Custos da saúde não podem ser balizados pela inflação, afirma IESS 455

Custos da saúde não podem ser balizados pela inflação, afirma IESS

Instituto lançou nota explicando por que reajustes de planos não podem ser comparados a indicadores de variação de preço como o IPCA

“Aumento de custos médico-hospitalares não pode ser comparado à inflação.” A afirmação, categórica, é do superintendente executivo do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), José Cechin. “Entendemos que a comparação entre VCMH e IPCA tem o propósito de avaliar as variações do peso dos planos de saúde nos orçamentos domésticos, no entanto, é impropriada, uma vez que os indicadores são incomensuráveis”, crítica.

Com o intuito de evitar que essa visão continue predominando, o IESS está lançando a “Nota sobre a Variação dos Custos Médico-Hospitalares (VCMH)”, em que explica como é calculado o indicador e aponta suas diferenças para os indicadores que medem a inflação no País, como o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) ou o Índice Geral de Preços (IGP), entre outros.

Cechin explica que o cálculo da inflação é feito a partir da aferição da variação dos preços de uma determinada cesta de itens. O que é importante, por exemplo, para detectar a flutuação de preços de combustíveis e alimentos. Na saúde, entretanto, o executivo pondera que mais do que a variação de preços de materiais (como gazes, seringas etc.) ou procedimentos (como consultas, internações etc.), é fundamental aferir também sua frequência de utilização.

Ou seja, a variação da despesa somente seria igual à dos preços (inflação) se não houvesse oscilação da frequência. O que não tende a acontecer. “Nos últimos anos, mesmo com a redução de beneficiários, temos visto um aumento expressivo de uso de serviços médicos”, lembra. “Apenas para ilustrar, entre 2017 e 2018, tivemos um incremento de 0,3% no total de beneficiários, mas a quantidade de procedimentos realizados saltou 5,4%, chegando a 1,4 bilhão”, comenta. Ao analisar períodos mais longos, o aumento é ainda mais claro: entre 2007 e 2018, por exemplo, a realização de exames avançou 26,4%; de consultas, 21%; e de terapias, 76,2%.

De acordo com a nota do IESS, há uma série de fatores que influenciam a frequência de uso desses serviços e que devem continuar a impulsionar a VCMH. Entre os principais, destacam-se o envelhecimento e a incorporação de novas tecnologias. Ainda compõem os custos os desperdícios e a judicialização da saúde. “A redução desses fatores, além de salutar, ajudaria a conter os aumentos das despesas médico-hospitalares”, pondera Cechin..

O executivo destaca que com o envelhecimento é natural que a utilização dos serviços de saúde se torne mais frequente e os procedimentos mais complexos. Especialmente porque o País ainda está começando a desenvolver programas de promoção de saúde efetivos. Além disso, o processo de envelhecimento – que deve elevar o total de idosos dos atuais 9,2% para 25,5% em 2060, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) – é mais acentuado na saúde suplementar. “Os planos de saúde já possuem uma estrutura etária mais avançada do que a média da população e, portanto, tende a ser ainda mais afetado por essa transição demográfica. O que se traduz em novos aumentos da frequência de uso dos serviços de saúde”, avalia Cechin.

O documento ainda reforça que a VCMH não pode ser comparada nem mesmo ao IPCA Saúde, componente do IPCA que mede a variação de preços de itens classificados como “saúde e cuidados pessoais” – materiais e medicamentos, exames laboratoriais, honorários médicos, taxas e diárias hospitalares, planos de saúde, produtos de higiene e limpeza etc. – na cesta de serviços aferida pelo IBGE. Isso porque esse indicador, como todos os indicadores de inflação de preços, não considera a variação da frequência de utilização.

Ou seja, em um cenário em que as pessoas faziam 4 consultas ao custo de R$ 100 cada no ano 1 e passaram a fazer 5 consultas ao custo de R$90 cada no ano 2, o IPCA Saúde captaria uma deflação de 10%, enquanto a VCMH indicaria um avanço de 12,5%, resultante do gasto per capita ter subido de R$400/ano para R$ 450/ano.

