Zurich fecha patrocínio para equipe Webmotors na Stock Car 652

Zurich fecha patrocínio para equipe Webmotors na Stock Car

Temporada de 2019 da Stock Car ainda contará com quatro etapas

A seguradora Zurich estreou no dia 15 de setembro, no Autódromo do Velopark, em Nova Santa Rita (RS), como patrocinadora da equipe Webmotors na Stock Car, a mais importante categoria do automobilismo nacional.

A Webmotors, plataforma de negócios e soluções para o setor automotivo, é atualmente patrocinadora do piloto Bruno Baptista e já conta com uma série de ações na competição. A Zurich, agora como patrocinadora da equipe, terá exposição da sua marca no carro, box, bem como ativações nas redes sociais e nas etapas restantes da categoria em 2019.

Divulgação
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Para a Zurich, o objetivo é fortalecer a exposição da marca por meio da presença em um dos maiores eventos esportivos do país, além de poder oferecer a corretores e parceiros de negócios a oportunidade de vivenciar uma experiência única na competição. Com o patrocínio, a Webmotors se insere nas pistas do automobilismo, se aproxima do universo da Stock Car e ainda tem a oportunidade de levar a discussão sobre a mobilidade ao público.

A temporada de 2019 da Stock Car ainda contará com quatro etapas:  Cascavel (20/10), Velo Città (10/11), Goiânia (24/11) e Interlagos (15/12).

Tão importante quanto o pacote tecnológico, seguro rural deve ser considerado insumo para o produtor 784

Brasilseg lança programa de capacitação para profissionais ligados ao agronegócio

Executiva da Allianz Seguros discorre sobre a importância do seguro para o agronegócio

 Havia no início de 2020 uma expectativa positiva para a economia brasileira, mas praticamente todos os mercados viram tal otimismo ruir logo no terceiro mês do ano, por conta da crise causada pela Covid-19. Porém, no agronegócio, o cenário favorável se manteve. O setor é responsável por pouco mais de 20% do PIB brasileiro e, na safra de 2019/2020, obteve crescimento recorde na produção de grãos, estimada em 250,5 milhões de toneladas, 3,5% superior ao colhido em 2018/2019, de acordo com dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

Os resultados foram alcançados com o aumento na área plantada com as principais culturas, investimento em máquinas e a utilização de pacotes tecnológicos avançados, ações que devem colocar o segmento como protagonista na retomada da economia brasileira pós-crise, segundo avaliações de economistas.

Devido às variáveis de riscos existentes, até que seja feita a entrega da produção, o seguro rural tornou-se uma ferramenta essencial, proporcionando a proteção da renda, permanência do produtor no meio rural e a manutenção da cadeia produtiva. Mas, durante muito tempo, o valor do seguro era considerado alto demais pelos proprietários de terra, gerando, como consequência, uma baixa contratação em relação à área cultivada no Brasil. No entanto, o incentivo do governo, por meio de subsídios, tem sido um grande aliado.

Dados do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontam que foram disponibilizados R$ 440 milhões para o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) em 2019, beneficiando 58 mil produtores, com 95 mil apólices e R$ 20 bilhões em importância segurada. Para este ano, o governo aprovou o valor recorde de R$ 1 bilhão para ajudar os agricultores a pagar um seguro.

A forma com que os recursos serão distribuídos aos produtores também mudou, com o objetivo de aumentar a penetração no universo de áreas e culturas. Além disso, é possível enxergar que o ministério está ativo em várias frentes, com uma preocupação maior na qualidade e gestão da safra, escoamento de produção, formas de minimizar eventuais fraudes, ou seja, focado no desenvolvimento do setor propriamente dito.

Com o passar do tempo, tem sido possível enxergar o melhor entendimento do produtor com relação ao seguro rural, especialmente pelo incremento de corretores preparados para realizar essa oferta. Em 2020, mesmo com o atual cenário, houve um crescimento no ramo, na comparação com o ano passado. Prestes a iniciar a safra de verão, os corretores que trabalham com o produto precisam visualizar e argumentar que é justamente nos momentos de crise que surge a necessidade de preservação do patrimônio, o que nos faz trabalhar com uma perspectiva otimista para a carteira.

