Surge no radar um acordo comercial com os EUA no agronegócio 540

Surge no radar um acordo comercial com os EUA no agronegócio

Confira análise realizada pelo professor Marcos Fava Neves

De estudos mundiais relevantes que pude ver publicados em julho, vale destacar o novo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da FAO, a agência da ONU para agricultura e alimentação reforçando o papel das Américas na produção e exportação de alimentos. O estudo coloca que América Latina e o Caribe devem passar de 23 para 25% das crescentes exportações mundiais dos agronegócios até 2028. Divididas pelas principais commodities, em dez anos o açúcar cresce 7%, arroz 24%, trigo 23%, oleaginosas 40,5%, carne bovina 57%, frango 27% e suínos 33%.

Impulsionados por este aumento de exportações, a produção de cereais deste grupo de países crescerá 22%, puxando para cima a média mundial de crescimento prevista em 15% (a produção mundial atingirá 3,053 bilhões de toneladas). Nas carnes, nossa região crescerá 16%, também acima do crescimento mundial de produção, prevista em 13%. Ou seja, bem mais que a média mundial.

O professor Marcos Fava Neves / Divulgação
O professor Marcos Fava Neves / Divulgação

O relatório fortalece nossa hipótese de que o abastecimento das crescentes importações da Ásia e da África (apesar de que a taxa de crescimento do consumo mundial de grãos cai de 2,1% a.a. para 1,2% a.a.) será feita pela nossa produção. O ponto negativo é que relatório também prevê que os preços em dólar caiam cerca de 1,2% ao ano em termos reais, ou seja, temos mercado, mas é preciso de mais eficiência para ter lucro.

No caso do milho aguardam que em 2028 a produção tenha aumentado 183 milhões de toneladas, assim distribuídas: China 47 m.t.; EUA 31 m.t.; Brasil 25 m.t.; Argentina 17 m.t. e Ucrânia 6 m.t. O consumo em 2028 seria de quase 190 milhões de toneladas a mais. Na última década o consumo cresceu 265 milhões de toneladas (comparando-se ao que era consumido em 2008 com 2018). O mercado importador de milho crescerá 33 milhões de toneladas, atingindo 193 milhões em 2028, e 90% será exportado por cinco países (EUA, Brasil, Argentina, Ucrânia e Rússia).  Os cinco maiores compradores mundiais de milho serão México, União Europeia, Japão, Coréia do Sul e Egito, com quase 45% do total.

Pelo mesmo relatório, nos próximos 10 anos, o crescimento da produção de soja no Brasil deve superar 1,8% ao ano, e nos EUA, 1,2% ao ano. Por esta projeção, chegaremos a produzir 144 milhões de toneladas de soja em 2028.  A China deve importar cerca de 113 m.t. de soja em 2028, quase 65% do total. Quase 90% da soja exportada será do Brasil, EUA e Argentina, sendo que o Brasil deve atingir sozinho mais de 42%. Ou seja, um vendedor com mais de 40% e três vendedores com 90%.

O Banco UBS também lançou um estudo (Food Revolution) onde mapeia oportunidades de US$ 700 bi no agro com as novas tecnologias e a digitalização. O uso de tecnologia aumentará bastante (estimam que seja um mercado de US$ 90 bilhões em 2030) e o mercado de proteínas vegetais (carnes de laboratório) devem saltar para US$ 85 bilhões em 2030 contra os atuais US$ 4,6 bilhões. O delivery é outra área em crescimento, aumentando cinco vezes em 12 anos.  Enfim, grandes oportunidades pela frente.

Ainda na temática mundial do agro em julho, mais detalhes sobre o acordo com a União Europeia foram divulgados. Pela análise do MAPA, quando em regime total, 82% dos produtos agro do Brasil terão acesso livre ao mercado europeu.  Outros 18% dos produtos passarão por cotas. Diversas frutas que pagavam tarifas ao redor de 10% irão a zero em 10 anos (melancia, maçã, limão, lima, abacate, uva, entre outras). No caso do café processado em quatro anos, cai a zero a tarifa atual de 9%, no fumo também cai a zero de 4 a 7 anos, dependendo do estágio de processamento. Para peixes e outros pescados de 7 a 10 anos para caírem todas as tarifas. Estes fazem parte dos 82% que não terão restrições de cotas.

