Comunicação clara para engajar clientes e colaboradores 2180

Comunicação clara para engajar clientes e colaboradores

Especialistas analisam tendências e inovação em São Paulo

O mundo, cada vez mais conectado, acompanha as diversas mudanças na maneira de comunicar-se. Se até então a comunicação nos negócios era uma vida de mão única, agora todos podem emitir opiniões e relatar experiências com produtos ou serviços. Este foi um dos assuntos abordados na segunda edição do encontro Inovação & Tendências, promovido pela seguradora Mongeral Aegon, em São Paulo (SP).

Rafael Arty é Gerente de Produto do Comunique-se
Rafael Arty é Gerente de Produto do Comunique-se

Em um cenário onde todos querem falar, mas poucos querem ouvir, faz-se necessário dar a devida atenção aos desentendimentos que a conectividade e a facilidade das redes pode trazer ao meio corporativo e às relações pessoais. “O ato de contar histórias não se perde. Em um cenário em que a desinformação é um dos maiores problemas do século é preciso buscar impactar as pessoas com uma comunicação muito clara”, ressaltou o Gerente de Produto do Comunique-se, Rafael Arty. “O mundo se afunda em desconfiança. A criação de conteúdo está em níveis inimagináveis. Criou-se mais conteúdo nos últimos anos do que em toda história da vida humana”, completou. 

Um dos efeitos dessa mudança de perspectiva é reiterada pelos números. Segundo uma pesquisa da Havas Media, 54% das pessoas não confiam em marcas. O mesmo levantamento, realizado com 134 mil consumidores, em 23 países, aponta ainda que mais da metade das marcas poderia simplesmente desaparecer sem afetar as vidas dos entrevistados. Por outro lado, estudo da PwC indica que 77% dos indivíduos conta com as mídias sociais na hora de decidir alguma compra. “Por isso é relevante ter uma comunicação mais intimista, de forma direta e coparticipativa. As pessoas não estão buscando marcas, estão ouvindo as outras”, reforçou Arty ao evidenciar que a comunicação deve ser utilizada para engajar e humanizar. “Não é mais sobre comunicar, mas sim como comunicar”, traçou.

Guilherme Ramos é responsável pelo relacionamento com influenciadores da BodyTech Company
Guilherme Ramos é responsável pelo relacionamento com influenciadores da BodyTech Company

No entanto também faz-se necessário concretizar o autoconhecimento sobre o empreendimento ou negócio. Para Guilherme Ramos, responsável pelo relacionamento com influenciadores da BodyTech Company, outro ponto fundamental neste trabalho é conhecer as características dos consumidores, bem como o potencial que as redes sociais propiciam para segmentar campanhas e ações. “O desafio não é apenas como se comunicar, mas também considerar com qual formato acontecerá essa interação”, argumentou.

Ramos é especialista em um dos segmentos que mais cresce quando o assunto é investimento em campanhas em redes como o Instagram ou YouTube, por exemplo. “É preciso ter uma definição clara de objetivos e estabelecer métricas. Ferramentas de mensuração podem ajudar muito no processo de escolha de um influencer. Costumo levar em conta, além dos números, a postura deste usuário, a frequência das postagens, a relevância e a autenticidade. O ideal é associar-se apenas a pessoas que condizem com a filosofia da empresa”, analisou.

Marcelo Lemos é Diretor de Canais da Vivo
Marcelo Lemos é Diretor de Canais da Vivo

O Diretor de Canais da Vivo, Marcelo Lemos, lembrou que a experiência do cliente não deve ser considerada apenas no aspecto digital. Para a maior operadora de linhas de celular do Brasil o momento é de levar um pouco mais de “alma” aos pontos de venda, que passaram a ser chamados de PDX (Ponto de Experiências do Cliente). “Olhamos não apenas para o cliente, como também para as pessoas que atendem os nossos clientes e para a comunicação omnichannel. Contamos com as Iconic Stores, que oferecem espaço de coworking, precificadores digitais, wi-fi e possibilitam o agendamento do atendimento através do nosso aplicativo”, comentou. 

No caso da Vivo a aposta foi em eventos, relacionamento com parceiros de negócios e workshops com consultores de tecnologia, que possuem grande demanda pelo público da melhor idade. “Este público é ativo e tem vontade de viver, quer socializar, aprender e reviver memórias. Um dos problemas para uma maior inclusão digital é a insegurança, falta de curadoria, impaciência e intolerância dos outros. Tecnologia melhora a vida dessas pessoas”, disse ao reforçar a missão da operadora em descomplicar o conhecimento para todos.

