Surge no radar um acordo comercial com os EUA no agronegócio 367

Surge no radar um acordo comercial com os EUA no agronegócio

Confira análise realizada pelo professor Marcos Fava Neves

De estudos mundiais relevantes que pude ver publicados em julho, vale destacar o novo relatório da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da FAO, a agência da ONU para agricultura e alimentação reforçando o papel das Américas na produção e exportação de alimentos. O estudo coloca que América Latina e o Caribe devem passar de 23 para 25% das crescentes exportações mundiais dos agronegócios até 2028. Divididas pelas principais commodities, em dez anos o açúcar cresce 7%, arroz 24%, trigo 23%, oleaginosas 40,5%, carne bovina 57%, frango 27% e suínos 33%.

Impulsionados por este aumento de exportações, a produção de cereais deste grupo de países crescerá 22%, puxando para cima a média mundial de crescimento prevista em 15% (a produção mundial atingirá 3,053 bilhões de toneladas). Nas carnes, nossa região crescerá 16%, também acima do crescimento mundial de produção, prevista em 13%. Ou seja, bem mais que a média mundial.

O professor Marcos Fava Neves / Divulgação
O professor Marcos Fava Neves / Divulgação

O relatório fortalece nossa hipótese de que o abastecimento das crescentes importações da Ásia e da África (apesar de que a taxa de crescimento do consumo mundial de grãos cai de 2,1% a.a. para 1,2% a.a.) será feita pela nossa produção. O ponto negativo é que relatório também prevê que os preços em dólar caiam cerca de 1,2% ao ano em termos reais, ou seja, temos mercado, mas é preciso de mais eficiência para ter lucro.

No caso do milho aguardam que em 2028 a produção tenha aumentado 183 milhões de toneladas, assim distribuídas: China 47 m.t.; EUA 31 m.t.; Brasil 25 m.t.; Argentina 17 m.t. e Ucrânia 6 m.t. O consumo em 2028 seria de quase 190 milhões de toneladas a mais. Na última década o consumo cresceu 265 milhões de toneladas (comparando-se ao que era consumido em 2008 com 2018). O mercado importador de milho crescerá 33 milhões de toneladas, atingindo 193 milhões em 2028, e 90% será exportado por cinco países (EUA, Brasil, Argentina, Ucrânia e Rússia).  Os cinco maiores compradores mundiais de milho serão México, União Europeia, Japão, Coréia do Sul e Egito, com quase 45% do total.

Pelo mesmo relatório, nos próximos 10 anos, o crescimento da produção de soja no Brasil deve superar 1,8% ao ano, e nos EUA, 1,2% ao ano. Por esta projeção, chegaremos a produzir 144 milhões de toneladas de soja em 2028.  A China deve importar cerca de 113 m.t. de soja em 2028, quase 65% do total. Quase 90% da soja exportada será do Brasil, EUA e Argentina, sendo que o Brasil deve atingir sozinho mais de 42%. Ou seja, um vendedor com mais de 40% e três vendedores com 90%.

O Banco UBS também lançou um estudo (Food Revolution) onde mapeia oportunidades de US$ 700 bi no agro com as novas tecnologias e a digitalização. O uso de tecnologia aumentará bastante (estimam que seja um mercado de US$ 90 bilhões em 2030) e o mercado de proteínas vegetais (carnes de laboratório) devem saltar para US$ 85 bilhões em 2030 contra os atuais US$ 4,6 bilhões. O delivery é outra área em crescimento, aumentando cinco vezes em 12 anos.  Enfim, grandes oportunidades pela frente.

Ainda na temática mundial do agro em julho, mais detalhes sobre o acordo com a União Europeia foram divulgados. Pela análise do MAPA, quando em regime total, 82% dos produtos agro do Brasil terão acesso livre ao mercado europeu.  Outros 18% dos produtos passarão por cotas. Diversas frutas que pagavam tarifas ao redor de 10% irão a zero em 10 anos (melancia, maçã, limão, lima, abacate, uva, entre outras). No caso do café processado em quatro anos, cai a zero a tarifa atual de 9%, no fumo também cai a zero de 4 a 7 anos, dependendo do estágio de processamento. Para peixes e outros pescados de 7 a 10 anos para caírem todas as tarifas. Estes fazem parte dos 82% que não terão restrições de cotas.

