Segurança cibernética e o bom funcionamento das empresas 765

Segurança cibernética e o bom funcionamento das empresas

Confira artigo de Marcelo Salomão, investidor anjo e diretor executivo da Gigatron Franchising

Muita coisa mudou desde que a transformação digital passou a fazer parte de nossas vidas. A internet se tornou um dos principais canais para fazer absolutamente qualquer coisa: vender, comprar, pagar, assistir filme, conversar com as pessoas. E para quem trabalha com vendas, a internet é uma grande aliada das conversões. Mas apesar de ser uma ferramenta incrível que conecta pessoas, serviços e produtos, também pode gerar muitos problemas.

Segundo o 5° Relatório de Segurança Digital no Brasil 43,8 milhões de ciberataques foram registrados durante o terceiro trimestre de 2018 – cerca de cinco links maliciosos foram detectados por segundo. Parece pouco? Um pouco de contexto pode ajudar: pense no tanto de informação que você já compartilhou na internet desde quando começou a usar a rede. Em quantos sites já entrou? Quantos cadastros online você fez? Quantas compras? Seria praticamente impossível contabilizar, mas uma coisa é certa: esses dados nunca serão apagados.

O cuidado com as informações deve ser redobrado especialmente para quem trabalha diretamente com dados de outras pessoas. Eu, por exemplo, faço tudo pela internet: lido com clientes, funcionários, negócios bancários, tudo! Acesso todas as informações dos meus negócios e investimentos pelo celular, e se eu não investir em segurança coisas importantes podem ser contestadas, como a reputação da minha empresa – o que é de extrema importância para qualquer negócio.

Falhas na segurança podem causar problemas morais, financeiros e jurídicos. A segurança cibernética é um assunto tão sério que está até prevista em lei: as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (n°13.708, agosto 2018) têm o objetivo de “proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade” nos meios digitais, deixando claro que qualquer dado do cliente da sua empresa é considerado como informação pessoal. Portanto, nome, endereço, informações bancárias, identificações de IP e muitos outros itens devem ser protegidos.

Algumas características são fundamentais para assegurar a proteção de dados da sua empresa, como escolher um bom provedor de serviços em nuvem capaz de realizar backups automáticos e que ofereça criptografia de ponta para dificultar o acesso dessas informações em caso de invasão do sistema.

São formas básicas, mas obrigatórias para manter intactos dados da sua empresa e, consequentemente, dos seus clientes, para evitar problemas futuros que podem colocar em xeque toda sua operação.

Atuária Brasil recebe dois novos sócios 3423

Danielle Wilk e Vinicius Rymsza integram o quadro societário ao lado de Eder Oliveira e Luiz Ernesto Both

Referência para os setores em que atua, a Atuária Brasil anunciou que está recebendo dois novos sócios. A atuária Danielle Wilk e o administrador Vinicius Rymsza passam a integrar o quadro societário ao lado de Eder Oliveira e Luiz Ernesto Both.

Eder Oliveira

Eder Oliveira ressalta que tanto eles quanto os colaboradores estão otimistas e vibrantes com a soma de talentos. “Ambos já eram amigos antigos, profissionais de alguns anos de atuação junto ao mercado de seguros e previdência, reconhecidos pelo trabalho sério, dedicado e profissional que sempre entregaram por onde passaram e, frente a parceria efetivada em alguns trabalhos realizados em conjunto, surgiu a oportunidade”, conta.

Luiz Ernesto Both

A expectativa é de que a ampliação do quadro societário traga ainda mais benefícios aos negócios da empresa. “Em meio a caminhada dos 16 anos que passa a Atuária Brasil, o objetivo é de crescimento profissional, dando um passo à frente em termos de formato de gestão de processos, modernidade, ampliação do portfólio de negócios e novas frentes de atuação, com produtos inovadores a serem oferecidos ao mercado”, destaca Luiz Ernesto Both. “Buscamos este crescimento passo a passo, degrau a degrau, conforme é de nossa característica, sem perder o ambiente familiar, horizontal e de elevado nível de respeito e relacionamento entre todos na empresa”, acrescenta.

