O drama do fim da profissão 1922

O drama do fim da profissão

Confira artigo de Bernard Biolchini, CEO do Grupo Pentagonal Seguros, para a Revista JRS

Este artigo trata-se de uma grande salada com ingredientes colhidos em diversos livros, de variadas áreas. Com o advento das soluções tecnológicas uma pergunta que muitas pessoas fazem é: “Quando será que as máquinas vão me substituir?”.

Todas as profissões e cargos, sem exceção, segundo alguns “gurus” em tecnologia, estão sujeitos a substituição. Teremos que ter futuramente, ainda de acordo com estes “gurus”, uma geração de empresários tecnológicos de um lado e humanos “inúteis” do outro.

Não precisaríamos de Intermediários entre o homem e as máquinas, falaremos diretamente com elas. Pilotos de avião, médicos, professores, advogados e juízes, engenheiros, vendedores , jornalistas e por aí vai.. Afinal, a máquina faz tudo melhor, não é?

A coisa não funciona bem assim…

As máquinas são essenciais e maravilhosas quando servem de apoio ao ser humano em 100% dos casos, mas quando falamos de substituição completa do ser humano  a eficácia é infinitamente menor. Precisamos exercitar um raciocínio distópico de fluxo de moeda (mercado) num cenário 100% Tech e 0% humano .

Vamos pegar a Amazon como exemplo. Em formato de check list, para simplificar a didática aqui. 1)A Amazon venderá  produtos online. 2) Venderá produtos XYZ produzidos por fábricas que não empregam mais seres humanos. 3)Sendo um grande shopping center virtual, a Amazon precisa de dinheiro, que vem dos compradores dos seus produtos, obviamente. 4) Na nossa distopia, como todos os seres humanos foram substituídos por máquinas, ninguém vai comprar nada já que ninguém tem dinheiro para comprar. 5)Se ninguém comprar nada a Amazon não existirá mais.

E aí pessoal? Como é que fica agora? Se o ser humano não tem mais utilidade, seu trabalho não tem valor. Se não tem valor, não recebe dinheiro, não é mesmo?

Será que James Cameron (Criador do Exterminador do Futuro) era, na verdade, um profeta e a Skynet vai tomar conta do planeta e exterminar seu criador, o homem, pois colocaram em seu script C++++ que, se não for máquina, elimine o alvo??? Não! Lógico que não! 

O motivo é muito simples: SOMOS SERES HUMANOS!!!

Temos necessidades de VIVENCIAR experiências.

Então vem um geek argumentar: “Ah, mas vem aí o carro autônomo!!”. E eu digo que gosto de dirigir. Ele volta dizendo: “Ah, lembra do spok? Todos serão um dia teletransportados”. E eu digo que gosto da experiência de me deslocar”. E por aí vai… 

Brincadeiras à parte, por mais que milhões de anos de evolução tenham desenvolvido nosso cérebro racional, o que nos ajuda a evoluir mais ainda, não iremos jamais abandonar áreas instintivas deste órgão, pois isto seria o auto extermínio,  a natureza não permite! 

Por exemplo, o cérebro racional não conseguirá eliminar o desejo sexual, mesmo inventando pílulas de saciedade, o sexo é uma necessidade instintiva, caso contrário a humanidade estaria fadada ao fim.

Podemos citar outros exemplos menos dramáticos, como corridas automobilísticas sem pilotos humanos, uma luta no UFC entre robôs, uma pílula que dá a mesma sensação nas papilas gustativas de quando você está apreciando o melhor dos vinhos ou até a sensação de que você acaba de fazer a viagem dos seus sonhos…

Alguém se habilita? 

O ser humano jamais vai deixar de ser HUMANO, e isto é algo muito mais profundo do que uma simples frase cheia de obviedades.

Existirá sim uma adaptação de algumas carreiras que necessariamente terão que atualizar a maneira de atuação mas uma substituição completa jamais ocorrerá.

O ser humano está preparado para gostar de vagar pelas ruas sem lojas físicas? Shoppings? Ruas que tenham apenas residências e centros de distribuição?  Afinal, para quê lojas, se todos compram tudo online?

Não preciso responder a esta pergunta. 

Finalizo então esperando ter feito com que o leitor reflita e passe a usar do bom senso todas as vezes em que os “Gurus Tech” apontem suas previsões cataclísmicas todas as vezes que entra uma startup no mercado que se torna o próximo unicórnio. Aliás, unicórnios também são seres mitológicos. Não existem.

