Parcerias digitais são capazes de atuar como consultoras para seguradoras em expansão 650

Rossana Costa é diretora da GEO / Divulgação

Confira artigo de Rossana Costa, diretora da GEO

O dicionário Houaiss define o consultor como aquele que “tem a função de aconselhar, emitir parecer técnico sobre determinado assunto de sua especialidade e/ou sugerir soluções”. Apesar dos enormes avanços tecnológicos em automação e inteligência artificial no setor de seguros, o trabalho de consultoria técnica do meio digital aparece entre as prioridades de corretores, seguradoras e da indústria como um todo.

Se antigamente o pensamento vigente era o de desenvolver todos os processos necessários de forma interna, com a atual expansão de mercados securitários essa obrigação ganhou mais complexidade em um mundo cada vez mais imediato e com exigência pela inovação. Nesse sentido, o suporte externo de empresas que oferecem soluções de rápida integração com a estrutura das grandes corporações virou um dos novos pilares da transformação digital.

No mercado de seguros, parte desta transformação veio das chamadas insurtechs, empresas de tecnologia que se propõem a resolver desafios do mercado de seguros com desenvolvimento ágil, geralmente com soluções digitais e baseadas em big data. Por conta destas características, tornou-se comum que seguradores busquem aliar-se a essas empresas para terceirizar ou incorporar serviços que, de outra forma, levariam meses e  dezenas de milhões de reais para serem implementados por conta própria. Até alguns anos atrás, muitas dessas seguradoras ainda apostavam a maior parte das suas fichas simplesmente na força de suas marcas, o que se provou ineficiente diante da explosão do mercado de startups.

A medida que esse tipo de parceria se consolida, é normal que as seguradoras cobrem mais inteligência de negócio e visão estratégica de longo prazo. Assim, o que poderia ser visto apenas como um suporte tecnológico pontual, hoje é encarado como um suporte especializado. Por isso, é importante que as insurtechs entendam também os gargalos nas áreas de legislação e regulação, estudem a demanda da área de atuação e analisem projeções futuras, que são algumas das medidas que qualificam o produto no momento de ser ofertado ao mercado. Infelizmente, não é sempre esse o caso.

Nesse sentido, algumas plataformas passaram a aliar experiência no mercado de seguros com a capacidade tecnológica de big data e análise de dados para entregar insights às seguradoras, e não limitar-se a processamento e entrega de grandes quantidades de dados estruturados. Assim, a visão estratégica compartilhada resulta também em dividendos para ambas as partes, seja para as apólices que já fazem parte do portfólio atual das seguradoras ou para novas adições.

Com esse arcabouço de qualidades desenvolvidas, esses parceiros também ganham destaque no mercado segurador como agentes de impulsionamento na contratação de seguros. Considerando que o Brasil faz parte das dez maiores economias globais, ocupar a 12ª posição no ranking de seguros e apenas a 45ª em arrecadação per capita em seguros demonstra o potencial que o segmento pode atingir nos próximos anos.

Analisando dessa forma, fica claro a necessidade das seguradoras por uma consultoria estratégica em um cenário que elas são desafiadas a investir em todos os segmentos securitários com o mesmo know-how e estrutura, enquanto convivem com demandas mais complexas de infraestrutura tecnológica e de relacionamento com parceiros e clientes. Esse tipo de solução também atrai os corretores de seguros, que teriam à disposição uma ferramenta que permite a entrada em novos segmentos sem ter que passar por um período extenso de especificação, que já teria sido feito pela empresa desenvolvedora e oferecida de forma didática.

Essa é uma estrutura em que todos podem se beneficiar ao expandir suas áreas de atuação e, assim, aumentar a contratação de ofertas de seguros. Seguros para a construção civil e o setor imobiliário, assim como seguros para a oferta de crédito com garantia de imóvel são alguns dos exemplos que podem se beneficiar ao ganhar mais visibilidade já que muitas vezes suas ofertas se concentram nas mãos de poucos players. Um cenário de baixa concorrência que tradicionalmente não estimula inovações como processos 100% digitais e com taxas mais baixas.

Dicas para voltar ao mercado de trabalho após pausa na carreira 535

Dicas para voltar ao mercado de trabalho após pausa na carreira

Manutenção da rede de contatos e atualização constante estão entre as principais sugestões

Diversos motivos levam profissionais a deixarem suas carreiras de lado por um período, seja para dedicar um tempo à criação dos filhos, para cuidar da saúde, investir em um projeto pessoal, entre outros motivos. Mas, independentemente da razão da pausa, retornar pode não ser tão simples.

