Seguros avançam no mercado do luto, que já movimenta R$ 7 bilhões por ano 678

Seguros avançam no mercado do luto, que já movimenta R$ 7 bilhões por ano

Proteções já representam 5% dos R$ 350 milhões de faturamento obtido pelo Grupo Invita

O Grupo Invita está colhendo bons resultados a partir da diversificação de produtos comercializados pelas 16 organizações do conglomerado que atuam em 13 estados do Brasil como funerárias, cemitérios, crematórios e empresas de planos funerários.

Os planos oferecidos por essas empresas aos clientes, que antes se limitavam aos produtos funerários, passaram a também incluir seguros e assistências a partir de 2014. Os novos negócios, que já equivalem a 5% dos R$ 350 milhões de faturamento do Grupo, deverão representar 15% em até 4 anos. O aumento é considerado expressivo em função da alta rentabilidade da operação. Hoje, os planos das organizações atendem mais de 3,5 milhões de pessoas.

Acordo mira empresas que movimentam R$ 7 bilhões

Os seguros e assistências estão sendo garantidos pela seguradora Mongeral Aegon, com a qual o Grupo firmou em 2017 um acordo de exclusividade para comercializar as apólices no mercado brasileiro do luto. O regime de exclusividade compreende não apenas a oferta de proteções para pessoas físicas, mas também a distribuição de seguros por meio de outras empresas que atuam nesse mercado que movimenta anualmente cerca de R$ 7 bilhões, conforme números do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep).

Nas transações com outras empresas do mercado do luto (B2B), o Grupo Invita está compartilhando o know-how que desenvolveu ao comercializar produtos que podem ser adquiridos em vida, a partir de uma estrutura originalmente concebida para oferecer soluções somente em caso de óbito. Os seguros atualmente comercializados garantem indenização em caso de morte, invalidez, doença grave, fratura nos ossos, hospitalização e outros eventos.

Conceito de Life Care

“A força da rede de empresas do Grupo Invita está propiciando a mudança do conceito de Death Care para Life Care, em que as organizações podem apoiar, cuidar e amparar as famílias em todos os momentos da vida”, salienta Gilmar de Melo Mendes, presidente do conselho de administração do Grupo. Ele conta que esse novo modelo empresarial exige uma profunda mudança de cultura, que impacta não apenas a área de vendas, mas também outros departamentos das organizações como administração, faturamento, atendimento ao cliente e, principalmente, tecnologia – “que é o principal pilar de qualquer gestão empresarial moderna”.

Conforme o executivo, o sistema Life Care dobrou o índice médio de retenção de novos clientes de planos e, ao mesmo tempo, vem proporcionando um número crescente de parcerias com outras organizações do mercado do luto. Neste ano, outros produtos de seguro serão disponibilizados, além de serviços de saúde e crédito a custos mais acessíveis em relação à média do mercado.

Composição do mercado do luto

O mercado brasileiro do luto possui aproximadamente 5.500 empresas funerárias legalizadas em funcionamento, além de mil cemitérios privados e 90 crematórios, que empregam de forma direta mais de 50 mil pessoas, segundo dados da Associação de empresas do setor funerário (Abredif), Centro de Tecnologia em Administração Funerária (CTAF) e Sindicato dos Cemitérios Particulares do Brasil (Sincep).

Os Planos de Assistência Familiar, pagos mensalmente por milhões de pessoas, atendem, principalmente os públicos C e D. Esses, inicialmente apenas garantiam o atendimento emergencial às famílias na ocasião do óbito, mas hoje também oferecem serviços como rede de descontos em clínicas, academias, escolas e universidades, chegando a também ofertar material de convalescência, seguros, capitalização, empréstimos pessoais e um amplo leque de assistências (pet, veicular, sênior, etc.).

Além disso, outros diversos negócios ajudam a movimentar esse mercado, tais como floriculturas, transportadoras, indústrias de urnas e outros.

