Regras de indenização do seguro automotivo têm papel importante no fomento à educação no trânsito 1654

Fábio Leme é Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros / Divulgação

Confira artigo de Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros

Ensinar os filhos a dirigir é uma tradição que um pai presente acaba vivenciando em algum momento da vida de seus herdeiros. O ritual costuma preceder a educação formal proporcionada pela auto-escola, e é até uma maneira de endossar a autoconfiança do futuro motorista nas aulas no volante que virão. O que nem todo pai, por mais prudente que seja, leva em consideração nessas horas, é a possibilidade de acontecer um acidente e suas inevitáveis consequências.

As seguradoras não têm obrigação de arcar com o ônus de um sinistro se o veículo estiver sendo guiado por alguém sem habilitação e, por incrível que pareça, esse tipo de ocorrência é mais comum do que se imagina, o que se torna crítico quando envolve a integridade de alguém de fora do círculo familiar de pai e filhos.

A proteção a terceiros envolvidos em acidentes é prevista nos seguros, mesmo nas coberturas mais básicas, mas a questão é quem causou o sinistro. E vai além: se a vítima for menor de 14 anos, para a cobertura de APP que indeniza passageiros em caso de morte ou invalidez, que estejam no interior do veículo, a regra em vigor prevê apenas o reembolso de despesas decorrentes do ocorrido, limitado ao valor da cobertura contratada.

Portanto, a responsabilidade sob alguém que coloca para guiar um carro uma pessoa sem perícia técnica, e até desenvolvimento emocional adequados, precisa ser condizente com a temeridade da ação. Mesmo que o intuito seja o melhor possível, movido pelo puro amor altruísta, o rigor das consequências precisa de um tom a mais, pois funciona também como um elemento de reforço à educação no trânsito, ajudando a evitar tragédias.

Dados compilados pela ONG Criança Segura na plataforma de dados Datasus, disponibilizada pelo Ministério da Saúde, mostram que a taxa média de mortes de crianças de 0 a 14 anos no trânsito brasileiro em 2016, último levantamento feito, é de 3,5 mortes por dia. Na série histórica, que começa em 2001, são mais de 2 mil mortes em média, por ano.

Tão duro quanto ver tantas vidas serem ceifadas tão precocemente, é o que poderíamos ter feito, como pais e profissionais do meio automotivo, para evitar isso. Em primeiro lugar, algo urgente: estimular a cultura da prevenção no Brasil. É preciso disseminar a ideia de que ser proativo ao resguardar aquilo que nos é valioso sempre será a decisão mais inteligente. O seguro não foi criado para ser apenas um resgate para momentos emergenciais: sua vocação é a de garantir às pessoas que os seus patrimônios estarão preservados independente da situação.

Depois, mas tão relevante quanto, precisamos deixar de relativizar os efeitos do chamado “jeitinho brasileiro”, principalmente quando a ação tem o potencial de afetar o meio social – onde enquadra-se o trânsito. Amaldiçoar o volume de multas por infrações no trânsito é praguejar contra o espelho, já que ele não é uma entidade subjetiva. Nós é que estamos no trânsito e o fazemos existir. Se há multa, é porque há desrespeito e imprudência dos motoristas.

As seguradoras têm feito a sua parte junto aos órgãos oficiais, e também entre si, na disseminação da cultura da precaução. A legislação securitária aperfeiçoa-se continuamente, tendo no corpo técnico da Susep um apoio decisivo; e os players do setor vêm criando um ecossistema segurador, que une o que cada um faz de melhor e divide as atribuições.

No fim das contas, todo pai é também professor, e ensina-se para a vida. O que precisa ser prioridade é o cuidado para que os erros que aconteçam, naturais e inevitáveis, tenham a chance de serem corrigidos. E na hora certa.

Saúde suplementar é parte da solução 473

Vera Valente é Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) / Divulgação

Oferta segmentada de cobertura ampliará o acesso

O sistema de saúde brasileiro, cuja crise não é nova, sofre ainda mais com a estagnação econômica e o desemprego, que aumentam a demanda sobre o SUS. A saúde suplementar é parte indispensável da solução.