Dos que terão cotas (volumes), vale destacar a carne bovina (99 mil toneladas peso carcaça com tarifa de 7,5%), e a tarifa de 20% da cota Hilton (10 mil toneladas) cai a zero no início da vigência do acordo. Nas aves a cota estabelecida foi de 180 mil toneladas com tarifa zero. Na suína, perdurou uma tarifa de 83 euros por tonelada para 25 mil toneladas, e no ovo 3 mil toneladas sem tarifa. No açúcar são 180 mil toneladas sem tarifa, no arroz 60 mil toneladas e no milho, 1 milhão de toneladas. Estes volumes todos podem aumentar a partir do quinto ano de vigência. No caso dos biocombustíveis, o etanol ficou com 450 mil toneladas de cotas para tarifa zero. Abre-se mais o mercado para cachaça cuja taxa cai de 9 para 0, em 4 anos (fonte: MAPA). As tarifas para o suco de laranja também vão a zero em 10 anos.

Outro estudo interessante lançado em julho este no Brasil, foi a tradicional estimativa de 10 anos do Ministério da Agricultura.  No cenário base, teremos que plantar a mais nos próximos 10 anos o total de 10,3 milhões de hectares. Iríamos dos atuais 75,4 milhões de hectares para 85,68 milhões quando se consideram todas as lavouras e especificamente nos grãos, saltaremos de 62,9 milhões de hectares para 72,4 milhões. Com este aumento de área e de produtividade, passaremos das atuais 236,7 milhões de toneladas para 300 milhões produzidas.

Boas notícias e oportunidades para o médio prazo. No curto prazo desta safra, a variável mais importante agora é acompanhar o desempenho da gigantesca safra americana. O fato é que áreas do corn belt americano agora enfrentam fortes temperaturas e período muito seco. Existe muita incerteza ainda com relação à produtividade desta safra. No final de julho as lavouras de milho classificadas com boas ou excelentes eram 58%, 14% abaixo da safra passada, que tinha 72% nestas condições. Na soja, 54% classificadas com boas ou excelentes, contra 70% do ano passado. Ainda há incerteza também na área total plantada e qualquer problema climático adicional trará grande impacto. Os preços dos grãos ficaram estáveis no mês, e este ponto é o que pode fazer variar mais fortemente em agosto.

No âmbito da peste suína africana, a China importou em junho mais de 160 mil toneladas de suínos, volume 63% maior que o mesmo mês de 2018.  No ano, as importações chinesas passaram de 800 mil toneladas, 26% a mais. Os preços subiram mais de 20% ao consumidor, e as importações de carne bovina estão batendo recordes, rumando para 150 mil toneladas ao mês, sendo até o momento, a Austrália, o grande ganhador nas exportações para este mercado, com crescimento de 55% em relação ao ano passado. Preocupa a inflação dos alimentos na China e isto pode ter impactos positivos ao agro brasileiro. Também o esperado gesto de “goodwill” (boa vontade) dos chineses em retomar importações do agro americano não aconteceu em julho. Vamos observar em agosto.

Para concluir um mês com bons sinais de longo prazo no seu último dia, Ministro Paulo Guedes anuncia oficialmente o início dos trabalhos para a construção de um acordo comercial entre EUA e Brasil. Ai sim estamos falando de coisas grandes. Vejam só, mesmo em produtos do agronegócio, os EUA importaram ano passado US$ 130 bilhões, e suas importações aumentaram US$ 50 bilhões em 10 anos. O Brasil exportou US$ 100 bilhões, ou seja, só os EUA importam mais do que exportamos no mundo todo.

Os cinco fatos do agro para acompanhar agora diariamente em agosto são:

  1. O mais importante: o andamento do clima na safra dos EUA e as estimativas de produção;
  2. A estimativas de importações de carnes vindas da China com os impactos da evolução da peste suína africana. Grande incerteza.
  3. As questões comerciais de China e EUA e se haverá mesmo gesto de boa vontade para aumentar a importação de alimentos dos EUA pela China visando acelerar as negociações, sendo este um risco ao Brasil;
  4. A retomada dos trabalhos no Congresso e Senado e o andamento das reformas da previdência e outras;
  5. Evoluções do acordo comercial Mercosul e União Europeia.

