Governança e mitigação de riscos na indústria financeira 1492

Governança e mitigação de riscos na indústria financeira

Confira artigo de Javier Duran, diretor de grandes riscos da corretora Marsh Brasil

Grandes poderes trazem grandes responsabilidades. A frase, de Stan Lee, criador do personagem dos quadrinhos Homem Aranha, resume bem os reflexos que a tecnologia trouxe para os mais diversos aspectos do mundo dos negócios: grandes facilidades, dinâmica e agilidade, mas, ao mesmo tempo, mais ameaças. Tanto que, a percepção dos riscos provenientes do avanço tecnológico, mudou radicalmente nos últimos três anos. O recente Global Risks Report 2019 mostra que ao longo dos últimos 3 anos, as preocupações migraram de questões econômicas, geopolíticas e sociais, para impactos no meio ambiente e tecnológicos (este último ganhou mais força no Brasil com as discussões em torno da Lei Geral de Proteção de Dados – LGDP). 

O risco cibernético, que se concretiza nos casos de ataques de hackers já não é mais uma questão de “se” irá acontecer, e sim “quando” irá acontecer e como responder ao incidente dos impactos (interrupção de negócios ou roubo/furto de informações) das suas operações e de seus clientes. Com a indústria financeira não é diferente. Este cenário exige das empresas mais governança e mitigação de riscos. 

Não por menos. Os ataques cibernéticos são considerados hoje um dos riscos com a maior probabilidade de ocorrência e os prejuízos superam cifras inimagináveis, segundo relatório da corretora Marsh. Os prejuízos no mundo decorrentes desse tipo de crime já geram perdas de US$ 1 trilhão para as empresas de todos os segmentos de negócios, bem acima dos US$ 300 bilhões de perdas com desastres naturais em 2017, segundo o estudo Cyber Handbook 2019. Outro dado preocupante: na Europa, em um ano de funcionamento do Conselho de Proteção de Dados, foram registradas 94 mil reclamações, 64 mil notificações de vazamentos de informações e cobrados 56 milhões de euros em multas. 

Na indústria financeira se tem hoje um dos exemplos mais claros dos desafios dessa transformação digital, que deve levar a uma grande desintermediação financeira e à redução do papel dos bancos tradicionais. Não por acaso, as autoridades financeiras, tanto no Brasil quanto no exterior, acompanham atentamente esse processo e buscam modernizar suas regras para organizar essa transição. No Brasil, Banco Central (BC) e Comissão de Valores Mobiliários (CVM) vem desde 2013 criando regulamentações para preparar o Sistema Financeiro Nacional para esse grande salto, dentro da Agenda BC+, substituída agora pela Agenda BC#. 

O maior controle tem um fundamento. No CIAB 2019, congresso de tecnologia da informação para instituições financeiras promovido pela Febraban, estudos indicaram que os investimentos em soluções contra fraudes de identidade vão chegar a US$ 10,4 bilhões até 2023, enquanto os prejuízos decorrentes de fraudes de cartão de crédito alcançarão os US$ 35 bilhões até 2020. Outro estudo apresentado no congresso apontou o prejuízo de US$ 15 milhões que o sistema bancário mexicano sofreu após um ataque de cibercriminosos. Dados da Fecomércio também mostram que o Brasil amarga R$ 60 bilhões em prejuízos oriundos transações comerciais fraudulentas. 

A preocupação dos órgãos que regulam o setor também faz mais sentido para fazer frente à amplitude dos riscos. As ameaças não se limitam aos riscos cibernéticos e às operações da própria instituição. Elas se espalham também pelos agentes externos, ou seja, seus fornecedores e clientes. Quando um banco entra no financiamento de um projeto por exemplo, os riscos (fatores climáticos em caso de uma usina eólica, sucroalcooleira, entre outros) que podem impactar a não conclusão de um determinado empreendimento, também precisam ser considerados e amparados com garantias que serão solicitadas para viabilizar esses investimentos. 