É possível encontrar serviços de consultoria especializados em recolocação profissional, mas exige um bom investimento financeiro, e tudo que envolve gastar dinheiro para quem está sem trabalhar precisa ser bem planejado.

Mas, também existem diversas dicas gratuitas na internet que podem ajudar no processo de retorno ao mercado de trabalho.

Manutenção da rede de contatos

Um grande passo é compartilhar o seu objetivo com sua rede de contatos. Publique em suas redes sociais que pretende retornar ao mercado de trabalho, fale com pessoas de sua comunidade (igreja, grupos, academia, etc), caso não conheça muita gente, invista um tempo para ampliar sua rede.

Conseguir uma indicação para uma oportunidade de trabalho pode ser mais efetivo que enviar centenas de currículos online.

Manter-se atualizado

Dependendo do tempo que você ficar afastado do mercado, ferramentas podem ficar obsoletas, processos que eram triviais serem completamente alterados, dentre outras tantas possibilidades em cada área. Portanto, é preciso buscar atualização.

Essa atualização pode vir na forma de um curso, seja ele livre (de ferramentas da sua área, por exemplo) ou nos moldes tradicionais (graduação, pós-graduação, etc). O importante é que você tente estar “na mesma página” que os profissionais da sua área.

Criar oportunidades

Caso esteja difícil encontrar uma oferta, talvez seja interessante investir em um trabalho voluntário em sua área, caso tenha disponibilidade. Para isso é preciso acionar mais uma vez sua rede de contatos para encontrar empresas que tenham interesse e estrutura para te receber.

Júlia Senna é a nova Pedrinha Honorária 873

Entrega do pin especial do Clube da Pedrinha RS aconteceu no Acampamento Farroupilha

O Clube da Pedrinha do Rio Grande do Sul aproveitou o Acampamento Farroupilha, em Porto Alegre, para celebrar a data alusiva à Revolução Farroupilha e reunir seus participantes nesta quinta-feira, 12. O Piquete Portal do Rio Grande, dos anfitriões Clóvis Della Flora (Grupo Autosul) e Fernando Menezes (Sultec Vistorias), recebeu carinhosamente os pedrinhas.

A presidente da entidade, Ana Maria Pinto, entregou o pin de pedrinha honorária a editora-chefe do JRS, Júlia Senna. “Há anos contamos com o nosso querido amigo e pedrinha honorário Jota Carvalho, que infelizmente nos deixou. Como forma de mantê-los conosco, que estão sempre no nosso evento, entregamos este pin a nova pedrinha honorária”, destacou. “É uma alegria fazer parte de um grupo que acompanho há tantos anos, ele gostava muito dos amigos e com certeza está olhando por cada um dos pedrinhas lá de cima”, acrescentou Júlia Senna, referindo-se a Carvalho, que faleceu no último dia 30.

O momento também arrecadou alimentos não perecíveis que serão encaminhados a Confrasol, confraria da solidariedade do mercado segurador gaúcho que auxilia diversas instituições de caridade.

Desafios da LGPD na Saúde foram tema de evento da AIDA 528

Desafios da LGPD na Saúde foram tema de evento da AIDA

Encontro aconteceu no dia 06 de setembro, no Sindseg SP

No dia 06 de setembro, no auditório do Sindseg SP, os Grupos Nacionais de Trabalho de Saúde Suplementar, presidido por Milena Fratin, e Novas Tecnologias, presidido por Glória Faria, da Associação Internacional de Direito de Seguros (AIDA) reuniram especialistas do setor para discutir os desafios da Lei Geral de Proteção de Dados na Saúde.

Marcel Leonardi iniciou o evento com a palestra sobre o Cenário Geral acerca da legislação da proteção de dados, como regras atuais de proteção, princípios, término do tratamento de dados, direitos do titular dos dados, responsabilidade e sanções. “A ANPD tem como objetivo ter um papel tríplice, que seja de fiscalização, sancionatório e, eventualmente, que é o que se espera mais, um papel educacional”, explica. Logo após, a presidente do Grupo Nacional de Novas Tecnologias, Glória Faria, abordou os Agentes de Tratamento – Controlador x Operador, DPO.