Até 1998, a saúde suplementar não era regulada no Brasil. A lei 9.656/1998 resultou em maior segurança jurídica e definição mais clara de direitos e deveres. No entanto, após duas décadas, como é natural em qualquer setor regulado, a legislação demanda urgente atualização.

As discussões se desenrolam há anos e envolvem diversos agentes e visões. Elas são debatidas abertamente tanto em fóruns setoriais quanto no Congresso, onde tramitam centenas de projetos que atualizam as regras. Operadoras são parte indissociável da discussão, junto com reguladores, legisladores, prestadores, fornecedores e consumidores. Nosso objetivo é comum: ampliar o acesso à saúde.

Isso não é bom apenas para as empresas, é bom para todos. Vale lembrar que, de acordo com diferentes pesquisas, o acesso a plano de saúde é um dos maiores desejos da população. Nos últimos quatro anos, cerca de 3 milhões de pessoas deixaram de contar com planos privados. Na maioria, passaram a dispor apenas do SUS.

As entidades representativas do setor vêm buscando soluções de forma transparente e legítima. Consideramos que um dos principais objetivos deve ser viabilizar a volta da oferta de planos individuais, que hoje representam fatia pequena do mercado —80% do ingresso é feito por meio de planos coletivos.

A experiência internacional demonstra que um arcabouço legal que permita oferecer um leque maior de opções de cobertura é fundamental para ampliar o acesso, na medida em que possibilita segmentar a oferta e, assim, adequar os preços a perfis específicos de usuários. Hoje, infelizmente, isso não é possível.

Há outras iniciativas importantes. A primeira é diminuir custos, combater fraudes e evitar desperdícios que contribuem para o crescimento das despesas em ritmo bem acima dos índices gerais de inflação.

A segunda é criar incentivos à atenção primária, de forma a investir na prevenção e evitar o agravamento das doenças.

Já a terceira é dispor de um órgão regulador, no caso a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar), com independência, autonomia e qualificação técnica, que dê mais estabilidade e segurança jurídica a todos os envolvidos.

A consequência, desejável e possível, será a redução dos preços finais.

A pior forma de tentar resolver um problema é fingir que ele não existe. A aprovação da reforma da Previdência permite que, no passo seguinte, avancemos rapidamente nas discussões em torno da atualização do marco legal da saúde suplementar.

Temos plenas condições de caminhar para um modelo de saúde que propicie aos cidadãos mais qualidade de vida, em que se somem os sistemas público e suplementar. A hora é agora.

*Por: Vera Valente, Diretora-executiva da FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) e Reinaldo Scheibe, Presidente da Abramge (Associação Brasileira de Planos de Saúde).

GBOEX disponibiliza o curso: “Conhecendo Previdência e Seguros” 363

GBOEX disponibiliza o curso: “Conhecendo Previdência e Seguros”

Projeto acontece na modalidade de Ensino à Distância (EaD)

O GBOEX, com o intuito de disseminar a cultura securitária e compartilhar mais informações com seus associados, colaboradores e corretores, desenvolveu o curso “Conhecendo Previdência e Seguros”, na modalidade de Ensino à Distância (EaD).

O projeto foi idealizado para que, de um jeito didático e prático, seja contextualizada a história da previdência e do seguro de pessoas no Brasil.  Conforme as desenvolvedoras do projeto, as colaboradoras do GBOEX, Adriela Deantoni e Cássia da Silveira Munhoz, “é uma forma dos nossos públicos compreenderem mais sobre as origens do mercado previdenciário e securitário, no qual o GBOEX está inserido. Democratizar o conhecimento é uma maneira de valorizar e resgatar a função econômica e social do segmento e, por isso, disponibilizamos em nossos Portais, gratuitamente”.