Questões Climáticas

O envolvimento da tecnologia no agronegócio é de conhecimento de todo o mercado. No Brasil, um dos países que tem o setor como um dos principais pilares econômicos, o investimento tecnológico é ainda mais notório. Seja para aumentar a qualidade e a produtividade das safras e, com isso, promover aumento da eficiência produtiva por hectare plantado, seja na aquisição de equipamentos mais adequados para o preparo do solo e da colheita. Essas máquinas chegam com valores altos, na casa dos milhões, e com um nível de tecnologia embarcada que potencializa, inclusive, a agricultura de precisão.

Com o produtor investindo em maquinário e também em suas propriedades rurais, por meio da construção de armazéns, silos e aviários, por exemplo, surge a necessidade de proteção desses bens e o seguro se apresenta como uma solução efetiva e relativamente barata, quando comparado ao valor da apólice versus o prejuízo que ele pode ter. Tendo em vista que, quando o equipamento é roubado ou sofre algum dano, o proprietário é prejudicado não só pela falta do bem, como da atividade que vai deixar de realizar. Assim como o agronegócio está cada vez mais tecnológico, as seguradoras, que amparam o setor, estão buscando na tecnologia maneiras de explorar novos negócios e garantir produtos que atendam às necessidades no campo.

No Grupo Allianz, existe um hub nomeado de Centro de Competência de Estudos de Agronegócio, que apoia os profissionais que trabalham com seguro rural em todos os países que a companhia oferece o produto, analisando o que está acontecendo no mercado mundial e mostrando oportunidades em diversos países, inclusive no Brasil. Com essa ferramenta, a nossa análise é que ainda há muito o que explorar no país também no que diz respeito à oferta de proteção às questões climáticas.

O clima no campo é um dos principais desafios para os produtores, especialmente porque está fora do seu controle, e pode ser determinante para o sucesso ou fracasso de uma safra quando uma grande seca, um excesso de chuvas ou granizo ocorrem. Importante ressaltar que algumas situações climáticas podem gerar danos catastróficos aos negócios, a exemplo da grande seca que ocorreu na safra de verão 2019/2020, no Rio Grande do Sul, e, em especial, nessa circunstância o seguro rural foi o principal aliado do produtor. Para se ter uma ideia, as indenizações somente nesse episódio no Sul do país podem alcançar R$ 1,89 bilhão, segundo um levantamento do Mapa, com dados do Programa de Seguro Rural (PSR) e do Banco Central.

Por se tratar de um ramo que lida com sinistros de grandes proporções, é necessária a realização de uma gestão equilibrada da operação por parte das seguradoras, com riscos pulverizados nas diversas regiões do país. Todo este controle e responsabilidade transmite segurança aos clientes no caso de um evento climático que cause prejuízos aos seus patrimônios.

O seguro rural tem se apresentado como um insumo importante para a gestão de risco do produtor e uma linha de negócio consistente para diversificação da atuação e de produtos das seguradoras. Quando avaliado por uma série histórica, com estratégias equilibradas e de longo prazo, é comprovadamente rentável, podendo ser um grande aliado no trabalho com a variação de carteiras das companhias.

Com mais de mil profissionais parceiros, Ligue Saúde auxilia beneficiário a evitar ambientes hospitalares 5474

Serviço pioneiro na área de saúde familiar no país, projeto recorre a ferramentas tecnológicas de última geração

Tem novidade no mercado de assistência em saúde. Executivos das áreas de seguros, de assistência em saúde e de administração de call centers uniram suas expertises para desenvolver o Ligue Saúde, serviço que está sendo apresentado ao mercado brasileiro agora em 2020, com o objetivo de suprir a carência da população em ter acesso a orientações especializadas em relação à Saúde.

“Buscamos soluções no mercado, para atender esta necessidade e preservar o beneficiário de ter contato pessoal com os riscos do ambiente hospitalar, evitando desta forma aglomerações e o contágio por vírus e bactérias e fazendo valer as recomendações das autoridades de saúde”, descreve Rodrigo Coscia, administrador de empresas, que atua desde 2003 na gestão de call centers. Será dele a tarefa de captar e atender os parceiros comercias, principalmente os corretores de seguros. “O Ligue Saúde busca oferecer aos clientes redução nos custos com medicamentos e aumento da adesão aos tratamentos, através de descontos em diversas farmácias em todo o país, aumentando a segurança e a qualidade de vida do usuário”, reforça.