Passei duas semanas na China, estou com o cérebro esgotado com tudo o que eu vi, uma velocidade impressionante. Tenho feito um esforço de colocar o aprendizado nas mídias sociais e farei texto específico sobre isto. Acompanhem!

*Marcos Fava Neves é Professor Titular (em tempo parcial) das Faculdades de Administração da USP em Ribeirão Preto e da EAESP/FGV em São Paulo, especialista em planejamento estratégico do agronegócio.

Como será o setor de seguros de pessoas nos próximos quatro anos? 954

Live do ISB com diretores da Sancor Seguros contou com projeções de longo prazo

O Instituto Superior de Seguros e Benefícios do Brasil (ISB) promoveu, nesta quinta-feira, 2, a “Quinta com Benefícios”, live que contou com a participação de Leandro Poretti, diretor-geral da Sancor Seguros, acompanhado de diretores da companhia. Ao vivo, os executivos da seguradora destacaram uma circunstância diferenciada da empresa no comparativo às demais congêneres em atividade no mercado brasileiro: o fato de a Sancor estar retomando antes das demais seguradoras o trabalho presencial, tendo em vista que a sede principal no Brasil é localizada no Interior, onde a pandemia se alastra bem menos que nas capitais.

Localizada em Maringá, no norte do Paraná, a Sancor retomou às atividades presenciais em meados de junho, o que não significa, todavia, que tenha abortado as operações digitais. Pelo contrário, a cidade paranaense está recebendo o projeto piloto de um aplicativo de telemedicina já bastante difundido pela Sancor no mercado argentino. Conforme o diretor-geral destacou na live, o serviço prevê a inclusão de teleconsultas nos planos de saúde coletivos e individuais a serem oferecidos pela seguradora no futuro próximo.

Os palestrantes também salientaram o crescimento, no mercado brasileiro, da verificação de sinistros por imagem, tanto nos ramos de Vida como nos Ramos Elementares, apontando essa inovação com consequência dos avanços tecnológicos que foram implementados durante o período de distanciamento social.

Outro destaque da transmissão online foi a palestra de Fernando Ortega. O economista se propôs a apresentar números que permitem projetar como estará o mercado de seguros quatro anos depois do final da pandemia. Ele denominou as projeções apresentadas como “Impacto do Covid-19 sob o enfoque do longo prazo.

Os primeiros gráficos mostraram que o PIB do Brasil havia crescido 48% no acumulado dos anos de 2004 a 2013, época em que o Governo Federal conseguia arrecadar mais que gastar. Em contrapartida, a partir da crise econômica que estourou na segunda metade da década passada, os números ficaram negativos no acumulado entre 2014 a 2023, evidentemente considerando o intervalo entre 2021 e 2023 como hipótese futura. Como o Governo tem gastado mais recursos que arrecadado, a projeção é de que o país tenha um decréscimo acumulado de – 1,06% no PIB daqui a três anos.

Todavia, conforme indicadores tabulados em outra pesquisa internacional, em que mais de 3 mil pessoas de 15 países foram ouvidas, a mudança de comportamento do consumidor mundial, em decorrência da pandemia, sinaliza um maior interesse das pessoas por produtos de seguros de pessoas.

O levantamento apresentado na live identificou, como possíveis impactos permanentes no comportamento do consumidor no pós-pandemia, o seguinte: 60% das pessoas está dedicando o tempo em autocuidado e bem-estar; 57% passaram a se exercitar em casa; 64% estão mais atentos em reduzir desperdícios; 50% estão considerando mais a saúde ao comprar um produto.

Na interpretação do palestrante, os dados indicam pessoas mais focadas em vida, em saúde e na proteção da família que em bens materiais. Ele acrescenta que essa nova tendência já reflete no mercado, o qual registrou um crescimento de 1% do setor de seguros de pessoas, de janeiro a abril, no Brasil, onde o seguro automóvel, por exemplo, despencou.