Mônica Martins é Gerente de Comunicação e responsável pelo Endomarketing da Mongeral Aegon
Mônica Martins é Gerente de Comunicação e responsável pelo Endomarketing da Mongeral Aegon

Outra empresa que também olhou para a comunicação interna foi a Mongeral Aegon. Mônica Martins, Gerente de Comunicação e responsável pelo Endomarketing da seguradora, classificou a clareza de objetivos como um dos principais pontos neste tipo de iniciativa. “É preciso conhecer a cultura da empresa e que os colaboradores comprem a ideia. O sentimento de integração e valorização precisa acontecer com quem está colocando a mão na massa. Também é necessário empoderar esse colaborador”, revelou. Para Mônica a comunicação dentro de casa chega a ser mais desafiadora. “É preciso ter coerência com aquilo que é dito e divulgado ao cliente. No caso da Mongeral Aegon a transparência é um valor na forma de relacionar-se. Também é preciso esclarecer como nos posicionamos diante da sociedade, pois a cultura interna nem sempre está escrita. Isso ajuda a identificar padrões de comportamento e quebrar paradigmas”, contou ao classificar os funcionários como “clientes que Iqueremos cuidar, reter e contamos”. 

Para a especialista é preciso assumir alguns riscos em um trabalho de endomarketing. “Na vida você define tudo através de decisão. É preciso também estar aberto para ouvir as pessoas, para se ter uma percepção de como as coisas estão sendo recebidas”, encerrou ao mencionar a importância da mensuração de resultados. Mônica Martins também demonstrou entusiasmo ao comentar sobre os preparativos para os 135 anos da Mongeral Aegon, que serão comemorados no próximo ano.

Inovação & Tendências – Imagens:

Susep desregulamenta corretores de seguros 10802

Solange Vieira é superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Decisão foi publicada nesta segunda-feira (11)

Após expedição de uma Medida Provisória pela Presidência da República, a Superintendência de Seguros Privados (Susep) deixa de regular os profissionais da corretagem de seguros. Durante o 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, a superintendente Solange Vieira havia comunicado que a categoria “está madura o suficiente para atuar em um ambiente mais flexível, sem a presença do regulador”.

Agora, os corretores não estão mais sujeitos à habilitação e ao recadastramento, antes feitos pela autarquia. O Brasil conta com quase 100 mil profissionais que atuam na corretagem de seguros. A partir de agora, o nicho parte para a autorregulação.

Confira nota emitida pela Susep, na íntegra:

Com o objetivo de gerar mais eficiência à gestão pública e concentrar esforços em atividades que demandem regulação específica, a Superintendência de Seguros Privados (Susep), por meio de Medida Provisória expedida pela Presidência da República, deixa de regular a categoria de corretores de seguros.

A iniciativa vem com o entendimento que a categoria está madura para atuar em um ambiente mais flexível, sem a presença do regulador, assim como acontece em diversos outros setores da economia. A autorregulação trará mais eficiência e mais liberdade ao setor de seguros.

Os corretores de seguros não estão mais sujeitos à habilitação e ao recadastramento, antes realizados pela Susep, o que representa menos custos para as duas partes.

Nos últimos anos, com a limitação nos gastos públicos e cortes orçamentários frequentes, a Susep tem buscado aumentar a sua eficiência regulatória. A autorregulação dos corretores aparece como uma opção viável dentro deste processo.

Hoje, os corretores representam cerca de cem mil registros, entre pessoas físicas e jurídicas. Entende-se que o desenvolvimento do setor será mais promissor se for permitido que a própria categoria se organize em torno da atividade de autorregulação, estabelecendo procedimentos próprios.

A autorregulação é um pleito antigo da categoria de corretores e a medida trará benefícios aos próprios profissionais e ao mercado de forma geral, beneficiando, em última instância, os consumidores de seguros.

Amil recebe reconhecimento do Tribunal de Justiça de São Paulo por iniciativas de conciliação 700

Amil recebe reconhecimento do Tribunal de Justiça de São Paulo por iniciativas de conciliação

Em setembro, a operadora participou da instalação do Centro Judiciário de Soluções de Conflitos da saúde privada

Referência de plano de saúde no país, a Amil recebeu no dia 4 de novembro a renovação do Selo Empresa Amiga da Justiça de 2019, concedido pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo (TJSP). O certificado é atribuído às companhias que contribuem para a disseminação da cultura de pacificação social por meio da utilização de métodos opcionais de solução de conflitos e que atingiram as metas estabelecidas no ano anterior.