Em seguida, foram apresentadas as Bases legais de tratamento – Legítimo interesse e consentimento por Gustavo Palheiro. “É muito importante entender como aplicar e enquadrar o seu tratamento de dados em cada uma das possíveis bases, esse é o primeiro passo para estar em conformidade com a LGPD”, afirma. Para Lidiane Mazzoni, as empresas precisam tomar muito cuidado nas escolhas das bases legais e no setor de saúde. “O tratamento dos dados sensíveis vai ser uma das maiores preocupações”, comenta.

Para Gabriel Schulman, a Lei tem muito impacto no setor de saúde, “a legislação vai reforçar o conjunto de deveres especialmente no que se diz respeito ao acesso que os pacientes vão passar a ter, a saber como seus dados vão ser utilizados e, também, apagar seus dados, que é novidade bastante interessante”, explica. Pedro Martins apresentou o tema Pesquisa Clínica – Peculiaridades. Para ele, o principal ponto dessa discussão é o que a LGPD considera órgão de pesquisa não é o mesmo que o Conselho Nacional de Saúde considera, então existe uma discrepância de conceitos.

O palestrante Henrique Motta falou sobre as boas práticas e proteção de dados. “Quando você passa a ter acesso a muita informação, inclusive a forma de comportamento de povos, localidades e etc, essas informações podem ser usadas de forma maliciosa e gerar ataques cibernéticos, que são muito perigosos”, conclui.

A abertura e o encerramento do evento ficou a cargo da Milena Fratin, presidente do Grupo Nacional de Trabalho de Saúde Suplementar da AIDA. “Foi um evento de altíssimo nível. Foi muito valioso dividir o conhecimento do Grupo de Saúde Suplementar com o Grupo de Novas Tecnologias”, agradece.

Seguros avançam no mercado do luto, que já movimenta R$ 7 bilhões por ano 592

Seguros avançam no mercado do luto, que já movimenta R$ 7 bilhões por ano

Proteções já representam 5% dos R$ 350 milhões de faturamento obtido pelo Grupo Invita

O Grupo Invita está colhendo bons resultados a partir da diversificação de produtos comercializados pelas 16 organizações do conglomerado que atuam em 13 estados do Brasil como funerárias, cemitérios, crematórios e empresas de planos funerários.

Os planos oferecidos por essas empresas aos clientes, que antes se limitavam aos produtos funerários, passaram a também incluir seguros e assistências a partir de 2014. Os novos negócios, que já equivalem a 5% dos R$ 350 milhões de faturamento do Grupo, deverão representar 15% em até 4 anos. O aumento é considerado expressivo em função da alta rentabilidade da operação. Hoje, os planos das organizações atendem mais de 3,5 milhões de pessoas.

Acordo mira empresas que movimentam R$ 7 bilhões

Os seguros e assistências estão sendo garantidos pela seguradora Mongeral Aegon, com a qual o Grupo firmou em 2017 um acordo de exclusividade para comercializar as apólices no mercado brasileiro do luto. O regime de exclusividade compreende não apenas a oferta de proteções para pessoas físicas, mas também a distribuição de seguros por meio de outras empresas que atuam nesse mercado que movimenta anualmente cerca de R$ 7 bilhões, conforme números do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep).

Nas transações com outras empresas do mercado do luto (B2B), o Grupo Invita está compartilhando o know-how que desenvolveu ao comercializar produtos que podem ser adquiridos em vida, a partir de uma estrutura originalmente concebida para oferecer soluções somente em caso de óbito. Os seguros atualmente comercializados garantem indenização em caso de morte, invalidez, doença grave, fratura nos ossos, hospitalização e outros eventos.

Conceito de Life Care

“A força da rede de empresas do Grupo Invita está propiciando a mudança do conceito de Death Care para Life Care, em que as organizações podem apoiar, cuidar e amparar as famílias em todos os momentos da vida”, salienta Gilmar de Melo Mendes, presidente do conselho de administração do Grupo. Ele conta que esse novo modelo empresarial exige uma profunda mudança de cultura, que impacta não apenas a área de vendas, mas também outros departamentos das organizações como administração, faturamento, atendimento ao cliente e, principalmente, tecnologia – “que é o principal pilar de qualquer gestão empresarial moderna”.

Conforme o executivo, o sistema Life Care dobrou o índice médio de retenção de novos clientes de planos e, ao mesmo tempo, vem proporcionando um número crescente de parcerias com outras organizações do mercado do luto. Neste ano, outros produtos de seguro serão disponibilizados, além de serviços de saúde e crédito a custos mais acessíveis em relação à média do mercado.

