Relatório da Allianz analisa ativos e passivos de 50 países, incluindo o Brasil 446

Relatório da Allianz analisa ativos e passivos de 50 países, incluindo o Brasil

Brasil: ativos financeiros crescem, não seguindo tendência global

Na última quarta-feira (18), a Allianz lançou a décima edição do “Relatório de Riqueza Global do Grupo Allianz”, que apresenta a situação dos ativos e dívidas das famílias em mais de 50 países. Uma novidade triste: em 2018, os ativos financeiros nos países industrializados e em países emergentes caíram simultaneamente pela primeira vez; mesmo em 2008, no auge da crise financeira, isso não aconteceu. Em todo o mundo, os poupadores estavam de mãos atadas: por um lado, a crescente batalha comercial entre os EUA e a China, a interminável “saga do Brexit” e as crescentes tensões geopolíticas. No outro, o aperto das condições monetárias e a (anunciada) normatização da política monetária. As bolsas reagiram de acordo: os preços das ações globais caíram cerca de 12% em 2018, o que teve um impacto direto no crescimento de ativos. Os ativos financeiros brutos globais das famílias [1] caíram 0,1% e permaneceram mais ou menos estáveis em 172,5 trilhões de euros. “A crescente incerteza tem seu preço”, disse Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz. “O desmantelamento da ordem econômica global baseada em regras é venenoso para a acumulação de riqueza. Os números para o crescimento de ativos também tornam evidentes que negócios não são um jogo de zero a zero: ou todos estão do lado vencedor (como no passado) ou do lado perdedor (como aconteceu no ano passado). O protecionismo agressivo não tem vencedores.”.

Convergência entre os países mais pobres e ricos para

Em 2018, os ativos financeiros brutos nos mercados emergentes não apenas diminuíram pela primeira vez, mas o declínio de -0,4% foi mais evidente do que nos países industrializados (-0,1%). O fraco desenvolvimento na China, onde os ativos caíram 3,4%, teve um papel fundamental. No entanto, outros importantes mercados emergentes, como o México e a África do Sul, também tiveram que absorver perdas significativas em 2018.

Essa é uma inversão de tendência notável. Nas últimas duas décadas, o crescimento de ativos financeiros nas regiões mais pobres foi, em média, 11,2 pontos percentuais mais alto do que nas mais ricas, mesmo se o ano de 2018 for incluso. Parece que as disputas comerciais estabeleceram um ponto de parada repentino para o processo de recuperação dos países mais pobres. Os países industrializados, no entanto, também não se beneficiaram. O Japão (-1,2%), a Europa Ocidental (-0,2%) e a América do Norte (-0,3%) também tiveram de lidar com o crescimento negativo dos ativos.

Europa Oriental: o novo campeão de crescimento

Os ativos financeiros brutos das famílias latino-americanas aumentaram 7,1% em 2018. As outras duas regiões emergentes tiveram um desempenho diferente: enquanto a Ásia, exceto o Japão, registrou um declínio de 0,9%, a Europa Oriental avançou com um aumento de 8%, tornando-a a região que mais cresce em 2018. Esse aumento, no entanto, não foi menor devido ao rápido crescimento da inflação na Turquia.

Ao analisar as estratégias de investimentos, o surpreendente comportamento de poupar na América Latina se torna evidente: com menos de 20%, a parcela de depósitos bancários é muito baixa. Todas as outras regiões, com exceção da América do Norte, mostram uma tendência muito maior à liquidez; na Europa Ocidental, por exemplo, a participação é de cerca de 30%, na Ásia, exceto no Japão, em torno de 46% e na Europa Oriental bem acima de 50%. Por outro lado, a participação dos valores mobiliários, ações nominais e outros capitais próprios, e a participação dos seguros e pensões são notavelmente elevados, com 47% e 28%, respectivamente. Esse último é muito menor na Europa Oriental (11%) e na Ásia (16%), exceto no Japão.

“A América Latina está à frente da curva”, disse Michaela Grimm, coautora do relatório. “Em comparação com seus pares na Europa Oriental e na Ásia, os sistemas de aposentadoria com capital próprio são muito mais avançados, mas o envelhecimento demográfico não poupará a América Latina; são necessários mais esforços. A digitalização deve ser vista como uma alavanca para oferecer soluções atraentes nesse campo. A América Latina precisa se preparar para o imenso tsunami demográfico.”