Dos que terão cotas (volumes), vale destacar a carne bovina (99 mil toneladas peso carcaça com tarifa de 7,5%), e a tarifa de 20% da cota Hilton (10 mil toneladas) cai a zero no início da vigência do acordo. Nas aves a cota estabelecida foi de 180 mil toneladas com tarifa zero. Na suína, perdurou uma tarifa de 83 euros por tonelada para 25 mil toneladas, e no ovo 3 mil toneladas sem tarifa. No açúcar são 180 mil toneladas sem tarifa, no arroz 60 mil toneladas e no milho, 1 milhão de toneladas. Estes volumes todos podem aumentar a partir do quinto ano de vigência. No caso dos biocombustíveis, o etanol ficou com 450 mil toneladas de cotas para tarifa zero. Abre-se mais o mercado para cachaça cuja taxa cai de 9 para 0, em 4 anos (fonte: MAPA). As tarifas para o suco de laranja também vão a zero em 10 anos.

Outro estudo interessante lançado em julho este no Brasil, foi a tradicional estimativa de 10 anos do Ministério da Agricultura.  No cenário base, teremos que plantar a mais nos próximos 10 anos o total de 10,3 milhões de hectares. Iríamos dos atuais 75,4 milhões de hectares para 85,68 milhões quando se consideram todas as lavouras e especificamente nos grãos, saltaremos de 62,9 milhões de hectares para 72,4 milhões. Com este aumento de área e de produtividade, passaremos das atuais 236,7 milhões de toneladas para 300 milhões produzidas.

Boas notícias e oportunidades para o médio prazo. No curto prazo desta safra, a variável mais importante agora é acompanhar o desempenho da gigantesca safra americana. O fato é que áreas do corn belt americano agora enfrentam fortes temperaturas e período muito seco. Existe muita incerteza ainda com relação à produtividade desta safra. No final de julho as lavouras de milho classificadas com boas ou excelentes eram 58%, 14% abaixo da safra passada, que tinha 72% nestas condições. Na soja, 54% classificadas com boas ou excelentes, contra 70% do ano passado. Ainda há incerteza também na área total plantada e qualquer problema climático adicional trará grande impacto. Os preços dos grãos ficaram estáveis no mês, e este ponto é o que pode fazer variar mais fortemente em agosto.

No âmbito da peste suína africana, a China importou em junho mais de 160 mil toneladas de suínos, volume 63% maior que o mesmo mês de 2018.  No ano, as importações chinesas passaram de 800 mil toneladas, 26% a mais. Os preços subiram mais de 20% ao consumidor, e as importações de carne bovina estão batendo recordes, rumando para 150 mil toneladas ao mês, sendo até o momento, a Austrália, o grande ganhador nas exportações para este mercado, com crescimento de 55% em relação ao ano passado. Preocupa a inflação dos alimentos na China e isto pode ter impactos positivos ao agro brasileiro. Também o esperado gesto de “goodwill” (boa vontade) dos chineses em retomar importações do agro americano não aconteceu em julho. Vamos observar em agosto.

Para concluir um mês com bons sinais de longo prazo no seu último dia, Ministro Paulo Guedes anuncia oficialmente o início dos trabalhos para a construção de um acordo comercial entre EUA e Brasil. Ai sim estamos falando de coisas grandes. Vejam só, mesmo em produtos do agronegócio, os EUA importaram ano passado US$ 130 bilhões, e suas importações aumentaram US$ 50 bilhões em 10 anos. O Brasil exportou US$ 100 bilhões, ou seja, só os EUA importam mais do que exportamos no mundo todo.