“Esperar que o setor passe a ter reajustes em linha com o IPCA ou qualquer indicador de inflação, sem considerar o peso da variação da frequência de uso, é uma receita que compromete a sustentabilidade econômico-financeira da saúde suplementar”, conclui Cechin.

Allianz Partners promove treinamento de atendimento humanizado de assistência residencial 834

Allianz Partners promove treinamento de atendimento humanizado de assistência residencial

Iniciativa abordou orientações e técnicas para garantir a excelência nos serviços e uma experiência incomparável aos clientes

Com o objetivo de estar cada vez mais próximos às necessidades e expectativas dos clientes, a Allianz Partners, empresa líder global em assistência 24 horas e seguro viagem, realizou em setembro, um treinamento exclusivo sobre humanização no atendimento aos prestadores do segmento residencial. O intuito foi gerar reflexão sobre a melhor maneira de oferecer soluções e resultados imediatos, reforçando a empatia, o respeito e a atenção aos detalhes, durante os atendimentos.

A iniciativa, que contou com a presença de Vincent Bleunven, CEO da empresa, e foi conduzida por Euclides Lanzarin, Gerente Sênior de Treinamento Operacional, reuniu cerca de 40 participantes de bases do Grande ABC, Litoral e Interior de São Paulo, que buscavam aperfeiçoamento em suas atividades.

André Amado, gerente de Rede de Prestadores, explica que conscientizar os parceiros sobre a humanização e levar isso a campo é de extrema importância para manter o nível de qualidade no serviço. “O investimento em trilhas de aprendizado como essa enaltecem o trabalho que realizamos ao longo dos anos. Entendemos que toda e qualquer melhoria em processos resulta no aumento satisfação do cliente. Fator que, consequentemente, reflete em notas recordes nos indicadores atribuídos em nossa assistência”, destaca.

Além do treinamento, os prestadores de serviço tiveram a oportunidade de realizar um tour pela empresa e conhecer um pouco mais sobre os processos e serviços oferecidos. “Queremos que os prestadores estejam cada vez mais integrados com a nossa forma de atuação e que essa oferta de conhecimento seja um exercício constante, capaz de fortalecer a confiança e favorecer a melhor entrega ao mercado”, finaliza André.

Grupo Delta lançará na Fenatran o Delta Fleet, sistema completo para gestão de frotas 1398

Grupo Delta lançará na Fenatran o Delta Fleet, sistema completo para gestão de frotas

São 9 milhões de veículos empresariais em circulação no Brasil

O Brasil desenvolveu uma cultura de distribuição logística privilegiando, principalmente, caminhões de pequeno a grande porte. De acordo com o levantamento realizado em 2017, o Brasil possui cerca de 9 milhões de veículos empresariais em circulação. Junto com esse crescente mercado, há grandes desafios logísticos que envolvem questões referentes à infraestrutura viária, à segurança, aos limites do sistema de telecomunicações e o gerenciamento de frotas.

Mas investimentos em tecnologia prometem diminuir algumas dificuldades encontradas nesse setor. É neste movimento que empresas como a Delta, start-up gaúcha que em apenas cinco anos se tornou uma das maiores prestadoras de serviço e tecnologia não só para o mercado de transportes rodoviários, mas também para o mercado de seguros do país.

Após consolidar no mercado a Delta Assistance, empresa que comercializa assistência 24 horas aliando tecnologia de ponta e atendimento humanizado especializado em veículos pesados, o Grupo investiu forte também em sistemas de rastreamento e monitoramento. Agora, reúne todos os serviços e incluí outros em uma plataforma unificada, que promete revolucionar o gerenciamento de frotas, o Delta Fleet.

Desenvolvido pela fábrica de software do próprio Grupo, o Fleet foi construído ouvindo as necessidades de profissionais do setor que diagnosticaram os principais problemas enfrentados no dia a dia de um gestor de frota. Completo, o sistema da Delta traz toda a parte de monitoramento de veículos em tempo real e telemetria como, horímetro, controle de motorista e quilometragem, ociosidade da frota, sensor de velocidade, controle de jornada entre outros.

