Relatório da Allianz analisa ativos e passivos de 50 países, incluindo o Brasil 483

Relatório da Allianz analisa ativos e passivos de 50 países, incluindo o Brasil

Brasil: ativos financeiros crescem, não seguindo tendência global

Na última quarta-feira (18), a Allianz lançou a décima edição do “Relatório de Riqueza Global do Grupo Allianz”, que apresenta a situação dos ativos e dívidas das famílias em mais de 50 países. Uma novidade triste: em 2018, os ativos financeiros nos países industrializados e em países emergentes caíram simultaneamente pela primeira vez; mesmo em 2008, no auge da crise financeira, isso não aconteceu. Em todo o mundo, os poupadores estavam de mãos atadas: por um lado, a crescente batalha comercial entre os EUA e a China, a interminável “saga do Brexit” e as crescentes tensões geopolíticas. No outro, o aperto das condições monetárias e a (anunciada) normatização da política monetária. As bolsas reagiram de acordo: os preços das ações globais caíram cerca de 12% em 2018, o que teve um impacto direto no crescimento de ativos. Os ativos financeiros brutos globais das famílias [1] caíram 0,1% e permaneceram mais ou menos estáveis em 172,5 trilhões de euros. “A crescente incerteza tem seu preço”, disse Michael Heise, economista-chefe do Grupo Allianz. “O desmantelamento da ordem econômica global baseada em regras é venenoso para a acumulação de riqueza. Os números para o crescimento de ativos também tornam evidentes que negócios não são um jogo de zero a zero: ou todos estão do lado vencedor (como no passado) ou do lado perdedor (como aconteceu no ano passado). O protecionismo agressivo não tem vencedores.”.

Convergência entre os países mais pobres e ricos para

Em 2018, os ativos financeiros brutos nos mercados emergentes não apenas diminuíram pela primeira vez, mas o declínio de -0,4% foi mais evidente do que nos países industrializados (-0,1%). O fraco desenvolvimento na China, onde os ativos caíram 3,4%, teve um papel fundamental. No entanto, outros importantes mercados emergentes, como o México e a África do Sul, também tiveram que absorver perdas significativas em 2018.

Essa é uma inversão de tendência notável. Nas últimas duas décadas, o crescimento de ativos financeiros nas regiões mais pobres foi, em média, 11,2 pontos percentuais mais alto do que nas mais ricas, mesmo se o ano de 2018 for incluso. Parece que as disputas comerciais estabeleceram um ponto de parada repentino para o processo de recuperação dos países mais pobres. Os países industrializados, no entanto, também não se beneficiaram. O Japão (-1,2%), a Europa Ocidental (-0,2%) e a América do Norte (-0,3%) também tiveram de lidar com o crescimento negativo dos ativos.

Europa Oriental: o novo campeão de crescimento

Os ativos financeiros brutos das famílias latino-americanas aumentaram 7,1% em 2018. As outras duas regiões emergentes tiveram um desempenho diferente: enquanto a Ásia, exceto o Japão, registrou um declínio de 0,9%, a Europa Oriental avançou com um aumento de 8%, tornando-a a região que mais cresce em 2018. Esse aumento, no entanto, não foi menor devido ao rápido crescimento da inflação na Turquia.

Ao analisar as estratégias de investimentos, o surpreendente comportamento de poupar na América Latina se torna evidente: com menos de 20%, a parcela de depósitos bancários é muito baixa. Todas as outras regiões, com exceção da América do Norte, mostram uma tendência muito maior à liquidez; na Europa Ocidental, por exemplo, a participação é de cerca de 30%, na Ásia, exceto no Japão, em torno de 46% e na Europa Oriental bem acima de 50%. Por outro lado, a participação dos valores mobiliários, ações nominais e outros capitais próprios, e a participação dos seguros e pensões são notavelmente elevados, com 47% e 28%, respectivamente. Esse último é muito menor na Europa Oriental (11%) e na Ásia (16%), exceto no Japão.

