Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio 1026

Reservas dos planos de previdência privada batem a marca de R$ 873,1 bilhões em maio

Valor é 11,0% maior que registrado no mesmo período do ano anterior, aponta FenaPrevi

Os planos de previdência privada aberta fecharam o mês de maio com R$ 873,1 bilhões em reservas, volume 11,0% superior registrado no mesmo período do ano anterior, segundo dados da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), entidade que representa 67 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país.

De janeiro a maio, as contribuições somaram R$ 45,7 bilhões, resultado 3,7% superior aos cinco primeiros meses de 2018, quando totalizaram R$ 44,0 bilhões. A captação líquida seguiu com saldo positivo de R$ 15,5 bilhões.

Na análise por tipo de contratação de planos, a modalidade individual respondeu por R$ 40,1 bilhões das novas contribuições, os planos para menores por R$ 740 milhões, e os planos coletivos registram R$ 4,8 bilhões em novas contribuições. Em relação às famílias de produtos, segundo a FenaPrevi, o VGBL recebeu R$ 41,6 bilhões e o PGBL R$ 3,7 bilhões dos aportes. Já nos planos tradicionais, as contribuições foram de R$ 300 milhões.

Diversificação de portfólio

Segundo a FenaPrevi, os participantes estão se deslocando gradativamente para fundos multimercado em busca de maior rentabilidade. Até maio deste ano, 11,6% dos recursos foram alocados nesta modalidade. O índice era de 10,2% em 2018; 8,1% em 2017; e 5,7% em 2016. “A trajetória de juros baixos tem exercido forte influência na estratégia de alocação das reservas dos planos de previdência privada pelos participantes, que estão buscando fundos de maior risco e rentabilidade”, avalia Jorge Nasser, presidente da FenaPrevi.

Os dados da federação mostram que de janeiro a maio foram contabilizados 13,2 milhões de pessoas com planos de previdência, sendo 10,1 milhões de participantes com planos individuais e 3,1 milhões com planos coletivos (oferecidos em forma de benefícios aos colaboradores, e planos contratados por sindicatos e associações de classes para adesão de seus associados). O total de 13,1 milhões de participantes representa hoje 6,27% da população.

“Nada muda”, garante presidente da Allianz sobre compra da SulAmérica Auto e RE 2074

Parceiros continuarão a ser atendidos pelos mesmos canais e profissionais

A Allianz concluiu a aquisição das operações de Automóvel e Ramos Elementares da SulAmérica nos últimos dias. Este é um modelo de aquisição diferente do que o mercado tem visto nas últimas décadas, pois a companhia não adquiriu apenas a carteira, mas, sim, toda a operação. “Trata-se da aquisição da companhia toda, para termos ainda mais propriedade intelectual e tecnologia própria desenvolvida”, destacou o presidente da Allianz no Brasil, Eduard Folch, em entrevista coletiva realizada nesta segunda-feira.

Na nova Allianz nada mudará para os corretores e segurados, que podem seguir emitindo apólices e gerir sinistros pelos mesmos canais e sendo atendidos pelos mesmos profissionais de uma equipe comercial que conta com 600 pessoas. “Aos poucos vamos entender bem como é o relacionamento, aprender as melhores práticas e trazer o melhor dos dois mundo para o processo de integração”, argumentou.

Além dos 27 mil corretores de seguros parceiros, um dos motivos que levou a Allianz a adquirir a operação de automóvel e Ramos Elementares da SulAmérica são as 62 assessorias que vem no pacote, um canal que a companhia não trabalhava até então. “Queremos seguir trabalhando com os corretores, nosso principal canal de distribuição, de forma colaborativa, as duas seguradoras tem muitas coisas em comum, somos centenárias e estamos prontas sempre para inovar, sempre respeitando as culturas e conhecimentos de ambas”, comentou.