Coordenador de Parcerias Comerciais da nova empresa, Rodrigo Coscia comentou, em entrevista exclusiva ao JRS, que a ideia surgiu não somente diante da pandemia mundial, mas também pela situação que o Brasil já apresentava em relação à saúde pública, desde antes da disseminação do coronavírus. O projeto chega para oferecer atendimento médico e dar orientações de saúde por 0800, vídeo chamada ou chat online a valores acessíveis a todo brasileiro, em qualquer hora do dia ou da noite, inclusive sábados, domingos e feriados. Além disso, estão previstos descontos em medicamentos em até 60% na rede credenciada e-Pharma, seguro pessoal, assistência funeral familiar, sorteios mensais e a possibilidade de incluir três dependentes no Saúde 24 horas, todos com acesso a aplicativo exclusivo.

“A empresa dispõe de mais de 1000 profissionais da saúde à disposição dos clientes 24 horas por dia, sete dias por semana, para esclarecer dúvidas gerais sobre a saúde e fornecer orientações educativas e de auto cuidado, além do adequado direcionamento à rede prestadora presencial quando necessário”, acrescenta Régis Mello, diretor de Produtos. “Além disto, o cliente que aderir ao nosso plano Ligue Saúde Doutor terá à disposição uma equipe de médicos da família, que poderão passar as melhores orientações sobre sintomas, encaminhar o paciente para um especialista, caso seja realmente necessário, fornecer requisição e analisar os resultados dos exames, liberar receita para compras de medicamentos, entre outros procedimentos. Nossos clientes têm um aplicativo personalizado para este atendimento”, detalha o executivo que atua há mais de 10 anos no mercado de seguros.

Ligue Saúde Doutor

Os dois diretores enfatizaram o fato do Ligue Saúde viabilizar um atendimento sem o paciente precisar se deslocar até um hospital ou posto de saúde, escapando de filas e evitando a exposição desnecessária a outras doenças. Para complementar o portfólio, a empresa está lançando o plano Ligue Saúde Doutor. “Neste produto, nossos clientes ainda poderão falar com um médico, de acordo com a necessidade do atendimento. Este medico, caso seja necessário, poderá fornecer receitas de medicamentos, atestados e requisição de exames.

Nossos clientes ainda tem à possibilidade de agendar um horário definido para falar com o médico, de acordo com a rotina do paciente, já que teremos os médicos à disposição dos clientes”, enfatiza Rodrigo Coscia. Todos os clientes do Ligue Saúde têm plano com titular mais três dependentes, sem limite de utilização, sem carência, sem limite de idade do usuário.

Artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: Expectativa x realidade 1909

Análise é de Maria Izabel Indrusiak Pereira, sócia do C. Josias & Ferrer 

De acordo com a regra do artigo 126 do Código de Trânsito Nacional: “O proprietário de veículo irrecuperável, ou destinado à desmontagem, deverá requerer a baixa do registro, no prazo e forma estabelecidos pelo Contran, vedada a remontagem do veículo sobre o mesmo chassi de forma a manter o registro anterior”.

Ainda, em seu parágrafo único: “A obrigação de que trata este artigo é da companhia seguradora ou do adquirente do veículo destinado à desmontagem, quando estes sucederem ao proprietário”.

Em casos envolvendo salvados, as decisões judiciais limitam-se somente a proceder a aplicação literal da regra do artigo 126 do Código de Trânsito Brasileiro, especialmente o seu parágrafo único, sem haver um bom senso ou boa vontade na análise de cada caso pontual, ou até desconhecimento de certas nuances.

Ok, existe uma regra legal a ser cumprida, contudo, é fato de que para a aplicação de tal regra necessária a atenção para alguns detalhes.

Primeiramente, nem todo salvado é suscetível de baixa de registro, mas apenas a sucata (perda total irrecuperável). Consequentemente existem salvados que podem ser recuperáveis com segurança necessária que a lei determina, podendo voltar a circular conforme inspeção em órgão autorizado pelo INMETRO, que atestará a sua capacidade técnica de circulação e emitirá o competente Certificado de Segurança Veicular.