Executivos do Centro Clínico Gaúcho participam de Café do CVG/RS 1156

Executivos do Centro Clínico Gaúcho participam de Café do CVG/RS

Encontro aconteceu na manhã de sexta-feira (17)

Mauro Borges, Diretor de Operações, e Fábio Rossetto, Diretor Financeiro do Centro Clínico Gaúcho, participaram do Café do CVG/RS que aconteceu na manhã desta sexta-feira (17), na Associação Comercial de Porto Alegre. “Redesenho do Sistema de Saúde” e as principais características e peculiaridades da medicina em grupo e do seguro saúde foram abordadas pelos especialistas, que contaram com um público atento.

Agora, o Centro Clínico Gaúcho vai apostar no corretor de seguros para acelerar seu projeto de expansão e consolidar seu novo posicionamento diante do mercado.

Confira as imagens do encontro:

Chubb revela mudança de paradigma ao participar do Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros 988

Chubb revela mudança de paradigma ao participar do Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros

Encontro aconteceu entre os dias 10 e 12 de outubro, na Bahia

Ao participar do 21º Congresso Brasileiro dos Corretores de Seguros, entre 10 e 12 de outubro, a Chubb revelou ao mercado uma mudança de paradigma que vem sendo trabalhada desde a fusão dos negócios com a ACE Seguradora e ainda com a carteira de grandes clientes corporativos da Itaú. “Nesse período de 5 anos, passamos a investir em pessoas e em recursos tecnológicos para oferecer às pequenas e médias empresas as mesmas soluções que proporcionaram a nossa liderança em seguros para as grandes corporações”, conta Antonio Trindade, Presidente da Chubb Brasil.

Durante o congresso, que aconteceu na Costa do Sauípe, a Chubb mostrou aos corretores de seguros alguns dos principais resultados desse esforço. “Os profissionais se impressionaram com a possibilidade de complementar suas respectivas carteiras com seguros já consolidados, mas que ainda contam com pouca penetração entre as pequenas e médias organizações do Brasil”, observa Trindade. O seguro de D&O seria um exemplo: “Essa proteção da Chubb, que tem liderado o mercado brasileiro nos últimos 4 anos, hoje pode ser adquirida rapidamente no nosso Portal do Corretor, com o mesmo clausulado da apólice oferecida às grandes organizações”, observa.

“Além do D&O, o Portal do Corretor hoje oferece a oportunidade de contratar e emitir de forma automática mais de 10 produtos entre seguros para propriedade, responsabilidade civil geral, responsabilidade civil profissional, transportes e embarcações de passeio”, informa Rodrigo Albuquerque, executivo responsável pelo Canal Corretor da Chubb Brasil. Segundo ele, os produtos são exatamente os mesmos que contribuíram para a atual liderança global da companhia em seguros de propriedade e responsabilidade civil. “São soluções altamente complexas, mas que podem ser adquiridas de forma simples e descomplicada”, salienta.

Para ajudar os corretores a tirarem o máximo proveito dessas oportunidades de negócio, a Chubb realizou treinamentos que envolveram ao longo do ano mais de 800 corretoras, impactando cerca de 1.500 profissionais. Conforme o executivo, essa iniciativa tem o objetivo de preparar o corretor para a identificação dos riscos que podem ser cobertos pela Chubb. “São soluções desenvolvidas com base na experiência de unidades dispostas em 54 países”, conclui Rodrigo Albuquerque.

Foz do Iguaçu recebe edição 2020 do Brasesul entre 14 e 15 de maio 1031

Foz do Iguaçu recebe edição 2020 do Brasesul entre 14 e 15 de maio

Encontro dos Corretores de Seguros da Região Sul conta com centenas de inscritos e 11 patrocinadores

O Congresso Sul Brasileiro dos Corretores de Seguros acontece entre os dias 14 e 15 de maio de 2020. O evento, organizado pelos Sindicatos dos Corretores de Seguros do RS, SC e PR, tem como cenário o Hotel Rafain Palace Hotel & Convention, em Foz do Iguaçu (PR).

José Antonio de Castro, Coordenador do Brasesul 2020, explica que a programação está em fase de formatação. “Estamos preparando tudo com muito carinho e a temática ‘Customer Sucess – Fidelize, Diversifique e Monetize’ é propícia para a promoção de um encontro dinâmico”, comenta.