O curso pode ser acessado por diversas plataformas. Ter flexibilidade de aprender  no seu horário livre, sem custo, podendo permanecer em seu ambiente familiar ou profissional,  são algumas das vantagens do modelo EAD. Além disso, vale destacar que também está disponível na Linguagem Brasileira de Sinais – Libras, estando acessível para as pessoas com deficiência auditiva.

As aulas gratuitas do “Conhecendo Previdência e Seguros” estão disponíveis no site do GBOEX nos Portais do Associado e do Corretor, na aba Serviços, no item EAD.

GBOEX – Quando você tem, tudo fica bem.

Campanha da Porto Seguro para corretores entra na reta final e apresenta novidade 428

Campanha da Porto Seguro para corretores entra na reta final e apresenta novidade

Através de leilão de menor lance único, profissionais podem faturar prêmios independente da pontuação acumulada

Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro / Divulgação
Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro / Divulgação

A Campanha Conquistadores 2019, do Porto Seguro Vida e Previdência, entra na reta final com uma novidade: durante o segundo semestre, através de um leilão de menor lance único, os Corretores podem faturar prêmios como smartphones, TV’s, tablets e ingressos, independente da pontuação acumulada.

“Com mais essa mudança, buscamos reforçar que todas as conquistas são, de fato, importantes para nós”, destaca Fernanda Pasquarelli, diretora de Vida, Previdência e Investimentos da Porto Seguro.

A Campanha, que segue até dezembro, já concedeu mais de R$ 500 mil em prêmios para Corretores de todo o país apenas nas duas primeiras etapas do ano, realizadas de janeiro a março e abril a junho. Os profissionais podem escolher entre mais de um milhão de opções de prêmios como eletroportáteis, cursos, viagens, carros e motos, além de vouchers de restaurantes, jóias e experiências. Trimestralmente, o participante que somar no mínimo 2 mil CQ’s poderá resgatar seus pontos por prêmios dentro do Portal Interativo da Campanha, independente de sua classificação no ranking. Isso sem precisar competir dentro da sucursal.

Desempenho e pontos extras

No Portal da Campanha, os profissionais cadastrados podem acompanhar seu desempenho de acordo com cada produto, extrair relatórios de produção, participar de treinamentos de capacitação e interagir com outros profissionais participantes e com a sucursal, além de receber informações sobre o mercado segurador e novidades do produto. Este ano, o Portal oferece ainda uma nova vitrine de prêmios.

Os Corretores que acompanham o site da Campanha Conquistadores 2019 também têm mais chances para alavancar sua pontuação através da interação no portal. Curtidas, comentários, participação em quizz e treinamentos gerarão pontos extras. Quanto mais o Corretor interagir, mais chances de aumentar seus pontos.

Como participar

Podem participar da campanha Corretores ativos, cadastrados na Porto Seguro com registro na SUSEP – pessoa física ou jurídica. Contam pontos os novos negócios de Vida e Previdência fechados de 1 de janeiro de 2019 a 31 de dezembro de 2019.

Corretores cadastrados na Campanha Conquistadores 2018 não precisam realizar um novo cadastro, apenas acessar o endereço www.campanhaconquistadores.com.br e dar aceite no regulamento.

Deputado Jerônimo Goergen comenta como MP da Liberdade Econômica pode afetar mercado de seguros 891

Ele também falou sobre a retirada das associações de proteção veicular do texto

A Medida Provisória 881/2019, que dispõe sobre a liberdade econômica, visa garantir livre mercado. O relatório final ficou a cargo do deputado Jerônimo Goergen (PP/RS), que recebeu convidados nesta segunda-feira (19) na sede da Câmara de Indústria e Comércio e Serviços de Canoas (CICS) para abordar o assunto.

Ele falou com exclusividade ao programa Seguro Sem Mistério e Revista JRS como esse texto impacta pequenos e médios negócios e pode afetar o setor de seguros. “A vantagem que o mercado terá é justamente o desaparecimento da burocracia para a abertura de empresa. Claro que cumprindo todas as regras e leis, mas para abrir efetivamente terá toda a flexibilização”, comentou.