De acordo com a Resolução CONTRAN 544/2015, em seu artigo 13, para a realização da transferência da propriedade do salvado para a seguradora torna-se necessária a apresentação da documentação referente ao processo de indenização, BOAT, se houver, relatório de avarias e fotografias do veículo acidentado, além da realização da vistoria para identificação veicular e emissão do CRV/CRLV.

Ainda, conforme Resolução CONTRAN n.º 11/98 a baixa no registro do veículo como irrecuperável somente pode ocorrer nos casos em que este estiver desmontado, sinistrado com laudo de perda total e vendidos ou leiloados como sucata, bem como sejam devidamente identificáveis mediante as partes do chassi do registro.

Pois bem, não raras às vezes, estamos falando de sucatas avariadas de tal maneira que não se faz possível à visualização e decalcagem da numeração do chassi e motor, que não contenham a placa ou que a recuperação seja tão somente de determinadas peças que não apresentem condições seguras de identificação do bem.

Os “pátios” das seguradoras ficam repletos de salvados nestas condições e com entraves impostos por parte dos órgãos de trânsito na realização da transferência ante a dificuldade na identificação veicular ou frente à impossibilidade de realização das vistorias.

Há uma lacuna nas normas legais e infralegais a abarcarem tais casos.

Desta feita, estes casos geralmente acabam sendo submetidos ao crivo do judiciário mediante propositura de ações indenizatórias, vez que seus registros permanecem em nome dos segurados gerando débitos, e os julgadores não buscam compreender o que efetivamente impossibilitou a transferência da propriedade e consequente baixa pelas seguradoras e no afã de julgar, simplesmente aplicam o mencionado artigo 126 e parágrafo único na sua literalidade, com imposição de pesadas e onerosas penas pecuniárias, escusando-se, na maioria das vezes, de oficiar os órgãos de trânsito com comando judicial expresso para transferência da propriedade para a Cia sub-rogada.

O tão preconizado dever de cooperação entre as partes e Judiciário, princípio da celeridade e economia processual ficam esquecidos.

Como exceção, temos os julgados prolatados de relatoria do D. Desembargador Jorge Luiz Lopes do Canto do Egrégio Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul, o qual, em casos do tipo, determina a expedição de ofício ao DETRAN com determinação para a transferência da propriedade para o nome das seguradoras, sob pena de responsabilidade funcional e criminal do Diretor-Geral daquela autarquia (nº 70074094236, 70073754897, dentre outros).

Se o Poder Judiciário, como um todo, tivesse tal visão, muitas ações não teriam seus trâmites tão prolongados como muitas vezes nos deparamos e sem encontrar a solução que se almeja para a resolução da dita transferência do salvado para o nome das seguradoras e consequente cumprimento do já mencionado regramento do artigo 126 do Código de Trânsito.

Acaba se estabelecendo um impasse entre segurados x órgãos de trânsito x seguradoras x Poder Judiciário que não chegam a lugar algum e esbarram na mencionada regra legal do artigo 126 do CTN que não abarca casos como os que ora se destaca.

Em contrapartida, as seguradoras, ante os entraves impostos pelos órgãos de trânsito, devem se valer de registro em ata notarial, produzindo prova da impossibilidade de atender o exigido pelas autoridades. Isso evitaria condenação em verbas indenitárias e multas, pois venceriam a presunção de ocorrência de desídia por parte das mesmas em adotar as providências cabíveis para a regularização junto aos DETRANS.

Ainda, poderiam se utilizar de ações de obrigação de fazer contra os órgãos de trânsito – após uma avaliação severa em seus depósitos, apurando todos os salvados passíveis de lhes gerar futuras ações ante a impossibilidade de regularização junto aos DETRANS – com o objetivo de dar solução aos casos.

Ao que se conclui, enquanto não houver uma norma reguladora a abarcar estes casos – nos quais o veículo segurado não se enquadra em nenhuma das situações precitadas – podem ser sim adotadas soluções de forma a evitar dissabores patrimoniais aos segurados e seguradoras, assim como o abarrotamento do judiciário com ações prolongadas do tipo. Basta a cooperação entre os envolvidos: segurado, seguradora e judiciário.

