formação e vivências. O espaço, que é inovador para o setor de seguros no Sul do País, objetiva fomentar conexões entre o mercado, sociedade e hub de inovação. O segundo momento da implantação desse novo canal do processo de transformação digital da empresa é o envolvimento do quadro colaborativo no ambiente e no mundo inovador das startups.

Durante o mês de agosto, o time de colaboradores recebeu o professor e fundador das startups Saphari e Strategyplace, Ricardo Almeida Pereira, especialista em estratégia, processos, inovação e performance, além de mentor de programação de aceleração de startups. Contou também com a palestra da psicóloga e professora Aline Marty, pós-graduada em Planejamento e Gestão de Negócios e Marketing, com mais de 20 anos de experiência em gestão de equipes comerciais, atuando em segmentos da indústria, serviço e comércio. Juntos trabalharam os pilares de Criatividade, Inovação e Proteção.

Matheus Campos, coordenador de Atração e Desenvolvimento da Rede Lojacorr, explica que ao envolver o colaborador numa vivência de desenvolvimento da organização, incentiva que o profissional coloque suas ideias em prática mediante métodos e ferramentas. “O exercício provoca mais transparência na criatividade das pessoas e o marco do mês da inovação mostra o mindset de acolhimento dessas ideias”, acrescenta.

Na oportunidade, os especialistas apresentaram informações, novidades e tendências criativas e incentivaram o envolvimento do profissional da rede em iniciativas e projetos da comunidade seguradora. O intuito foi mostrar que o colaborador pode ser o autor de inovações da marca e do ecossistema, mesmo que não seja diretamente ligado à sua função principal. Isso permite flexibilidade de atuação, novas possibilidades e leituras de melhorias e desenvolvimento, além de despertar no profissional o comportamento intraempreendedor, para que a cultura da inovação, possa ajudar o brasileiro a se proteger mais e melhor.

Ricardo Almeida Pereira explica a importância da conexão para abrir portas de crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional. “Ao fazer parte movimento, a pessoa cria novas metodologias para a solução de problemas mediante um benchmarking do cenário da inovação. Ao se aproximar desse cenário, a empresa tradicional amplia as potencialidades da organização e de todo o seu ecossistema”, ressalta.

Sandro Ribeiro (Diretor de Tecnologia da Rede Lojacorr), Heitor Silva (Fundador da Rede Lojacorr), Diogo Arndt Silva (CEO da Rede Lojacorr), Geniomar Pereira (Diretor Comercial da Rede Lojacorr), Luiz Longobardi Junior (Diretor Operacional da Rede Lojacorr) e André Ogliari Duarte (Diretor Financeiro da Rede Lojacorr) / Divulgação
Sandro Ribeiro (Diretor de Tecnologia da Rede Lojacorr), Heitor Silva (Fundador da Rede Lojacorr), Diogo Arndt Silva (CEO da Rede Lojacorr), Geniomar Pereira (Diretor Comercial da Rede Lojacorr), Luiz Longobardi Junior (Diretor Operacional da Rede Lojacorr) e André Ogliari Duarte (Diretor Financeiro da Rede Lojacorr) / Divulgação

Já no último dia 2 de setembro, foi de dedicação total ao evento dos colaboradores da Rede Lojacorr, que foi coordenado pelo o professor Ricardo Pereira e pelo fundador da Noviggi Workshops para Inovar, Iuri Alencar. Durante todo o dia, 30 colaboradores e seis equipes, construíram seus projetos utilizando metodologias de Design Thinking e apresentaram para uma banca composta pelo do presidente da Rede Lojacorr, Diogo Arndt Silva, a concessionária da Unidade Curitiba, Renata Vieira, o proprietário da OS Corretora de Seguros e Intermediação de Serviços, parceiros da Rede, Kleber Caetano de Souza e a Community Manager no Distrito CWB. O grupo vencedor terá seu projeto realizado e apoiado pela Rede Lojacorr.