Em 2017, a empresa se tornou o primeiro plano de saúde do Brasil a receber o selo do TJSP, pela parceria constante em projetos de conciliação. Em setembro de 2019, a operadora celebrou um acordo de cooperação com o TJSP e a Associação Brasileira de Planos de Saúde (Abramge) para a instalação de um Centro Judiciário de Soluções de Conflitos específico para questões relativas à saúde privada, que funciona no Fórum João Mendes Júnior.

“Esse é um reconhecimento pelo nosso comprometimento em incentivar a conciliação e em reduzir a judicialização no setor de saúde. Nossa parceria com os tribunais de diversos estados do País tem alcançado altos índices de resolução de conflitos”, afirma Eduardo Gil, diretor jurídico do UnitedHealth Group Brasil – grupo de saúde ao qual a Amil integra.

Os mutirões de conciliação realizados pela Amil culminaram em reconhecimentos também por outros tribunais e instituições. Alguns exemplos são o Selo de Qualidade do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) e o Selo Ouro, outorgado pelo Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR) e pelo Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc). A empresa também foi premiada pelo Conselho Nacional de Justiça, em fevereiro de 2018, com uma menção honrosa do Prêmio Conciliar é Legal, que reconhece nacionalmente boas práticas de soluções de conflitos.

Prevcom implanta projeto para atender a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais 696

Prevcom implanta projeto para atender a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais

Fundação cria grupo de trabalho, reúne parceiros e desenvolve guia para acelerar a disseminação das regras em toda a corporação

A Fundação de Previdência Complementar do Estado de São Paulo (Prevcom) reuniu quinta-feira (7) funcionários e parceiros para deflagrar o processo de implantação da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) nas operações e atividades relacionadas com seus 34 mil participantes. A Prevcom desenvolveu também um Guia Rápido com as orientações básicas para aplicação das normas definidas pela legislação.

A nova Lei entrará em vigor em 2020 e se aplica a todas as empresas públicas e privadas envolvidas no fornecimento de bens e serviços e tratamento de dados de indivíduos. Seu objetivo é respeitar os direitos fundamentais, proteger a privacidade, as informações pessoais e a liberdade de expressão.

A partir da aprovação da LGPD, em agosto de 2018, a Prevcom criou um grupo de trabalho para desenvolver o projeto de adequação da Fundação ao texto legal. A preparação envolveu a participação em congressos e seminários e a contratação da consultoria I.T. Partners para treinamento e capacitação da equipe que coordenará a implementação de todo sistema de segurança da informação, com Certificação ISO 27.000.

Na avaliação do presidente da Prevcom, Carlos Henrique Flory, é importante sair na frente, incorporar as novas normas ao trabalho diário da Fundação e sedimentar seus conceitos em toda corporação.

A reunião realizada na sede da Prevcom em São Paulo (SP) contou com a participação de representantes da Seguradora Mongeral Aegon, da empresa de sistemas MJDS, EFCAN Advogados, dos departamentos jurídico, de comunicação, Tecnologia da Informação e áreas de apoio essenciais para o relacionamento com os servidores estaduais e municipais inscritos nos planos de previdência complementar.

“Os parceiros e colaboradores são peças fundamentais para o sucesso do projeto e devem ser multiplicadores em suas equipes”, afirmou Flory. Segundo o presidente da entidade, “o sucesso da implantação da Lei depende dessa integração. Este componente é fundamental para que a Fundação consiga atender à legislação com qualidade e eficiência”.

Flory ressaltou os pontos positivos da nova legislação. “Não devemos enxergar a lei como um impeditivo mas como um benefício para o nosso trabalho e para os participantes pois promoverá um tratamento mais adequado e maior segurança aos dados que transitam na Prevcom e também são compartilhados com os parceiros”, declarou.

No Dia do Radialista, JRS lança podcast no Spotify 4309

No Dia do Radialista, JRS lança podcast no Spotify

Primeiro episódio do Podcast Sem Mistério aborda “Diversidade e Inclusão”, sob ótica dos setores de finanças e seguros

William Anthony, Correspondente do JRS em São Paulo / Arquivo JRS
William Anthony, Correspondente do JRS em São Paulo / Arquivo JRS

O Jornal Regional de Seguros comemora o Dia do Radialista com o lançamento de uma nova modalidade de produções. Agora, o Podcast Sem Mistério traz semanalmente um assunto em alta no cotidiano, sob a ótica dos setores de finanças e seguros. O programa é apresentado por William Anthony, Correspondente do JRS em São Paulo, e conta com episódios de aproximadamente 10 minutos.

