Corretores do Vale do Sinos recebem Superintendente da Regional Sul da Bradesco Seguros 1892

Corretores do Vale do Sinos recebem Superintendente da Regional Sul da Bradesco Seguros

Sucursal NH cresce 158% em saúde e odontológico

O superintendente executivo da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado, recebeu os corretores do Vale do Sinos nesta quinta-feira (18) durante almoço na cidade de Novo Hamburgo/RS. O momento foi importante para aproximar e estreitar negócios com os parceiros da seguradora na localidade.

Para o executivo, essa premissa de fortalecer os laços existentes e reatar com os que por ventura não estejam tão próximos é fundamental na sua gestão. “A companhia tem um papel no mercado de fazer o convite aos corretores a pensarem numa visão única e diferenciada de oferecer multiprodutos seus clientes segurados”, destacou. Ainda de acordo com ele, é preciso que a empresa e seus parceiros estejam atentos às revoluções tecnológica e de costumes de consumo. “Não estamos com o passaporte carimbado para o futuro e isso é uma preocupação que todos nós precisamos precisamos prestar atenção, focando no segurado e não no produto, para, assim, entendermos que um ser humano tem amplas necessidades de proteção”, disse.

O superintendente da companhia em Novo Hamburgo, Josemar Ballejo, reforçou a atenção especial que a companhia tem para com os corretores de seguros. Desde que assumiu a sucursal NH, através da implantação de algumas ações na área de benefícios, a equipe apresentou crescimento de 158% nos produtos de saúde e odontológico. “Estamos trabalhando forte com os corretores o cross selling de ramos dentro das suas carteiras, e através dos números mostramos o quanto já dobramos a produção na parte de benefícios e sem seguida implantaremos outras novidades na parte de automóvel e ramos elementares”, afirmou.

O encontro também contou com a presença do vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) Andre Thozeski, do delegado da Região do Vale do Sinos do Sincor-RS César Luis Blauth e da delegada da Região Metropolitana Cleonice Pereira. “A Bradesco é uma das seguradoras que mais prestigiam os corretores de seguros e com este evento em que recebe mais de 80 profissionais está agregando mais valor ainda a essa parceria”, comentou.

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Justiça concede liminar à Fenacor e suspende eficácia de dispositivos da Resolução 382/20 1918

Art. 4º da Resolução prevê que corretor informe ao segurado valor de sua comissão

A juíza Andrea de Araújo Peixoto, da 10ª Vara Federal do Rio de Janeiro, concedeu, nesta quarta-feira (1º de julho), liminar a mandado de segurança coletivo impetrado pela Fenacor contra a superintendente da Susep, Solange Vieira, e contra a própria autarquia, suspendendo, até a decisão final do processo, a eficácia do trecho do art. 4º da Resolução 382/20 do CNSP segundo o qual, antes da aquisição de produto de seguro, de capitalização ou de previdência complementar aberta, o intermediário deve disponibilizar formalmente ao cliente, no mínimo, informações sobre, entre outros, o montante de sua remuneração pela intermediação do contrato, acompanhado dos respectivos valores de prêmio comercial ou contribuição do contrato a ser celebrado.

A decisão também suspende os efeitos do art. 9º da mesma Resolução 382/20, o qual cria a figura do “cliente oculto”, que, segundo a norma, “poderá pesquisar, simular e testar, de forma presencial ou remota, o processo de contratação, a distribuição, a intermediação, a promoção, a divulgação e a prestação de informações de produtos, de serviços ou de operações relativos a seguro, capitalização ou previdência complementar aberta, com vistas a verificar a adequação das práticas de conduta de intermediários e entes supervisionados à regulação vigente”.

O parágrafo único desse artigo, que também perde a eficácia com a liminar, estabelece que “o ente supervisionado ou o intermediário não precisam ser avisados sobre a atividade de supervisão do cliente oculto.”