“A América Latina está à frente da curva”, disse Michaela Grimm, coautora do relatório. “Em comparação com seus pares na Europa Oriental e na Ásia, os sistemas de aposentadoria com capital próprio são muito mais avançados, mas o envelhecimento demográfico não poupará a América Latina; são necessários mais esforços. A digitalização deve ser vista como uma alavanca para oferecer soluções atraentes nesse campo. A América Latina precisa se preparar para o imenso tsunami demográfico.”

Crescimento do passivo se estabiliza em alto nível

O passivo doméstico mundial aumentou 5,7% em 2018, um pouco abaixo do nível do ano anterior de 6%, mas também bem acima da taxa média de crescimento anual a longo prazo de 3,6%. O índice de endividamento global (passivo como porcentagem do PIB), no entanto, permaneceu estável em 65,1% graças ao crescimento econômico ainda robusto. A maioria das regiões teve um desenvolvimento semelhante nesse respeito. Na América Latina, o índice de endividamento não mudou muito nos últimos quatro anos e permaneceu em modestos 29%. Isso contrasta fortemente com a Ásia (excluindo Japão), onde aumentou mais de 20 pontos percentuais na última década.

“A dinâmica da dívida na Ásia, e particularmente na China, é preocupante”, comentou Patricia Pelayo Romero, coautora do relatório. “As famílias chinesas já estão tão endividadas quanto as alemãs ou italianas, por exemplo. A última vez que testemunhamos um aumento tão rápido do endividamento privado foi nos EUA, Espanha e Irlanda pouco antes da crise financeira. Comparado à maioria dos países industrializados, os níveis de dívida na China ainda são significantemente mais baixos. As agências regulatórias, no entanto, não devem mais aguardar e ficar apenas assistindo. O crescimento impulsionado pela dívida não é sustentável e nem mesmo a China está imune a uma crise da dívida.”.

Devido ao forte crescimento do passivo, os ativos financeiros líquidos, ou seja, a diferença entre ativos financeiros brutos e dívida, caíram 1,9% em todo o mundo para 129,8 trilhões de euros no final de 2018. Os países emergentes, em particular, sofreram um declínio drástico: os ativos financeiros líquidos encolheram 5,7% (países industrializados: -1,1%); A América Latina, por outro lado, registrou um aumento de 6,2%.

Brasil: ativos financeiros crescem e não seguem tendência global

Os ativos financeiros brutos das famílias brasileiras aumentaram 10,6% em 2018. Por mais robusto que esse crescimento seja, se comparado à tendência global, foi um dos aumentos mais fracos desde a crise financeira. Esse desempenho modesto deveu-se principalmente ao menor crescimento em seguros e pensões, bem como em valores mobiliários. O primeiro caiu para 6,9%, registrando o aumento mais fraco em mais de duas décadas; o último, responsável por mais da metade de todos os ativos financeiros, aumentou “apenas” 14%, o aumento mais fraco em cinco anos. Os depósitos bancários, por outro lado, cresceram 9,4%, o aumento mais rápido desde 2014. A recuperação econômica foi mais visível no crescimento de passivos, que acelerou para 8,6%, a taxa mais rápida em três anos. Como resultado, o índice de endividamento das famílias atingiu 39,8% no final de 2018, bem acima da média regional de 29,6%

Os ativos financeiros líquidos no Brasil aumentaram 11,6% em 2018. Com ativos financeiros líquidos per capita de 6.320 euros, o Brasil subiu dois degraus para o 39º lugar no ranking dos países mais ricos (ativos financeiros per capita, veja tabela com os 20 principais). No topo, os EUA substituíram a Suíça novamente, principalmente graças ao dólar forte. Considerando uma visão de longo prazo e observando como a lista mudou desde a virada do século, torna-se evidente a ascensão (modesta) de muitos países da América Latina: os “vencedores” incluem o Brasil (+3 lugares), mas também o Chile (+3 lugares) e a Colômbia (+1 lugar).