Por conta destas exposições, as instituições financeiras enfrentam um ambiente marcado pela alta volatilidade de ameaças que demanda uma grande atenção que exige delas uma visão mais holística do mapeamento, identificação e financiamento dos riscos. Uma estratégia alinhada com os objetivos dos negócios e que dê segurança para seus executivos nos momentos de tomadas de decisões. 

Presidente do Sincor-RS palestra no encontro do Clube da Pedrinha 597

Ricardo Pansera

O presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Rio Grande do Sul (Sincor-RS), Ricardo Pansera, será o palestrante do próximo encontro do Clube da Pedrinha em Seguros (RS). O evento acontece no dia 09 de março (segunda-feira), às 19h na Casa do Marquês.

Mais informações podem ser solicitadas no e-mail marketingpedrinha@gmail.com. Confirmação de presença deve ser feita até o dia 06 de março, também pelo e-mail. “Sincor-RS & Mercado de Seguros” será o tema da apresentação do líder sindical.

Carlos Rodrigo Dias da Silva é o novo superintendente matriz da Bradesco Seguros 954

Executivo estava como superintendente da Sucursal Porto Alegre

Carlos Rodrigo Dias da Silva está de mudança para São Paulo. O executivo, que é conhecido carinhosamente pelos gaúchos como Carlinhos, aceitou um novo desafio: o de assumir a função de superintendente matriz das assessorias da Bradesco Seguros

Carlinhos, que até então estava como superintendente da Sucursal Porto Alegre conta com 28 anos de Bradesco Seguros, aceitou o desafio com entusiasmo. “Mais uma vez sendo valorizado pelo meu trabalho, assumindo um novo desafio dentro da organização, saindo de Porto Alegre e indo pra matriz em São Paulo, lá em Alphaville”, comenta. “Vou ficar como superintendente matriz e ficar cuidando de uma carteira muito importante pra companhia que são as assessorias e alguns grupos que temos de corretores, que a gente tem algumas tratativas diferenciadas”, complementa.

Na Capital dos gaúchos, que é a terceira maior sucursal da Bradesco Seguros do Brasil, o executivo permaneceu por dois anos e dois meses. “A saída não é nada fácil, eu só tenho que agradecer o pessoal do Rio Grande do Sul, que me receberam muito bem. Quem tem a imagem de que o pessoal do Sul é frio, tá enganado. Porto Alegre me recebeu com um carinho gigante. As pessoas me acolheram muito bem, souberam me colocar uma tranquilidade pra eu poder fazer um bom trabalho”, destaca.

Ainda não está certo o nome de quem virá para o lugar de Carlinhos na Sucursal Porto Alegre. “Aqui temos uma responsabilidade muito grande, pois é uma sucursal que transforma realmente profissionais em executivos, e com certeza com a minha saída tem várias pessoas querendo vir pro meu lugar. Eu tenho certeza que a Companhia vai analisar e vai colocar um profissional a nível tão grande como o maior aqui de Porto Alegre, para poder dar sequência no trabalho, e realmente deixar os corretores com uma tranquilidade de continuar apostando na empresa”, finaliza.

Morgan Stanley comprará corretora E*Trade Financial por US$ 13 bilhões 565

Este é o maior negócio do banco desde a crise financeira. Transação deve ser concluída no quarto trimestre de 2020

O Morgan Stanley receberá mais de 5,2 milhões de contas de clientes da E*Trade e US$ 360 bilhões em ativos de clientes de varejo como parte do acordo. O presidente-executivo da corretora, Mike Pizzi, continuará a administrar os negócios após a transação.

“O E*Trade representa uma extraordinária oportunidade de crescimento para os negócios de gestão de patrimônico”, disse Gorman.

O E*Trade tornou-se popular há quase duas décadas, exibindo comerciais que criticavam assessores financeiros por altas taxas.

Seu crescimento de receita foi atingido nos últimos anos com o surgimento dos chamados roboadvisers, pela quedas nas comissões e taxas de juros mais baixas.