“A crise econômica pode, inclusive, provocar a aceleração na reforma administrativa e reforma tributária. Além disso, o brasileiro está acostumado com crises, sendo bastante resoluto em conseguir se adaptar. Já se enxerga uma recuperação até em 2021, com crescimento projetado de até 4% na economia nacional”, projetou o analista. Falando em seguros, Ortega identifica que este mercado tem muito a crescer no país. “As seguradoras e corretores estão entendendo um pouco mais as necessidades do consumidor. O ouvir o cliente, entregar uma solução sob medida, cruzar dados sobre o perfil do consumidor têm possibilitado às companhias oferecer o que o cliente precisa”, reforçou.

O trabalho remoto será constante, crescimento da modalidade de cursos à distância, crescimento de seguros de infraestrutura, de seguros prestamistas, em razão da necessidade de se abrir o crédito, foram outras conclusões que os participantes do fórum do ISB e Sancor Seguros destacaram para a audiência, durante 90 minutos de live, acompanhada pela reportagem JRS.

Está no ar o podcast: “Inovação na saúde: como tecnologia e humanização andam de mãos dadas” 873

São pouco mais de 20 minutos cheios de informações sobre os bastidores da telemedicina na SulAmérica

O movimento de transformação digital chegou na saúde e foi regularizada a teleconsulta, ou seja, a possibilidade de fazer um atendimento médico completo via tela, sem sair de casa, sem enfrentar o trânsito. Mas a telemedicina não se faz com uma chamada de vídeo comum. Há muita tecnologia e um pensamento totalmente digital que coloca o cliente no centro de todo esse serviço.

Cristiano Barbieri, vice-presidente de Estratégia Digital, Inovação e Tecnologia na SulAmérica, e Gustavo Passi, Evangelizador Digital na empresa, conversaram com a jornalista Barbara Guerra sobre a tecnologia e a estratégia por trás do Saúde na Tela.

Se eu fosse você, clicava em um dos links e ouvia agora mesmo:
Estadão
Spotify
Deezer

São pouco mais de 20 minutos cheios de informações sobre os bastidores da telemedicina na SulAmérica. E se quiser depois aprofundar o assunto, nos avise que marcamos uma entrevista com nossos porta-vozes.

Carteira digital está disponível em todo o país 808

Motoristas de todos os estados e do Distrito Federal já podem portar a versão eletrônica do CRLV nos celulares por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito

Agora todos os motoristas e proprietários de veículos do país podem ter os documentos de porte obrigatório de trânsito no celular por meio do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), desenvolvido pelo Serpro para o Ministério da Infraestrutura. Nesta quarta-feira, 1º, o Pará foi a última localidade a oferecer a versão eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV) para a população do estado. O CRLV digital, que já é utilizado por mais de 4 milhões de proprietários de veículos, tem a mesma validade jurídica do documento impresso e pode ser compartilhado eletronicamente de forma segura. A Carteira Nacional de Habilitação (CNH) já estava disponível para todos os motoristas do país desde 2018.

“Essa é uma revolução de décadas, que permite que o cidadão possa ter, na palma da mão, documentos eletrônicos com o mesmo valor jurídico dos físicos”, celebrou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas. O ministro ressaltou ainda que a tecnologia traz a vantagem de desburocratizar processos e reduzir custos exigidos pela emissão dos documentos em papel. De acordo com a resolução nº 788 do Conselho Nacional de Trânsito, todas as 27 unidades da federação deveriam adotar o CRLV digital até 31 de julho.

Para ter o CRLV digital, o cidadão deve fazer primeiro o download do aplicativo Carteira Digital de Trânsito (CDT), disponível gratuitamente no Google Play e App Store, o aplicativo permite que sejam adicionadas as versões eletrônicas tanto do documento veicular quanto da carteira de habilitação. O cadastramento do veículo pode ser realizado no próprio aplicativo, mas o proprietário deve estar em dia com o licenciamento anual. Após serem baixadas, as versões eletrônicas dos documentos ficam disponíveis no dispositivo móvel mesmo sem internet.