Crescimento do passivo se estabiliza em alto nível

O passivo doméstico mundial aumentou 5,7% em 2018, um pouco abaixo do nível do ano anterior de 6%, mas também bem acima da taxa média de crescimento anual a longo prazo de 3,6%. O índice de endividamento global (passivo como porcentagem do PIB), no entanto, permaneceu estável em 65,1% graças ao crescimento econômico ainda robusto. A maioria das regiões teve um desenvolvimento semelhante nesse respeito. Na América Latina, o índice de endividamento não mudou muito nos últimos quatro anos e permaneceu em modestos 29%. Isso contrasta fortemente com a Ásia (excluindo Japão), onde aumentou mais de 20 pontos percentuais na última década.

“A dinâmica da dívida na Ásia, e particularmente na China, é preocupante”, comentou Patricia Pelayo Romero, coautora do relatório. “As famílias chinesas já estão tão endividadas quanto as alemãs ou italianas, por exemplo. A última vez que testemunhamos um aumento tão rápido do endividamento privado foi nos EUA, Espanha e Irlanda pouco antes da crise financeira. Comparado à maioria dos países industrializados, os níveis de dívida na China ainda são significantemente mais baixos. As agências regulatórias, no entanto, não devem mais aguardar e ficar apenas assistindo. O crescimento impulsionado pela dívida não é sustentável e nem mesmo a China está imune a uma crise da dívida.”.

Devido ao forte crescimento do passivo, os ativos financeiros líquidos, ou seja, a diferença entre ativos financeiros brutos e dívida, caíram 1,9% em todo o mundo para 129,8 trilhões de euros no final de 2018. Os países emergentes, em particular, sofreram um declínio drástico: os ativos financeiros líquidos encolheram 5,7% (países industrializados: -1,1%); A América Latina, por outro lado, registrou um aumento de 6,2%.

Brasil: ativos financeiros crescem e não seguem tendência global

Os ativos financeiros brutos das famílias brasileiras aumentaram 10,6% em 2018. Por mais robusto que esse crescimento seja, se comparado à tendência global, foi um dos aumentos mais fracos desde a crise financeira. Esse desempenho modesto deveu-se principalmente ao menor crescimento em seguros e pensões, bem como em valores mobiliários. O primeiro caiu para 6,9%, registrando o aumento mais fraco em mais de duas décadas; o último, responsável por mais da metade de todos os ativos financeiros, aumentou “apenas” 14%, o aumento mais fraco em cinco anos. Os depósitos bancários, por outro lado, cresceram 9,4%, o aumento mais rápido desde 2014. A recuperação econômica foi mais visível no crescimento de passivos, que acelerou para 8,6%, a taxa mais rápida em três anos. Como resultado, o índice de endividamento das famílias atingiu 39,8% no final de 2018, bem acima da média regional de 29,6%

Os ativos financeiros líquidos no Brasil aumentaram 11,6% em 2018. Com ativos financeiros líquidos per capita de 6.320 euros, o Brasil subiu dois degraus para o 39º lugar no ranking dos países mais ricos (ativos financeiros per capita, veja tabela com os 20 principais). No topo, os EUA substituíram a Suíça novamente, principalmente graças ao dólar forte. Considerando uma visão de longo prazo e observando como a lista mudou desde a virada do século, torna-se evidente a ascensão (modesta) de muitos países da América Latina: os “vencedores” incluem o Brasil (+3 lugares), mas também o Chile (+3 lugares) e a Colômbia (+1 lugar).

Apenas um solavanco na estrada?

Pela primeira vez em mais de uma década, a classe média global não cresceu: no final de 2018, aproximadamente 1.040 milhão de pessoas (entre elas 40 milhões de brasileiros) pertenciam à classe média global – que é mais ou menos o mesmo número de pessoas que o ano anterior. No contexto de redução de ativos na China, isso não é uma grande surpresa, afinal, até agora o surgimento da nova classe média global era principalmente um assunto chinês: quase metade de seus membros fala chinês, bem como 25% da classe alta. “Ainda existem muitas oportunidades para a prosperidade global”, disse Arne Holzhausen, co-autor do relatório. “Se outros países densamente povoados, como Brasil, Rússia, Indonésia e, em particular, Índia, tivessem um nível e uma distribuição de riqueza comparável à China, a classe média global seria impulsionada por cerca de 350 milhões de pessoas e a classe alta global por cerca de 200 milhões de pessoas. Com isso, a distribuição global da riqueza seria um pouco mais igual: no final de 2018, os 10% mais ricos em todo o mundo possuíam aproximadamente 82% do total de ativos financeiros líquidos. Questionar a globalização e o livre comércio agora priva milhões de pessoas em todo o mundo de oportunidades de progresso.”