Potencial dos negócios com Life Care

Conforme o Grupo Invita, os negócios com Life Care, ou benefícios em vida, proporcionam serviços a custos acessíveis para famílias de todas as classes sociais que, muitas vezes não possuem condições de pagar por esses serviços. O objetivo é atender um mercado carente, uma vez que o país hoje possui 140 milhões de pessoas sem seguro de vida, 35 milhões de veículos sem seguros, 170 milhões de pessoas sem seguro dental e 50 milhões de residências sem seguro contra roubo ou incêndio. Além disso, 148 milhões de brasileiros não possuem convênio médico, 60% da população de baixa renda não tem acesso a cartões de crédito e 60 milhões de pessoas sequer possuem conta em banco – o equivalente a mais da metade da população economicamente ativa . Para contribuir com o atendimento dessas necessidades, o Grupo Invita está aproveitando a capilaridade de sua rede de distribuição e a associação com empresas parceiras para alcançar as mais diversas regiões do Brasil, incluindo as áreas mais remotas.

As empresas que compõem o Grupo Invita estão estabelecidas nos estados do Piauí, Maranhão, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

INPAO Dental lança campanha “Black November” para corretores 703

INPAO Dental lança campanha “Black November” para corretores

Vencedores serão conhecidos em dezembro

Para marcar o mês de novembro, conhecido pelas diversas promoções que ocorrem em razão da Black Friday, o INPAO Dental – Instituto de Previdência e Assistência Odontológica – promove a Campanha “Black November” para corretores. As corretoras de seguros participantes receberão por contrato referente a esta campanha agenciamento de 200% da fatura mensal, com 7,5% de vitalício. O prazo para participar termina em 30 de novembro e os vencedores serão conhecidos em dezembro.

Para participar é preciso entrar em contato com a área Comercial do INPAO Dental: comercial@inpao.com.br.

LinkedIn traz para o Brasil recurso voltado para autônomos e pequenos negócios 723

LinkedIn traz para o Brasil recurso voltado para autônomos e pequenos negócios

“Disponível para Negócios” permite listar quais serviços o profissional oferece e como gostaria de ser abordado na ferramenta

O LinkedIn, maior rede social profissional do mundo, anuncia a chegada do recurso Disponível para Negócios no Brasil. Lançada em julho nos Estados Unidos, a ferramenta agora está disponível em 28 idiomas – incluindo o português – e permite que autônomos e pequenos negócios indiquem em seus perfis que tipo de serviços prestam e como gostariam de ser abordados na plataforma, aumentando as chances de conquistar novos clientes.

Já do lado do cliente, a busca por pessoas também foi aprimorada e agora é possível pesquisar e filtrar os resultados no LinkedIn para determinar quais prestadores de serviços estão disponíveis e são mais adequados para atender às suas necessidades profissionais.

“Pequenas empresas e autônomos desempenham um papel fundamental no crescimento e no futuro da nossa economia, especialmente no cenário econômico atual. Com mais 40 milhões de usuários na plataforma no Brasil, o LinkedIn está cada vez mais aberto a trazer recursos para ajudá-los a serem mais produtivos e bem-sucedidos”, comenta Ricardo Wright, gerente sênior de desenvolvimento de negócio para América Latina.

Se você é um autônomo e deseja utilizar a ferramenta, é preciso acessar seu perfil e clicar na caixa abaixo da foto e título. Clique em “começar” e preencha o formulário para fornecer detalhes sobre os serviços que você fornece e sua preferência de contato, isto é, se qualquer usuário pode te contatar ou não. Seja o mais detalhado(a) possível, para que os usuários que visualizam esta seção saibam o que você está oferecendo. Clique em “continuar” e isso será adicionado automaticamente ao seu perfil. Caso queira, ainda é possível compartilhar com sua rede que está disponível para negócios.

Para quem deseja buscar por profissionais ou fornecedores, basta acessar a barra de busca na parte superior do LinkedIn. Selecione o filtro de pessoas e em seguida, clique em “todos os filtros”. Navegue até o filtro “serviços” e digite ou selecione a área desejada. Uma  uma lista de profissionais será exibida.

