Descubra como migrar da loja física para o e-commerce 1535

Descubra como migrar da loja física para o e-commerce

Confira artigo de Rafael Reolon, diretor de expansão da SetaDigital

É possível listar boas razões para iniciar um projeto de e-commerce. Há quem diga, por exemplo, que toda a estrutura de uma loja, da vitrine ao escritório, passa a funcionar dentro de um computador, e que milhares de clientes estão online. Isso nos leva a imaginar que eles aguardam ansiosamente a publicação de uma nova loja virtual para devorarem os estoques, não é mesmo?

Entretanto, não é tão simples assim obter sucesso neste meio. Para guiar o plano de sucesso da sua loja, vamos navegar no encantador varejo digital, que estimula as marcas a se reinventarem, por meio de uma importante pergunta: estou preparado para abrir uma filial com um modelo de negócio diferente e desafiador?

Inaugurar um comércio eletrônico, apesar de parecido com um físico, envolve um modelo de negócio distinto. Isso porque o planejamento elenca outros requisitos, a inauguração envolve novas decisões, a demanda por tecnologias tende a aumentar, os investimentos têm outras finalidades e o processo de venda é completamente diferente. Em resumo: pessoas, processos e tecnologias de um e-commerce divergem da operação de uma loja física.

A venda, em um comércio eletrônico, inicia em um catálogo de produtos bem organizado, que depende das descrições ricas de informação, chega ao carrinho de compras, passa pela aprovação do pagamento, separação da mercadoria, expedição do pedido e, finalmente, chega ao consumidor. Esse processo leva alguns dias, o que significa que o espaço de tempo para se relacionar com os clientes é maior no e-commerce.

É tudo muito desafiador, mas para se sobressair neste meio, existem alguns crucias primeiros passos. Primeiro, é necessário entender os seus diferenciais e, para isso, listar os pontos fortes da sua loja física, como o atendimento de qualidade, uma vitrine atraente, agilidade no processo de compra, novidades e produtos exclusivos, entre outros.

Listados? Então, vamos para o próximo passo, que é projetar a aplicação destes atributos no seu comércio eletrônico:

  • Atendimento de qualidade: mantenha este requisito no e-commerce e, para isso, explique todos os detalhes dos produtos que estiver oferecendo e, também, envie para o seu cliente, via e-mail ou mensagem de texto, o acompanhamento do seu pedido e, assim, abra um canal para que ele possa se comunicar. Um processo que humaniza e aproxima o consumidor;
  • Loja bonita e vitrine atraente: invista nos recursos visuais do seu site, no design, bem como nas facilidades para torná-lo atrativo e proporcionar uma boa experiência de consumo ao seu cliente. Aposte, também, nos anúncios;
  • Agilidade na compra: proporcione uma experiência rápida e assertiva. E, o mais importante, jogue limpo com o consumidor, sendo claro sobre o processo de entrega em seu e-commerce e os dias que demorarão para que o produto chegue em determinada localidade. Isso evita alguns descontentamentos por parte dos clientes;
  • Novidades e produtos exclusivos: atualize, imediatamente, a sua loja eletrônica com as mercadorias novas que chegaram na física e organize alguns descontos apenas para as compras realizadas no e-commerce, isso estimula o tráfego dos consumidores.

Analisando estes passos, você concluirá que no âmbito do varejo digital, os conceitos estão interligados e o elo é a tecnologia. Portanto, para garantir a produtividade da sua loja virtual e eliminar retrabalhos, é muito importante possuir um sistema de gerenciamento que se comunique com a plataforma de e-commerce. O objetivo é automatizar uma série de rotinas e processos que, sem a conexão das informações, precisariam ser feitos de forma manual. Pronto, agora, você está mais preparado para se desafiar no mundo do e-commerce!

*Rafael Reolon é diretor de expansão da SetaDigital, companhia de Tecnologia da Informação especializada no setor calçadista.

Artigo: Seguros – Uma evolução lógica 2112

“A tela ‘touchscreen’ veio para rapidamente mostrar que é uma assassina impiedosa, tão cruel quanto os celulares”

Os telefones celulares estão sob ataque e seu reinado como principal causa dos acidentes de automóveis pode ter vida curta, muito mais curta do que as demais causas que nas últimas décadas ocuparam o pódio, matando dezenas de milhares de pessoas todos os anos, nas ruas e estradas do Brasil. Não que o celular tenha perdido eficiência ou que ele não faça sua parte cada vez com mais competência. A culpa não é dele, ao contrário, ele se esforça diariamente e com bastante sucesso.

Acontece que o ser humano é cruel e, da mesma forma com que introduziu o celular no mundo dos motoristas, agora acaba de introduzir um equipamento fascinante e tão mortal quanto os telefones de bolso. A tela “touchscreen” veio para rapidamente mostrar que é uma assassina impiedosa, tão cruel quanto os celulares, e que já é responsável por dezenas de milhares de acidentes, com centenas de mortos e feridos espalhados pelo mundo.