Compartilhamento

O CRLV Digital também pode ser compartilhado para outra pessoa que utiliza o mesmo veículo, desde que ela também já tenha instalado, em seu dispositivo móvel, o aplicativo CDT. O compartilhamento pode ser realizado para até cinco pessoas ao mesmo tempo. Quem recebe o CRLV digital não consegue exportar ou compartilhar o documento, mas pode apresentá-lo às autoridades de trânsito. Quando o proprietário do veículo não quiser mais compartilhar o documento, é só cancelar a opção no aplicativo. Quem ainda quiser o documento em papel pode fazer a impressão de sua própria casa a partir do próprio aplicativo ou acessando o Portal de Serviços do Denatran. A validade jurídica do documento fica garantida pelo QR Code desenvolvido pelo Serpro.

AT&M apresenta solução inédita para apólices do transporte 1030

Responsável por mais de 90% da averbação do seguro de transporte no Brasil, a empresa desenvolveu solução que facilita a gestão e o cálculo do faturamento

Líder no mercado nacional, a AT&M registra a média R$ 500 bilhões em movimentação de cargas por mês e conta 45 milhões de CT-es emitidos (CTE significa Conhecimento de Transporte Eletrônico, documento digital criado para registrar, para fins fiscais, a atividade de transporte. Essa quantidade de cargas é averbada através de soluções tecnológicas desenvolvidas pela empresa. Contudo, para aprimorar a troca de informações seguras entre corretores, seguradoras e transportadoras, a AT&M vai além da averbação do seguro e está apresentando uma tecnologia inédita no país, para a gestão e cálculos do faturamento de apólices no segmento de transporte de cargas.

Segundo Thiago Marques, diretor de Operações, a tecnologia denominada Gcorr – Inovação em soluções de faturamento- foi desenvolvida para ser o braço direito dos corretores de seguros na hora de realizar o seu faturamento. Com investimentos contínuos, a AT&M destinou mais de R$1 milhão em pesquisas de novas tecnologias e ferramentas, tendo o Gcorr como um dos frutos colhidos”, destaca Marques.

O principal objetivo da nova tecnologia é auxiliar corretores de seguros, que em muitos casos realizam o cálculo em planilhas de excel, incluindo taxa, origem e destino, na hora de cobrar a apólice do seguro das seguradoras e transportadoras. A plataforma realiza o cálculo de todas essas etapas. Neste caso, o corretor precisa cadastrar somente os dados do cliente e as informações da apólice. Além disso, a tecnologia é flexível e possibilita alterar os dados incorretos, para que o sistema refaça o cálculo corretamente.

Marques explica que a emissão da fatura de forma manual pode demorar semanas para ser concluída, dependendo do porte da corretora de seguros. “Além de tornar o procedimento bem mais ágil, o Gcorr permite a alteração nos valores de embarques ou adequação da apólice do prêmio, evitando descontos ou reajustes incorretos”, informa.

Depois de cada cadastro, nos próximos meses, a fatura é gerada de forma automática para o recebimento do valor à seguradora. Além da instalação da tecnologia na corretora, que acontece de forma rápida e prática, a AT&M oferece treinamento para corretores e suporte 24 horas com equipe capacitada para o esclarecimento de dúvidas. “Enfim, a tecnologia do Gcorr é considerada como uma solução 3 em 1, com as principais funções de Cálculo de Prêmio, Gestão de Carteira e Gestão de Faturamento, finaliza Thiago Marques.​

CVG RS participa de webinário promovido pela Sancor Seguros 1117

Seminário estará online na próxima segunda-feira, 6 de julho, no youtube, com participação da presidente do Clube, Andreia Araújo

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) vai estar presente na próxima edição do SancorTalks, promovida pela Sancor Seguros. O webinário “Oportunidades e inovações em seguros de pessoas nos dias atuais” será realizado nesta segunda-feira, 06, às 19h. Ao lado de Rafael Leonel, gerente nacional de vida da Sancor Seguros, a presidente do CVG RS Andreia Araújo busca contribuir no debate sobre um dos temas mais relevantes para o desenvolvimento do mercado segurador no Brasil.

“O tema seguro de pessoas nunca esteve tanto em debate, seja por abrangência de coberturas seja pelas novas formas de distribuição. Precisamos aproveitar todos os momentos para disseminar cada vez mais a importância do seguro de pessoas”, afirma Andreia. O webinário estará disponível no canal da Sancor Seguros no YouTube.