MAPFRE Investimentos: Paridades cambiais e a corrida dos bancos centrais 516

MAPFRE Investimentos: Paridades cambiais e a corrida dos bancos centrais

Divulgação de indicadores na Europa e nos Estados Unidos deve trazer volatilidade ao preço dos ativos

A semana nos reserva divulgações relevantes. No ambiente doméstico, hoje pela manhã, o Banco Central apresentou o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) de maio, que teve leve alta de 0,54%. Ainda vamos conhecer o IGP-10, da FGV, e o Índice de Confiança do Empresário Industrial, da CNI, respectivamente nos dias 16 e 18.

Mas o foco das atenções será o exterior. Nos Estados Unidos, serão divulgadas pesquisas de produção industrial e de comércio varejista amanhã, além do Livro Bege na quarta. Na mesma data, será apresentado o índice de preços ao consumidor da União Europeia.

A divulgação desses dados na economia central deve trazer volatilidade adicional aos preços dos ativos. A MAPFRE Investimentos espera que os dados de atividade econômica nos EUA, em especial os de produção industrial, sigam surpreendendo negativamente o mercado. A expectativa de dinamismo decrescente nos próximos meses é reflexo de eventos internacionais, como o contencioso com a China e as incertezas derivadas da possibilidade da saída do Reino Unido da UE. Diante disso, o Fed deve reduzir a taxa básica de juros em sua reunião de 31 deste mês.

Esse afrouxamento da política monetária do banco central norte-americano, em teoria, deveria favorecer a depreciação do dólar perante as moedas de outras economias centrais, como o euro. Porém a perspectiva de afrouxamento da política monetária não é exclusividade do Fed. O Banco Central Europeu (BCE) aponta em seus últimos comunicados para a necessidade de estímulos adicionais em um ambiente de incerteza e indica que, entre as suas medidas potenciais, estão novas mudanças nas taxas de juros nas aquisições de ativos. O BCE considera também movimentos “mais estratégicos” caso inflação permanecer abaixo da meta.

O que essa corrida de bancos centrais significa em termos de paridades cambiais, em especial o dólar em relação ao euro? A intensificação do afrouxamento monetário nas economias centrais contribui para o aumento da volatilidade das taxas de câmbio no curto e médio prazo. No longo prazo, entretanto, os fundamentos costumam prevalecer. Esperamos que o dinamismo superior da economia norte-americana em relação ao europeu, além do diferencial de taxas de juros, beneficia o dólar. Diga-se de passagem, mais do que o euro, o dólar tende a se valorizar em momentos de aversão ao risco. Estimamos, portanto, que o dólar siga em sua trajetória de apreciação no longo prazo, conforme abaixo.

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Empresa e Setores: Vendas no Comércio

Os dados referentes a maio divulgados pelo IBGE demonstraram a continuidade da fraqueza econômica no país, com queda no volume de vendas de -0,1% na comparação com abril.

Ao analisarmos o acumulado do setor, notamos um tímido crescimento de apenas 0,7% no ano, indicando que a economia continua estagnada.

Conforme notamos no gráfico abaixo, o volume de vendas no varejo não retornou à trajetória de recuperação notada nos últimos meses de 2018. Essa fraqueza se deu principalmente pela linha de artigos de uso pessoal e doméstico, com queda de 1,4%, e pelo volume de vendas de combustíveis e lubrificantes, com redução de 0,8%.

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O lado positivo foi observado nos volumes de vendas de hipermercado e supermercados – alta de 1,4% -, item este, com maior peso dentro da pesquisa.

As vendas do varejo ampliado também mostraram queda em maio. No setor automotivo, a redução foi de 2,1%; e no de material de construção, de 1,8%.

Esse comportamento quase linear do índice nos últimos meses indica que o nível de atividade da economia está em compasso de espera. O resultado dos grupos que compõe o índice reforça a situação. A contribuição positiva vem dos setores menos relacionados aos produtos mais básicos do ponto de vista do consumo, ao passo que o comércio de bens supérfluos mostram resultados piores.

Gestão: Surpresas positivas na previdência beneficiam mercados

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Com o impressionante score de 379 votos a favor, o texto principal da reforma da Previdência foi aprovado em primeiro turno no plenário da Câmara dos Deputados na última quarta-feira, após intensa articulação da base e liderança do presidente da casa, Rodrigo Maia.

Surpreendendo positivamente pela margem de aprovação e pela baixa desidratação em relação à proposta original, o evento foi determinante para o otimismo que prevaleceu no mercado doméstico, com recuo do dólar de 2,3% na semana e os fundos DIs devolvendo prêmios ao longo de toda a curva de juros. Os índices acionários também tiveram momentos de otimismo, e o Ibovespa renovou suas máximas acima dos 105 mil pontos, porém um natural movimento de realização de lucros por parte dos investidores ao final da semana encerrou o desempenho semanal em ligeira queda de 0,2%.

