Oficina com estudo prático de caso encerra o Ciclo de Palestras da CNseg sobre AIR no Setor de Seguros 606

Oficina com estudo prático de caso encerra o Ciclo de Palestras da CNseg sobre AIR no Setor de Seguros

Eventos ocorreram entre 19 de junho e 26 de julho, no Rio de Janeiro

Com objetivo de abordar um problema regulatório prático para um exercício de Análise de Impacto Regulatório (AIR), representantes do setor segurador, de agências reguladoras e do meio acadêmico estiveram presentes na última palestra das cinco do Ciclo sobre AIR no Setor de Seguros, que ocorreu em 26 de julho, na sede da CNseg, no Rio de Janeiro.

Na abertura, o diretor Técnico e de Estudos da CNseg, Alexandre Leal, fez um breve balanço do Ciclo de Palestras, afirmando que o Ciclo serviu para deixar muito claro a todos a importância da análise de impacto regulatório para a evolução da qualidade regulatória e que o interesse da sociedade sobre o tema só tende a aumentar.

Ele então apresentou o objeto do estudo de caso, que foi o das regras de remuneração de gestores de empresas reguladas pela Susep, tema que já vem sendo estudado pelas comissões da CNseg de Gestão de Risco e de Recursos Humanos.

Segundo Alexandre Leal, em função da crise financeira internacional iniciada em 2007, quando várias instituições financeiras, que remuneraram seus gestores com valores vultosos, receberam aportes públicos de capital, iniciou-se um movimento, liderado pelo Financial Stability Board (FSB) de estabelecer princípios que buscam alinhar a remuneração desses profissionais com a exposição a risco das empresas. Como consequência, a International Association of Insurance Supervisors (IAIS) recepcionou a questão, definindo que a política de remuneração nas empresas de seguro deveriam levar em consideração os riscos assumidos, mas tendo como pano de fundo o princípio de proporcionalidade. No Brasil, o Banco Central e a CVM já tratam do tema em seu arcabouço regulatório e a Susep já estuda o assunto.

Dividido em várias etapas, um processo de AIR começa pela definição do problema a ser enfrentado. E essa definição precisa ser bem criteriosa, com indicação de causas e consequências e evitando-se definições muito amplas e vagas, que poderiam afetar as escolhas de opções de enfrentamento do problema, afirmou Ana Luiza Calil, pesquisadora do Laboratório de Regulação Econômica da Faculdade de Direito da UERJ, que conduziu a dinâmica junto com seu coordenador, José Vicente Mendonça, e sua colega no Laboratório, a também pesquisadora Michelle Holperin.

“A política de remuneração de gestores é um problema? Quais as consequências caso nada seja feito a respeito? Quais serão os grupos mais afetados?” Essas são algumas perguntas que devem ser feitas no início da análise, disse Michelle.

Outro ponto importante no início do processo de AIR é o da revisão do estoque normativo, que pode ser feito com o apoio do regulado. Inclusive, disse José Vicente, que foi o curador e moderador de todas as palestras do Ciclo, a teoria do “Hard Look Review” defende que toda contribuição da sociedade deva ser avaliada com atenção e todas que forem descartadas devem ser devidamente justificadas.

Ao fim da palestra, os debatedores listaram as principais lições aprendidas durante o Ciclo de Palestras sobre AIR no Setor de Seguros: não presumir que a regulação é sempre a resposta; dedicar tempo e esforço para mapear as alternativas de ação; buscar evidências para identificar claramente o problema; encontrar soluções que sejam proporcionais ao problema encontrado; abrir espaço para a participação externa; definir os resultados desejados de maneira clara; ter transparência na divulgação das alternativas; e capacitar devidamente os reguladores.