Apenas um solavanco na estrada?

Pela primeira vez em mais de uma década, a classe média global não cresceu: no final de 2018, aproximadamente 1.040 milhão de pessoas (entre elas 40 milhões de brasileiros) pertenciam à classe média global – que é mais ou menos o mesmo número de pessoas que o ano anterior. No contexto de redução de ativos na China, isso não é uma grande surpresa, afinal, até agora o surgimento da nova classe média global era principalmente um assunto chinês: quase metade de seus membros fala chinês, bem como 25% da classe alta. “Ainda existem muitas oportunidades para a prosperidade global”, disse Arne Holzhausen, co-autor do relatório. “Se outros países densamente povoados, como Brasil, Rússia, Indonésia e, em particular, Índia, tivessem um nível e uma distribuição de riqueza comparável à China, a classe média global seria impulsionada por cerca de 350 milhões de pessoas e a classe alta global por cerca de 200 milhões de pessoas. Com isso, a distribuição global da riqueza seria um pouco mais igual: no final de 2018, os 10% mais ricos em todo o mundo possuíam aproximadamente 82% do total de ativos financeiros líquidos. Questionar a globalização e o livre comércio agora priva milhões de pessoas em todo o mundo de oportunidades de progresso.”

Os 20 melhores em 2018 por…

Divulgação
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Susep abre consulta pública sobre autorreguladoras 1443

Solange Vieira é superintendente da Superintendência de Seguros Privados (Susep)

Proposta é simplificar o processo de credenciamento das entidades

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública a minuta de Resolução CNSP que estabelece condições de constituição, organização, funcionamento e extinção de entidades autorreguladoras do mercado de corretagem de seguros, de capitalização e de previdência complementar aberta.

A inciativa da Susep tem como pilares eficácia, produtividade, flexibilidade e economia. A autarquia entende que a autorregulação trará a experiência e o conhecimento dos próprios corretores para o mercado de seguros.

O agente econômico terá o controle da atividade e, com isso, o aprimoramento será constante. No que se refere à flexibilidade, o mercado e os consumidores também ganham com mais rapidez, processos menos burocráticos e, consequentemente, redução de custos de fiscalização e supervisão e também de processos judiciais.

Cabe esclarecer que a Medida Provisória 905/2019 retirou da Susep a atribuição de regular e fiscalizar os corretores de seguros, mas não retirou do Conselho Nacional de Seguros Privados (CNSP) as competências regulatórias relativas às autorreguladoras do mercado de corretagem, e nem da Susep a função de fiscalizar as suas operações.

A consulta estará disponível até o dia 19 de fevereiro de 2020. Confira o edital neste link.

Como evitar acidentes em época de chuvas 960

Temporais estão previstos em vários locais do país


As chuvas não estão dando trégua. A previsão de temporais em vários pontos do Brasil assusta bastante, principalmente motoristas que trafegam em rodovias e em grandes cidades, onde a probabilidade de alagamentos é muito maior.

Quem transporta cargas também precisa ficar atento e instruir bem motoristas sobre os perigos que as chuvas trazem. Para empresas que já aderiram à telemetria veicular, é possível traçar rotas prévias e, assim, desviar das áreas de enchentes e alagamentos.

Para ajudar motoristas a trafegarem com segurança durante esse verão chuvoso, a MiX Telematics, empresa que atua na área de gestão de frotas em mais de 120 países, reuniu dicas importantes para todos os tipos de motoristas. Confira:
– mantenha distância segura do veículo da frente e, se a chuva estiver forte e tirar a visibilidade, melhor parar em local seguro. Porém, não pare no acostamento da rodovia, pois é muito perigoso;

– evite freadas bruscas, pois além de aumentar o consumo de combustível, pode provocar acidentes, principalmente se a via estiver escorregadia;

– o farol baixo é lei! Ele melhora a visualização dos veículos. Jamais use farol alto;

– pneus em boas condições evitam aquaplanagem, portanto, faça sempre manutenção preventiva, bem como calibragem adequada da pressão. Em caso de aquaplanagem, tire o pé do acelerador, não piso nos freios e não vire a direção. Espere os pneus voltarem o contato com a pista. Não se desespere nessa hora!