ENS lança três novos cursos gratuitos na modalidade online 721

ENS lança três novos cursos gratuitos na modalidade online

Todos os programas têm início das aulas imediato e ensino médio completo como pré-requisito

Com o objetivo de democratizar o acesso ao conhecimento, a ENS oferece cursos gratuitos na modalidade online. Nesta semana, a Instituição lançou três novos programas neste formato: Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), Regulação de Sinistros para Corretores de Seguros e Liderança de Pessoas.

O curso sobre LGPD apresenta todas as modificações da nova norma que entrou em vigor neste ano, abordando a amplitude da lei e os impactos nas empresas e na vida de cada profissional do mercado segurador.

Já o programa sobre regulação de sinistros explica todas as etapas envolvidas nessa atividade, desde o aviso do sinistro até o cumprimento da obrigação contratual, demonstrando também a atuação do corretor de seguros em cada uma delas.

Os principais aspectos da gestão de pessoas dentro de uma empresa e temas como Comunicação Eficaz, Motivação e Gestão de Conflitos fazem parte da grade do curso Liderança de Pessoas.

Todos os programas têm início das aulas imediato e ensino médio completo como pré-requisito. Para mais informações os interessados devem acessar a Escola Virtual no site da Escola de Negócios e Seguros, que também é o canal para inscrições.

Nota de Falecimento 836

Nota de Falecimento

Maurício Mugnaini era consultor comercial da Delphos

É com pesar que a diretoria da Delphos comunica o falecimento do consultor comercial, Maurício Laval Pina de Sousa Mugnaini, no dia 13 de novembro.

O velório será realizado hoje, 14 de novembro, às 18h no Memorial Bosque da Paz, em Vargem Grande Paulista, e o sepultamento acontecerá amanhã, dia 15 de novembro, às 9h no mesmo local.

Mugnani foi empresário do setor de TI, Presidente da Federação Nacional das Empresas de Informática (FENAINFO) e Vice-presidente da Confederação Nacional de Serviços (CNS); presidiu o Sindicato Patronal de Informática do Estado do Rio de Janeiro por 12 anos, foi Conselheiro do Município do Rio de Janeiro, condecorado pela Alerj com a medalha Tiradentes. Além disso, foi Subsecretário de Projetos Especiais da Prefeitura Municipal de Niterói. Desde maio de 2019, atuava na Delphos.

O que você precisa saber sobre o Contrato de Trabalho Verde Amarelo 1061

O que você precisa saber sobre o Contrato de Trabalho Verde Amarelo

Confira artigo de Bruno Gobbi, advogado da Área Trabalhista do escritório Marins Bertoldi

Bruno Gobbi é advogado da Área Trabalhista do escritório Marins Bertoldi / Divulgação
Bruno Gobbi é advogado da Área Trabalhista do escritório Marins Bertoldi / Divulgação

A Medida Provisória 905/2019, também conhecida como Programa Emprego Verde-Amarelo, alterou diversos pontos da CLT, sendo considerada uma “minirreforma” trabalhista. A MP também introduziu ao ordenamento jurídico um novo modelo de contrato para estimular a contratação de jovens em início de carreira, o “Contrato de Trabalho Verde e Amarelo”, que traz benefícios tanto para o empregado quanto para o empregador.

Para quem é?

O Contrato de Trabalho Verde Amarelo é uma nova modalidade de contratação focada em jovens que tenham entre dezoito e vinte e nove anos e que buscam o primeiro emprego, sendo que, para fins de caracterização de primeiro emprego, os registros como menor aprendiz, contrato de experiência, trabalho intermitente e trabalho avulso não serão considerados.

E qual o benefício para o empregado?

Necessário ressaltar que o Contrato de Trabalho Verde Amarelo possui como principal objetivo fomentar a contratação de jovens que possuem dificuldade de ingresso no mercado de trabalho. Estima-se a contratação de até 1,8 milhões de empregados até o fim de 2022.

A grande mudança para o empregado contratado nesta modalidade é que, ao invés de receber suas verbas rescisórias somente ao fim do contrato, passa a recebê-las como um adiantamento, de forma mensal. Assim, além do seu salário (que poderá ser no máximo de um salário e meio do mínimo nacional, atualmente o equivalente a R$ 1.497), receberá também décimo terceiro salário e férias + 1/3 proporcionais.