O cenário externo também foi favorável aos negócios, com declarações de membros do Fed abrindo espaço para um possível corte na taxa básica de juros na próxima reunião. A reunião do Banco Central Europeu deixou a mesma impressão nos investidores, que aguardam novas medidas de estímulo após os números de pedidos das fábricas na Alemanha recuarem 6% na passagem ano contra ano.

Enquanto isso, na China, apesar da desaceleração econômica, o movimento tem sido suave e amortecido pelos recentes estímulos, e os dados da balança comercial divulgados na última semana indicaram impacto menor que o esperado nas exportações e no saldo comercial mesmo em meio à guerra comercial com os EUA.

Apenas o mercado de petróleo segue pressionado, com o WTI superando a marca de US$ 60/barril na semana, na esteira da escalada de tensões entre o Irã e os EUA e aliados na Otan, devido a novos incidentes com embarcações no estreito de Ormuz.

Foz do Iguaçu recebe edição 2020 do Brasesul entre 14 e 15 de maio 788

Foz do Iguaçu recebe edição 2020 do Brasesul entre 14 e 15 de maio

Encontro dos Corretores de Seguros da Região Sul conta com centenas de inscritos e 11 patrocinadores

O Congresso Sul Brasileiro dos Corretores de Seguros acontece entre os dias 14 e 15 de maio de 2020. O evento, organizado pelos Sindicatos dos Corretores de Seguros do RS, SC e PR, tem como cenário o Hotel Rafain Palace Hotel & Convention, em Foz do Iguaçu (PR).

José Antonio de Castro, Coordenador do Brasesul 2020, explica que a programação está em fase de formatação. “Estamos preparando tudo com muito carinho e a temática ‘Customer Sucess – Fidelize, Diversifique e Monetize’ é propícia para a promoção de um encontro dinâmico”, comenta.

Serão 12 apresentações ao longo dos dois dias de evento, que contará com duas arenas de 60 lugares e espaços na Feira dos Seguradores. Serão palestras e apresentações ligadas ao segmento, com o propósito de contribuir para o crescimento profissional do Corretor de Seguros.

Os associados ao Sincor investem R$ 165 para participar do evento. O público em geral desembolsa R$ 310. As reservas para hospedagem também já podem ser feitas. Saiba mais neste endereço.

Bradesco, HDI, Porto Seguro, Mapfre, Zurich, Tokio Marine, Sompo, SulAmérica, Liberty, Capemisa e também a Escola de Negócios de Seguros já confirmaram participação.

Lázaro Brandão, ex-presidente do Bradesco, falece aos 93 anos 686

Lázaro Brandão, ex-presidente do Bradesco, falece aos 93 anos

Executivo foi considerado um dos banqueiros mais poderosos da América Latina

O ex-presidente do Bradesco e do Conselho de Administração do banco, Lázaro de Mello Brandão, faleceu nesta quarta-feira (16), aos 93 anos. Brandão recuperava-se de uma cirurgia, no Hospital Edmundo Vasconcelos, em São Paulo.

O executivo foi considerado um dos banqueiros mais poderosos da América Latina e sucedeu o fundador do Bradesco, Amador Aguiar. Brandão deixou a presidência do conselho do Bradesco no final de 2017, quando Luiz Carlos Trabuco Cappi assumiu o posto, mas ainda atuava como presidente de empresas controladoras do Bradesco.

Brandão deixa mulher, duas filhas e um neto. O velório acontece a partir das 13h30min e vai até ás 17h, no Cemitério Horto da Paz, em Itapecerica da Serra. A cremação será ás 17h, no mesmo local.

*Com informações de G1.

Relatório Interbrand “Best Global Brands”: Allianz é a seguradora número 1 do ranking 756

Relatório Interbrand “Best Global Brands”: Allianz é a seguradora número 1 do ranking

Ranking foi divulgado nesta quinta-feira (17)

A Allianz tornou-se a seguradora número 1 no ranking global de marcas do relatório Interbrand 2019, divulgado hoje, 17. O valor da marca Allianz cresceu 12%, de US$ 10,8 bilhões, em 2018, para US$ 12,1 bilhões.

“Temos orgulho de nos tornar a marca de seguros número 1 – um sinal de nossa estratégia, chamada de ´Simplicity Wins´ e transformação em ação. Nosso crescimento reflete um valor de marca global mais relevante, consistente e com serviços e produtos mais intuitivos. Assim, reequilibramos os negócios em áreas de alta demanda e rentabilidade”, diz Serge Raffard, head de Estratégia, Marketing e Distribuição do Grupo Allianz. 