WIZ BPO apresenta Berkley como seguradora parceira 312

WIZ BPO apresenta Berkley como seguradora parceira

Impacto em produtividade e satisfação dos segurados aceleram ampliação da carteira de clientes da empresa, que já dialoga com novos players

A Wiz BPO reforça sua atuação no País e anuncia como novo cliente a seguradora multinacional Berkley. Esse é mais um importante passo no processo de expansão da empresa, que nasceu em 2019 e já ocupa a posição de um dos maiores players de Business Process Outsourcing (BPO) do Brasil em atuação no mercado de seguros. Os serviços inicialmente prestados serão para os seguros RCPM, RC Garagista, SGPE e Riscos de Engenharia. Para o atendimento à Berkley, a Wiz BPO, com matriz em Brasília, reforça seu time da filial em São Paulo.

O impacto positivo dos serviços oferecidos pela Wiz BPO é notado pelo mercado segurador, conforme aponta diretor executivo, Leandro Leite, ressaltando o aumento da satisfação dos clientes, a simplificação de processos e o valor agregado à marca. “A chegada da Berkley, que já é grande parceira da Wiz, reforça os resultados obtidos por meio da implementação de uma plataforma inovadora e do nosso reconhecido e premiado modelo de atendimento ao cliente final”, explica Leite.

Para esta operação a Wiz BPO traz uma ferramenta inédita de vistoria remota, gerida por meio de equipe própria de engenheiros. Além de reduzir o tempo da regulação do seguro, evitando o deslocamento de um vistoriador, a solução diminui o custo da operação por meio da atuação online. Os segurados da Berkley contarão com atendimento completo da Wiz BPO, desde o início do sinistro ao encerramento do processo.

Recentemente a Wiz BPO anunciou parceria com a seguradora Argo e segue em expansão da carteira de clientes, reconhecida no mercado por oferecer inovação e expertise de uma das maiores distribuidoras de seguros do Brasil. “A Wiz BPO busca crescimento no mercado ao oferecer soluções completas em toda cadeia seguradora, sempre com foco em eficiência operacional e satisfação ao cliente”, completa o executivo.

Saúde suplementar é parte da solução 436

Vera Valente é Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) / Divulgação

Oferta segmentada de cobertura ampliará o acesso

O sistema de saúde brasileiro, cuja crise não é nova, sofre ainda mais com a estagnação econômica e o desemprego, que aumentam a demanda sobre o SUS. A saúde suplementar é parte indispensável da solução.

Até 1998, a saúde suplementar não era regulada no Brasil. A lei 9.656/1998 resultou em maior segurança jurídica e definição mais clara de direitos e deveres. No entanto, após duas décadas, como é natural em qualquer setor regulado, a legislação demanda urgente atualização.

As discussões se desenrolam há anos e envolvem diversos agentes e visões. Elas são debatidas abertamente tanto em fóruns setoriais quanto no Congresso, onde tramitam centenas de projetos que atualizam as regras. Operadoras são parte indissociável da discussão, junto com reguladores, legisladores, prestadores, fornecedores e consumidores. Nosso objetivo é comum: ampliar o acesso à saúde.

Isso não é bom apenas para as empresas, é bom para todos. Vale lembrar que, de acordo com diferentes pesquisas, o acesso a plano de saúde é um dos maiores desejos da população. Nos últimos quatro anos, cerca de 3 milhões de pessoas deixaram de contar com planos privados. Na maioria, passaram a dispor apenas do SUS.

As entidades representativas do setor vêm buscando soluções de forma transparente e legítima. Consideramos que um dos principais objetivos deve ser viabilizar a volta da oferta de planos individuais, que hoje representam fatia pequena do mercado —80% do ingresso é feito por meio de planos coletivos.

A experiência internacional demonstra que um arcabouço legal que permita oferecer um leque maior de opções de cobertura é fundamental para ampliar o acesso, na medida em que possibilita segmentar a oferta e, assim, adequar os preços a perfis específicos de usuários. Hoje, infelizmente, isso não é possível.

Há outras iniciativas importantes. A primeira é diminuir custos, combater fraudes e evitar desperdícios que contribuem para o crescimento das despesas em ritmo bem acima dos índices gerais de inflação.

A segunda é criar incentivos à atenção primária, de forma a investir na prevenção e evitar o agravamento das doenças.

Já a terceira é dispor de um órgão regulador, no caso a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com independência, autonomia e qualificação técnica, que dê mais estabilidade e segurança jurídica a todos os envolvidos.