Conheça Danielle Wilk e Vinicius Rymsza, os novos sócios da Atuária Brasil

A atuária Danielle Wilk construiu sua carreira profissional no mercado segurador gaúcho. Desde o seu início no ano de 2003, conta com passagens importantes pelo Grupo MBM, Invest e Previsul Seguradora. No ano passado, fundou a Fator Atuarial junto com Vinicius, empresa em que ambos atuaram até o momento da efetivação da sociedade na Atuária Brasil. “Me sinto honrada em estar lado a lado com dois atuários tidos como exemplo e referência para nossa profissão em nível nacional. Eder e Both são mentores na minha carreira como Atuária e a expectativa em fazer parte do time de sócios da Atuária Brasil não poderia ser melhor ou mais motivadora”, comenta.

Vinicius Rymsza também conta com 17 anos de atuação profissional no segmento, com importantes e duradouras contribuições ao Grupo MBM e a Sabemi Seguradora. “O sentimento é um misto de orgulho e de muita expectativa. Os planos para o futuro da Atuária Brasil são muito interessantes e desafiadores, o que sem dúvida me deixa extremamente motivado”, relata sobre a nova fase.

Ainda em 2020, a expectativa dos sócios para alcançar bons resultados é alta. “Temos grandes desafios para implementar, alguns com resultados previstos ainda para este ano e, em conjunto com o time de colaboradores e demais sócios, já conhecidos pela alta qualidade técnica e comprometimento, já começamos a trabalhar para atingi-los”, afirma Danielle. “Já estamos trabalhando com intensidade nos objetivos que se apresentam nesta nova fase da empresa, e os frutos deste trabalho devem ser percebidos ainda este ano. Em que pese o tamanho do desafio, o quadro de gestores é excelente e a equipe de colaboradores é fantástica, muito competente e comprometida, e isso certamente irá facilitar muito o atingimento das nossas metas para 2020”, complementa Vinicius.

O time de sócios, Eder Oliveira, Luiz Ernesto Both, Danielle Wilk e Vinicius Rymsza, revelam que, para 2021, a empresa definiu um novo segmento de atuação, que por enquanto ainda permanecerá em segredo. E, para iniciar forte quando lançar a novidade ao mercado, o grupo está estudando e se aprimorando em relação a esta decisão.

Seguros são alternativas para empresas em tempos de pandemia 1583

A avaliação é de Fábio Astrauskas, CEO da Siegen Consultoria, empresa que trabalha há mais de 20 anos com reestruturação e recuperação de empresas.

Entre as alternativas para amenizar os impactos da pandemia do coronavírus, as empresas devem considerar a contratação de seguros, que podem ser aliados importantes para minimizar os problemas de caixa. Quem destaca é o CEO da Siegen Consultoria, Fábio Bartolozzi Astrauskas, engenheiro e economista, com MBA pela FIA-USP em gestão executiva internacional. Segundo o consultor, entre as várias modalidades de seguro, os empresários devem dar especial atenção a duas opções: o seguro de riscos cibernéticos (também conhecido como “cyber seguro”) e o seguro de crédito.

Durante este período de pandemia as empresas não só detectaram a importância da troca de dados eletrônicos, mas também tiveram amostragem do quanto as transações cibernéticas são sujeitas a vazamentos e perda de dados. “Diante desse quadro, o ciber seguro ganhou importância e deve estar cada vez mais no radar dos empresários”, destaca Astrayskas.

Quanto ao seguro de crédito, denominado também “seguro de contas a receber”, a proteção é em relação aos riscos de inadimplência por parte de parceiros das empresas. O CEO da Siegem explica que, nessa alternativa, a seguradora fará uma análise de crédito, muito semelhante à que acontece quando é feita uma antecipação de recebíveis, por iniciativa de instituições financeiras, FIDCs e factorings. A diferença é que, em caso de inadimplência, a seguradora fará o ressarcimento: “Esse instrumento pode ser utilizado em conjunto ou em separado da antecipação de recebíveis e é particularmente importante quando se recorda que a atual situação de instabilidade pela pandemia deve se prolongar por muitos meses e, portanto, a insegurança em relação ao recebimento dos faturamentos deve continuar”, complementa o consultor.