Edição 237 da Revista JRS destaca 30 anos do CVG RS 8065

Três décadas da entidade comemoradas no final de junho traduzem o momento em que o mercado de seguros respira inovação

 

O aniversário de 30 anos do Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul é digno capa da Revista JRS deste mês. A homenagem é merecida não somente pelos serviços prestados pelo CVG RS ao mercado gaúcho, mas também porque a missão e a visão da entidade, retratadas no novo slogan do Clube, crescem em importância neste momento em que a Vida está sobrepujando qualquer outro valor para as pessoas, ainda impactadas com a pandemia da Covid-19.

Por falar em pandemia, ações, inovações e projeções que operadores do mercado de seguros estão procedendo como reação à crise sanitária estão, também, em destaque nesta edição. Mas o leitor não pense que irá encontrar nas páginas da revista lamentos ou negativismo. Mesmo sem deixar de registrar o momento delicado que afeta o Brasil, a tônica das notícias publicadas na Revista JRS ressalta um mercado resiliente e até otimista.

Vale a pena conferir no detalhe. Até porque, parafraseando o slogan de 30 anos do CVG RS, nós jornalistas especializados em seguros estamos, juntamente com os demais agentes do setor de seguros, Unidos num novo pensar!

 

SUSEP divulga dados do mercado supervisionado referentes a maio 2020 1921

Seguros Rural e de Grandes Riscos tiveram considerável alta no acumulado do ano em comparação ao mesmo período de 2019

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou hoje, de forma inédita, uma síntese dos principais dados relativos ao desempenho dos mercados de seguros, de produtos de acumulação e de capitalização ao longo do exercício corrente até maio de 2020, o último mês disponível.

No mês de maio de 2020, as receitas dos mercados supervisionados pela Susep totalizaram R$ 17,35 bilhões e, no acumulado do ano, sofreram uma queda de 6,7% em relação ao mesmo período de 2019. Apesar da queda de 23,2% nos valores em relação a maio de 2019, percebe-se uma recuperação frente ao mês de abril de 2020, com um crescimento de 10,1%, atribuído aos setores de acumulação e capitalização.

Nos seguros, os prêmios diretos totalizaram R$ 8,55 bilhões em maio de 2020, e, no acumulado do ano, houve queda de 3% em relação ao mesmo período de 2019. Já os seguros rural e de grandes riscos tiveram uma considerável alta, respectivamente 28,3% e 27,0%, no acumulado de 2020 em relação ao ano anterior.

Nos produtos de acumulação, observa-se uma queda de 10,3% nas contribuições no acumulado do ano, até maio, quando comparado com o mesmo período de 2019. Enquanto a receita bruta dos produtos de acumulação ficou em R$ 7,1 bilhões em maio de 2020, a captação líquida (contribuições – resgates) foi de R$ 1,8 bilhão, apresentando uma recuperação em relação a abril, quando ficou negativa em R$ 1,3 bilhão.

Podemos verificar que houve, nos últimos meses, um movimento significativo de aumento de resgates, natural destes tipos de produtos que proporcionam maior liquidez durante um período de crise.

Outro aspecto que merece destaque é o índice de sinistralidade. No segmento auto, o índice apresentou queda em abril e maio de 2020, enquanto no segmento de pessoas, a sinistralidade não sofreu variação significativa nos últimos meses.

A síntese mensal dos principais dados do mercado é mais uma novidade da Susep para promover a transparência do setor, sendo produzida com base nas estatísticas geradas pela Assessoria de Estudos e Relações Institucionais da Susep, a partir dos dados encaminhados pelas companhias supervisionadas, por meio do sistema FIPSUSEP.

A Susep disponibiliza, ainda, em seu site, relatórios com análise sobre as evoluções de receitas e provisões técnicas, o crescimento real observado no período e o percentual de participação de cada segmento no PIB nacional. Os relatórios apresentam ainda a segmentação dos mercados de seguros e produtos de acumulação, assim como a evolução das cessões em resseguro, incluindo a segregação entre resseguradoras locais, admitidas e eventuais.