Regras de indenização do seguro automotivo têm papel importante no fomento à educação no trânsito 1892

Fábio Leme é Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros / Divulgação

Confira artigo de Fábio Leme, Vice-Presidente Técnico da HDI Seguros

Ensinar os filhos a dirigir é uma tradição que um pai presente acaba vivenciando em algum momento da vida de seus herdeiros. O ritual costuma preceder a educação formal proporcionada pela auto-escola, e é até uma maneira de endossar a autoconfiança do futuro motorista nas aulas no volante que virão. O que nem todo pai, por mais prudente que seja, leva em consideração nessas horas, é a possibilidade de acontecer um acidente e suas inevitáveis consequências.

As seguradoras não têm obrigação de arcar com o ônus de um sinistro se o veículo estiver sendo guiado por alguém sem habilitação e, por incrível que pareça, esse tipo de ocorrência é mais comum do que se imagina, o que se torna crítico quando envolve a integridade de alguém de fora do círculo familiar de pai e filhos.

A proteção a terceiros envolvidos em acidentes é prevista nos seguros, mesmo nas coberturas mais básicas, mas a questão é quem causou o sinistro. E vai além: se a vítima for menor de 14 anos, para a cobertura de APP que indeniza passageiros em caso de morte ou invalidez, que estejam no interior do veículo, a regra em vigor prevê apenas o reembolso de despesas decorrentes do ocorrido, limitado ao valor da cobertura contratada.

Portanto, a responsabilidade sob alguém que coloca para guiar um carro uma pessoa sem perícia técnica, e até desenvolvimento emocional adequados, precisa ser condizente com a temeridade da ação. Mesmo que o intuito seja o melhor possível, movido pelo puro amor altruísta, o rigor das consequências precisa de um tom a mais, pois funciona também como um elemento de reforço à educação no trânsito, ajudando a evitar tragédias.

Dados compilados pela ONG Criança Segura na plataforma de dados Datasus, disponibilizada pelo Ministério da Saúde, mostram que a taxa média de mortes de crianças de 0 a 14 anos no trânsito brasileiro em 2016, último levantamento feito, é de 3,5 mortes por dia. Na série histórica, que começa em 2001, são mais de 2 mil mortes em média, por ano.

Tão duro quanto ver tantas vidas serem ceifadas tão precocemente, é o que poderíamos ter feito, como pais e profissionais do meio automotivo, para evitar isso. Em primeiro lugar, algo urgente: estimular a cultura da prevenção no Brasil. É preciso disseminar a ideia de que ser proativo ao resguardar aquilo que nos é valioso sempre será a decisão mais inteligente. O seguro não foi criado para ser apenas um resgate para momentos emergenciais: sua vocação é a de garantir às pessoas que os seus patrimônios estarão preservados independente da situação.

Depois, mas tão relevante quanto, precisamos deixar de relativizar os efeitos do chamado “jeitinho brasileiro”, principalmente quando a ação tem o potencial de afetar o meio social – onde enquadra-se o trânsito. Amaldiçoar o volume de multas por infrações no trânsito é praguejar contra o espelho, já que ele não é uma entidade subjetiva. Nós é que estamos no trânsito e o fazemos existir. Se há multa, é porque há desrespeito e imprudência dos motoristas.

As seguradoras têm feito a sua parte junto aos órgãos oficiais, e também entre si, na disseminação da cultura da precaução. A legislação securitária aperfeiçoa-se continuamente, tendo no corpo técnico da Susep um apoio decisivo; e os players do setor vêm criando um ecossistema segurador, que une o que cada um faz de melhor e divide as atribuições.

No fim das contas, todo pai é também professor, e ensina-se para a vida. O que precisa ser prioridade é o cuidado para que os erros que aconteçam, naturais e inevitáveis, tenham a chance de serem corrigidos. E na hora certa.

Porto Seguro abre 10 mil oportunidades de trabalho e capacitação 1082

Emprego

A iniciativa tem o objetivo de gerar renda extra para as pessoas que perderam empregos devido à pandemia

Desde o início da pandemia do coronavírus os números de desempregados no Brasil chegaram a 12,9 milhões de pessoas, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para mitigar parte do cenário negativo decorrente da crise, a Porto Seguro está lançando um projeto de impacto social que oferece oportunidades de trabalho para 10 mil pessoas.

