Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia 643

Brasil carece de profissionais capacitados em tecnologia

Necessidade vai na contramão do intenso uso de soluções tecnológicas no país, mas situação ainda pode mudar

A palavra tecnologia tem origem no grego e significa, etimologicamente, o estudo da técnica, ofício ou arte. É através do desenvolvimento tecnológico que podemos ter acesso a novos produtos, serviços e possibilidades em nosso dia a dia, o que inclusive potencializa a tendência da globalização.

É inegável que uma das maiores e melhores inovações tecnológicas da história é a internet, a qual, inclusive, é usada pela maioria da população do Brasil. Porém, em contrapartida, o número de profissionais aptos a atuar na área não é tão grande quanto poderia ser, o que resulta em mais vagas do que profissionais.

Vamos entender qual é a relação do brasileiro com a tecnologia e, em seguida, ver como essa é uma área que vale a pena estudar, dadas as possibilidades de ocupar uma boa posição no mercado, o que tende a melhorar com o passar do tempo.

O Brasil é um país tecnológico?

Sim, principalmente quando o assunto é conectividade, cujos resultados podem surpreender até mesmo bons entendedores do assunto.

De acordo com dados da 30ª Pesquisa Anual de Administração e Uso de Tecnologia da Informação nas Empresas, feita pela Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP), o Brasil tinha 230 milhões de smartphones em uso por volta do mês de abril de 2019.

O número já chama a atenção por si só, principalmente quando comparado com a população do país, estimado em 210,1 milhões, de acordo com levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) feito em 1º de julho de 2019.

Isso significa que seria possível pegar todos os smartphones do país e dar um para cada brasileiro. Os pouco menos de 20 milhões restantes poderiam serem entregues para cada cidadão do Chile, nosso vizinho sul-americano que tem aproximadamente 19,1 milhões de habitantes.

Outro número interessante vem da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) 2017, também do IBGE, que afirmou que 69,8% da população maior de 10 anos (126,3 milhões) acessaram a internet ao menos uma vez nos três últimos meses antes do levantamento.

Além de ser um grande número, ele vem aumentando com o passar do tempo, já que esse número era de 116,1 milhões em 2016, ou seja, houve um crescimento de 8,78% em apenas um ano, o que é bem considerável.

Outra estatística interessante, trazida no “Panorama da Transformação Digital no Brasil”, feito pelo BrazilLAB em parceria com a Fundação Brava e o Center for Public Impact, é de que o país ocupa a terceira posição no ranking das pessoas de 16 a 64 anos que usam a internet por mais tempo.

São 9 horas diárias, o que coloca o país atrás apenas de Tailândia e Filipinas e à frente de muitos países inovadores, como Suíça, Países Baixos, Suécia, Reino Unido, Estados Unidos, Alemanha, Irlanda e Israel.

Porém, em meio a tantas estatísticas positivas no que tange à conectividade e ao uso da internet, um ponto oposto é o número de profissionais que atuam na área, que está aquém do que poderia ser.

Como é o mercado de tecnologia no Brasil?

Embora haja estatísticas que comprovam um bom crescimento na contratação de profissionais dessa área no país, ainda há um grande número de vagas que não foram ocupadas.

A empresa Empresômetro divulgou que o setor de tecnologia cresceu 118% em 10 anos, que compreendem o período de 2008 a 2018, o que deixa claro como ele se desenvolveu.

Porém, ainda no estudo feito pelo BrazilLAB que vimos anteriormente, estima-se que haverá 160 mil vagas não preenchidas na área de tecnologia no ano de 2019, indicador que também chama a atenção.

A IDC Brasil também trouxe dados próximos a este, que indicam que o déficit na ocupação de vagas do setor de tecnologia variou de 150 mil a 200 mil no ano de 2018. Isso é surpreendente quando se considera uma população de 12,2 milhões de desempregados, conforme divulgação do IBGE referente ao final do ano de 2018.

Um levantamento feito pela ManpowerGroup com mais de 37 mil empregadores de 42 países indicou que há dois fatores que podem ser responsáveis por esse número: a deficiência na formação básica (58,08%) e, especialmente, a falta de profissionais capacitados (83,23%).

Isso impede que a área de tecnologia apresente um crescimento maior, mesmo com um solo tão frutífero quanto no Brasil, em que o uso de recursos tecnológicos é bem intenso.

Um estudo da Confederação Nacional da Indústria (CNI), divulgado no final de 2018, concluiu que 81% das empresas optam pela capacitação dos profissionais depois que eles são contratados, dada a escassez de talentos no mercado. A porcentagem ainda sobre para 87% entre as companhias de grande porte.

O que fazer para reverter esse quadro?

É possível mudar a situação mediante a capacitação dos profissionais e seu interesse em trabalhar em profissões que ainda não existem no mercado, ainda que isso possa soar contraditório.