Qual a vantagem para o empregador na adoção do Contrato de Trabalho Verde Amarelo?

Para o empregador, as vantagens residem na desoneração da folha de pagamento, vez que se estima a redução entre 30% a 34% do custo do empregado contratado nesta modalidade: a empresa fica isenta do recolhimento de contribuição patronal do INSS (de até 20% sobre o total da remuneração paga em outras modalidades de contratação), salário educação e contribuição social destinada ao Sistema S. Ou seja, a contratação de um empregado na modalidade verde e amarela é consideravelmente mais barata para o empregador. Ainda, a contribuição para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) será de 2%, ante os 8% de outras formas de contratação.

Há mudança significativa também na indenização sobre o saldo do FGTS que, em outras modalidades de contrato é de 40% sobre o valor total do saldo, porém, no Contrato de Trabalho Verde e Amarelo foi reduzida para 20% e pode ser paga mensalmente, junto com as demais verbas pagas. Tal indenização passa a ser obrigatória mesmo na hipótese de demissão com justa causa, o que não ocorre com outras modalidades de contratação.

Há alguma restrição de contratação?

A nova modalidade poderá ser adotada para qualquer tipo de atividade. O empregador poderá contratar até 20% do total de empregados da empresa nessa modalidade sendo que, em empresas com até 10 empregados, será permitida a contratação de dois jovens. Ainda, há uma restrição: o Contrato de Trabalho Verde e Amarelo será aplicável exclusivamente para novos postos de trabalhos, ou seja, não é permitida a reposição/substituição de equipe com tal contrato, mas tão somente o aumento. Como toda regra, há uma exceção: empresas que em outubro de 2019 possuírem 30% menos empregados em relação a outubro de 2018 poderão contratar sem a restrição acima comentada, portanto, como reposição.

A Medida Provisória ainda é específica ao afirmar que “o trabalhador contratado por outras formas de contrato de trabalho, uma vez dispensado, não poderá ser recontratado pelo mesmo empregador, na modalidade Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, pelo prazo de cento e oitenta dias, contado da data de dispensa”.

Prazo do contrato

O prazo máximo de duração do Contrato de Trabalho Verde e Amarelo é de 24 meses sendo que, após o fim do prazo, passa a ser considerado como Contrato Indeterminado, modalidade mais comum de contratação de empregados. É permitida a contratação de jovens nessa modalidade entre 1º de janeiro de 2020 a 31 de dezembro de 2022, sem ressalvas para a data final do contrato.

Há ainda previsões específicas como a criação de um seguro por exposição ao perigo e a possibilidade de pagamento de adicional de periculosidade somente a empregados que ficarem expostos a agente periculoso por, no mínimo, cinquenta por cento de sua jornada normal de trabalho.

Por fim, a MP consigna, de forma redundante, que todos os direitos previstos na Constituição Federal são garantidos aos trabalhadores contratados na modalidade Contrato de Trabalho Verde e Amarelo, bem como aqueles dispostos na CLT, convenções e acordos coletivos e que não sejam contrários ao texto da Medida.

A Medida Provisória

Necessário ressaltar que por se tratar de Medida Provisória, possui validade imediata, porém, para que vire lei e não perca a eficácia, precisa ser votada pelos Plenários da Câmara e do Senado em até 180 dias. Vale lembrar, por curiosidade, que após a Reforma Trabalhista também foi editada uma Medida Provisória que sugeria a alteração de diversos pontos da própria reforma e respondia diversas dúvidas que até hoje não foram respondidas. Contudo, a Medida Provisória nunca foi votada, perdendo a eficácia. Assim, a adoção do Contrato Verde e Amarelo requer cautela, vez que, assim como a MP da Reforma Trabalhista, a MP do Contrato de Trabalho Verde e Amarelo pode nunca ser votada.

*Por Bruno R. Gobbi, advogado da Área Trabalhista do escritório Marins Bertoldi.