Intitulada Meu Porto Seguro, a iniciativa inclui um programa de capacitação via EAD e renda extra mensal, no valor de R$1.500,00 por pessoa, durante três meses. O Meu Porto Seguro tem objetivo de educar, formar e ajudar na renda familiar. “Nossa intenção é criar opções para que os brasileiros que se encontram em dificuldades possam percorrer novos caminhos em sua jornada pessoal e profissional”, destaca o presidente do Conselho de Administração, Bruno Garfinkel. “O intuito é fomentar a indústria de seguros e contribuir para alavancar a economia como um todo”, complementa o executivo.

Para que as oportunidades cheguem ao maior número de pessoas, a organização do projeto incentiva que cada inscrito indique a outros amigos. A marca também está em busca de parceiros, como influenciadores, celebridades, ativistas sociais e outras empresas, para fomentar a causa com o uso da #MeuPortoSeguro, criando uma rede de compartilhamentos do bem e um movimento em prol das contratações.

Por meio do site meuportoseguro.org.br é possível realizar o cadastro e fazer a indicação. Essa é a primeira etapa do processo. Após concluída essa fase, os candidatos participam de um treinamento à distância (EAD) e os recrutadores da Porto Seguro iniciam a seleção dos 10 mil novos empregados.

Para Roberto Santos, presidente da Porto Seguro, a ação busca criar uma grande rede de solidariedade por meio de qualificação e geração de oportunidades. “Na vida todos nós temos um porto seguro, esse objetivo de vida que nunca queremos perder, e que nós queremos trazer de volta para muitos brasileiros que perderam seus empregos durante a pandemia. Vamos selecionar 10 mil pessoas para integrar o time da empresa por três meses, medidos por geração de leads. Vamos aproximar as pessoas que sobressaírem de Corretores de Seguro parceiros, dando a oportunidade de crescimento no mundo do Seguro”, reforça o executivo.

Além das oportunidades, o Meu Porto Seguro irá disponibilizar cursos à distância gratuitos e abertos ao público com aulas diárias de duas horas para todos que quiserem aprender mais sobre seguros e produtos, com o básico sobre prospecção, leads e retorno. Dessa forma, a empresa consegue abranger a capacitação de profissionais e agregar ao currículo das pessoas.

As inscrições para participar do projeto Meu Porto Seguro já estão abertas no site meuportoseguro.org.br. As 10 mil pessoas selecionadas vão receber os benefícios de renda extra por três meses, além de treinamentos e cursos para se desenvolverem ainda mais.

Seguro por incapacidade temporária garante tranquilidade para trabalhador 887

Proteção assegura renda para beneficiário em caso de doença ou acidente

Em um país onde a educação financeira da maior parte da população ainda é deficiente, são poucas as pessoas que estão preparadas para lidar com imprevistos que as afastem do trabalho, como uma doença ou acidente, comprometendo a renda mensal. É o caso dos autônomos, por exemplo. Mas como fazer para garantir uma remuneração quando você fica impossibilitado de trabalhar? A resposta é simples: investir na Diária por Incapacidade Temporária (DIT). O seguro é ideal para pessoas em idade ativa profissional (até 65 anos) que queiram se prevenir caso algum infortúnio interrompa temporariamente a renda familiar.

“Podemos tomar como exemplos os casos de um médico e um cabeleireiro autônomos. Ao saírem do trabalho, sofrem um acidente e quebram algum membro. Isso os impossibilitará de exercerem suas funções por algumas semanas ou até meses, comprometendo seus orçamentos. Entretanto, sabendo do risco de não trabalhar, contrataram a Diária por Incapacidade Temporária e receberão os valores acordados diretamente da seguradora, respeitado os limites que constam nas apólices e as carências estabelecidas em cada caso”, explica Junio Silva, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

O período indenitário contratado pelo segurado que contratou o seguro DIT constará na proposta de adesão, não podendo ser superior a 90 dias para eventos decorrentes de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LTC (Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo) e de 365 dias para os demais eventos cobertos. Doenças pré-existentes, procedimentos estéticos, entre outros casos, não estão acobertados. “Para saber todos os eventos incluídos e excluídos, o beneficiário deve ler atentamente sua apólice de seguro”, completa o diretor.