A consequência, desejável e possível, será a redução dos preços finais.

A pior forma de tentar resolver um problema é fingir que ele não existe. A aprovação da reforma da Previdência permite que, no passo seguinte, avancemos rapidamente nas discussões em torno da atualização do marco legal da saúde suplementar.

Temos plenas condições de caminhar para um modelo de saúde que propicie aos cidadãos mais qualidade de vida, em que se somem os sistemas público e suplementar. A hora é agora.

*Por: Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) e Reinaldo Scheibe, Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).

Küster Machado Advogados completa 30 anos 215

Küster Machado Advogados completa 30 anos

Fundador fala sobre intensa trajetória

O escritório Küster Machado Advogados comemora 30 anos de atuação. Fundado pelos primos Milton Luiz Cleve Küster e Murilo Cleve Machado, o escritório oferece soluções jurídicas multidisciplinares e abrangentes nas áreas contenciosa e consultiva desde 20 de agosto 1989.

Milton Küster fala sobre a intensa trajetória. “São 30 anos de uma experiência extremamente válida, para chegarmos até aqui. Aos poucos abrimos novas áreas no escritório, nos especializamos em segmentos econômicos, fizemos e fazemos continuamente uma otimização de processos, com planejamento estratégico. Pensamos nisso tudo como um vetor de crescimento. Temos conseguido ótimos resultados. De um escritório que, no começo, era voltado a um segmento econômico, hoje somos reconhecidos pelo mercado como um escritório abrangente, que usa a tecnologia como uma aliada, fazendo gestão de dados, adequando nosso trabalho às necessidades dos nossos clientes e todos os resultados que entregamos a eles”, comenta.

Com uma vocação vanguardista, o KM foi um dos primeiros do Brasil a obter a certificação ISO 9001 e a investir em softwares específicos para o meio jurídico. Responsável por aproximadamente 50 mil processos e mais de 65 clientes ativos, a automação trouxe rapidez no atendimento e segurança nas informações e processos. Hoje, o Küster Machado conta com escritórios em Curitiba, Blumenau, Londrina, Florianópolis e São Paulo, além de representações internacionais na Alemanha e na China.

Reconhecido pelo atendimento integrado e ágil, conta com advogados especialistas nas seguintes áreas do Direito: Empresarial, Tributário, Societário, Contratos e Cível Empresarial, Securitário, Operações Internacionais, Bancário e Financeiro, Trabalhista, Administrativo, Direito Médico e da Saúde, Arbitragem, entre outras.

O escritório é associado à Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha filial Santa Cataria e Paraná, sendo igualmente, representante no Paraná da organização empresarial alemã “Badisch-Südbrasilianische Gesellschaft” (BSG) que visa, entre outras iniciativas, coordenar em âmbito regional os contatos entre o norte de Baden e descendentes de imigrantes residentes nos três estados da Região Sul do Brasil: Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

Murilo Cleve Machado diz que o mercado hoje está muito concorrido e que as empresas procuram sempre, incessantemente, a redução de custos. “A forma de melhorar a relação com o cliente, nos dias atuais, é ser um parceiro de negócio, tendo mais foco em resultado e, principalmente, ampliar esses resultados. Sempre que temos momentos de crises as empresas se reinventam e quem está mais preparado consegue acompanhar e se destacar nesses momentos. Vemos diversas oportunidades no mercado internacional, com a criação de novos blocos de negócios. Isso nos permitirá ter um mercado amplo, novos investimentos, mercado de trabalho e a diminuição de algumas grandes carências que temos no país com investimento de novas empresas internacionais no país.

GBOEX disponibiliza o curso: “Conhecendo Previdência e Seguros” 343

GBOEX disponibiliza o curso: “Conhecendo Previdência e Seguros”

Projeto acontece na modalidade de Ensino à Distância (EaD)

O GBOEX, com o intuito de disseminar a cultura securitária e compartilhar mais informações com seus associados, colaboradores e corretores, desenvolveu o curso “Conhecendo Previdência e Seguros”, na modalidade de Ensino à Distância (EaD).

