Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia 647

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia

Necessidade vai na contramão do intenso uso de soluções tecnológicas no país, mas situação ainda pode mudar

A palavra tecnologia tem origem no grego e significa, etimologicamente, o estudo da técnica, ofício ou arte. É através do desenvolvimento tecnológico que podemos ter acesso a novos produtos, serviços e possibilidades em nosso dia a dia, o que inclusive potencializa a tendência da globalização.

É inegável que uma das maiores e melhores inovações tecnológicas da história é a internet, a qual, inclusive, é usada pela maioria da população do Brasil. Porém, em contrapartida, o número de profissionais aptos a atuar na área não é tão grande quanto poderia ser, o que resulta em mais vagas do que profissionais.

Vamos entender qual é a relação do brasileiro com a tecnologia e, em seguida, ver como essa é uma área que vale a pena estudar, dadas as possibilidades de ocupar uma boa posição no mercado, o que tende a melhorar com o passar do tempo.

O Brasil é um país tecnológico?

Sim, principalmente quando o assunto é conectividade, cujos resultados podem surpreender até mesmo bons entendedores do assunto.

De acordo com dados da 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), o Brasil tinha 230 milhões de smartphones em uso por volta do mês de abril de 2019.

O número já chama a atenção por si só, principalmente quando comparado com a população do país, estimado em 210,1 milhões, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em 1º de julho de 2019.

Isso significa que seria possível pegar todos os smartphones do país e dar um para cada brasileiro. Os pouco menos de 20 milhões restantes poderiam serem entregues para cada cidadão do Chile, nosso vizinho sul-americano que tem aproximadamente 19,1 milhões de habitantes.

Outro número interessante vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) 2017, também do IBGE, que afirmou que 69,8% da população maior de 10 anos (126,3 milhões) acessaram a internet ao menos uma vez nos três últimos meses antes do levantamento.

Além de ser um grande número, ele vem aumentando com o passar do tempo, já que esse número era de 116,1 milhões em 2016, ou seja, houve um crescimento de 8,78% em apenas um ano, o que é bem considerável.

Outra estatística interessante, trazida no “Panorama da Transformação Digital no Brasil”, feito pelo BrazilLAB em parceria com a Fundação Brava e o Center for Public Impact, é de que o país ocupa a terceira posição no ranking das pessoas de 16 a 64 anos que usam a internet por mais tempo.

São 9 horas diárias, o que coloca o país atrás apenas de Tailândia e Filipinas e à frente de muitos países inovadores, como Suíça, Países Baixos, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Irlanda e Israel.

Porém, em meio a tantas estatísticas positivas no que tange à conectividade e ao uso da internet, um ponto oposto é o número de profissionais que atuam na área, que está aquém do que poderia ser.

Como é o mercado de tecnologia no Brasil?

Embora haja estatísticas que comprovam um bom crescimento na contratação de profissionais dessa área no país, ainda há um grande número de vagas que não foram ocupadas.

A empresa Empresômetro divulgou que o setor de tecnologia cresceu 118% em 10 anos, que compreendem o período de 2008 a 2018, o que deixa claro como ele se desenvolveu.

Porém, ainda no estudo feito pelo BrazilLAB que vimos anteriormente, estima-se que haverá 160 mil vagas não preenchidas na área de tecnologia no ano de 2019, indicador que também chama a atenção.

A IDC Brasil também trouxe dados próximos a este, que indicam que o déficit na ocupação de vagas do setor de tecnologia variou de 150 mil a 200 mil no ano de 2018. Isso é surpreendente quando se considera uma população de 12,2 milhões de desempregados, conforme divulgação do IBGE referente ao final do ano de 2018.

Um levantamento feito pela ManpowerGroup com mais de 37 mil empregadores de 42 países indicou que há dois fatores que podem ser responsáveis por esse número: a deficiência na formação básica (58,08%) e, especialmente, a falta de profissionais capacitados (83,23%).

Isso impede que a área de tecnologia apresente um crescimento maior, mesmo com um solo tão frutífero quanto no Brasil, em que o uso de recursos tecnológicos é bem intenso.

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado no final de 2018, concluiu que 81% das empresas optam pela capacitação dos profissionais depois que eles são contratados, dada a escassez de talentos no mercado. A porcentagem ainda sobre para 87% entre as companhias de grande porte.

O que fazer para reverter esse quadro?

É possível mudar a situação mediante a capacitação dos profissionais e seu interesse em trabalhar em profissões que ainda não existem no mercado, ainda que isso possa soar contraditório.