Os 20 melhores em 2018 por…

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Inovação e Atuária serão temas do próximo Café com Seguro da ANSP 343

Inovação e Atuária serão temas do próximo Café com Seguro da ANSP

Paineis visam ampliar conhecimento analítico e atuarial para o segmento de seguros

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Dia 06 de novembro, a Academia Nacional de Seguros e Previdência (ANSP) realizará o Café com Seguro que abordará “Inovação e Atuária”. O evento pretende fazer uma importante apresentação ao mercado sobre a inovação e proteção como ferramenta consolidada de conhecimento analítico e atuarial para os mercados de Saúde, Seguros, Previdência, Capitalização e Resseguros, e acontecerá no auditório do Sindseg-SP, em São Paulo.

A Contextualização do tema ficará sob a responsabilidade da Ac. Magali Rodrigues Zeller, Coordenadora da Cátedra de Ciências Atuarial da ANSP, Atuária Contadora, Sócia Fundadora AT Service Eng e Consultoria Atuarial.

A primeira palestra abordará o tema “Inovação da Informação e Proteção de Dados e Compliance na Previdência sobre enfoque Atuarial” e será conduzida por Ana Paula Oriola De Raeffray, PHD, Professora PUC e ABRAPP, vice-presidente do IPCOM, sócia da Faeffray Frugioni Advogados, Membro do IAPP e do IBGC.

Em seguida, Luiz Azambuja, executivo na área Seguros, Previdência, Saúde e Professor Financeiro, colocará em pauta “Inovação da Informação e Proteção de Dados e Compliance em Seguros e Saúde sobre enfoque Atuarial”.

O terceiro painel debaterá a Inovação da Informação e Proteção de Dados e Gestão de Privacidade, com o palestrante Walmir Freitas, Vice-Presidente e líder da prática de Cyber da KROLL no Brasil.

Logo após será apresentada a conclusão do evento pelos mediadores Ac. Antonio Westenberger, membro da Cátedra de Ciências Atuariais, Sócio Diretor na Ícone Consultoria Soluções em Ciências e Ivo Loyola, atuário, estatístico, especialista em propriedade intelectual ensino e coach.

A abertura do evento será realizada pelo Ac. João Marcelo dos Santos, presidente da ANSP e pelo diretor da ANSP, Ac. Rafael Ribeiro do Valle, que também fará a apresentação e a composição da mesa.

A coordenação do evento é do Ac. Edmur de Almeida, Diretor de Fóruns Acadêmicos da ANSP, Coordenador das comissões técnicas dos seguros de crédito, garantia e finança locatícia do SINCOR-SP e da FENACOR e da Ac. Magali Zeller, Coordenadora da Cátedra de Ciências Atuarial da ANSP, Atuária Contadora, Sócia Fundadora AT Service Eng. e Consultoria Atuarial.

1º Summit de Mobilidade da HDI Seguros debate desafios e oportunidades no contexto atual da mobilidade urbana 436

1º Summit de Mobilidade da HDI Seguros debate desafios e oportunidades no contexto atual da mobilidade urbana

Evento reúne líderes de startups e empresas para a troca de ideias sobre boas práticas de locomoção urbana em cenário com multi-modais de transporte

Como introduzir a mobilidade no dia a dia dos consumidores mais conservadores, que não abrem mão do conforto do carro próprio para todo e qualquer trajeto, e de que forma a mobilidade pode transformar o caos das grandes cidades, são alguns dos tópicos que serão debatidos no 1º Summit de Mobilidade HDI, que acontecerá no Distrito Fintech, no dia 23 de outubro, a partir das 15 horas.

A iniciativa da seguradora, que tem transferido seu eixo de atuação para a proteção da mobilidade das pessoas, alinhada à campanha #vamojunto, visa reunir líderes de startups e de empresas que se dedicam ao fomento de melhores práticas de locomoção urbana para debater os desafios e oportunidades inerentes ao novo contexto de multi-modais de transporte e priorização da otimização do tempo durante os deslocamentos.

“Hoje, o que mais importa ao indivíduo que quer ir de um ponto a outro é quando ele vai chegar, e não como. Comodidade e conforto deram lugar à eficiência”, pondera Murilo Riedel, Presidente da HDI Seguros, que tem guiado a companhia na estruturação de suas bases operacionais para o enfoque em assegurar a jornada de locomoção dos clientes, sendo ela o verdadeiro patrimônio a ser preservado.