Em sua sentença, a juíza salientou que, em exame sumário, observou “a plausibilidade das alegações”, notadamente quanto à ausência de competência do CNSP e da Susep, nos termos do art. 33 do Decreto-Lei 73/66 e de vários artigos do Decreto 60.459/67, para a criação de obrigação profissional não prevista “em lei stricto sensu” para os corretores de seguro. “Com efeito, há a relevância na alegação da impetrante no sentido de que a regulamentação do CNSP sobre os aspectos da profissão de corretor, em atendimento ao art. 32, inciso XII, do Decreto-lei 73/66, é meramente incidental, uma vez que a competência do Conselho estaria limitada a disciplinar apenas os aspectos atinentes à operação de seguro, com a vedação constitucional para a criação, por meio de ato infralegal, de obrigações diversas daquelas já estabelecidas pela lei stricto sensu, em respeito ao princípio da estrita legalidade no que tange à regulamentação de atividades e profissões”, acrescenta a magistrada.

Outro ponto importante destacado pela juíza é que, em decorrência do cenário jurídico-econômico decorrente da pandemia do COVID-19, mostra-se “carente de razoabilidade” o prazo assinalado para o cumprimento, pelo mercado de corretores, das alterações promovidas pela aludida resolução, haja vista que, nos termos do seu art. 17, ela entra em vigor na data de hoje, 1º de julho de 2020, “o que também comprova a urgência na concessão da medida”.

Por fim, ela informa que não vislumbra prejuízo inverso pela concessão da medida liminar ora pretendida, ressaltando nesse sentido a via célere do mandado de segurança.

CVG RS transfere webinário para o dia 08 de julho 807

Ciclone que atinge Região Sul do país deixou conexões de luz e internet instáveis

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) informa que o webinário online “Uma visão do futuro pós-pandemia” com o vice-presidente corporativo da Icatu Seguros e presidente da Rio Grande Seguros e Previdência, César Saut, que aconteceria hoje, quarta (1º), teve de ser adiado devido ao ciclone-bomba e fortes chuvas que atingiram o sul do país, deixando boa parte da população do RS sem luz e internet.

Em respeito ao convidado e aos participantes inscritos, que não podem ser penalizados com a espera pelo retorno destes serviços ainda hoje, o evento online acontece na próxima quarta (08), às 18h30. O webinário em formato de bate-papo tem o objetivo de ampliar a compreensão do público sobre o mercado de seguros pós-pandemia.

Sindicato dos Securitários do RS elege diretoria através de sistema eletrônico 631

Valdir Brusch e Denise Martins, do Sindicato dos Securitários do Rio Grande do Sul - Foto: William Anthony/JRS

Processo eleitoral contou com 62% de participação

O Sindicato dos Securitários do Rio Grande do Sul elegeu sua nova diretoria por meio de sistema eletrônico. Valdir Brusch segue na presidência, com Denise Martins como secretária geral, o diretor financeiro Everton Figueira e Ubiratã de Oliveira como diretor para assuntos trabalhistas.

A entidade realizou o processo eleitoral no dia 30 de junho. “[O Sindicato] inovando, de uma forma rápida, prática e segura, em virtude do estado de pandemia decretado pelos governos federal, estadual e municipal e também devido as medidas de isolamento social que obrigam as empresas e seus empregados a manterem suas estruturas de atendimento em home office, realizou seu processo eleitoral para a gestão 2020/2024 usando uma plataforma de sistema eletrônico e on line de votação, onde 62% dos sócios participaram apoiando a atual diretoria para continuidade do trabalho desenvolvido em prol da categoria securitária”, anunciou a nota enviada.

Diretoria Executiva Sindicato dos Securitários do RS
Presidente: Valdir S. Brusch
Secretária Geral: Denise S. Martins
Diretor Financeiro: Everson A. Figueira
Diretor para Assuntos Trabalhistas: Ubiratã de Oliveira

Resolução 382: Susep estende prazo até dezembro de 2020 3016

Iniciativa atende demanda do setor em postergar o impacto da resolução e fortalece a atuação conjunta para permitir um ambiente mais flexível e transparente

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) anunciou que a supervisão sobre o cumprimento da norma de conduta e transparência para o setor (Resolução CNSP nº 382/2020), que entra em vigor amanhã, terá caráter educativo e de orientação até o final de 2020, sem nenhum tipo de punição, permitindo a todos os segmentos do mercado período adicional de adaptação.