Opinião Jurídica: a inconstitucionalidade do Projeto de Lei 2.113/20 4281

Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS

Artigo é do advogado Lúcio Roca Bragança, do escritório Agrifoglio Vianna

No Brasil, temos a reunião das figuras de Chefe de Estado, Governo e Administração em uma mesma pessoa, que é o Presidente da República. Com isso, a cada 4 anos, troca-se a representação do País perante a comunidade internacional, o plano de governo e, não menos importante, todo o planejamento administrativo que, noutros países, possui uma blindagem contra a Política, e contra políticas circunstanciais e casuísticas, através de Agências Regulatórias, que possuem autonomia e independência perante o Poder Executivo. Pois a solidez das instituições é justamente uma das condições mais importantes para o progresso econômico e social de um país, justamente porque uma alternância do plano de ação em curto período de tempo, muitas vezes em direções antagônicas, causa prejuízo à obtenção de resultados em qualquer gestão, seja pública ou privada. E o prejuízo aos resultados de uma gestão pública manifesta-se na forma de recessão, desemprego, desigualdade, deseducação. No Presidencialismo de coalizão em que vivemos, fica , por vezes, difícil escapar do ciclo vicioso decorrente do fato de que a premência pela resolução de problemas urgentes tende a inspirar medidas imediatistas, que por sua natureza populista, não podem resolver os problemas estruturais – o que, a médio prazo, gera mais instabilidade e mais problemas com premência por resolução. Por outro lado, a credibilidade das instituições, a previsibilidade do cenário sócio-econômico, a estabilidade jurídica com a preservação da propriedade privada criam as condições necessárias para o progresso econômico, que é solução definitiva para os problemas a que as medidas populistas não combatem senão de modo paliativo.

Neste cenário atual de fragilidade institucional, veio à lume o Projeto de Lei 2.113/20, recentemente aprovado no Senado Federal e atualmente sob apreciação da Câmara dos Deputados. Dentre outras disposições, o texto predica indistintamente para o seguro – saúde e o seguro de vida: a) Proibição de exclusão da cobertura de eventos decorrentes do COVID-19 mesmo para contratos já firmados; b) Liquidação do sinistro no prazo máximo de 10 dias; c) Impossibilidade de suspensão ou cancelamento do contrato por falta de pagamento do prêmio; d) Manutenção obrigatória do valor do prêmio.

Primeiramente, já merece críticas o fato de o Projeto, rompendo com um viés de mais de 20 anos, disciplinar de modo indistinto os seguros de saúde e de vida, com objetos tão diversos, já que o primeiro pode trazer consequências afetas ao próprio direito à vida, ao passo que o segundo tem efeitos meramente patrimoniais. O mais grave, porém, é a nítida inconstitucionalidade do texto, por malferir o ato jurídico perfeito. A Constituição veda que as leis retroajam para atingir situações já consolidadas, entre elas os contratos que já estavam vigentes quando de sua publicação. Ao alterar o teor dos riscos predeterminados garantidos no contrato, instituindo uma cobertura obrigatória e intervindo em pactuações já consumadas, o Projeto viola o art. 5º, XXXVI da Magna Carta.

Além de ampliar o espectro de cobertura, o Projeto proíbe que seja adequada a contraprestação a encargo dos segurados, isto é, as seguradoras terão de pagar por algo que não receberam e, dada a proibição de cancelamento, terão de pagar ainda que sem receber nada. Trata-se de outra inconstitucionalidade notória, na medida em que prestar cobertura em descompasso com o prêmio recebido nada mais é do que violar o direito de propriedade. Um exemplo que bem ilustra o ponto e denota como, por vezes, o Estado confunde o interesse público, por que deveria zelar com, o interesse meramente estatal, é a Lei 11.960/09, que procurou indexar as dívidas da Fazenda Pública pelo índice de poupança, depauperando os créditos dos cidadãos. Cinco anos levou o Supremo Tribunal Federal para excluir a norma do Ordenamento por violar o “direito fundamental à propriedade”, já que “não se qualifica como medida adequada a capturar a variação de preços da economia, sendo inidônea a promover os fins a que se destina.”