“Este é apenas o começo. Continuamos nos esforçando para superar o desempenho não apenas do setor, mas também das principais marcas globais, permitindo que nossos clientes sigam em frente. Este é um elemento chave para criar atração para nossos produtos e serviços. Ao mesmo tempo, precisamos da pontuação mais alta no Net Promoter Score para garantir que nossos clientes obtenham a melhor experiência”, completa.

Para Christian Deuringer, head de Gerenciamento Global de Marcas, há mais por vir. “É muito satisfatório alcançar este marco, desde entrar na tabela dos 100 melhores, em 2007, até nos tornarmos a marca de seguros número 1 em todo o mundo, agora em 2019, e a 43ª no ranking geral de empresas. Construindo nossa marca, aproveitando insights exclusivos e trabalhando em conjunto com nossos clientes para proporcionar uma experiência ainda melhor, enquanto investimos em parcerias sustentáveis ​​e inovadoras, como a Fórmula E, para aumentar nossa presença e relevância na vida dos clientes”.

Concessões de campos de petróleo aquecem o mercado segurador 718

Concessões de campos de petróleo aquecem o mercado segurador

Proteções para o segmento podem ser contratadas de forma modular e abrangem do processo de licitação à extração do produto

A Petrobrás avançou neste mês com o processo de venda de sua participação em 27 campos de petróleo terrestres no Espírito Santo e em outros 14 municípios na Bahia. A expectativa é de que as concessões ampliem a produção de óleo e gás e aqueçam mercados que fornecem serviços para estes segmento, como o de seguros.

Para Jonson Marques, diretor de Empresas da MAPFRE, companhia líder do mercado de Grandes Riscos, a retomada dos leilões deve impulsionar o segmento, que está muito atrelado ao bom desempenho da extração e venda destes produtos.

“Este segmento deve trazer oportunidades ao mercado segurador em diferentes frentes. Isso porque as empresas que prestam serviços às petrolíferas também precisarão contar com proteções como a de Responsabilidade Civil Operações, Danos Morais e Poluição Súbita”, explica.

O executivo pontua que as proteções para este ramo são abrangentes e contemplam todas as etapas, desde o processo de sísmica (estudo do subsolo) até a produção. “É possível contratar proteções desde o momento do leilão de concessão. Nesta primeira etapa, geralmente, é adquirido o Seguro Garantia, que assegura que os prazos e valores definidos em contrato sejam cumpridos”, pondera Marques.

O especialista destaca que, superado o processo de licitação, as empresas têm a opção de adquirir a apólice de risco de petróleo, que ampara todos os riscos das operações de prospecção, produção e perfuração. Este tipo de seguro pode ser contratado de forma modular, em que o cliente adequa as proteções às suas necessidades. “Em virtude da especificidade da atividade, o empresário pode optar por adquirir individualmente a cobertura para danos físicos aos ativos [plataformas]; para o processo de construção de unidades de exploração ou produção; operações de extração ou todas as modalidades em uma mesma apólice, dividida apenas por seções.”

Outra proteção muito importante para este setor é a cobertura de Responsabilidade Civil Offshore (RC), que ampara os prestadores de serviços nas unidades de operação. A apólice protege contra riscos ocasionados a terceiros em função da atividade exercida.

SulAmérica participa de almoço na Aconseg-SP 668

SulAmérica e a diretoria da Aconseg-SP, da esquerda para a direita: Jairo Christ, Roberto B. Oliveira, Helio Opipari Junior (que assume a presidência da entidade em 2020), Luciano Lima, Ricardo Montenegro, Portella, Colantonio, Lauzana e Milton Ferreira / Divulgação

Executivos da companhia prestigiaram tradicional almoço da entidade paulistana

A SulAmérica marcou presença em tradicional almoço oferecido pela Aconseg-SP para parceiros. Gabriel Portella, presidente da seguradora, André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing, e Luciano Lima, diretor Comercial de São Paulo foram recepcionados pelo presidente da entidade, Marcos Colantonio, e por membros da diretoria.

Para Lauzana, o encontro é uma “ótima oportunidade de mostrar como a SulAmérica valoriza as assessorias e seus corretores, e para solidificar a longa relação da empresa com a Aconseg-SP”.

Gabriel Portella, Marcos Colantonio e André Lauzana durante almoço oferecido na sede da Aconseg-SP / Divulgação
Gabriel Portella, Marcos Colantonio e André Lauzana durante almoço oferecido na sede da Aconseg-SP / Divulgação