Os painéis de debate serão mediados por Ana Luiza Dal Pian, Gerente de Produto da HDI Seguros, que justifica a relevância do evento pelos dados. “Apenas em São Paulo, estima-se que quase 400 mil pessoas utilizem a bicicleta como meio de transporte. É um contingente representativo, que demanda uma postura proativa de sociedade, empresas e poder público no sentido de proporcionar um ambiente de convivência harmonioso nesse trânsito”, comenta a executiva.

Na programação, estão confirmados representantes da Bikxi, Riba Share, Santuu, Turbi, VAH e Waze Carpool. O 1º Summit de Mobilidade da HDI será aberto ao público, que pode se inscrever on-line, pelo link oficial do evento.

Agenda – 1º Summit de Mobilidade HDI Seguros

Local: Distrito Fintech – Avenida Rebouças, 1.585

15:00 – Abertura

15:20 às 16:30 – Painel 1 – Debatedores: Danilo Lamy, Fundador e CEO da Bikxi; Rodrigo Del Claro, CEO da Santuu; e Márcio Bern, CEO da VAH

Tema: Principais desafios da mobilidade para a geração atual e as gerações futuras?

  • Como introduzir a mobilidade no dia a dia dos consumidores mais conservadores que não abrem mão do bom do conforto do carro próprio para todo e qualquer trajeto?
  • A infraestrutura da cidade está preparada para a revolução da era da mobilidade? Quais os principais desafios neste quesito?
  • Economia de tempo ou recursos financeiros? O que devemos levar em consideração na hora de escolher a melhor forma de locomoção?
  • Centros urbanos e os desafios de se locomover com segurança

16:30 às 16:45 – Coffee Break

16:45 às 18:00 – Painel 2 – Debatedores: Ricardo Cabral, CEO da Riba Share; Thiago Mendonça, CEO da Turbi; e Douglas Tokuno, Diretor LATAM da Waze Carpool

Tema: Novos hábitos de consumo exigem novas soluções e segurança

  • Como transformar o caos das grandes cidades com a mobilidade?
  • O que podemos esperar do futuro da mobilidade para os próximos anos?
  • Mobilidade e segurança: como garantir a segurança dos usuários?
  • Carpool: desafios para introduzir a solução no mercado atual, pelo ponto de vista da segurança
  • O papel das iniciativas governamentais para a melhor gestão da mobilidade nas grandes cidades.

Grupo Bradesco Seguros é novamente eleito pelo Época Negócios 360° como a melhor empresa do país no segmento de Seguros 459

Grupo Bradesco Seguros é novamente eleito pelo Época Negócios 360° como a melhor empresa do país no segmento de Seguros

Essa é a oitava vez consecutiva que o Grupo Segurador marca presença no ranking, que avalia critérios desde desempenho financeiro à capacidade de inovação

Pelo oitavo ano seguido, o Grupo Bradesco Seguros foi considerado a melhor empresa na categoria “Seguros”, de acordo com o anuário Época Negócios 360º. O evento de reconhecimento dos vencedores foi realizado na última segunda-feira, 21 de outubro, em São Paulo, e contou com a presença dos Diretores Alexandre Nogueira e Carlos Picini, além do Superintendente Executivo, Rodrigo Moreno.

O anuário avalia – em pesquisa feita em parceria com a conceituada Fundação Dom Cabral – as maiores empresas do Brasil em diversos segmentos da economia. Para tais escolhas, são consideradas o Desempenho Financeiro, a qualidade da Governança Corporativa, o nível de Responsabilidade Socioambiental, as políticas de Recursos Humanos, a capacidade de Inovação, além de Visão de Futuro. O Grupo Bradesco Seguros foi bem avaliado em todas essas dimensões.

“O prêmio reflete nosso investimento em oferecer soluções completas em seguros aos consumidores. Por isso, ser bem avaliado em todos os quesitos nos faz ter a certeza de que estamos no caminho certo e preparados para as transformações de um mercado cada vez mais competitivo”, destacou Alexandre.

Além do segmento de “Seguros”, o anuário destacou outras 26 categorias com as melhores companhias em cada setor: de mineração a agronegócio, passando por transportes, até higiene e beleza.