A cobertura DIT também pode ser uma excelente opção para os trabalhadores celetistas, ou seja, aqueles que estão assegurados pelo regime da CLT. Isso porque, por mais que eles tenham direito ao auxílio da Previdência Social caso estejam impedidos de trabalhar por doença ou acidente, o processo de liberação do dinheiro é lento e burocrático. Em muitos casos, o INSS só libera o pagamento após 45 dias. Além disso, o teto do valor a ser pago muitas vezes não cobre o salário real do trabalhador. “Já no DIT, por sua vez, a indenização é calculada de acordo com a renda do segurado no momento do sinistro. Hoje as companhias oferecem proteção para remunerações que podem chegar a até R$30 mil por mês”, explica Junio Silva.

Para o diretor, fazer um seguro é uma escolha importante para um bom planejamento financeiro. “Ao conversar com um corretor de seguros, se informar e contratar a melhor opção para a sua profissão, perfil e necessidade, o cliente pode se precaver em relação ao risco que mais tenha impacto na sua saúde financeira, evitando passar por privações e por todo o estresse relacionado à diminuição do salário por um período”, finaliza.

Susep esclarece que especulações de desvios para o exterior não tem fundamento 1457

IstoÉ publicou texto em que acusa a autarquia de tentar desviar R$ 10 bilhões

A revista IstoÉ publicou na semana passada um texto, assinado por Germano Oliveira, em que afirma que a Susep teria tentado desviar R$ 10 bilhões para o exterior. “Nos bastidores de Brasília, informa-se que a Superintendência de Seguros Privados (Susep), por alguma razão escusa, deseja, desde o ano passado, permitir a evasão de R$ 10 bilhões para resseguradores no exterior, e isso mesmo quando crise nenhuma estava no radar”, destaca o texto.

A Susep, por meio de nota de esclarecimento, pontua que as especulações não tem qualquer fundamento. “A autarquia esclarece que essas informações não são verdadeiras e lamenta que o leitor seja induzido a pensar que uma autarquia pública federal estivesse atuando de forma irregular, quando na verdade o que se tem é uma discussão institucional dentro do grupo IMK (Iniciativas do Mercado de Capitais)”, diz o comunicado. “Dentre os projetos do IMK para o ano de 2020, do qual a Susep é apenas um dos membros, encontra-se a discussão de transformação do Brasil em hub internacional de Resseguros, o que poderia ser alcançado por meio de alteração na estrutura de tributação dos nossos resseguradores locais e o fim do direito de preferência destes que, hoje, é em grande parte justificado pelas diferenças tributárias entre o Brasil e outros países”, explica.

Abaixo a nota de esclarecimento da Susep na íntegra:

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) esclarece que não têm qualquer fundamento as especulações na imprensa associando a autarquia a qualquer medida de incentivo à saída de capital do país, como consta em nota recente publicada na revista Isto é.

A autarquia esclarece que essas informações não são verdadeiras e lamenta que o leitor seja induzido a pensar que uma autarquia pública federal estivesse atuando de forma irregular, quando na verdade o que se tem é uma discussão institucional dentro do grupo IMK (Iniciativas do Mercado de Capitais), instituído pelo Ministério da Economia, cujos membros são a Secretaria Especial de Fazenda, a Secretaria de Política Econômica, a Secretaria da Receita Federal, a Secretaria do Tesouro Nacional, o Banco Central do Brasil, Superintendência de Seguros Privados (Susep), a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Superintendência Nacional de Previdência Complementar (Previc) e, pelo setor privado, entre outras instituições, a Federação Nacional das Empresas de Resseguros (Fenaber), a Associação Nacional das Resseguradoras Locais (AN-Re) e a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg).