Os acionistas do E*Trade receberão 1,0432 ação do Morgan Stanley por cada ação que possuem, como parte do acordo. Isso equivale a US$ 58,74 por ação – um prêmio de 30,7% acima do preço do último fechamento das ações do E*Trade.

Espera-se que a transação seja concluída no quarto trimestre de 2020.

Willis Towers Watson contrata nova Diretora de Relacionamento com Clientes 579

Angela Quintans possui vasta experiência no desenvolvimento e na implementação das diretrizes de mitigação de riscos

A consultoria e corretora global Willis Towers Watson acaba de contratar Angela Quintans como nova Diretora de Relacionamento com Clientes. Com cerca de 30 anos de atuação no mercado segurador, a executiva passou por grandes empresas como a Vale S/A e a SulAmérica.

Em seu último posto, foi responsável por coordenar e liderar a equipe de Seguros da Vale em escritórios do Brasil, Canadá e Suíça. Também atuou no desenvolvimento e implementação das principais diretrizes de mitigação de riscos por meio de produtos de seguros em nível global.

Além disso, era a responsável por gerenciar as renovações dos principais seguros corporativos da região da América Latina como patrimônio, responsabilidade civil, carga, vida, aeronáutica, casco e P&I, entre outros.

A executiva é formada em Engenharia Civil pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC — RJ) e com MBA em Marketing pela FGV-RJ.

Previsul moderniza Portal do Corretor e Cota+ com tendências do mercado 788

Para facilitar o dia a dia do corretor, a ferramenta está com sua interface mais amigável e funcionalidades mais inteligentes

Com a proposta de ser a Seguradora Digital, a Previsul Seguradora modernizou e trouxe melhorias para o Portal do Corretor e Cota+, cotador online da Companhia. A plataforma, que é um canal exclusivo dos corretores parceiros, possibilita maior controle e acesso às informações dos segurados, como consultas, serviços, downloads de documentos e acompanhamento online do sinistro.

“O corretor de seguros é o principal parceiro da Previsul na comercialização dos produtos e o Portal é uma importante ferramenta de trabalho no seu dia a dia. Por isso, investimos em um time multidisciplinar, desde a equipe comercial, passando por profissionais de TI, Operações e Experiência do Usuário para entregar uma ferramenta ainda mais completa ao nosso parceiro. Esse movimento, associado ao investimento na ampliação de portfólio da Previsul, busca oferecer aos corretores ainda mais opções de negócios”, conta Renato Pedroso, presidente da Previsul Seguradora.

O Portal está com um novo layout mais moderno e intuitivo, acesso mais rápido às informações, segmentações mais inteligentes e novo menu de produtos da Previsul. As atualizações garantem mais autonomia aos corretores.

E não para por aí. A Previsul também realizou melhorias no Cota +, sistema que fica dentro do Portal e faz cotação online de seguros. As inovações trazem um novo mosaico, separado por categoria/ramo do produto, um novo campo de perguntas que direciona o corretor para o produto ideal e mais agilidade na finalização de cotações em aberto.

“Na Previsul, temos o cuidado e uma busca constante por entregar ao corretor soluções que facilitem a sua rotina administrativa proporcionando, assim, mais tempo para se dedicar a fechar negócios. As melhorias do Portal visam trazer mais agilidade no acesso cotidiano às informações, e o Cota+ passou por uma série de melhorias para que o processo de cotação e emissão fiquem ainda mais fáceis. Além disso, o corretor sempre pode contar com a equipe comercial para fomentação de novos negócios e com o Previsul Soluciona para atendimento de dúvidas operacionais”, explica a diretora de Negócios e Marketing, Andréia Araújo.

Com 113 anos de atuação, a Previsul é referência como seguradora Multirriscos no Brasil. Está presente em 12 estados brasileiros, com aproximadamente 30 pontos de atendimento em todo o país, que oferecem todo o suporte para o corretor, principal parceiro da Previsul.