Presidente da FenaSaúde discute sustentabilidade do setor em Seminário do CSP-MG 432

Maria Filomena Branquinho (presidente do Sincor-MG), João Paulo Moreira de Mello (presidente do CSP-MG), João Alceu Amoroso Lima (presidente da FenaSaúde) e Mauricio Tadeu Barros Morais (diretor do CSP-MG) / Foto: Arnaldo Athayde

No Brasil, custos da Saúde Suplementar sobem em média 3,4 vezes acima da inflação

Um dos maiores desafios hoje para a sustentabilidade dos sistemas privados de saúde no mundo é o crescente aumento das despesas médico-hospitalares. No Brasil, os custos sobem em média 3,4 vezes acima da inflação, como demonstrou o presidente da FenaSaúde, João Alceu Moroso Lima, em seminário realizado no dia 18 de outubro pelo Clube de Seguros de Pessoas de Minas Gerais (CSP-MG).

O número de pessoas que deixaram de ter um plano de saúde no País também é preocupante. Segundo dados da Federação, nos últimos cinco anos, cerca de 3,5 milhões de beneficiários saíram do mercado privado, em função da queda da renda e do desemprego, o que também sobrecarrega o sistema público.

João Paulo Moreira de Mello, anfitrião do evento, e o palestrante João Alceu Amoroso Lima / Foto: Arnaldo Athayde
João Paulo Moreira de Mello, anfitrião do evento, e o palestrante João Alceu Amoroso Lima / Foto: Arnaldo Athayde

Para buscar o equilíbrio das contas, o presidente da FenaSaúde avalia que é preciso maior investimento em programas de atenção primária à saúde, mudanças no modelo de remuneração de prestadores de serviço, racionalização de despesas e combate aos desperdícios.

Executivos das beneméritas e da Abramge participaram da mesa-redonda e de debate com o público / Foto: Arnaldo Athayde
Executivos das beneméritas e da Abramge participaram da mesa-redonda e de debate com o público / Foto: Arnaldo Athayde

Amoroso Lima também defende o acesso de mais usuários ao sistema por meio da oferta de novos produtos. “Por que não criar planos segmentados, com coberturas mais simplificadas, que se adaptem à capacidade de renda das pessoas?”, questiona.

Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde
Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde

Após a palestra do presidente da FenaSaúde, executivos das beneméritas do CSP-MG, que atuam na área, participaram de mesa-redonda mediada pelo diretor do Clube, Mauricio Tadeu Barros Morais, que contou ainda com a presença do diretor da Abramge, Felipe Rossi.

Público expressivo compareceu ao Seminário sobre Saúde Suplementar, realizado pelo CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde
Público expressivo compareceu ao Seminário sobre Saúde Suplementar, realizado pelo CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde

O presidente do CSP-MG, João Paulo Moreira de Mello, reforçou que a missão da entidade é promover o debate sobre temas relevantes do mercado de seguros de pessoas. “Nesta oportunidade, contamos com o presidente da FenaSaúde que nos apresentou a situação atual e os principais desafios a serem superados pelo setor. O objetivo do evento foi alcançado, já que tivemos a expressiva participação do público, em sua maioria corretores, representantes de seguradoras e operadoras, além de autoridades da área”, avaliou.

Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde
Patricia Jacobucci, presidente do CSP-BA, prestigiou o evento. Na foto, a dirigente da entidade baiana e os presidentes da FenaSaúde e do CSP-MG / Foto: Arnaldo Athayde

Liberty Seguros personaliza campanha publicitária com logo dos corretores 593

Plataforma oferece uma série de materiais de comunicação pré-formatados

A Liberty Seguros lança mais uma novidade pensando no desenvolvimento e crescimento dos seus corretores parceiros: a nova campanha institucional da seguradora, com foco em Vida, agora pode ser personalizada com o logo do corretor, para que possa ser compartilhada com seus potenciais clientes e nas redes sociais de forma ainda mais profissional.

O vídeo, que ressalta a importância do seguro de vida para o planejamento familiar, está disponível em sua forma personalizada, para todos os corretores inscritos no Meu Marketing. A plataforma oferece uma série de materiais de comunicação pré-formatados para que os corretores possam personalizar com seus logos, dados para contato e conteúdos, de acordo com as suas necessidades. Para os corretores que ainda não são cadastrados na ferramenta, basta solicitar o acesso no Meu Espaço Corretor.

“Para a Liberty Seguros, o corretor tem extrema importância e por isso, trabalhamos constantemente para que ele esteja envolvido em todos os momentos, até na comunicação da marca, e assim possamos crescer juntos” diz Felippe Alves, gerente de marca e comunicação da Liberty Seguros “Com seu vídeo personalizado, nossos parceiros podem divulgar seu trabalho aos seus possíveis clientes de forma profissional e única”, completa.