De acordo com o estudo “Projetando 2030: uma visão dividida do futuro”, encomendado pela Dell Technologies, que contou com mais de 3.800 participantes, todos líderes de empresas de médio e grande porte de 17 países, inclusive o Brasil, 85% das profissões presentes em 2030 ainda não existem.

Isso fica evidente com o desenvolvimento acelerado da tecnologia, que criou a demanda por profissionais que atuem com Data Science, Big Data, Inteligência Artificial, Realidade Virtual, Realidade Aumentada, Machine Learning, entre outros.

O primeiro passo pode ser ingressar na área da tecnologia, por meio de cursos como Ciência da Computação, Análise e Desenvolvimento de Sistemas, Engenharia da Computação, Engenharia de Software e Sistemas de Informação, sempre prestados por instituições confiáveis e renomadas.

Depois disso, os interessados podem procurar por especializações em áreas mais específicas e que estejam de acordo com seus objetivos profissionais relacionados à tecnologia, o que fará com que eles tenham um perfil que chame a atenção dos recrutadores.

Pode parecer uma decisão estranha investir academicamente em áreas cujas profissões ainda não existem, mas a situação deixa de parecer tão absurda ao pensarmos que a internet, tão presente em nossa sociedade, chegou ao Brasil apenas em 1988.

Do aprendizado de máquinas à inteligência artificial, da ciência de dados ao RH digital, o Brasil é um grande amante da tecnologia, mas não há dúvidas que a presença de profissionais capacitados no mercado pode fazer com que isso aumente cada vez mais.

Concessões de campos de petróleo aquecem o mercado segurador 326

Concessões de campos de petróleo aquecem o mercado segurador

Proteções para o segmento podem ser contratadas de forma modular e abrangem do processo de licitação à extração do produto

A Petrobrás avançou neste mês com o processo de venda de sua participação em 27 campos de petróleo terrestres no Espírito Santo e em outros 14 municípios na Bahia. A expectativa é de que as concessões ampliem a produção de óleo e gás e aqueçam mercados que fornecem serviços para estes segmento, como o de seguros.

Para Jonson Marques, diretor de Empresas da MAPFRE, companhia líder do mercado de Grandes Riscos, a retomada dos leilões deve impulsionar o segmento, que está muito atrelado ao bom desempenho da extração e venda destes produtos.

“Este segmento deve trazer oportunidades ao mercado segurador em diferentes frentes. Isso porque as empresas que prestam serviços às petrolíferas também precisarão contar com proteções como a de Responsabilidade Civil Operações, Danos Morais e Poluição Súbita”, explica.

O executivo pontua que as proteções para este ramo são abrangentes e contemplam todas as etapas, desde o processo de sísmica (estudo do subsolo) até a produção. “É possível contratar proteções desde o momento do leilão de concessão. Nesta primeira etapa, geralmente, é adquirido o Seguro Garantia, que assegura que os prazos e valores definidos em contrato sejam cumpridos”, pondera Marques.

O especialista destaca que, superado o processo de licitação, as empresas têm a opção de adquirir a apólice de risco de petróleo, que ampara todos os riscos das operações de prospecção, produção e perfuração. Este tipo de seguro pode ser contratado de forma modular, em que o cliente adequa as proteções às suas necessidades. “Em virtude da especificidade da atividade, o empresário pode optar por adquirir individualmente a cobertura para danos físicos aos ativos [plataformas]; para o processo de construção de unidades de exploração ou produção; operações de extração ou todas as modalidades em uma mesma apólice, dividida apenas por seções.”

Outra proteção muito importante para este setor é a cobertura de Responsabilidade Civil Offshore (RC), que ampara os prestadores de serviços nas unidades de operação. A apólice protege contra riscos ocasionados a terceiros em função da atividade exercida.

SulAmérica participa de almoço na Aconseg-SP 275

SulAmérica e a diretoria da Aconseg-SP, da esquerda para a direita: Jairo Christ, Roberto B. Oliveira, Helio Opipari Junior (que assume a presidência da entidade em 2020), Luciano Lima, Ricardo Montenegro, Portella, Colantonio, Lauzana e Milton Ferreira / Divulgação

Executivos da companhia prestigiaram tradicional almoço da entidade paulistana

A SulAmérica marcou presença em tradicional almoço oferecido pela Aconseg-SP para parceiros. Gabriel Portella, presidente da seguradora, André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing, e Luciano Lima, diretor Comercial de São Paulo foram recepcionados pelo presidente da entidade, Marcos Colantonio, e por membros da diretoria.

Para Lauzana, o encontro é uma “ótima oportunidade de mostrar como a SulAmérica valoriza as assessorias e seus corretores, e para solidificar a longa relação da empresa com a Aconseg-SP”.

