113 anos e novos produtos da Previsul Seguradora são destaque na Revista JRS 117350

Confira a edição 228 da publicação na integra

A edição 228 da Revista JRS chega com destaque aos 113 anos da Previsul Seguradora, completados em agosto. Em comemoração, a companhia lançou novos produtos e marcou sua volta aos Ramos Elementares e demais soluções completas e inteligentes para mais negócios ao corretor e maior satisfação ao cliente. Outros conteúdos que foram destaque nos últimos 30 dias do setor de seguros também contemplam a publicação mensal. Excelente leitura!

Solaris Corretora de Seguros: 50 anos de dedicação, parceria e comprometimento 10562

Confira a edição 242 da Revista JRS, que traz a história da Solaris e de seu fundador, Laureano Fortuna

A edição 242 da Revista JRS é mais do que especial. Além de contar a trajetória de 50 anos da Solaris Corretora de Seguros, a publicação ganha uma nova roupagem. Ainda mais dinâmica e moderna, totalmente alinhada com a identidade visual praticada pelo Jornal Regional de Seguros em todas os seus canais.

A reportagem de capa desta edição enfatiza a importância da sucessão familiar empresarial, bem como a resiliência para se alcançar o sucesso, assim como acontece o empresário Laureano Fortuna e sua família. O mercado segurador como um todo possui profundas ligações familiares, sendo a maior parte das empresas que operam no segmento desta modalidade.

Outros conteúdos especiais recheiam a publicação mensal do JRS, como por exemplo, as análises promovidas pelo Vice-Presidente da Icatu Seguros, César Saut, durante a VI Jornada de Seguros e Benefícios do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS). Outro ícone da indústria brasileira de seguros, Nilton Molina, também integra a série de reportagens que lhe aguardam nas próximas páginas. O presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon abordou como inovação e tecnologia possibilitaram um aumento expressivo nas oportunidades para que o corretor expanda sua carteira de clientes, além de reforçar que os profissionais da área devem atuar também com produtos financeiros.

Excelente leitura!

Icatu reúne gestores para análise econômica e perspectivas para 2021 3560

Siga a transmissão em tempo real

A Icatu Seguros promove na manhã desta quinta-feira (03), o Encontro com Gestores. O evento é aguardado não apenas pelo mercado segurador, uma vez que reúne grandes gestores de investimentos e especialistas em previdência. “O nome do jogo é diversificação. Temos o maior marketplace de fundos de previdência do Brasil, com 100 gestores e 300 fundos, a Icatu atingiu R$ 40 bilhões em reservas de previdência privada este ano, um número 14% maior em relação ao ano passado. Isso demonstra como o brasileiro tem encarado, mesmo diante das incertezas, os produtos de longo prazo como uma prioridade”, definiu o presidente da companhia, Luciano Snel, na abertura do evento.

A mediação do Encontro com Gestores é realizada por Luís Artur Nogueira, jornalista e economista. A partir das 9h15min, acontece o painel Renda Fixa com Rodrigo Dias, Sócio-fundador e CEO da Butiá Investimentos; Marcos Iório, Gestor de Fundos da Integral Investimentos; Além de Ulisses Nehmi, CEO da Sparta Fundos de Investimento. O painel Multimercado, que acontece a partir de 10h05min, reúne Sergio Zanini, CIO, sócio e membro do Comitê Executivo da Galapagos Capital; Filipe Guerra, CIO e sócio-fundador da Legacy Capital; e André Simões, sócio responsável pela área de investimentos e gestor do Vinci Equilíbrio. O painel Renda Variável, a partir das 10h55min, reúne Roberto Lira, Portfolio Manager de Equities da Icatu Vanguarda; Daniel Reichstul, Fundador e gestor da Indie Capital; Além de Murilo Arruda, Sócio-fundador da Tork Capital. Por fim, o painel sobre Previdência será composto por Henrique Diniz, Diretor de Produtos de Previdência; e Talita Raupp, Gerente de Produtos de Previdência. Ambos os especialistas, Talita e Diniz, são da Icatu Seguros.