Os cinco fatos do agro para acompanhar agora diariamente em agosto são:

  1. O mais importante: o andamento do clima na safra dos EUA e as estimativas de produção;
  2. A estimativas de importações de carnes vindas da China com os impactos da evolução da peste suína africana. Grande incerteza.
  3. As questões comerciais de China e EUA e se haverá mesmo gesto de boa vontade para aumentar a importação de alimentos dos EUA pela China visando acelerar as negociações, sendo este um risco ao Brasil;
  4. A retomada dos trabalhos no Congresso e Senado e o andamento das reformas da previdência e outras;
  5. Evoluções do acordo comercial Mercosul e União Europeia.

Passei duas semanas na China, estou com o cérebro esgotado com tudo o que eu vi, uma velocidade impressionante. Tenho feito um esforço de colocar o aprendizado nas mídias sociais e farei texto específico sobre isto. Acompanhem!

*Marcos Fava Neves é Professor Titular (em tempo parcial) das Faculdades de Administração da USP em Ribeirão Preto e da EAESP/FGV em São Paulo, especialista em planejamento estratégico do agronegócio.

Mobiauto adquire segunda maior empresa de repasse de automóveis do País 255

Mobiauto adquire segunda maior empresa de repasse de automóveis do País

Aquisição foi uma estratégia para acelerar ainda mais o crescimento da empresa, que até então atuava no mercado B2C

Segundo o CEO da Mobiauto, Sant Clair de Castro Júnior, o plano original da empresa era criar uma ferramenta que facilitasse o processo de repasse de veículos entre concessionários e lojistas. “Porém, notamos a necessidade de acelerar o processo e comprar uma empresa com a ferramenta pronta e know-how neste setor – além de significativa aceitação e usabilidade. Começamos atuando apenas com venda B2C, na qual os carros das revendas ativas eram disponibilizados para pessoa física por meio de anúncio feito no nosso portal de classificados. Agora, com a PasseCarros, poderemos atuar também no setor B2B, ajudando as lojas a abastecerem seus estoques para melhor servir seus clientes”, afirma.

Neste momento, a Mobiauto conta com 70 pessoas no seu quadro de funcionários para seguir o plano de crescer exponencialmente mês a mês. Na fase de lançamento, em julho, eram 54 colaboradores. O objetivo é dobrar o tamanho nos próximos 12 meses, em quantidade de carros vendidos e faturamento. “Em pouco tempo, a empresa tem se mostrado efetiva em impactar o comércio”, reitera Sant Clair.

Para ele, ferramentas como a PasseCarros agilizam o processo de repasse de veículos usados e seminovos, potencializando as vendas dos concessionários. “Quando você resolve comprar um carro novo, geralmente, tem a opção de dar o seu carro como parte do valor. No entanto, algumas vezes o veículo usado como entrada não atende o público daquela concessionária ou loja, por isso há a necessidade do repasse do automóvel entre eles”, exemplifica.

Associação dos Terminais Portuários Privados comemora MP da Liberdade Econômica 269

Associação dos Terminais Portuários Privados comemora MP da Liberdade Econômica

Confira nota de posicionamento emitida pela entidade

A Associação dos Terminais Portuários Privados (ATP) comemora os avanços na diminuição da burocracia para a atuação do setor portuário privado presentes na Medida Provisória da Liberdade Econômica, aprovada ontem pelo Senado Federal. Entre os benefícios trazidos pelo texto, destacamos o estabelecimento do tempo máximo para análise de pedidos referentes à autorização, licença, registro, alvará, entre outros.

“Uma das principais bandeiras da ATP é a desburocratização de processos no setor portuário privado. Temos situações de terminais que aguardam por anos para a liberação de uma licença ambiental, por exemplo. Com prazos claros e a definição do tempo máximo para análise, teremos ainda mais segurança jurídica para o investidor. Por isso, precisamos que a medida seja efetivamente implementada”, avalia o Diretor-Presidente da ATP, Murillo Barbosa.

A Associação também ressalta o seu apoio aos princípios que norteiam a MP, como a presunção de liberdade no exercício de atividades econômicas, a presunção da boa fé do particular e a intervenção subsidiária, mínima e excepcional do Estado sobre as atividades econômicas.