De acordo com o estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, encomendado pela Dell Technologies, que contou com mais de 3.800 participantes, todos líderes de empresas de médio e grande porte de 17 países, inclusive o Brasil, 85% das profissões presentes em 2030 ainda não existem.

Isso fica evidente com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, que criou a demanda por profissionais que atuem com Data Science, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Machine Learning, entre outros.

O primeiro passo pode ser ingressar na área da tecnologia, por meio de cursos como Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação, sempre prestados por instituições confiáveis e renomadas.

Depois disso, os interessados podem procurar por especializações em áreas mais específicas e que estejam de acordo com seus objetivos profissionais relacionados à tecnologia, o que fará com que eles tenham um perfil que chame a atenção dos recrutadores.

Pode parecer uma decisão estranha investir academicamente em áreas cujas profissões ainda não existem, mas a situação deixa de parecer tão absurda ao pensarmos que a internet, tão presente em nossa sociedade, chegou ao Brasil apenas em 1988.

Do aprendizado de máquinas à inteligência artificial, da ciência de dados ao RH digital, o Brasil é um grande amante da tecnologia, mas não há dúvidas que a presença de profissionais capacitados no mercado pode fazer com que isso aumente cada vez mais.

Inovação e Atuária serão temas do próximo Café com Seguro da ANSP 347

Inovação e Atuária serão temas do próximo Café com Seguro da ANSP

Paineis visam ampliar conhecimento analítico e atuarial para o segmento de seguros

Divulgação
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Dia 06 de novembro, a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) realizará o Café com Seguro que abordará “Inovação e Atuária”. O evento pretende fazer uma importante apresentação ao mercado sobre a inovação e proteção como ferramenta consolidada de conhecimento analítico e atuarial para os mercados de Saúde, Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros, e acontecerá no auditório do Sindseg-SP, em São Paulo.

A Contextualização do tema ficará sob a responsabilidade da Ac. Magali Rodrigues Zeller, Coordenadora da Cátedra de Ciências Atuarial da ANSP, Atuária Contadora, Sócia Fundadora AT Service Eng e Consultoria Atuarial.

A primeira palestra abordará o tema “Inovação da Informação e Proteção de Dados e Compliance na Previdência sobre enfoque Atuarial” e será conduzida por Ana Paula Oriola De Raeffray, PHD, Professora PUC e ABRAPP, vice-presidente do IPCOM, sócia da Faeffray Frugioni Advogados, Membro do IAPP e do IBGC.

Em seguida, Luiz Azambuja, executivo na área Seguros, Previdência, Saúde e Professor Financeiro, colocará em pauta “Inovação da Informação e Proteção de Dados e Compliance em Seguros e Saúde sobre enfoque Atuarial”.

O terceiro painel debaterá a Inovação da Informação e Proteção de Dados e Gestão de Privacidade, com o palestrante Walmir Freitas, Vice-Presidente e líder da prática de Cyber da KROLL no Brasil.

Logo após será apresentada a conclusão do evento pelos mediadores Ac. Antonio Westenberger, membro da Cátedra de Ciências Atuariais, Sócio Diretor na Ícone Consultoria Soluções em Ciências e Ivo Loyola, atuário, estatístico, especialista em propriedade intelectual ensino e coach.

A abertura do evento será realizada pelo Ac. João Marcelo dos Santos, presidente da ANSP e pelo diretor da ANSP, Ac. Rafael Ribeiro do Valle, que também fará a apresentação e a composição da mesa.

A coordenação do evento é do Ac. Edmur de Almeida, Diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, Coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR e da Ac. Magali Zeller, Coordenadora da Cátedra de Ciências Atuarial da ANSP, Atuária Contadora, Sócia Fundadora AT Service Eng. e Consultoria Atuarial.

1º Summit de Mobilidade da HDI Seguros debate desafios e oportunidades no contexto atual da mobilidade urbana 440

1º Summit de Mobilidade da HDI Seguros debate desafios e oportunidades no contexto atual da mobilidade urbana

Evento reúne líderes de startups e empresas para a troca de ideias sobre boas práticas de locomoção urbana em cenário com multi-modais de transporte

Como introduzir a mobilidade no dia a dia dos consumidores mais conservadores, que não abrem mão do conforto do carro próprio para todo e qualquer trajeto, e de que forma a mobilidade pode transformar o caos das grandes cidades, são alguns dos tópicos que serão debatidos no 1º Summit de Mobilidade HDI, que acontecerá no Distrito Fintech, no dia 23 de outubro, a partir das 15 horas.

A iniciativa da seguradora, que tem transferido seu eixo de atuação para a proteção da mobilidade das pessoas, alinhada à campanha #vamojunto, visa reunir líderes de startups e de empresas que se dedicam ao fomento de melhores práticas de locomoção urbana para debater os desafios e oportunidades inerentes ao novo contexto de multi-modais de transporte e priorização da otimização do tempo durante os deslocamentos.