Acompanhe a transmissão:

PIB cresce 7,7% do segundo para o terceiro trimestre, diz IBGE 906

PIB cresce 7,7% do segundo para o terceiro trimestre, diz IBGE

Apesar do crescimento, economia não recuperou perdas da pandemia

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços finais produzidos no país, cresceu 7,7% no terceiro trimestre, em relação ao período anterior. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou, hoje (3), os números das Contas Trimestrais, essa é a maior variação desde o início da série em 1996, mas ainda insuficiente para recuperar as perdas provocadas pela pandemia. O resultado indicou ainda que a economia do país se encontra no mesmo patamar de 2017, com uma perda acumulada de 5% de janeiro a setembro, em relação ao mesmo período de 2019.

Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, o PIB, apresentou recuo de 3,9% e, em valores correntes, chegou a R$ 1,891 trilhão. Desse valor, R$ 1,627 trilhão em Valor Adicionado a Preços Básicos e R$ 264,1 bilhões em Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Para a coordenadora de Contas Nacionais do IBGE, Rebeca Palis, o crescimento ocorreu sobre uma base muito baixa, quando o país estava no auge da pandemia no segundo trimestre. “Houve uma recuperação no terceiro, contra o segundo trimestre, mas se olharmos a taxa interanual, a queda é de 3,9% e no acumulado do ano ainda estamos caindo, tanto a Indústria quanto os Serviços. A Agropecuária é a única que está crescendo no ano, muito puxada pela soja, que é a nossa maior lavoura”, disse.

No terceiro trimestre a Indústria cresceu 14,8% e os Serviços subiram 6,3%. Já a Agropecuária registrou queda de 0,5%. De acordo com o IBGE, a expansão do PIB no período foi causada, principalmente, pelo desempenho da Indústria, com destaque para o crescimento de 23,7% no setor de Transformação. Eletricidade e gás, água, esgoto, atividades de gestão de resíduos também cresceram (8,5%), como a Construção (5,6%) e as Indústrias extrativas (2,5%).

“Olhando pela ótica produtiva, o destaque foi a Indústria de Transformação, até pelo fato de ter caído bastante no segundo trimestre (-19,1%), com as restrições de funcionamento. A Indústria cresceu como um todo 14,8%, e a de Transformação 23,7%, mas voltamos ao patamar do primeiro trimestre”, observou Rebeca.

Serviços

O setor de Serviços, que foi destaque no resultado e têm o maior peso na economia, registrou alta em todos os segmentos: Comércio (15,9%), Transporte, armazenagem e correio (12,5%), Outras atividades de serviços (7,8%), Informação e comunicação (3,1%), Administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (2,5%), Atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (1,5%) e Atividades imobiliárias (1,1%).

A coordenadora lembrou que o setor caiu 9,4% no segundo trimestre e agora avançou 6,3%, mas ainda não recuperou o patamar do primeiro trimestre. A explicação é que houve uma queda tanto na oferta quanto na demanda. “Mesmo tendo sido retiradas as restrições de funcionamento, as pessoas ainda ficam receosas para consumir, principalmente os serviços prestados às famílias, como alojamento, alimentação, cinemas, academias e salões de beleza. O desempenho melhorou em relação ao segundo trimestre, mas ainda não voltou aos patamares antes da pandemia”, apontou.

Agricultura

A variação negativa de 0,5% na Agricultura foi consequência de um ajuste de safra. “O destaque é o crescimento de 2,4% no acumulado do ano, ante uma queda de 5,1% da Indústria e 5,3% dos Serviços”, informou.

Consumo das famílias

Rebeca observou ainda que o consumo das famílias (65%) – o que mais pesa pela ótica da despesa -, teve expansão de 7,6%, resultado que é muito parecido com o do PIB. O indicador havia caído 11,3% no segundo trimestre, mas no terceiro, o consumo de bens subiu bastante, especialmente, bens duráveis e bens alimentícios da cadeia agroalimentar. “O consumo de serviços teve crescimento, mas foi bem menor do que a queda anterior, pois as famílias não voltaram a consumir no patamar anterior à pandemia”, indicou.

Investimentos

Os investimentos (Formação Bruta de Capital Fixo) subiram 11%, mas neste caso também, o desempenho está relacionado à base de comparação com o segundo trimestre em que havia caído 16,5%. “No acumulado do ano, a queda é de 5,5%. E o país ainda tem investimento em equipamentos importados e como o dólar está alto, influencia para baixo”, afirmou a coordenadora.