O fenômeno não é nacional, ao contrário, nós ainda estamos no começo da caminhada, até porque a maior parte dos veículos brasileiros só agora vai sendo equipado com elas. Não quer dizer que não temos potencial para galgar a rampa do sucesso com enorme rapidez. O mau, o feio e o ruim entram na vida nacional sem maiores barreiras e causam danos irreparáveis muito mais depressa do que imaginam.

Com certeza, um número crescente de acidentes, com e sem vítimas, acontece porque os veículos causadores estão equipados com telas “touchscreen” que, no milésimo de segundo anterior ao evento, estavam sendo tocadas pelos dedos do motorista, em busca de algum serviço de fácil acesso que, embora extremamente rápido, é lento o bastante para distrair o cidadão e levá-lo a causar a batida ou o atropelamento.

Estudos internacionais já detectam o fenômeno e as seguradoras fora do Brasil começam a tomar as medidas necessárias para neutralizar a ameaça, através do aumento do preço do seguro de veículos e de medidas pontuais para minimizar ou desincentivar a prática. Ninguém discute, as telas inteligentes, acionadas por um único toque de dedo, são maravilhosas e representam um avanço fenomenal na vida dos motoristas. Mas elas são também um problema.

Só que, neste momento, apesar do seu potencial de danos, outras estatísticas mostram que existem perigos mais graves do que a capacidade das telas “touchscreen” darem ensejo a milhares de acidentes de trânsito.

Com a decretação do isolamento social, milhares de pessoas pararam de sair de casa e seus veículos estão imóveis, estacionados nas garagens há mais de um mês.

O resultado é que, com a diminuição do número de veículos nas ruas, houve também a redução acentuada dos acidentes e consequentemente a queda do número de mortes causadas pelo trânsito na cidade de São Paulo.

Seria uma notícia para ser comemorada se não houvesse o outro lado da moeda e esse lado é trágico. Se, de um lado, aconteceu a queda absoluta do número de mortes causadas pelo trânsito, de outro, houve o aumento do número de mortes de motociclistas e ciclistas nas ruas da cidade.

É a consequência lógica da realidade das ruas vazias por conta da pandemia. Com as ruas sem movimento e com os “deliverys” se tornando a forma de entrega das encomendas feitas pelos que estão confinados em casa, os entregadores dessas mercadorias se sentiram donos das ruas e, daí pra frente, a quantidade de imprudências e sandices que podem ser observadas em qualquer canto da cidade, em primeiro lugar, assustam e, em segundo, levantam uma pergunta assustadora – por que o número de mortos não é ainda maior?

Mão, contramão, lado direito e esquerdo, ultrapassar pela faixa que divide as pistas, estacionar no meio da rua e o mais que se imaginar se tornou rotina, da mesma forma que um bom número de motoristas de automóveis não está nem aí para o que é certo ou errado. Na sua visão, a rua vazia é dele. E isso liberou a possibilidade de se fazer tudo, quanto mais errado ou proibido melhor.

Neste cenário, o aumento das mortes de motociclistas e ciclistas é a consequência lógica do que vai pelas ruas. E pode piorar.

 

*Por: Antonio Penteado Mendonça

Artigo: A transformação digital nunca foi tão urgente 723

Ferramentas modernas são decisivas para a sobrevivência das empresas em meio à crise

Não é novidade: a tecnologia facilita a vida das pessoas e das empresas. Contudo, em tempos de pandemia, o valor da inovação se mostrou ainda maior. O home office e o delivery se tornaram as principais alternativas das corporações para manterem os negócios. Nesse cenário, o investimento em sistemas de ponta nunca foi tão urgente.

A aposta em transformação digital gera um aumento de 92% no faturamento em vendas. É o resultado de estudo desenvolvido pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo – SBVC em parceria com o Oasis Lab Innovation Space. Para as organizações entrevistadas, a ação resulta em um diferencial competitivo no mercado. Portanto, se atentar a esse fator é decisivo em tempos de crise!

Quem lida com atendimento também precisa se preparar com dispositivos modernos. Os recursos tecnológicos são uma saída para proporcionar mais independência aos clientes. Além disso, diminuem despesas operacionais e facilitam a manutenção. Dessa maneira, tanto a vida do usuário quanto a dos empresários fica mais fácil.

Minha recomendação é: aproveite a tecnologia! Nas ligações, também se pode contar com esse auxílio. Por meio de Unidades de Resposta Automática – URAs customizadas é possível realizar atendimentos completos sem a necessidade de direcionamento para um operador. Os projetos são elaborados em conjunto com os clientes, visando a criação do recurso mais completo possível, capaz de preencher qualquer lacuna existente na operação.