Serão 12 apresentações ao longo dos dois dias de evento, que contará com duas arenas de 60 lugares e espaços na Feira dos Seguradores. Serão palestras e apresentações ligadas ao segmento, com o propósito de contribuir para o crescimento profissional do Corretor de Seguros.

Os associados ao Sincor investem R$ 165 para participar do evento. O público em geral desembolsa R$ 310. As reservas para hospedagem também já podem ser feitas. Saiba mais neste endereço.

Bradesco, HDI, Porto Seguro, Mapfre, Zurich, Tokio Marine, Sompo, SulAmérica, Liberty, Capemisa e também a Escola de Negócios de Seguros já confirmaram participação.

Concessões de campos de petróleo aquecem o mercado segurador 945

Concessões de campos de petróleo aquecem o mercado segurador

Proteções para o segmento podem ser contratadas de forma modular e abrangem do processo de licitação à extração do produto

A Petrobrás avançou neste mês com o processo de venda de sua participação em 27 campos de petróleo terrestres no Espírito Santo e em outros 14 municípios na Bahia. A expectativa é de que as concessões ampliem a produção de óleo e gás e aqueçam mercados que fornecem serviços para estes segmento, como o de seguros.

Para Jonson Marques, diretor de Empresas da MAPFRE, companhia líder do mercado de Grandes Riscos, a retomada dos leilões deve impulsionar o segmento, que está muito atrelado ao bom desempenho da extração e venda destes produtos.

“Este segmento deve trazer oportunidades ao mercado segurador em diferentes frentes. Isso porque as empresas que prestam serviços às petrolíferas também precisarão contar com proteções como a de Responsabilidade Civil Operações, Danos Morais e Poluição Súbita”, explica.

O executivo pontua que as proteções para este ramo são abrangentes e contemplam todas as etapas, desde o processo de sísmica (estudo do subsolo) até a produção. “É possível contratar proteções desde o momento do leilão de concessão. Nesta primeira etapa, geralmente, é adquirido o Seguro Garantia, que assegura que os prazos e valores definidos em contrato sejam cumpridos”, pondera Marques.

O especialista destaca que, superado o processo de licitação, as empresas têm a opção de adquirir a apólice de risco de petróleo, que ampara todos os riscos das operações de prospecção, produção e perfuração. Este tipo de seguro pode ser contratado de forma modular, em que o cliente adequa as proteções às suas necessidades. “Em virtude da especificidade da atividade, o empresário pode optar por adquirir individualmente a cobertura para danos físicos aos ativos [plataformas]; para o processo de construção de unidades de exploração ou produção; operações de extração ou todas as modalidades em uma mesma apólice, dividida apenas por seções.”

Outra proteção muito importante para este setor é a cobertura de Responsabilidade Civil Offshore (RC), que ampara os prestadores de serviços nas unidades de operação. A apólice protege contra riscos ocasionados a terceiros em função da atividade exercida.

SulAmérica participa de almoço na Aconseg-SP 815

SulAmérica e a diretoria da Aconseg-SP, da esquerda para a direita: Jairo Christ, Roberto B. Oliveira, Helio Opipari Junior (que assume a presidência da entidade em 2020), Luciano Lima, Ricardo Montenegro, Portella, Colantonio, Lauzana e Milton Ferreira / Divulgação

Executivos da companhia prestigiaram tradicional almoço da entidade paulistana

A SulAmérica marcou presença em tradicional almoço oferecido pela Aconseg-SP para parceiros. Gabriel Portella, presidente da seguradora, André Lauzana, vice-presidente Comercial e de Marketing, e Luciano Lima, diretor Comercial de São Paulo foram recepcionados pelo presidente da entidade, Marcos Colantonio, e por membros da diretoria.

Para Lauzana, o encontro é uma “ótima oportunidade de mostrar como a SulAmérica valoriza as assessorias e seus corretores, e para solidificar a longa relação da empresa com a Aconseg-SP”.

Gabriel Portella, Marcos Colantonio e André Lauzana durante almoço oferecido na sede da Aconseg-SP / Divulgação
Gabriel Portella, Marcos Colantonio e André Lauzana durante almoço oferecido na sede da Aconseg-SP / Divulgação