Mercado privado não tem previsão de recebimento de vacinas contra Covid-19 2461

Mercado privado não tem previsão de recebimento de vacinas contra Covid-19

Associação defende que vacinas só podem ser consideradas após liberação da Anvisa

A Associação Brasileira de Clínicas de Vacinas (ABCVAC), após contato com todos os fabricantes que estão em pesquisa, ressalta que não existe qualquer previsão de abastecimento de vacinas contra a Covid-19 para o mercado privado, pois toda a produção mundial está dedicada ao pleno atendimento dos governos.

Ainda que seja preciso considerar que a comunidade científica não está medindo esforços para que os imunizantes sejam rapidamente aprovados, e que todo novo dia pode trazer alguma novidade, não existe qualquer previsão a curto prazo, e não se pode falar em abastecimento para o setor privado de vacinação, antes do segundo semestre de 2021/2022.

Cabe ressaltar ainda que toda e qualquer vacina só pode ser considerada após a liberação da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), e que primeiro deve ser atendida a demanda dos grupos prioritários, o que já exige enorme quantidade de doses, que não são produzidas em curto prazo.

A ABCVAC reforça ainda que suas associadas possuem tecnologia e capacidade técnica para atuar com toda e qualquer vacina produzida, e que qualquer adequação de logística e armazenamento necessária pode ser feita em pouco tempo, porém, a preocupação atual da entidade e de suas associadas é a cobertura vacinal para doenças que já possuem imunizantes, a fim de evitar as outras enfermidades que podem, inclusive, agravar o quadro de Covid-19, e que o esquema vacinal precisa ser colocado em dia antes que as clínicas e postos se sobrecarreguem.

Tokio Marine é destaque no prêmio Valor Carreira pelo 4º ano consecutivo 585

Masaaki Itakura, Diretor Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine / Divulgação

Seguradora é reconhecida pela melhores práticas em Gestão de Pessoas

Pelo quarto ano consecutivo, a Tokio Marine figura entre as ganhadoras do prêmio Valor Carreira, que reconhece as melhores empresas em Gestão de Pessoas no País. A Seguradora ficou em segundo lugar no ranking da categoria de 1501 a 3 mil funcionários.

“É motivo de grande orgulho para nós estarmos, mais uma vez, entre as empresas premiadas pelo Valor Carreira. Isso mostra que todos os esforços direcionados para oferecer e incentivar as melhores oportunidades de desenvolvimento de carreira, benefícios e qualidade de vida dentro e fora do ambiente de trabalho aos nossos Resolvedores são bastante consistentes e estão dando resultado”, celebra Masaaki Itakura, Diretor Executivo de Estratégia Corporativa da Tokio Marine.

Atualmente, a Seguradora conta com mais de 2 mil Colaboradores distribuídos entre 75 Unidades de Negócios, com Sucursais e Escritórios em todo o território nacional. Para a Companhia, a chave do sucesso está na integração entre os pilares da sua Cultura Organizacional, baseados, especialmente, em Inovação, Protagonismo, Transparência e Diversidade.

“Em um ano tão atípico quanto este, nossa primeira preocupação foi preservar a saúde de todo o time e transmitir tranquilidade para que todos continuassem a exercer suas atividades em home office. Tanto que fomos uma das primeiras empresas do Brasil a aderir ao manifesto#NãoDemita. Dentro dessa proposta, desenvolvemos uma série de ações para motivar as equipes e manter as metas da Companhia alinhadas para continuarmos atendendo nossos Corretores, Assessorias e Clientes com a mesma excelência”, explica Itakura.

Entre as iniciativas adotadas pela Tokio Marine desde o decreto de pandemia de Covid-19 pela OMS estão a promoção de atividades online com foco na saúde física e mental dos funcionários, como atendimento com os médicos do trabalho e ginástica laboral; realização do “Papo de Time” para compartilhamento de informações sobre a Companhia; realização de uma série de treinamentos virtuais e incentivo à apresentação de ideias inovadoras sobre os processos da Seguradora.

“Sem nenhuma dúvida, o espírito protagonista e de colaboração dos nossos Colaboradores foi essencial para vencermos os enormes desafios dessa jornada. Esse prêmio só mostra o quanto a nossa preocupação com a Gestão de Pessoas tem dado certo!”, finaliza Masaaki Itakura.

O prêmio Valor Carreira é realizado pelo jornal Valor Econômico, em parceria com a consultora Mercer, e tem como objetivo medir e compreender o nível de engajamento dos funcionários, além dos indicadores de prosperidade organizacional. A premiação aconteceu nesta segunda-feira (30), em cerimônia online, por conta de medidas preventivas ao contágio do coronavírus.

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