– não fale ao celular enquanto dirige. Aliás, evite distrações e foque na sua segurança e na das pessoas ao seu redor;

– a palheta do para-brisa deve estar em dia, pois assim a visibilidade aumenta. Se o vidro embaçar, acione o sistema de ventilação;

– se o para-brisa embaçar, não adianta esfregar a mão no vidro. Se tiver ar condicionado, jogue o ar para o vidro para remover a umidade. Se não tiver sistema de ar condicionado, ligue a ventilação ou deixe uma pequena abertura na janela;

– não corra! Mantenha a velocidade reduzida; quanto mais rápido, menor o controle sobre o veículo e uma parada repentina em velocidade alta na pista molhada é extremamente perigosa.

Sompo Seguros inaugura filial no Mato Grosso do Sul e investe para expandir atuação no Estado em 2020 1453

Seguradora conquistou market share em ramos como Automóvel, Transporte e Benfeitorias

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo – como parte de sua estratégia de expansão de mercado nas diferentes regiões em que atua, investiu em uma filial em Campo Grande (Av. Prof. Luiz Alexandre de Oliveira, 919 – Bairro Vivenda do Bosque). A nova unidade foi estruturada para dinamizar ainda mais o atendimento aos corretores de seguros e segurados, além de intensificar a presença para viabilizar soluções que atendam às necessidades específicas dos clientes do Estado.

“A Sompo fez um trabalho bastante significativo nos anos recentes para conquistar market share no Mato Grosso do Sul. Só em 2019, algumas linhas de negócios apresentaram crescimento acima de 30%. No segmento de Transporte, por exemplo, nossa carteira cresceu 19,6% até novembro de 2019, já detemos 15% e estamos entre as líderes do mercado local. Outro ponto é que o setor de seguros está em franco crescimento no Estado e trabalhamos para ampliar ainda mais nossa participação na região em 2020”, destaca Marcelo Araújo Braz, diretor da Sompo Seguros para Minas Gerais e Região Centro Oeste. “Nossa atuação muito próxima de nossos parceiros de negócios, os corretores de seguros, também tem auxiliado bastante para que possamos apresentar as soluções de seguro que melhor atendem ao segurados sul-mato-grossenses”, observa o executivo.

Entre os segmentos em que a Sompo teve destaque está o de Benfeitorias, no qual a companhia apresentou um crescimento exponencial de 57,6% até novembro de 2019. A companhia já é tradicional e está entre as líderes nesse ramo, que é voltado a atender produtores rurais e garante a indenização por danos em equipamento agrícolas. “A Sompo e expandiu seu portfólio e lançou recentemente dois produtos de seguro agrícola. Isso potencializa ainda mais as oportunidades, principalmente num estado como o Mato Grosso do Sul, em que cerca de 30% do PIB é gerado pelo Agronegócio”, avalia Braz.

Outro ramo em que a companhia teve destaque foi de Automóvel, com 32,6% de crescimento até novembro de 2019. A Sompo lançou neste ano o Auto Sompo, a mais recente solução em termos de seguro de veículos da companhia. Desenvolvido para atender a um aumento na demanda por produtos de fácil contratação, que atendam a diferentes necessidades, o Auto Sompo é um produto moderno e flexível, de aceitação simples, que traz um processo ágil para a cotação e emissão de apólice. O produto vem com mais amplitude na aceitação de veículos de passeio e carga (nacionais e importados), limites de coberturas, flexibilização dos percentuais da FIPE e adequação e simplificação das franquias.