“Hoje, o que mais importa ao indivíduo que quer ir de um ponto a outro é quando ele vai chegar, e não como. Comodidade e conforto deram lugar à eficiência”, pondera Murilo Riedel, Presidente da HDI Seguros, que tem guiado a companhia na estruturação de suas bases operacionais para o enfoque em assegurar a jornada de locomoção dos clientes, sendo ela o verdadeiro patrimônio a ser preservado.

Os painéis de debate serão mediados por Ana Luiza Dal Pian, Gerente de Produto da HDI Seguros, que justifica a relevância do evento pelos dados. “Apenas em São Paulo, estima-se que quase 400 mil pessoas utilizem a bicicleta como meio de transporte. É um contingente representativo, que demanda uma postura proativa de sociedade, empresas e poder público no sentido de proporcionar um ambiente de convivência harmonioso nesse trânsito”, comenta a executiva.

Na programação, estão confirmados representantes da Bikxi, Riba Share, Santuu, Turbi, VAH e Waze Carpool. O 1º Summit de Mobilidade da HDI será aberto ao público, que pode se inscrever on-line, pelo link oficial do evento.

Agenda – 1º Summit de Mobilidade HDI Seguros

Local: Distrito Fintech – Avenida Rebouças, 1.585

15:00 – Abertura

15:20 às 16:30 – Painel 1 – Debatedores: Danilo Lamy, Fundador e CEO da Bikxi; Rodrigo Del Claro, CEO da Santuu; e Márcio Bern, CEO da VAH

Tema: Principais desafios da mobilidade para a geração atual e as gerações futuras?

  • Como introduzir a mobilidade no dia a dia dos consumidores mais conservadores que não abrem mão do bom do conforto do carro próprio para todo e qualquer trajeto?
  • A infraestrutura da cidade está preparada para a revolução da era da mobilidade? Quais os principais desafios neste quesito?
  • Economia de tempo ou recursos financeiros? O que devemos levar em consideração na hora de escolher a melhor forma de locomoção?
  • Centros urbanos e os desafios de se locomover com segurança

16:30 às 16:45 – Coffee Break

16:45 às 18:00 – Painel 2 – Debatedores: Ricardo Cabral, CEO da Riba Share; Thiago Mendonça, CEO da Turbi; e Douglas Tokuno, Diretor LATAM da Waze Carpool

Tema: Novos hábitos de consumo exigem novas soluções e segurança

  • Como transformar o caos das grandes cidades com a mobilidade?
  • O que podemos esperar do futuro da mobilidade para os próximos anos?
  • Mobilidade e segurança: como garantir a segurança dos usuários?
  • Carpool: desafios para introduzir a solução no mercado atual, pelo ponto de vista da segurança
  • O papel das iniciativas governamentais para a melhor gestão da mobilidade nas grandes cidades.

Grupo Bradesco Seguros é novamente eleito pelo Época Negócios 360° como a melhor empresa do país no segmento de Seguros 463

Grupo Bradesco Seguros é novamente eleito pelo Época Negócios 360° como a melhor empresa do país no segmento de Seguros

Essa é a oitava vez consecutiva que o Grupo Segurador marca presença no ranking, que avalia critérios desde desempenho financeiro à capacidade de inovação

Pelo oitavo ano seguido, o Grupo Bradesco Seguros foi considerado a melhor empresa na categoria “Seguros”, de acordo com o anuário Época Negócios 360º. O evento de reconhecimento dos vencedores foi realizado na última segunda-feira, 21 de outubro, em São Paulo, e contou com a presença dos Diretores Alexandre Nogueira e Carlos Picini, além do Superintendente Executivo, Rodrigo Moreno.

O anuário avalia – em pesquisa feita em parceria com a conceituada Fundação Dom Cabral – as maiores empresas do Brasil em diversos segmentos da economia. Para tais escolhas, são consideradas o Desempenho Financeiro, a qualidade da Governança Corporativa, o nível de Responsabilidade Socioambiental, as políticas de Recursos Humanos, a capacidade de Inovação, além de Visão de Futuro. O Grupo Bradesco Seguros foi bem avaliado em todas essas dimensões.

“O prêmio reflete nosso investimento em oferecer soluções completas em seguros aos consumidores. Por isso, ser bem avaliado em todos os quesitos nos faz ter a certeza de que estamos no caminho certo e preparados para as transformações de um mercado cada vez mais competitivo”, destacou Alexandre.