Gabriel Portella, Marcos Colantonio e André Lauzana durante almoço oferecido na sede da Aconseg-SP / Divulgação
Gabriel Portella, Marcos Colantonio e André Lauzana durante almoço oferecido na sede da Aconseg-SP / Divulgação

HDI Seguros promove Summit de Mobilidade, no Distrito Fintech 397

HDI Seguros promove Summit de Mobilidade, no Distrito Fintech

Painéis debatem hábitos de consumo e desafios para as próximas gerações

No próximo dia 23 de outubro, a partir das 15h, a HDI Seguros promove a primeira edição do Summit de Mobilidade. O encontro reúne especialistas no assunto no Distrito Fintech (Avenida Rebouças, 1.585). Na oportunidade serão debatidos desafios e oportunidades inerentes ao novo contexto de multi-modais de transporte e alternativas para otimização do tempo durante deslocamentos.

Ana Luiza Dal Pian, Gerente de Produtos da HDI Seguros, será a mediadora dos painéis, que serão compostos por executivos de empresas e startups que se dedicam ao desenvolvimento de soluções para o fomento de melhores práticas de locomoção urbana. A programação completa será divulgada nos próximos dias.

ANSP reúne-se com a superintendente da Susep 608

ANSP reúne-se com a superintendente da Susep

Encontro aconteceu no dia 16 de outubro

No dia 16 de outubro, o presidente do Conselho Superior da ANSP, Mauro César Batista e o vice-presidente da Diretoria, Fernando Simões, que representou o presidente João Marcelo dos Santos, foram recebidos pela Superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Solange Vieira.

Na ocasião, os Acadêmicos tiveram a oportunidade de apresentar a entidade, as atividades desenvolvidas pela academia, os projetos em andamento e, também, foi colocado em pauta a parceria para iniciativas futuras a serem estudadas.

“Foi uma honra podermos compartilhar o que é a Academia com Sra. Solange Vieira”, disse Mauro Batista. Fernando Simões enalteceu a acolhida, “foi a melhor possível”.

Liberty Seguros lança nova campanha de incentivo para corretores com novos produtos participantes 381

Liberty Seguros lança nova campanha de incentivo para corretores com novos produtos participantes

Conexão Mundo e Conexão Brasil: emissões de apólices poderão premiar corretores com viagens para destinos como Portugal e Praia do Forte

A Liberty Seguros lança mais uma edição de suas campanhas para corretores parceiros – a Conexão Brasil e a Conexão Mundo. Ambas as iniciativas consistem em rankings de pontuação que irão premiar os participantes vencedores com viagens a destinos nacionais, como a Praia do Forte, e fora do Brasil, para Portugal, além de vouchers para resgatar no catálogo de premiação.

Os produtos participantes são Auto, Vida, API, Caminhão, Frota, Comércio e Serviços, Residência, Engenharia, Responsabilidade Civil e Transporte, além dos seguros Imobiliário e Fiança Locatícia, que não eram considerados nos outros anos. Além disso, neste ano, a campanha conta com uma categoria especial de Vida, na qual parceiros que se destacarem em vendas desse tipo de seguro concorrem a viagens nacionais e prêmios catalogados.

São válidas todas as vendas (novas e renovações) durante o período da campanha, que vai de outubro deste ano até fevereiro de 2020.

Conexão Brasil

Os corretores serão divididos em grupos com um número limitado de vagas para cada região do país e devem apresentar um crescimento mínimo de 7% nas suas emissões de apólice em relação ao mesmo período do ano anterior, além de um índice combinado igual ou inferior a 100%. Os parceiros vencedores desta etapa serão premiados com uma viagem com acompanhante para Praia do Forte, na Bahia.

Além das viagens, como parte da Conexão Brasil, os corretores vencedores também ganharão um voucher de e-commerce no valor de R$ 1.500,00 que pode ser convertido em produtos de lojas como Americanas, Fast Shop, Casas Bahia, entre outras. Ao todo, nessa etapa, serão realizadas 161 viagens com acompanhante e mais de 100 vouchers distribuídos.

Conexão Mundo

Assim como a Conexão Brasil, a Conexão Mundo também dividirá os participantes em chaves separadas por região. No entanto, para essa ação, os corretores deverão apresentar um crescimento mínimo de 5% em relação ao mesmo período do ano anterior e índice combinado igual ou inferior a 100%. Os parceiros vencedores deste ranking serão premiados com 61 viagens internacionais com acompanhante para Portugal.

“Na Liberty Seguros nós temos muito orgulho dos nossos corretores, da parceria e dos resultados apresentados por eles a cada ano. Com essas duas campanhas de incentivo, nossos principais objetivos são reconhecer a importância desses profissionais para nosso negócio, reforçar nossa conexão e estimulá-los com recompensas pela sua dedicação”, diz Marcos Machini, Vice Presidente Comercial da Liberty Seguros.

Os ganhadores da Conexão Brasil e Conexão Mundo serão divulgados pela própria seguradora ao fim da campanha, em abril de 2020.