Dentre os projetos do IMK para o ano de 2020, do qual a Susep é apenas um dos membros, encontra-se a discussão de transformação do Brasil em hub internacional de Resseguros, o que poderia ser alcançado por meio de alteração na estrutura de tributação dos nossos resseguradores locais e o fim do direito de preferência destes que, hoje, é em grande parte justificado pelas diferenças tributárias entre o Brasil e outros países.

Além de avaliar as barreiras para uma maior competição no mercado de Resseguros local, o grupo técnico formado para este tema específico tem como objetivo analisar eventuais entraves regulatórios e tributários que dificultariam uma maior competitividade dos resseguradores locais em operações realizadas no exterior – operação conhecida como exportação de Resseguro.

Busca-se, dessa forma, promover uma maior harmonização entre regulamentação local e as regras internacionais, com a finalidade de estimular uma concorrência saudável no mercado de Resseguros brasileiro e de criar condições mais favoráveis para a internacionalização das empresas locais.

Em nenhum momento a Susep atuou de forma diferente no IMK ou em qualquer outro fórum institucional. Sempre nos posicionamos em prol do direito do consumidor e da concorrência leal nos diversos mercados. A transparência dos debates realizados é uma constante na atuação da instituição. Todas as normas propostas são submetidas à consulta pública e, durante o período da pandemia, foi instituída também uma rotina de webinários como forma adicional de debate com os diversos agentes envolvidos.

Apesar do ocorrido, a Susep segue acreditando que princípios como a Transparência, Boa-fé e Concorrência são a mola mestra para o desenvolvimento do setor de Seguros e Resseguros no Brasil. Estaremos sempre a serviço do crescimento do nosso setor no Brasil e da proteção do consumidor.

Executivos apontam modificações no mercado de seguros em razão da pandemia 1616

Alterações no comportamento do consumidor foram destaque em live com integrantes da Sancor Seguros e CVG RS

Rafael Leonel, da Sancor.

Hoje precisamos ter estratégias imediatas, fugindo do padrão de estratégias somente de curto ou de longo prazo. Essa é uma das tantas frases marcantes proferidas durante a Webinar – Oportunidades e Inovações em Seguros de Pessoas, promovida pela Sancor Seguros na noite da última segunda-feira, 6. O autor da frase é José Inácio Vergara, gerente da Sancor Seguros e um dos debatedores da live que, a exemplo dos outros dois participantes, Rafael Leonel, diretor da Sancor, e Andreia Araújo, presidente do CVG RS, discorreram sobre efeitos da pandemia no mercado segurador brasileiro.

No painel, os palestrantes enfatizaram os indicativos de mudança de prioridade dos consumidores, com a contenção da demanda por seguros de automóvel e o despertar do interesse por mais informação sobre ramo de Vida. Andreia Araújo lembrou que o seguro de pessoas já vinha crescendo desde 2016, com ápice em 2019, quando ele superou o seguro Auto na quantidade de novas comercializações.

A presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande Sul enfatizou, contudo, que até o começo da pandemia a prioridade de contratação para os consumidores ainda era pela carteira de automóvel, mas a partir de março a procura por seguros de pessoas cresceu de forma visível.

José Inácio Vergara, da Sancor.

“Houve o despertar da pior maneira possível, em razão da pandemia, mas está ocorrendo o esperado interesse do brasileiro pelo seguro de vida”, destacou a palestrante. Rafael Leonel comentou que, há 10 anos, quem fazia campanhas de seguro de vida junto aos corretores eram somente seguradoras especializadas neste ramo, o que está mudando. “Seguradoras generalistas hoje já buscam sensibilizar os corretores da importância de seguros de Vida”. Ele lamenta que essa mudança de cultura tenha ocorrido de forma abrupta e dolorosa para todo o mundo. “Ou se aprende no amor, ou se aprende na dor”, parafraseou um clássico ditado, enfatizando que a pandemia acelerou uma tendência que já está latente no mercado.