Além do segmento de “Seguros”, o anuário destacou outras 26 categorias com as melhores companhias em cada setor: de mineração a agronegócio, passando por transportes, até higiene e beleza.

Presidente da FenaSaúde discute sustentabilidade do setor em Seminário do CSP-MG 436

Maria Filomena Branquinho (presidente do Sincor-MG), João Paulo Moreira de Mello (presidente do CSP-MG), João Alceu Amoroso Lima (presidente da FenaSaúde) e Mauricio Tadeu Barros Morais (diretor do CSP-MG) / Foto: Arnaldo Athayde

No Brasil, custos da Saúde Suplementar sobem em média 3,4 vezes acima da inflação

Um dos maiores desafios hoje para a sustentabilidade dos sistemas privados de saúde no mundo é o crescente aumento das despesas médico-hospitalares. No Brasil, os custos sobem em média 3,4 vezes acima da inflação, como demonstrou o presidente da FenaSaúde, João Alceu Moroso Lima, em seminário realizado no dia 18 de outubro pelo Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG).

O número de pessoas que deixaram de ter um plano de saúde no País também é preocupante. Segundo dados da Federação, nos últimos cinco anos, cerca de 3,5 milhões de beneficiários saíram do mercado privado, em função da queda da renda e do desemprego, o que também sobrecarrega o sistema público.

João Paulo Moreira de Mello, anfitrião do evento, e o palestrante João Alceu Amoroso Lima / Foto: Arnaldo Athayde
João Paulo Moreira de Mello, anfitrião do evento, e o palestrante João Alceu Amoroso Lima / Foto: Arnaldo Athayde

Para buscar o equilíbrio das contas, o presidente da FenaSaúde avalia que é preciso maior investimento em programas de atenção primária à saúde, mudanças no modelo de remuneração de prestadores de serviço, racionalização de despesas e combate aos desperdícios.

Executivos das beneméritas e da Abramge participaram da mesa-redonda e de debate com o público / Foto: Arnaldo Athayde
Executivos das beneméritas e da Abramge participaram da mesa-redonda e de debate com o público / Foto: Arnaldo Athayde

Amoroso Lima também defende o acesso de mais usuários ao sistema por meio da oferta de novos produtos. “Por que não criar planos segmentados, com coberturas mais simplificadas, que se adaptem à capacidade de renda das pessoas?”, questiona.

Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde
Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde

Após a palestra do presidente da FenaSaúde, executivos das beneméritas do CSP-MG, que atuam na área, participaram de mesa-redonda mediada pelo diretor do Clube, Mauricio Tadeu Barros Morais, que contou ainda com a presença do diretor da Abramge, Felipe Rossi.

Público expressivo compareceu ao Seminário sobre Saúde Suplementar, realizado pelo CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde
Público expressivo compareceu ao Seminário sobre Saúde Suplementar, realizado pelo CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde

O presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, reforçou que a missão da entidade é promover o debate sobre temas relevantes do mercado de seguros de pessoas. “Nesta oportunidade, contamos com o presidente da FenaSaúde que nos apresentou a situação atual e os principais desafios a serem superados pelo setor. O objetivo do evento foi alcançado, já que tivemos a expressiva participação do público, em sua maioria corretores, representantes de seguradoras e operadoras, além de autoridades da área”, avaliou.

Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde
Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde

Liberty Seguros personaliza campanha publicitária com logo dos corretores 597

Plataforma oferece uma série de materiais de comunicação pré-formatados

A Liberty Seguros lança mais uma novidade pensando no desenvolvimento e crescimento dos seus corretores parceiros: a nova campanha institucional da seguradora, com foco em Vida, agora pode ser personalizada com o logo do corretor, para que possa ser compartilhada com seus potenciais clientes e nas redes sociais de forma ainda mais profissional.

O vídeo, que ressalta a importância do seguro de vida para o planejamento familiar, está disponível em sua forma personalizada, para todos os corretores inscritos no Meu Marketing. A plataforma oferece uma série de materiais de comunicação pré-formatados para que os corretores possam personalizar com seus logos, dados para contato e conteúdos, de acordo com as suas necessidades. Para os corretores que ainda não são cadastrados na ferramenta, basta solicitar o acesso no Meu Espaço Corretor.

“Para a Liberty Seguros, o corretor tem extrema importância e por isso, trabalhamos constantemente para que ele esteja envolvido em todos os momentos, até na comunicação da marca, e assim possamos crescer juntos” diz Felippe Alves, gerente de marca e comunicação da Liberty Seguros “Com seu vídeo personalizado, nossos parceiros podem divulgar seu trabalho aos seus possíveis clientes de forma profissional e única”, completa.