Tão graves inconstitucionalidades, com os consequentes ruinosos efeitos aos cânones econômicos necessários a geração de riqueza e criação de uma sociedade próspera, demonstram o caráter meramente imediatista do Projeto de Lei em pauta, tal como vimos ao início. Por mais bem intencionado que seja o texto, a prestação obrigatória de um serviço sem uma fonte de recurso é medida que não pode escapar do rótulo de populista, e não se constrói o progresso de uma nação, com medidas populistas, sejam de Esquerda, de Direita ou do Congresso Nacional.

Vendas para o segmento PME crescem na Central Nacional Unimed 1248

Em São Paulo, houve crescimento de mais de 300% em 2019 e há boas perspectivas de incremento no cenário pós-pandemia

Apesar dos desafios impostos pela crise econômica provocada pela pandemia da Covid-19, a Central Nacional Unimed supera metas de vendas para o segmento de pequenas e médias empresas (PME) e tem boas perspectivas de crescimento para os próximos meses. Os resultados fundamentam o cenário de otimismo para a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed.

Em São Paulo, praça na qual a Central Nacional Unimed passou a atuar com exclusividade há pouco mais de um ano, a cooperativa registrou um crescimento exponencial na carteira de PME no ano de 2019. “Nosso crescimento de vendas em PME no ano passado, em relação a 2018, foi superior a 1.500%”, destaca a gerente comercial PME e Adesão de São Paulo, Patrícia Ponciano. “Mesmo neste período de quarentena, São Paulo tem um ritmo crescente, e nós estamos reinventando soluções para esse público e experimentando novas estratégias de vendas”, explica.

A Central Nacional Unimed fechou 2019 com um total de 25.532 vidas no segmento PME, em 2018 eram 1.620 vidas. A meta, superada, era de 23 mil vidas. Gustavo Knupp, superintendente comercial responsável pelos produtos PME e de adesão da operadora, explica que o grande resultado no Estado que tem a maior economia do Brasil é o fortalecimento da marca Unimed, hoje associada à qualidade e credibilidade. “Crescemos a carteira expressivamente em 264%. Isso só foi possível graças a um grande trabalho de reposicionamento de marca para a sociedade que fizemos ao longo de 2019 e a parceria sólida que construímos com os corretores. Ampliamos o diálogo e lançamos canais de venda online que visam facilitar as atividades das corretoras. Criamos com esse público uma relação próxima e que queremos que seja duradoura”, enfatiza.

O diretor comercial e de marketing da Central Nacional Unimed, Sizenando Campos, ressalta que os planos de saúde da operadora oferecem a segurança necessária para as PMEs. “A saúde é um ponto sensível para o empresário, que precisa ter tranquilidade nesse aspecto e quer dar segurança para seus colaboradores. Um dos motivos que nos faz acreditar nas perspectivas de crescimento da carteira”, afirma.

“Eu sempre vejo o copo meio cheio, e a Central Nacional Unimed está pronta para participar da reconstrução e do reerguimento da economia brasileira, com soluções de saúde que atendem as demandas do mercado”, finaliza.

85% das empresas perderam receita na pandemia 1986

Levantamento inédito com 500 empresas brasileiras também aponta que 74% das companhias têm mais dificuldade para prospectar novos negócios

Em um momento desafiador por conta do Covid-19, não existe um manual a ser seguido para que empresários e empreendedores consigam sair ilesos ou se recuperar o mais rápido possível. Por isso, a Ramper – maior plataforma de prospecção digital do Brasil – acaba de lançar o 1º Estudo da Prospecção Digital no Brasil para avaliar os impactos da área de vendas nas empresas B2B e ajudá-las a lidarem melhor com o momento de turbulência.