A discussão técnica sobre a abertura de informação e transparência permeia os processos normativos e grupos de trabalho há vários anos na Susep. Desde 2012, há análises técnicas na Susep sobre transparência da comissão de corretagem, com esses grupos de trabalho e propostas normativas que estabeleciam, em maior ou menor grau, a abertura da remuneração de corretores e representantes de seguro. Ocorreram recomendações do Fundo Monetário Internacional (FMI) no âmbito do Programa de Avaliação do Setor Financeiro (FSAP 2011-2012), da Associação Internacional de Supervisores de Seguros (IAIS) e da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) no sentido de aumentar a transparência das informações, além de recente manifestação da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon/MJSP) reconhecendo a evolução que a Resolução CNSP 382/2020 representa para os consumidores.

Em 2018, o Ministério Público Federal estabeleceu que fosse informado o valor pago a título de remuneração do representante de seguros, resultando na Resolução CNSP nº 369. Em 2019, foi aprovada a Circular Susep nº 587, prevendo que seguradoras e corretores de seguros devem informar o percentual e o valor da comissão de corretagem, sempre que estes forem solicitados pelo segurado, nos seguros de fiança locatícia.

A Resolução CNSP nº 382/2020 foi proposta pela área técnica da Susep no início de 2019 com base em estudos das melhores práticas internacionais de supervisão de conduta. Após passar por consulta pública em agosto de 2019, a medida foi publicada em março de 2020, com entrada em vigor prevista para 01/07/2020.

A superintendente da autarquia, Solange Vieira, entende que “a suspensão dos efeitos punitivos da norma por seis meses deve ter um resultado positivo para o setor na medida em que permite que os corretores e as empresas possam adaptar seus procedimentos. Como a realidade de cada um durante a pandemia é muito particular, esta flexibilidade pode ser importante”.

Espera-se que a disponibilização das informações relacionadas à remuneração dos intermediários ocorra por meio da proposta de seguro, documento que antecede a contratação e que estabelece, entre outros itens, o valor do prêmio comercial.

Com a resolução, o Brasil passa a estar aderente às melhores práticas internacionais de conduta e o setor de seguros aumenta o seu nível de transparência de informações ao consumidor.

HDI Seguros reforça coberturas adicionais do Seguro Residencial 2408

Seguradora amplia lista de profissões independentes permitidas na cobertura Microempreendedor em Residência, além de oferecer outras diversas soluções para um home office mais tranquilo e seguro

Trabalhar de casa tem sido a solução encontrada por empresas e microempreendedores para conseguir superar os obstáculos da pandemia. Segundo estudo global realizado pelo software Capterra e pelo instituto de estudos Gartner, a disseminação da Covid-19 levou 77% das pequenas e médias empresas brasileiras para o home office. Para muitos, o exercício das funções profissionais em casa deve se consolidar depois da crise: de acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), o formato remoto poderá ser adotado em 22,7% das ocupações de trabalho no Brasil. Esse novo cenário trará, além de importantes mudanças no mercado de trabalho, novas necessidades para quem adotar esse modelo de expediente.

Além de estruturar o espaço com móveis adequados e equipamentos necessários, como computadores, tablets, smartphones, webcams e acessórios de informática, a proteção da casa e dos aparelhos e dispositivos também é fundamental para garantir um bom desempenho na nova rotina. Por isso, a HDI Seguros – a sexta maior seguradora no ramo residencial – oferece coberturas adicionais para proporcionar segurança à residência que vem ganhando configuração de escritório. A seguradora reforça as coberturas adicionais de Escritório em Residência e de Microempreendedor em Residência, serviços voltados à proteção dos bens e equipamentos do cliente dentro de sua casa.

A cobertura Escritório em Residência é direcionada a quem trabalha permanentemente em casa, como, por exemplo, influenciadores, advogados e designers gráficos; já com a cobertura adicional para Microempreendedor em Residência, mais de 40 profissionais que têm ocupações independentes – como cabeleireiro, confeiteiro, eletricista e tatuador – podem contar com a proteção da HDI para sua casa e respectivos equipamentos utilizados para o exercício de sua função dentro dela.

De acordo com Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros, as coberturas adicionais refletem uma nova necessidade dos clientes que precisam trabalhar com segurança e qualidade em casa. “Sabemos que a maioria das pessoas não estava preparada para tornar seu lar seu local de trabalho, por isso queremos garantir a proteção de todo o investimento em estrutura e assegurar que imprevistos não prejudiquem a renda de quem está em home office”, analisa o executivo.