Através do sistema é possível abrir um chamado de assistência 24h e acompanhar, em tempo real, toda o atendimento, contando com histórico completo dividido por veículo ou gráficos que mostram as principais ocorrências da frota de acordo com o problema ou região.

O gerenciamento de manutenção também é um forte aliado para redução de custos e agilizar processos quanto a manutenções preventivas e de urgência dos veículos, contando com uma rede de oficinas credenciadas.

Além disso a gestão de multas e documentos serão outros serviços oferecidos pela plataforma que traz dentro disso controle de pontuação, auxílio jurídico e toda a parte de gerenciamento de documentos.

O Delta Fleet será comercializado por mais de dois mil corretores de seguros vinculados ao Grupo Delta no país, para o gerente de contas do Grupo, Webster Pedralli, o sistema serve para frotas de qualquer tamanho, “Independente da quantidade de veículo ou da complexidade dos desafios da empresa, a tecnologia empregada no Fleet permite que qualquer um gerencie sua frotas de forma mais ágil e intuitiva”.

Cresce a procura por seguros Massificados em Minas Gerais 741

Cresce a procura por seguros Massificados em Minas Gerais

Dados da MAPFRE apontam incremento de cerca de 12% no segmento, que reúne proteções residencial, empresarial, imobiliário, condomínio, entre outras

Os consumidores mineiros estão mais atentos quanto à importância da proteção dos bens. É o que aponta um levantamento realizado pela MAPFRE, de janeiro a junho deste ano, quando os seguros do segmento de Massificados tiveram um crescimento de cerca de 12% na comparação com o mesmo período de 2018.

A diretora Territorial da MAPFRE em Minas Gerais, Viviane Quinalha, comenta que os consumidores têm mudado o comportamento em relação a proteção de bens importantes, como a casa e a empresa, o que impulsionou o crescimento deste segmento. “Estamos constantemente realizando pesquisas e ouvindo os nossos parceiros de negócios para identificar as necessidades dos clientes e apresentar soluções adequadas a elas, e isso tem nos auxiliado a ter um bom desempenho também neste ramo”, explica.

O segmento de Massificados abrange produtos residenciais, empresas, imobiliários, condomínios, garantias estendidas, proteções para equipamentos portáteis (como smartphones e tablets), entre outros.

Entre as proteções que tiveram mais procura pelos mineiros no período analisado, destaque para o seguro de Responsabilidade Civil Profissional, com 32,91%; Residencial (24,54%) e o Empresarial (12,64%).

“Buscamos diversificar o nosso portfólio e inovar nas coberturas lançadas para oferecer ao cliente um leque completo de proteções”., ressalta a diretora.

Segundo a executiva, outro ponto que tem ajudado a companhia a se diferenciar no segmento é a ampla rede de distribuição. Isso porque a MAPFRE é parceira de diversas cooperativas no estado, o que permite disponibilizar as proteções a clientes que estão em regiões muito distantes, nas quais única forma de acessar serviços financeiros e proteções é por meio dessas instituições coletivas.

Seguro Aluguel e Capitalização crescem em 2019 segundo estudo da Porto Seguro 802

Seguro Aluguel e Capitalização crescem em 2019 segundo estudo da Porto Seguro

Seguro Fiança teve um crescimento de 35%, enquanto o Porto Cap registrou alta de 17,5% entre janeiro e agosto deste ano

O mercado de seguros para locação de imóveis tem demonstrado bons resultados neste ano. Isso é o que mostra o estudo da Porto Seguro Riscos Financeiros, que avaliou a quantidade de adesão do Porto Seguro Aluguel e do PortoCap entre janeiro e agosto de 2019. “Isso reflete uma mudança de comportamento dos consumidores e esses dados demonstram o quanto a sociedade está consciente sobre a importância de estar seguro no momento de alugar um imóvel”, destaca o superintendente de Riscos Financeiros e Capitalização da Porto Seguro, Luiz Henrique.