“O Auto Sompo é um dos exemplos dos investimentos que foram feitos em tecnologia e capital humano para garantir um processo de cotação rápida em um produto flexível e adequado a atender a diferentes perfis de público. Com isso, a aderência no Mato Grosso do Sul aumentou substancialmente”, afirma Adriano Dal Jovem, gerente da Filial Campo Grande da Sompo Seguros. “Com o incremento no portfólio, nas coberturas e novos recursos para melhorar ainda mais a experiência do cliente, nossa perspectiva é de crescimento. Além dos ramos já citados, vimos que o Mato Grosso do Sul tem perspectiva de aumento na demanda por seguros Empresariais e de Vida, só para citar algumas das linhas de negócio das quais dispomos”, conclui Dal Jovem.

UFRGS lança especialização em Gestão Atuarial em Previdência 1096

São oferecidas 40 vagas para ingresso no primeiro semestre de 2020

Até o dia 15 de fevereiro, a Faculdade de Ciências Econômicas (FCE) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) recebe inscrições para o curso de especialização em Gestão Atuarial em Previdência. A formação é a primeira que a FCE oferta, em nível de pós-graduação, no campo de atuária. Ao todo são 40 vagas, destinadas a graduados em Ciências Atuariais, Ciências Contábeis, Administração, Economia ou áreas afins.

A especialização tem carga horária total de 390 horas e duração de dois anos. A dinâmica do curso prevê três semestres de disciplinas presenciais, em semanas alternadas, e um semestre para o desenvolvimento do trabalho de conclusão. As aulas, com início previsto para março, serão ministradas nas quintas e sextas, no período da noite, e nos sábados de manhã.

Entre os temas abordados nas disciplinas estão assuntos como análise macroeconômica, auditoria e perícia atuarial, governança e compliance em previdência, finanças e riscos corporativos, gestão atuarial de planos previdenciários, fundos de pensão, legislação da previdência social e complementar, métodos de financiamento dos sistemas previdenciários, entre outros.

Os interessados devem enviar a documentação exigida no processo seletivo para o e-mail necon@ufrgs.br, colocando no assunto da mensagem “Inscrição no curso de gestão atuarial em previdência 2020”. A seleção é composta de análise do currículo, do histórico escolar da graduação e da declaração de intenções. O resultado será divulgado no dia 21 de fevereiro. O valor do curso está dividido em uma taxa de matrícula de R$ 480 e 22 mensalidades de R$ 480.

Todas as informações sobre o processo seletivo estão disponíveis no edital. Dúvidas pelos telefones (51) 3308.3130 e 3308.3312 ou pelo e-mail necon@ufrgs.br.

App “Anjo” teve mais de 7.400 solicitações de acesso no primeiro dia de seu lançamento 1670

Facilidade foi desenvolvida pelo Grupo Caburé

Desenvolvido pelo Grupo Caburé, o App “Anjo” é o primeiro aplicativo do Brasil feito para Corretores de Seguros e Agenciadores de Seguros de Vida. Ele é uma ferramenta que traz para os Corretores e Agenciadores a expertise de 56 anos de especialista em vendas de Seguros de Vida do Grupo Caburé e tem a Zurich como seguradora.

No primeiro dia de seu lançamento, em 13 de dezembro do ano passado, o aplicativo recebeu mais de 7.400 solicitações de acesso e segue sendo altamente procurado por Corretores de Seguros e Agenciadores de Seguros de Vida do mercado, uma vez que o Anjo está sendo distribuído, inicialmente, através de convites.

Na opinião dos Corretores e Agenciadores, a agilidade e a simplicidade de contratação têm sido o grande destaque, além do custo benefício para os segurados. A partir de março de 2020, o Anjo estará disponível nas plataformas App Store e Google Play para todos os interessados.

Venha ser um Anjo!