Algumas lojas já utilizam essa ferramenta de maneira integrada ao sistema de vendas. Desse jeito, o consumidor não precisa falar ou depender de alguém para informar o status de seu pedido, por exemplo. Ele consegue fazer o rastreamento das demandas por meio do atendimento eletrônico da URA.

Períodos de crise vem e vão, às vezes de maneira inesperada. A única forma de sobreviver é saber se adaptar com eficiência, segurança e economia. Minimize os riscos por meio da transformação digital!

* Por Giovane Oliveira, diretor de tecnologia da Total IP – Soluções e Robôs para Contact Centers.

Cinco maneiras de modernizar risco de crédito na pandemia 851

Decisões precisam ser sustentáveis para garantir que o negócio possa sobreviver à tempestade e prosperar no longo prazo

Gestão de risco de crédito tem passado por uma transformação maciça como resultado do surto de Covid-19. Isso é verdade não apenas para organizações que fornecem crédito, mas também para os consumidores, muitos dos quais terão enormes prejuízos à sua qualidade de vida como resultado da crise.

Duas coisas precisam ter prioridade para os gestores durante esses tempos difíceis: decisões precisam ser sustentáveis para garantir que seu negócio possa sobreviver à tempestade e prosperar no longo prazo, mas você também precisa considerar que os clientes que você apoia durante tempos difíceis serão mais propensos a ficar com você durante e após a recuperação.

Quando se trata de sustentabilidade de negócios, há muitos benefícios em ter uma abordagem para pontuação de cobrança em funcionamento. Com uma capacidade analítica melhor, focada em cobranças, sua organização estará melhor equipada para entender o impacto das mudanças econômicas e decisões de negócios sobre capital de giro e P&L.

Você será capaz de planejar o investimento de capital e produtos de empréstimos de modo mais eficaz, baseado em cálculos confiáveis de perdas esperadas. Com mais recursos para planejar aquisição de clientes, campanhas de cross-sell ou up-sell, seu departamento de marketing também terá recursos adicionais para criar campanhas mais efetivas.

Para trazer esses benefícios à tona, segue uma lista de possibilidades acerca de melhorias potenciais que podem ser atingidas a partir de uma melhor gestão de risco de crédito:

• Aumentar a fidelidade de cliente com adaptação de limite de crédito

Insights de crédito gerados por inteligência analítica permitem que sua empresa defina bases de limite de crédito apropriadas para novos clientes com mais confiança, para então ajustar esse limite ao longo do tempo baseado em uso e padrões de pagamento para gerar mais utilização da capacidade restante do cartão de crédito.

Um exemplo de onde você pode inserir isso de modo mais criativo: considere um cliente que optou por permitir acesso à sua localização e normalmente usa 90% do seu limite do cartão de crédito. Você vê que ele vai comprar algo em uma empresa em que ele normalmente gasta entre R$ 150 a R$ 300, mas ele tem apenas R$ 120 de crédito restante no seu cartão.

Se você sabe que esse cliente tem um bom histórico de pagamento e um fluxo de receita em suas outras contas, o sistema automaticamente envia para ele um SMS com uma oferta por tempo limitado para aumentar seu limite em R﹩ 500 por um mês. Ao fazer isso, é possível ganhar ou reforçar a fidelidade do seu cliente – todo mundo gosta de ser recompensado por fazer a coisa certa.

• Ganhar negócios com precificação baseada em risco

Pesquisa e observação de mercado podem ser usadas como método básico para definir as taxas de juros para produtos como empréstimos para automóveis. Mas uma abordagem de pontuação de crédito refinada e eficiente pode te levar mais longe e permitir decisões que adicionam valor real aos negócios.

Veja como você pode ir além da abordagem tradicional: para bons clientes, você pode oferecer 2 pontos percentuais abaixo de uma taxa de juros média, por exemplo, de 14%. Você pode oferecer ainda outra redução de outro ponto percentual para pagamento em dia.

Para clientes que representem um risco um pouco maior, ofereça a aprovação de empréstimo a 15%. A taxa é um pouco maior, mas o cliente garante o empréstimo que realmente precisa para manter as coisas em casa em um cenário de desemprego, por exemplo.

• Faça vendas up-sell e cross-sell de produtos de risco de crédito de modo mais eficaz

Alavancar um cartão de crédito quando se vende um financiamento imobiliário ou automotivo é uma tática muito padrão para expandir sua marca na carteira do cliente. Entretanto, insights analíticos te permitem fazer uma melhor oferta.

Usar inteligência analítica para entender quais cartões de crédito vender para clientes específicos baseados em suas características únicas e o que isso pode te dizer sobre suas preferências de recompensas é um bom exemplo.