O fundador da Noviggi, Iuri Alencar, conta que a mão na massa na resolução de problemas, ao envolver o colaborador num momento leve, permite que os participantes foquem no envolvimento maior da solução. “É um exercício de integração e união para a conclusão de uma causa, que instiga a essência do funcionário como colaborador e que beneficia o seu dia a dia na organização”, diz.

De acordo com Lohara Brigadeiro dos Santos, analista de Operações e colaboradora da Rede Lojacorr há oito anos, o novo formato em que os colaboradores são convidados a atuar como atores da transformação e desenvolvimento empresarial gera oportunidades de crescimento e desenvolvimento do funcionário ao ser engajado nos projetos inovadores. “Notamos e observamos cada mudança que ocorre na organização e o mais bacana desse modelo é que a empresa, apesar de inovar, continua seguindo compartilhando novidades com os colaboradores e os envolvendo, dando voz ao colaborador”, conta.

Especialistas em Riscos Cibernéticos da AIG participam da Conferência Seguros na Prática 2019 436

Evento online reúne grandes nomes do mercado de seguros

Trata-se de uma semana com conteúdos exclusivos e gratuitos

Uma semana inteira de conteúdos exclusivos, 100% gratuitos e com a participação de grandes especialistas do mercado de seguros aguarda os corretores de seguros brasileiros no maior evento online do país voltado à categoria. Promovida pela Educa Seguros em parceria com a Segfy, a Conferência Seguros na Prática 2019 acontecerá entre os dias 9 e 13 de setembro, e poderá ser acessada no ‘Seguros Na Prática’, portal desenvolvido para fomentar a evolução do corretor de seguros por meio de capacitação, relacionamento e soluções para o mercado.

Serão mais de 40 palestras com temas diversas, entre elas, uma conversa ao vivo (live) com Tiago Lino, Especialista em Riscos Cibernéticos da AIG, para esclarecer dúvidas dos corretores, além de um treinamento completo sobre Sinistros em Responsabilidade Cibernética, ministrado por Victor Perego, também Especialista da AIG.

Vendas, competitividade, gestão e crescimento do negócio serão outros temas abordados pelos palestrantes. Entre eles estão o fundador do CQCS, Gustavo Doria; o fundador da Treinaseg, André Santos; o CEO da Q+ Consultoria e Capacitação, Richard Hessler Furk; e o presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ), Fabio Izoton.

A conferência é uma evolução da Semana do Corretor de Seguros, realizada em 2018, que contou com mais de 20 horas de conteúdo ao vivo. Com o novo formato, a expectativa é de que haja cerca de 15 mil participantes inscritos em 2019.

“O objetivo do evento é incentivar o corretor de seguros a superar desafios, inovar e desenvolver o seu negócio neste momento de transformação digital, buscando o crescimento, sem deixar de lado todo o ecossistema de distribuição de seguros que está à sua volta”, afirma o fundador da Educa Seguros, Anderson Ojope, que também está na lista de palestrantes.

“Nossa presença como correalizadora e patrocinadora reforça a proximidade da Segfy com as corretoras de seguros, que são nossas maiores parceiras de negócios. Queremos fortalecer ainda mais o relacionamento e o engajamento com os corretores, por isso vamos ajudá-los a melhorar realmente os seus resultados na conferência”, completa o diretor da Segfy, Dielson Haffner.

Pela primeira vez, além das palestras tradicionais, serão realizadas entrevistas para gerar insights e inspirar os corretores de seguros por meio da trajetória de profissionais de sucesso. Uma série de workshops também vai mostrar como conteúdos técnicos e de produtos podem ser aplicados no dia a dia.

Poderão participar do evento corretores de seguros, gestores, líderes e responsáveis técnicos, comerciais, calculistas, analistas de sinistros e financeiro, profissionais de atendimento, pós-venda, produtores de seguros e todos os profissionais que atuam nas mais diversas etapas da comercialização de produtos do setor.

O evento online conta com apoio do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) e patrocínio da AIG, Baeta, MegaLuzz Negócios, Ping Seguro, Profee, Ragaz, Seguralta e VitalCard.