Com a operação, a nova Allianz se torna a segunda no ranking de seguro de automóveis, com 14,5% de market share e 2,6 milhões de veículos segurados e a terceira em ramos elementares. “Mesmo com a pandemia, o grupo Allianz cresceu durante os últimos meses e a razão disso é porque fizemos adaptações dos nossos produtos e encontramos aqueles que o consumidor estava querendo, no nosso sistema, por exemplo, você demora 17 segundos para saber o preço do seu automóvel”, explicou.

Esse aumento das cotações de veículos novos, que se traduz em otimismo no segmento, é a resposta para a conclusão da aquisição.  “Temos confiança de que, com a recuperação econômica, logo novos carros serão adquiridos, até por pessoas que não utilizavam carros próprios, que vão começar a pensar nesse meio para não se contaminar”, disse.

Sindicato das Seguradoras do RS cria perfil no Instagram 1783

Rumos do mercado segurador gaúcho pelo @sindseg_rs

O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SINDSEGRS) criou perfil na rede social Instagram. “O SINDSEGRS está inaugurando sua página no Instagram para trazer muito mais conteúdo para você, de maneiras mais diversas e muito mais interativas”, destaca a entidade.

Para ver a nova página de comunicação do Sindicato, acesse @sindseg_rs ou clique neste link. O SINDSEGRS também conta com página no facebook, através deste link.

 

Crescimento expressivo do VGBL provoca alta de 11,4% na arrecadação do setor segurador 2258

Modalidade registra alta de 49,7% se comparado ao mês de abril

O efeito VGBL selou o desempenho positivo do setor segurador em maio. Com expansão de 49,7% no mês, o VGBL inverteu de queda para alta a arrecadação, saindo de 21,4% negativos em abril para expansão de 11,4%

O atual presidente da CNseg, Marcio Serôa de Araujo Coriolano
Marcio Coriolano é Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg). JRS

em maio. “É forçoso ressaltar que esse crescimento em maio foi devido exclusivamente ao avanço dos planos de acumulação VGBL. Sem este, teria havido recuo de 2,3% na arrecadação global de prêmios, e, ainda assim, esta taxa seria melhor que a registrada no mês antecedente (-21,4%)”, assinalou o Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Marcio Coriolano, em seu editorial da nova edição da Conjuntura CNseg.

Segundo ele, “houve preferência extraordinária do direcionamento de poupanças acumuladas no período de comprometimento de mobilidade da população, ainda mais considerando que, inversamente, o mês de abril foi de perda líquida de receitas do VGBL”.

Nos cinco primeiros meses do ano, a arrecadação totalizou R$ 97,784 bilhões, retraindo-se 5,6% sobre o mesmo período de 2019. O comportamento no ano reflete os impactos da Covid-19 pelo segundo mês de exposição plena à pandemia do novo coronavírus. “Isto ocorre porque, como já viemos demonstrando, o bom desempenho da base de comparação de 2019 foi alavancado por taxas crescentes sistemáticas. Então, a arrecadação setorial de 2020, que se presume comprometida pelos efeitos circunstanciais da Covid-19, será sempre comparada com boa evolução das receitas do ano que passou”, explica Marcio Coriolano.

Para ele, pela ótica de 12 meses móveis, “a melhor medida tendencial, a inclusão do mês de maio – ainda que com o efeito extraordinário de aumento de receitas do VGBL – continua em marcha de desaceleração das taxas, como previsto. A taxa de crescimento no período encerrado em abril, positiva de 10,1%, deu novo mergulho para ainda positivos 6,7%, portanto uma perda de 3,4 pontos percentuais”.

O segmento de Danos e Responsabilidades observou taxa negativa de 5,2%. Marcio Coriolano ressalta que o comportamento dos diversos subsegmentos de seguros foi heterogêneo, o que mostra que a dinâmica da vida social e econômica afetada pelo coronavírus é influenciada de modo diverso pela mobilidade e preferência dos consumidores. O ramo de automóveis, por exemplo, depois de longo período, observou aumento de receitas (2,6%) e a Capitalização retomou a trajetória de alta em maio, de 2,6%, após o recuo 18% de abril.