A produção conta com apoio da Berkley Brasil Seguros e a primeira edição revela que uma pesquisa realizada pela DDI e a Ernest & Young aponta que dobra a propensão dos líderes trabalharem de forma colaborativa em empresas onde a diversidade é maior. Tal movimento impacta diretamente em soluções e oportunidades de negócios. O estudo ainda mostra que a pluralidade empresarial aumenta a sinergia dos colaboradores com os negócios e também cresce a chance da construção de fortes lideranças.

A Escola de Negócios e Seguros promoveu recentemente a terceira edição do Estudo Mulheres no Mercado de Seguros do Brasil. Os números apontam que chega a quase 26% o número de mulheres em cargos executivos nas companhias brasileiras de seguros. Em nível gerencial, elas são quase 47%, enquanto que em postos de coordenação, elas possuem uma participação de 54,4%. Os números são animadores, quando comparados à edição anterior do levantamento. No entanto, a representante da ONU Mulheres, Maristella Ianuzzi, ressalta que talentos não podem mais ser desperdiçados.

Dinâmico e em constante transformação, o setor de seguros está atento às estatísticas e movimentos da sociedade. Por isso, criou-se em 2019 o Dia da Diversidade e Inclusão do Setor de Seguros, celebrado anualmente em 25 de setembro. A AIG Seguros, por exemplo, auxiliou na consolidação de iniciativas como o Dive In, um movimento mundial que desencadeia em uma série de ações relacionadas à diversidade e inclusão. O CEO da companhia, Fabio Oliveira, acredita que é perceptível uma evolução em relação ao assunto, mas que ainda existe uma longa jornada a ser percorrida.

No caso da Marsh, uma das maiores corretoras de seguros em nível mundial, foram criados conselhos específicos para reforçar o engajamento dos colaboradores neste tipo de questão. Quem explicou um pouco mais sobre o assunto ao Podcast Sem Mistério foram as especialistas Mirna Andrade, Superintendente de Talentos e Aquisições da Marsh & McLennan Companies do Brasil, e Isabel Cardim, Superintendente de Marketing e Comunicação da Marsh.

Quando se fala em diversidade e inclusão, além de pontos relacionados a gênero e raça, não é possível deixar de considerar a população que está na melhor idade e também daqueles que possuem necessidades especiais. Isso impacta diretamente em questões como mobilidade urbana e planejamento financeiro.

Grupo Bradesco Seguros realiza 3ª Semana da Inovação 712

Grupo Bradesco Seguros realiza 3ª Semana da Inovação

Evento conta com palestras e debates que trazem reflexões sobre o profissional do futuro e como as mudanças da tecnologia vão afetar a sociedade nos próximos anos

O Grupo Bradesco Seguros promove, até a próxima sexta-feira (8), a sua 3ª Semana da Inovação. Voltada aos funcionários do Grupo Segurador e da Organização Bradesco, a iniciativa está sendo promovida nas sedes do Grupo em São Paulo e Rio de Janeiro. O tema deste ano é ‘Futurismo’ e tem como objetivo gerar reflexões sobre as mudanças tecnológicas, a possibilidade de as pessoas adquirirem novos conhecimentos e como podem aproveitar essas oportunidades de forma sustentável. São mais de 40 palestras voltadas para tecnologia, cultura corporativa, experiência dos clientes e habilidades do profissional do futuro.

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Entre os palestrantes, estão o empresário João Paulo Pacífico, CEO do do Grupo Gaia, para falar sobre cultura corporativa como pilar para inovação; o diretor Carlos Rivelli, da IBM Brasil, focada na Indústria 4.0 e nas soluções disruptivas que revolucionam o mercado; e o Head de Inovação – Cristiano Kruel da StartSe – para falar do efeito Flyweel como impulso para a inovação.

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Além de abordar as perspectivas do mercado segurador para os próximos anos, o Grupo Bradesco Seguros criou a Semana da Inovação com o intuito de aproximar os colaboradores das tecnologias mais inovadoras que estão sendo desenvolvidas pela companhia e pelos parceiros do Grupo. A companhia também participa do Programa de Inovação Aberta, gerido pelo Departamento de Inovação do Banco Bradesco – InovaBRA, que busca novos modelos de negócio aplicáveis ou adaptáveis aos produtos e serviços financeiros.

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