Seguros Unimed está entre as três maiores seguradoras de saúde do país, segundo o Valor 1000 344

Companhia também é destaque entre as mais rentáveis em 2018 na categoria ‘Previdência e Vida’

Divulgação
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A Seguros Unimed reafirma a sua trajetória de crescimento ao figurar entre as três maiores seguradoras do país no ramo Saúde, segundo o Valor 1000. A publicação do jornal Valor Econômico, com chancela metodológica da Fundação Getúlio Vargas e da Serasa Experian, avalia o desempenho de empresas de 25 setores.

Fruto da evolução do modelo de gestão da saúde, com iniciativas que buscam aumentar a coordenação do cuidado, com foco na qualidade e na segurança do paciente, além de aumentar a eficiência assistencial, a Seguradora está entre as três companhias com menor sinistralidade do mercado. Os investimentos em inovação no último ano, levando à modernização da sua base tecnológica, além da ampliação das parcerias com o Sistema Unimed em todo o país, também estão entre os pilares da estratégia de crescimento da Seguradora.

No ranking que lista as melhores nos segmentos de Previdência e Vida, a Seguros Unimed está entre as 20 maiores. Entre as dimensões avaliadas, a Companhia é destaque entre as maiores em lucro líquido, lucro operacional, patrimônio líquido e prêmios ganhos, além estar entre as mais rentáveis sobre o patrimônio e na lista das que mais cresceram em aplicações, entre as grandes.

“É com muito orgulho que recebemos este importante reconhecimento do mercado no nosso ano 30 e reafirmamos o compromisso com o nosso propósito, com foco em um futuro com mais saúde e proteção financeira para as pessoas e as instituições”, destaca o diretor-presidente da Seguros Unimed, Helton Freitas. Ainda segundo ele, “seguimos com o olhar voltado para frente, trilhando um caminho com base nos pilares da cooperação e da inovação. E tendo o cliente no foco da nossa estratégia e operação”.

Além da Seguros Unimed, outras 31 Unimeds marcaram presença na publicação, no ranking que reúne os maiores planos de saúde do Brasil.

A cerimônia de premiação da edição 2019 do Valor 1000 ocorreu na última terça-feira (20), no Hotel Unique, em São Paulo, e contou com a presença do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e do ministro da Economia, Paulo Guedes.

Planos de saúde poderiam economizar em torno de R$ 10 milhões evitando fraturas decorrentes de osteoporose 387

Planos de saúde poderiam economizar em torno de R$ 10 milhões evitando fraturas decorrentes de osteoporose

Estudo demonstra que uma boa gestão de informações dos beneficiários possibilita tratamentos preventivos e evita custos, que podem chegar a R$ 650 milhões ao ano na saúde suplementar

No Brasil, segundo o Ministério da Saúde, 10 milhões de pessoas sofrem com a osteoporose, doença que causa enfraquecimento dos ossos e aumenta o risco de fraturas. No universo da saúde suplementar, que contempla cerca de 47 milhões de beneficiários, se considerarmos apenas as pessoas com 50 anos de idade ou mais, 1,4 milhão de pessoas são acometidas pela doença e cerca de 12% delas apresentam alto risco de fraturas, com custos que podem chegar a 60 mil reais –somando um gasto de aproximadamente R$ 650 milhões ao ano. Pesquisa conduzida pela União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde (UNIDAS), identificou que pelo menos 20,7% dos custos com internações cirúrgicas estão relacionadas a Órteses, Próteses e Materiais Especiais (Pesquisa UNIDAS – 2018).

Um estudo realizado pela Caixa de Previdência e Assistência dos Servidores da Fundação Nacional de Saúde (Capesesp), filiada da UNIDAS, comprova que é possível reduzir os custos com fraturas por meio de gestão de informações dos beneficiários e cobertura de tratamentos preventivos. A ferramenta, que identificou pessoas que apresentavam um alto risco de fraturas decorrentes de osteoporose, trabalha com dados que vão além do número de exames e internações do paciente, passando por seu histórico médico, doenças e fatores de risco, informações fundamentais para trabalhar com prevenção e gestão de doenças.