O Presidente da CNseg destaca também a solvência do setor de seguros, que, com o ingresso de mais R$ 78,7 bilhões de reservas, fez as provisões técnicas atingirem R$ 1,1 trilhão no ano.

CCS-RJ convida Armando Vergilio para Live Connection 1299

Presidente da Fenacor irá falar sobre a Resolução 382/20, da Susep, recadastramento e outros assuntos relevantes para o corretor de seguros

A segunda edição da LIVE CONNECTION, promovida pelo Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ) e pela Educa Seguros, terá como convidado o presidente da Fenacor, Armando Vergilio. O encontro virtual será nesta quarta-feira, 15, a partir das 16 horas.

Em pauta a Medida Provisória 905, que altera alguns dispositivos da legislação trabalhista, o recadastramento dos profissionais corretores de seguros e a liminar obtida pela Fenacor na Justiça Federal, que suspende os efeitos de alguns dispositivos da Resolução SUSEP 382/20, que obriga os corretores de seguros informarem, previamente à contratação, a sua remuneração aos clientes, entre outras disposições de regulação do mercado segurador.

“Será oportunidade única para que os nossos associados e os demais corretores possam interagir diretamente com o líder da categoria, em ambiente favorável à troca de informações e conhecimento”, afirma o presidente do Clube, Fabio Izoton. Ele e o diretor Luiz Mario Rutowitsch também estarão na live. Para participar, basta se inscrever pelo link https://bit.ly/live-connection-15-07.

A série LIVE CONNECTION é uma programação especial de aquecimento para o grande evento a ser promovido pela entidade este ano: o CCS-RJ CONNECTION, nos dias 1º e 2 de setembro. Anunciado no início de 2020, o encontro que seria presencial foi reformulado para o formato 100% online e gratuito. As inscrições também já estão abertas e podem ser realizadas em https://connection.ccsrj.com.br/.

Serviço Live Connection – Armando Vergilio

Data: 15 de julho de 2020

Horário: 16h

Inscrições: Clique aqui.

Chubb integra comitê gestor de fórum que pensa futuro do trabalho 1067

Também patrocinado pela seguradora, o fórum irá buscar soluções a partir da sinergia entre pessoas de diferentes gerações

 Nesta quarta-feira, 15, A consultoria Mais Diversidade vai promover evento de lançamento do Fórum Gerações e Futuro do Trabalho. Com o apoio da Chubb Seguros, a iniciativa se propõe a discutir e apresentar soluções para temas relacionados ao mercado de trabalho. Entre os assuntos em pauta estarão a chegada da Geração Z aos quadros das empresas, o processo de transformação digital, novos formatos de atuação, como o home office, além das oportunidades de sinergia geradas pelas visões de mundo de profissionais de diferentes faixas etárias. O CEO da Chubb Brasil, Antonio Trindade, representará a seguradora no encontro virtual.

O lançamento do fórum terá transmissão ao vivo pelo canal da Mais Diversidade, no Youtube. Ao lado de Antonio Trindade, estarão Leila Melo, diretora-executiva do Itaú; Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário, Miguel Setas, presidente da EDP Brasil, e Leandro Camilo, sócio da PwC, além do secretário executivo do Fórum Gerações e Futuro do Trabalho, Ricardo Sales. Nos próximos meses, a consultora que promove os debates irá divulgar a agenda de compromissos, que incluirá temas prioritários e que serão foco das empresas signatárias.

Segundo nota da Chubb, o encontro trata-se da primeira iniciativa brasileira voltada à discussão e busca de soluções para as questões geracionais no ambiente organizacional. Ao lado de Itaú, EDP, Grupo Boticário e PwC, a seguradora participa também do Comitê Gestor que, anualmente, define as estratégias e as prioridades de atuação do Fórum.

A Chubb é a maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil (P&C) de capital aberto do mundo. Com operações em 54 países, oferece seguros comerciais e pessoais de property & casualty, acidentes pessoais e saúde complementar, resseguros e seguros de vida a um grupo diversificado de clientes. ​