Composição do mercado do luto

O mercado brasileiro do luto possui aproximadamente 5.500 empresas funerárias legalizadas em funcionamento, além de mil cemitérios privados e 90 crematórios, que empregam de forma direta mais de 50 mil pessoas, segundo dados da Associação de empresas do setor funerário (Abredif), Centro de Tecnologia em Administração Funerária (CTAF) e Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil (Sincep).

Os Planos de Assistência Familiar, pagos mensalmente por milhões de pessoas, atendem, principalmente os públicos C e D. Esses, inicialmente apenas garantiam o atendimento emergencial às famílias na ocasião do óbito, mas hoje também oferecem serviços como rede de descontos em clínicas, academias, escolas e universidades, chegando a também ofertar material de convalescência, seguros, capitalização, empréstimos pessoais e um amplo leque de assistências (pet, veicular, sênior, etc.).

Além disso, outros diversos negócios ajudam a movimentar esse mercado, tais como floriculturas, transportadoras, indústrias de urnas e outros.

Potencial dos negócios com Life Care

Conforme o Grupo Invita, os negócios com Life Care, ou benefícios em vida, proporcionam serviços a custos acessíveis para famílias de todas as classes sociais que, muitas vezes não possuem condições de pagar por esses serviços. O objetivo é atender um mercado carente, uma vez que o país hoje possui 140 milhões de pessoas sem seguro de vida, 35 milhões de veículos sem seguros, 170 milhões de pessoas sem seguro dental e 50 milhões de residências sem seguro contra roubo ou incêndio. Além disso, 148 milhões de brasileiros não possuem convênio médico, 60% da população de baixa renda não tem acesso a cartões de crédito e 60 milhões de pessoas sequer possuem conta em banco – o equivalente a mais da metade da população economicamente ativa . Para contribuir com o atendimento dessas necessidades, o Grupo Invita está aproveitando a capilaridade de sua rede de distribuição e a associação com empresas parceiras para alcançar as mais diversas regiões do Brasil, incluindo as áreas mais remotas.

As empresas que compõem o Grupo Invita estão estabelecidas nos estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

Semana do Brasil: após quatro dias, varejo digital tem faturamento 37,6% maior do que o mesmo período de 2018 1018

Semana do Brasil: após quatro dias, varejo digital tem faturamento 37,6% maior do que o mesmo período de 2018

Levantamento do Compre & Confie mostra que o aumento é sutil em relação ao crescimento usual do e-commerce, na casa dos dois dígitos

A Semana do Brasil, uma tentativa de criar uma “Black Friday” brasileira, tem mostrado resultados sutis no varejo digital. Um levantamento realizado pelo Compre & Confie, empresa de inteligência de mercado focada em e-commerce, mostra que o faturamento dos quatro primeiros dias da data é 37,6% maior do que o mesmo período de 2018. Ao todo, a cifra é de R$ 1,1 bilhão.

O aumento vem puxado principalmente pela maior quantidade de pedidos realizados no período: 2,8 milhões de compras já foram realizadas entre os dias 06 e 10 de setembro (incremento de 42,1% em relação ao mesmo período do ano passado).

“Apesar do aumento aparentemente expressivo (próximo de 40%) nas vendas, devemos nos atentar que o e-commerce já apresenta um crescimento médio consistente de cerca de 20% em 2019, mesmo sem a data comemorativa. Além disso, o feriado prolongado na mesma data em 2018 é um fator que tem de ser observado, uma vez que colaborou para a redução das vendas pela internet no ano anterior.”, explica André Dias, diretor executivo do Compre & Confie.

Apesar de comprarem em maior volume, os brasileiros estão gastando menos em cada carrinho de compras. O tíquete médio é de R$ 403,50, queda de 3,2% em relação ao mesmo período de 2018.

Consumo em setembro

Ainda de acordo com o levantamento, o número de pedidos feitos via e-commerce é 18,1% maior do que o registrado na semana anterior ao evento.

O pico no consumo também traz resultados em faturamento. A cifra atingida é 21,2% maior do que a registrada na primeira semana do mês.

O perfil do consumidor

Nacionalmente, os homens são responsáveis pelas compras de maior tíquete médio. De acordo com o levantamento, 54,2% do faturamento da data está relacionado às compras feitas pelo público masculino, que têm tíquete médio de R$ 452,80 (enquanto as mulheres gastam, em média, R$ 357,40).

As mulheres, por outro lado, trazem a maior quantidade de pedidos realizados: 51,7% das compras realizadas são feitas por elas, enquanto os homens são responsáveis pelos demais 48,3%.