Uma passageiro frequente pode ser mais receptivo a um cartão com milhas aéreas, enquanto um comprador compulsivo pode ser mais inclinado a escolher um cartão que ofereça descontos com lojas parceiras e, ainda, clientes do tipo que economizam e investem podem preferir recompensas de cashback – os últimos dois casos podem ser especialmente frequentes nos tempos atuais. Inteligência analítica efetiva vai te ajudar a escolher o que oferecer e a quais clientes você deve oferecer diferentes produtos.

• Gerenciar empréstimos comerciais com notícias e informações sociais em tempo real

As carteiras de empréstimos comerciais são normalmente avaliadas com base nos extratos financeiros anuais dos clientes, para em seguida reavaliarem os clientes com base em relatórios financeiros médios.

Você pode inserir uma abordagem mais eficaz ao integrar dados das páginas de notícias e redes sociais dos seus clientes e, então, aplicar inteligência analítica de texto para entender o que está acontecendo no mercado, notícias sobre o cliente e o clima em torno do cliente.

Por exemplo, você pode obter informações sobre as atividades de mineração do seu cliente e se ela está gerando prejuízo ambiental. Você pode avaliar o impacto do CEO de tal empresa que acaba de fazer comentários controversos. Você sabe quando uma empresa acaba de passar por um grande vazamento químico ou uma calamidade em uma fábrica. Você pode avaliar se os comentários e avaliações são favoráveis, indicando boa saúde e potencial de negócios.

Todas essas informações que são relevantes para tomadas de decisões sobre crédito podem fazer parte do modelo de classificação como atributos suplementares para reavaliar o cliente em tempo real ou diariamente.

• Aproveite o poder de machine learning em decisões de crédito

Bancos e entidades financeiras não tradicionais estão se voltando para machine learning (ML) para tomar decisões mais precisas sobre cobranças, aprovação de empréstimos e afins. O que é útil em ML é que ela pode revelar correlações entre diferentes atributos, coisa que modelos lineares tradicionais não veriam. Ela está se provando particularmente valiosa quando usamos dados alternativos, onde os atributos podem ser indiretamente correlacionados.

É possível ir além, usando ML para identificar quais variáveis tem boas previsões (pode não ser o que você pensa) e, então, colocar esses insights em modelos tradicionais. Ou projetar um modelo primário com técnicas ou regras de modelagem tradicional e um modelo paralelo com machine learning. Onde o modelo de machine learning pode ser difícil de interpretar, o modelo tradicional acompanhante pode explicar o resultado.

Todas as cinco dicas acima podem ajudar a sua organização a navegar o território desconhecido durante e pós pandemia, com dados que vão dar suporte a decisões mais sustentáveis a longo prazo e gerar níveis mais altos de retenção. Isso porque você vai tomar decisões que não apenas os encorajam a ficar com você, mas te permitirá estar presente quando seu cliente mais precisa de você.

*Por Ednalva Vasconcelos é vice-presidente de Finanças para América Latina do SAS, empresa líder global em soluções de analytics.

Sociedade pode enviar sugestões para a Susep 592

Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros

Sociedade pode enviar sugestões para modelo que visa aplicação proporcional das regras prudenciais. Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros, aumento de eficiência do regulador e benefícios ao consumidor com mais concorrência e melhores preços

Nesta segunda-feira (25), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública, propostas para aplicação proporcional das regras prudenciais, de acordo com o porte e a complexidade das empresas do setor. As medidas sugerem alteração na resolução 321/2015, do CNSP, e na circular Susep 517/2015, para adequação de requisitos como prazo e modelos de envio de informações.

Há ainda a redução do capital-base para supervisionadas de menor porte e complexidade, que ficaria entre R$ 3,6 milhões e R$ 8,1 milhões, de acordo com o segmento de cada organização. Com a iniciativa, a autarquia visa promover ganhos de custo operacional para o setor e mais eficiência na supervisão. De acordo com a Susep, a medida beneficiará o mercado consumidor de seguros com melhores preços e mais concorrência.

A superintendência afirmou ainda que este é mais um passo na discussão com a sociedade dos modelos para a segmentação do mercado de seguros, evolução e modernização do setor no Brasil.

A íntegra do normativo pode ser acessada pelo link http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-de-consulta-publica-n-9/2020-258324492.

BC diz estar preparado para corrigir distorção no mercado de câmbio 1408

Variações cambiais continuam afetando a inflação

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fábio Kanczuk, disse que o BC está “muito bem preparado” para corrigir distorções no mercado de câmbio, principalmente pelo nível das reservas internacionais.

“O BC tem instrumentos naturais para intervir no mercado de câmbio e corrigir mau funcionamento”, afirmou, em live organizada pelo UBS.

Na transmissão, o diretor disse que, na avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom), as variações cambiais continuam podendo afetar a inflação

“A leitura não é que ‘pass-through’ desapareceu”, completou Kanczuk.