O projeto foi idealizado para que, de um jeito didático e prático, seja contextualizada a história da previdência e do seguro de pessoas no Brasil.  Conforme as desenvolvedoras do projeto, as colaboradoras do GBOEX, Adriela Deantoni e Cássia da Silveira Munhoz, “é uma forma dos nossos públicos compreenderem mais sobre as origens do mercado previdenciário e securitário, no qual o GBOEX está inserido. Democratizar o conhecimento é uma maneira de valorizar e resgatar a função econômica e social do segmento e, por isso, disponibilizamos em nossos Portais, gratuitamente”.

O curso pode ser acessado por diversas plataformas. Ter flexibilidade de aprender  no seu horário livre, sem custo, podendo permanecer em seu ambiente familiar ou profissional,  são algumas das vantagens do modelo EAD. Além disso, vale destacar que também está disponível na Linguagem Brasileira de Sinais – Libras, estando acessível para as pessoas com deficiência auditiva.

As aulas gratuitas do “Conhecendo Previdência e Seguros” estão disponíveis no site do GBOEX nos Portais do Associado e do Corretor, na aba Serviços, no item EAD.

GBOEX – Quando você tem, tudo fica bem.

Seguro viagem: o que é preciso saber? 398

Seguro viagem: o que é preciso saber?

Confira as dicas e torne sua próxima aventura inesquecível

Quem costuma planejar viagens sabe que elas são especiais. E para garantir que a próxima aventura seja inesquecível, é preciso embarcar com um importante companheiro: o seguro viagem, que ajudará o viajante a resolver imprevistos ao longo da jornada.

O seguro viagem não oferece apenas tranquilidade e suporte ao cliente, mas, principalmente, mais segurança desde o instante do embarque até o desembarque. “O produto disponibiliza assistência médica temporária, cobrindo custos no exterior que costumam ser muito elevados, como por exemplo despesas odontológicas, gastos farmacêuticos e extravio de bagagens”, explica Renato Rotta, gerente de marketing da Allianz Travel, empresa líder em seguro viagem, que, no Brasil, atua como representante da Allianz Seguros no segmento viagem.

Vale destacar que no seguro também pode ser contratada cobertura para indenização para acidentes e demais situações. “O segurado precisa estar ciente sobre as condições do seguro contratado e sobre seus direitos, evitando prejuízos”, completa Rotta.

Rotta ainda enfatiza que o cliente conta com opções de upgrades no Seguro para ter mais tranquilidade caso haja necessidade de cancelamento ou remarcação de viagem: “Seja por uma mudança de emprego ou perda de documento, por exemplo, se o evento ocorrer dentro dos 15 dias anteriores a partida ou durante as conexões do itinerário ou, ainda, se ocorrer um acidente a caminho do embarque, o seguro poderá reembolsar até 80% das despesas geradas por multas de cancelamento ou remarcação de passagens ou pacotes turísticos, que não forem reembolsadas pela companhia aérea ou agência de viagem, caso tenha sido contratada a cobertura adicional de cancelamento por diversas causas”.

Em alguns países, o seguro viagem é obrigatório, como aqueles que fazem parte do Tratado de Schengen, um acordo feito por países europeus que estabelecem cobertura mínima no Seguro Viagem. Entre eles estão a Espanha, Alemanha, Itália e mais 23 países europeus. Outros países, apesar de não fazerem parte do Tratado, também exigem o seguro viagem para autorizar a entrada, como Cuba que exige uma cobertura mínima de U$10.000,00, a Venezuela que determina o valor mínimo de U$ 4.000,00 de cobertura e a Austrália que não estipula um valor mínimo específico de cobertura, mas estabelece o seguro viagem como obrigatório.

Com isso, é preciso ficar atento aos requisitos do destino para ter uma viagem tranquila. “O cliente do seguro viagem conta com atendimento 24 horas, 7 dias por semana e em português.  Para acionar o seguro viagem, basta que o segurado entre em contato por meio de contato telefônico ou via WhatsApp, se precisar de atendimento médico ou qualquer outro evento coberto por sua apólice de seguro”, explica o executivo.