O levantamento que contou com a participação de 500 companhias do País, de todos os portes, aponta que 85% delas tiveram redução nas receitas após o início da pandemia. Além disso, 74% das empresas estão com maior dificuldade para prospectar novos negócios. Entre as companhias participantes, 30,1% são do setor de tecnologia, 27,4% da área de serviços, 12,4% especializadas em marketing, 4,8% em educação e 3,8% indústrias. Outros segmentos representam 21,4%.

O estudo revela ainda que 83% das empresas registraram diminuição na geração de leads pelos canais habituais (marketing digital e indicações), sendo que mais da metade delas sofreram uma queda acima de 25% nos leads receptivos – por exemplo, gerados via site.

Como reflexo da redução na demanda, 73% das companhias também notaram uma menor produtividade no time de vendas. “Vale ressaltar que, diferente do vendedor de loja física que aguarda a vinda dos clientes, os negócios B2B, na maioria dos casos, precisam atrair e captar possíveis interessados de forma ativa. Com as pessoas fora do escritório e a maioria das organizações cortando o orçamento de mídia paga, ficou mais difícil para os profissionais de vendas do setor realizar o trabalho”, explica Ricardo Corrêa, CEO da Ramper.

Para suprir o cenário adverso, 89% das companhias entrevistadas intensificaram as ações de prospecção ativa nos últimos dois meses. Inclusive, 5% delas relatam que adotaram a estratégia há menos de um mês e 27% utilizam há pouco menos de seis meses. “Pela sua eficiência e custo baixo, hoje o recurso é a opção mais viável para as companhias reverterem a tendência de queda nos leads. O gestor não pode simplesmente aceitar a redução na demanda receptiva e operar o funil de vendas com a metade da sua capacidade. Ao agir dessa maneira, os efeitos podem ser catastróficos. Metas serão perdidas e até times podem ser desconstruídos por falta de trabalho”, afirma o empreendedor.

O estudo da Ramper aponta também que as empresas que realizam a prospecção ativa por meios digitais sentiram menos os efeitos da pandemia. Neste grupo, 28% delas informaram que os resultados da atividade se mantiveram estáveis e até mesmo aumentaram em março e abril comparado aos dois primeiros meses de 2020. “Isso ocorre porque ao contar com mais métricas e dados em geral, essas companhias têm maior facilidade para prospectar mesmo em tempos de crise”, relata Corrêa.

O levantamento mostra ainda que 55,4% das empresas já não têm todas as métricas que precisam para tomar decisões, uma vez que as taxas de conversão e o ciclo médio de vendas do passado não se aplicam ao momento atual. Para o empreendedor, o primeiro passo para essas companhias reverterem o quadro envolve o reajuste de todo o processo de vendas.

“Caso decida incluir a prospecção na busca por clientes, é importante que o gestor tenha em mente que a atividade precisa ser feita de forma digital para evitar a baixa eficiência. Isso porque a alavancagem do canal digital possibilita atacar ao mesmo tempo vários ICPs (Perfil de Cliente Ideal), com cadências simultâneas, e rapidamente gerar as validações necessárias para rearranjar o processo de vendas”, avalia.

Corrêa faz uma análise final sobre o 1º Estudo da Prospecção Digital no Brasil. Segundo ele, na hora do desespero diversas organizações centram os gatilhos nos cortes de despesas, o que a leva a desconstruir seu principal ativo – o time – e até mesmo a comprometer sua continuidade. “Perder o capital intelectual que existe na área comercial pode até fazer com que as empresas sobrevivam financeiramente em um primeiro momento, mas ao mesmo tempo irá comprometê-las na retomada econômica, já que a formação de um novo time de vendas leva geralmente seis meses para atingir o seu ápice. O momento pede uma boa dose de cautela antes de tomar qualquer decisão”, conclui Ricardo Corrêa.

Mais detalhes da pesquisa podem ser encontrados em https://leads.ramper.com.br/estudo-da-prospeccao-digital-no-brasil-efeitos-da-pandemia-nas-vendas-b2b