Entre janeiro e agosto deste ano, o Seguro Aluguel teve um acréscimo de 35% em sua contratação, quando comparado com o mesmo período do ano anterior. Um dos motivos desse aumento é a análise do processo de adesão do seguro, que hoje é feita 100% online. Além disso, os consumidores têm avaliado e entendido que o custo-benefício do produto vale a pena. “Para o proprietário, o seguro oferece o pagamento de aluguéis em caso de inadimplência, garantias adicionais para encargos mensais (IPTU, água, gás e luz), multa moratória, danos ao imóvel e pintura interna e externa. Para o inquilino, a garantia dispensa a necessidade de um fiador ou caução, oferece descontos em transportadoras e serviços emergenciais gratuitos para o imóvel alugado como mão de obra de encanador, eletricista, chaveiro, etc. Ou seja, todos ganham com a adesão ao Seguro Fiança”, explica Luiz Henrique.

Outra alternativa é o PortoCap, uma modalidade que também tem sido cada vez mais requisitada no mercado, no qual não é preciso comprovar renda e a contratação é rápida e simplificada. Essa garantia é representada por um título de capitalização, cujo valor é acordado entre o inquilino e o proprietário. Durante o período, o produto obteve um aumento na contratação de 17,5%, em comparação com o mesmo período de 2018. “É necessário desmistificar que o título de capitalização é jogar dinheiro fora. A alternativa pode ser muito vantajosa aos envolvidos, já que possibilita uma maior segurança para locatário e proprietário, além de proporcionar sorteios mensais aos inquilinos”, acrescenta o executivo.

Com experiência de mais de 70 anos de mercado, a Porto Seguro busca constantemente se diferenciar e facilitar o dia a dia do Corretor. “A companhia acompanha as tendências e entende as necessidades do mercado, o que permite oferecer produtos que atendam cada vez mais as demandas dos nossos clientes”, conclui Henrique.

Affix em parceria com a Hapvida e a Fecomércio Bahia lançam plano de saúde empresarial 675

Affix em parceria com a Hapvida e a Fecomércio Bahia lançam plano de saúde empresarial

Ação beneficia sócios e funcionários das empresas de categorias representadas pela Federação e Sindicatos filiados

Divulgação
Divulgação

A Affix Benefícios – administradora especializada em planos de saúde coletivos para entidades de classe, empresas e para o setor público, participou do lançamento do plano empresarial Fecomércio-BA/Affix/Hapvida no dia 02 de outubro, na sede da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado da Bahia – Fecomércio-BA, em Salvador.

Com essa parceria, empresas do comércio e funcionários das empresas representadas pela Fecomércio-BA e pelos Sindicatos filiados poderão ter acesso ao plano Hapvida em condições especiais – até 3% mais barato que o próprio plano empresarial da operadora, o Super Simples.

A abertura do evento de lançamento do plano de saúde empresarial foi realizada pelo Superintendente da Fecomércio-BA, Jamerson Barreiro, que descreveu a missão da entidade. O sócio-fundador e CEO da Affix, Pedro Rezende, também falou aos presentes, apresentando a Affix e detalhando sobre os benefícios da nova parceria.

“Agradecemos a oportunidade de trabalhar com a Fecomércio-BA e oferecer a seus sindicalizados o melhor custo benefício em planos de saúde empresarial. O lançamento desse serviço confirma que estamos no caminho certo ao propor um modelo de benefícios que resulta em satisfação para os segurados e para toda a cadeia de negócio, incluindo nossos parceiros comerciais, os corretores de seguro”, afirma Rezende.

Participaram do lançamento do novo plano empresarial mais de 100 pessoas, na Fecomércio-BA, entre corretores de saúde, representantes da Affix Benefícios, Hapvida e da Federação. Na ocasião, o CEO da Affix também anunciou a campanha de incentivo aos corretores para a venda dos planos empresariais Fecomércio-BA/Affix/Hapvida.

Após o evento, o CEO da Affix teve um encontro com o presidente da Federação, Carlos de Souza Andrade, para comemorar a parceria e alinhar novas ações em benefício dos associados.