Confira algumas das palestras que farão parte da programação:

  • “Como as tendências comportamentais impactarão no mercado de seguros” – Richard Furck, da Q+ Consultoria Capacitação.
  • “Sinistros em Responsabilidade Cibernética” – Victor Perego, Especialista da AIG
  • “Direto ao ponto: desafios e oportunidades para o corretor de seguros” – Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS.
  • “Cláusula de rateio do seguro empresarial” – Lovani Zerwes Silva, professora da Escola Nacional de Seguros, diretora e consultora especialista da Piúva Corretora de Seguros.
  • Live sobre Riscos Cibernéticos – Tiago Lino, Especialista da AIG
  • “Outbound Marketing – Prospecção de vendas” – Davi Oliveira, especialista no assunto da Educa Seguros.
  • “Os hábitos de consumo das novas gerações” – Marina Zanco, gerente de projetos da Educa Seguros.
  • “Criando relacionamento e gerando oportunidades de vendas através de conteúdos que educam” – Anderson Ojope, fundador da Educa Seguros.

Inscrições e os detalhes completos da programação podem ser conferidos no site do evento.

Compliance e transporte: uma união que dá certo! 706

Eduardo Tardelli, CEO da upLexis / Divulgação

Confira artigo de Eduardo Tardelli, CEO da upLexis

Hoje, o setor de transportes corresponde a cerca de 12% do PIB brasileiro, sendo um dos principais motores da nossa economia. O principal meio de transporte usado ainda é o rodoviário, que concentra 61,1% da movimentação de cargas ao ano no País, seguido pelo ferroviário (20,7%), aquaviário (13,6%), dutoviário (4,2%) e aeroviário (0,4%), segundo informações da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Somos operados, quase em sua totalidade, por estradas com distâncias gigantescas, nem sempre boas e seguras, deixando quase toda a logística nacional feita por caminhoneiros para escoar a produção e importações. Neste contexto, o gerenciamento de dados e compliance acaba se tornando um auxiliar necessário para a indústria logística de segurança e transporte de valores.

Por meio dessas tecnologias, é possível obter ferramentas para práticas preventivas, essenciais para esses segmentos, e, principalmente, na parte financeira, ao diminuir o número de processos gerados por negligências. Ou seja, o compliance é uma prática que, se bem empregada, não garante apenas o cumprimento de leis, mas também a eficiência das atividades.

No caso de logística e transportes, existem diversas alternativas que podem ajudar, para diferentes operações. Em gestão de risco, alguns processos podem ser otimizados com soluções de automação de coleta de dados, que permitem levantamentos rápidos, precisos e seguros de informações e notícias ligadas aos parceiros comerciais, possibilitando a coleta de informações em fontes públicas e privadas de dados disponíveis na web, e apresentá-las de maneira inteligente para o usuário.

Todo o mapa de logística deve ser “observado” pelo setor de compliance. Desde a captação de recursos, recebimento de mercadorias e rotas traçadas, até abastecimento do veículo, comunicação com dispositivos corporativos e, claro, a checagem no local de destino.

Para uma transportadora, a contratação de motoristas, ajudantes e seus superiores é de suma importância, pois são eles que terão, em sua responsabilidade, toda a mercadoria negociada pela companhia. Em maiores níveis hierárquicos, aumentam as garantias que há ali um compromisso de cumprimento integral da legislação de todos os países em que opere.

Portanto, utilizar os dados ao favor das rotas pode ser essencial para evitar diversos tipos de problemas. Com uma economia em recuperação, maior concorrência no setor de combustíveis e transportes e boas práticas de compliance, uma crise de logística como a vista ano passado pela Greve dos Caminhoneiros passará longe da nossa realidade.

*Eduardo Tardelli é CEO da upLexis, empresa de software que desenvolve soluções de busca e estruturação de informações extraídas de grandes volumes de dados (Big Data) extraídos da internet e outras bases de conhecimento