O estudo avaliou mais de 22 mil mulheres na pós-menopausa com 50 anos ou mais – perfil e faixa etária com maior probabilidade de ter osteoporose. Destas, 229 mulheres com média de idade de 73,6 anos apresentaram alto risco de fraturas e baixa Densidade Mineral Óssea (DMO), sendo selecionadas para receberem um tratamento preventivo com objetivo de evitar fraturas. Com o tratamento, a incidência de fratura vertebral (0,43%), quadril (0,87%) e antebraço (0,43%) conseguiu ser abaixo do esperado, evitando 37 fraturas decorrentes de osteoporose e economizando quase R$ 900 mil reais.

Os medicamentos utilizados no tratamento desse grupo tiveram um custo aproximado de R$ 200 mil em um ano. Em contrapartida, uma fratura de quadril com colocação de prótese no fêmur, custa em torno de R$ 40 mil. “Isso significa que com cinco fraturas evitadas é possível cobrir o custo do tratamento do ano inteiro. Mais do que reduzir despesas, o paciente ganha mais saúde e qualidade de vida com as fraturas evitadas”, explica o presidente da Capesesp, João Paulo do Reis Neto.

A Capesesp calcula que se os 500 mil beneficiários (nesse caso com 60 anos de idade ou mais) de planos de saúde no Brasil que apresentam o mesmo alto risco de fraturas fizessem o mesmo tratamento preventivo para evitar as fraturas, seria possível economizar em torno de R$ 10 milhões.

“Com o envelhecimento da população brasileira, doenças relacionadas à idade, como a osteoporose, se tornam cada vez mais comuns. E a maior parte dos idosos que possuem planos de saúde do país estão nas autogestões (25,9%). Levando esse fator em consideração, as autogestões exercem um papel fundamental para a sobrevivência do sistema de saúde como um todo, por ser o único segmento da saúde suplementar acessível para a população idosa fora do Sistema Único de Saúde (SUS)”, finaliza o presidente da UNIDAS, Anderson Mendes.

Ministro do STF, Luis Roberto Barroso, é confirmado para Conseguro 2019 395

Ministro do STF, Luis Roberto Barroso, é confirmado para Conseguro 2019

Evento ocorrerá em Brasília e as inscrições seguem até o dia 28 de agosto

A duas semanas da Conseguro 2019, evento mais aguardado do mercado de seguros do país, que será realizado nos dias 4 e 5 de setembro, em Brasília, a organização do evento confirma a presença de Luis Roberto Barroso, Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). O magistrado apresentará a palestra “Um Olhar Sobre o Mundo e Sobre o Brasil”.

Promovida pela Confederação das Seguradoras (CNseg), este ano, a Conseguro 2019 abordará As Novas Fronteiras do Desenvolvimento e realizará debates referentes à nova economia, à conscientização da poupança a longo prazo e aos investimentos em infraestrutura no Brasil. O encontro reunirá palestrantes e debatedores técnicos, além de uma vasta programação com conteúdos relevantes para os negócios e carreira profissional. A expectativa é que cerca de 700 pessoas participem da Conseguro 2019.

Outros quatro eventos integrarão a edição 2019 da Conseguro: o 13º Seminário Controles Internos & Compliance, Auditoria e Gestão de Riscos; a 9ª Conferência de Proteção do Consumidor de Seguros; o 6º Encontro Nacional de Atuários; e a 1ª Conferência de Sustentabilidade e Diversidade.

As inscrições para a Conseguro 2019 seguem até o dia 28 de agosto neste site.

Serviço: Conseguro 2019 – As Novas Fronteiras do Desenvolvimento

Data: 4 e 5 de setembro de 2019
Horário: 8h (Credenciamento) | 9h às 18h30min (Conseguro 2019)
Local: Centro Internacional de Conveções do Brasil (CICB)
Endereço: St. de Clubes Esportivos Sul Trecho 2 Conjunto 63, Lote 50 – Asa Sul, Brasília