Tecnologia
Outra movimentação nova que teve destaque na webinar foi a importância da tecnologia como recurso para que os operadores do mercado securitário dessem continuidade ao trabalho, de abril em diante. Houve entre os painelistas unanimidade de que todos os setores do segmento insurance, se ainda não estão adaptados, irão se adaptar ao avanço da tecnologia. Os três tiveram consenso também de que a proliferação das ferramentas digitais será irreversível mesmo depois da pandemia.

Mas acrescentaram que o contato pessoal ainda terá lugar de destaque na interação entre seguradores e corretores e entre corretores e clientes. O que vai ocorrer é uma convivência entre o trabalho digital e o presencial, entendem os palestrantes. “Mesmo com toda a tecnologia, ainda o ser humano precisa da troca entre as pessoas”, sintetizou Andreia.

Entre outros pontos da webinar, cabe mencionar os comentários sobre a importância dos serviços de teleconsulta, no tocante à redução de despesas com a sinistralidade do seguro saúde e no que diz respeito a preservar o paciente. Destaque ainda a forte tendência de desburocratização que o setor de seguros irá passar, em decorrência do novo comportamento do consumidor.

Como melhorar as vendas de seguro de carro após a pandemia 1112

Saiba o que fazer para melhorar as vendas de seguro de carro e não perder negócios apenas modificando algumas estratégias que já são usadas.

Se antes fazer compras significava sair de casa e enfrentar lojas lotadas, a realidade após o isolamento social tende a se modificar um pouco. As vendas de seguro de carro, por exemplo, depois da pandemia do coronavírus irão enfrentar algumas mudanças.

Como fazer as vendas de seguro de carro após a pandemia
Aos poucos, é possível perceber a reabertura gradual do comércio e um afrouxamento no isolamento social, mas isso não significa que as pessoas sairão de casa como antes e que os cuidados serão esquecidos.

Veja algumas estratégias a adotar para continuar com as vendas.

Cuidar da higienização da loja
Ainda existe uma preocupação com a contaminação, o cuidado de não encostar nas coisas e de entrar em lojas e escritórios que cuidem de limpeza.

Para que as pessoas entrem no ambiente de vendas, será preciso controlar o número de funcionários ou clientes presentes, deixar o local bem ventilado e oferecer espaços para a higienização, como pias e o álcool gel.

Divulgar quais cuidados estão sendo tomados pode ser um fator motivador para que os consumidores mais tradicionais que necessitam fazer contato pessoal queiram ir até a corretora.

Continuar a apostar no ambiente online
Essa já era uma tendência do setor de seguros. As vendas online e informações na internet estavam crescendo nos últimos anos.

Com a pandemia essa situação só se intensificou e quem tinha receio de solicitar cotações de seguro auto online ou fazer a contratação perdeu esse receio por necessidades.

Com os consumidores entendendo que a internet é um ambiente seguro, será preciso continuar a investir nele, com sites especializados, redes sociais e outros canais para manter a comunicação.

Em relação ao relacionamento com o cliente, será preciso responder rápido e ter diferentes canais.

Esse deve ser um ponto de atenção para melhorar as vendas de seguro de carro, uma vez que a concorrência se intensificou. Sairá na frente quem prezar pelo consumidor.

Ir até a casa do cliente
A pandemia fez com que o delivery fosse a estrela do momento, pois, sem poder sair de casa, as pessoas têm recebido o que precisam na porta de suas residências.

Essa facilidade fará com que muitos continuem a fazer compras dessa forma, inclusive de seguro auto.

Para vender, em alguns casos o corretor terá que ir até o cliente, apresentar quais são as opções, esclarecer dúvidas e dessa forma concluir a contratação do produto.

Fazer parcerias
As parcerias serão outro grande impulsionador das vendas. As empresas irão precisar juntar suas forças, para atingir um maior número de clientes.

É interessante se aliar a quem já atua no setor – como montadoras e concessionárias – para que haja uma divulgação em parceria e para que um corretor possa se estabelecer no local.

Dessa forma, será possível fazer vendas conjuntas ou promoções que sejam atrativas para os consumidores.

Com essas estratégias será possível melhorar as vendas de seguro de carro após a pandemia, mas será preciso ficar atento às mudanças do mercado e dos concorrentes para que as estratégias não fiquem ultrapassadas.​