Além disso, o relator retirou as associações de proteção veicular do Projeto. “Tivemos uma discussão importante que envolvia a possibilidade de outros segmentos que não tivessem a regulamentação que as segurados tem de comercializar o seguro. Tinham emendas de deputados e senadores que possibilitavam essa atividade em outros segmentos. Eu como relator pude interpretar a insegurança que isso ia gerar ao consumidor do seguro e obviamente mantivemos o sistema como ele está”, explicou. “O debate foi importante e fortaleceu os corretores e as seguradoras. Eu espero que tenhamos cada vez mais condições de oferecer os produtos de seguro com segurança jurídica, que foi exatamente o que mantivemos na lei”, acrescentou.

As lideranças do mercado de seguros foram os responsáveis por fornecer as informações necessárias a Goergen neste sentido. “Eu preciso reconhecer o papel dos líderes do mercado nessa operação, pois eles nos trouxeram todas as informações da maneira mais adequada para que tomássemos a decisão mais acertada e não trouxesse prejuízos ao final ao consumidor de seguro”, disse.

A importância dessa matéria para os corretores de seguros ficou evidenciada pelo vice-presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), André Thozeski. “É fundamental, pois havia uma expectativa das associações de proteção veicular que com essa medida provisória de facilitação da atividade empresarial de que eles iriam aproveitar essa oportunidade para colocar a proteção veicular dentro desse Projeto de Lei. O deputado se deu conta do erro que seria isso e tirou isso”, destacou. “Precisamos entender que há uma diferença fundamental entre seguro e proteção veicular. Quando se contrata uma apólice de seguro, se paga o seguro e passa o risco do negócio para a seguradora. Quando é uma associação de proteção veicular, quem paga o risco são os próprios associados, como se fosse num condomínio. As pessoas compram proteção veicular pensando que estão comprando seguro, mas na verdade não é seguro”, complementou.

Seguros para smartphone: iPhone 8 é o aparelho mais protegido no 1º semestre de 2019 392

Seguros para smartphone: iPhone 8 é o aparelho mais protegido no 1º semestre de 2019

Modelo da Apple lidera ranking de vendas da BemMaisSeguro, corretora especializada em seguros para eletrônicos

Levantamento feito pela BemMaisSeguro, corretora de seguros on-line especializada em proteções para eletrônicos, confirma a fama que os donos de iPhone têm de serem brand lovers da marca: no 1º semestre do ano, 50% dos seguros comercializados pela companhia foram para os aparelhos da Apple. O líder do ranking é o modelo iPhone 8 Plus 64 GB, responsável por 28% de todas as proteções contratadas para iPhones na corretora.

Lançado em 2017, o aparelho custa a partir de R$ 4.599,00, de acordo com o preço sugerido pela própria fabricante, em torno de 14% do valor do bem, o que configura um investimento vantajoso ao consumidor.

Já 64% dos seguros para proteção de smartphones da Samsung foram para o Galaxy S10+, o último modelo lançado pela fabricante sul-coreana. A marca é a segunda que mais teve aparelhos segurados pela BemMaisSeguro no primeiro semestre de 2019.

O desempenho da Motorola no levantamento acompanha o nível de atividade da companhia no mercado. A marca foi a terceira que mais teve aparelhos protegidos com as soluções da BemMaisSeguro, com os cinco primeiros aparelhos da lista tendo sido lançados em 2018, ano em que a companhia trouxe ao Brasil 17 novos smartphones.

Outro dado de destaque é o volume de proteções contratadas para aparelhos da Xiaomi, fabricante chinesa que retomou as operações no Brasil em junho. A marca foi a quarta mais segurada no 1º semestre do ano, tendo representado 8% das contratações no período.

Na lista dos aparelhos mais segurados aparecem também modelos antigos de outras marcas, o que reforça a tendência de que o brasileiro tem preferido postergar a troca de seus smartphones enquanto a atividade econômica segue instável.