Guilherme Bini é o novo Diretor Territorial RS/SC da Mapfre 1848

Sandro Moraes passa a Diretor de São Paulo

A Territorial Rio Grande do Sul e Santa Catarina da Mapfre está com novo diretor. Guilherme Bini assume no lugar de Sandro Moraes, que passa a Diretor de São Paulo.

Bini possui treze anos de companhia e antes ocupava o cargo de gerente da sucursal de Curitiba, no Paraná. “Vir para Porto Alegre é um grande desafio, mas é uma região que eu aprecio muito, pois a cultura é muito forte, os corretores são muito estratégicos e, dentro da minha realidade paranaense, estamos culturalmente muito próximos. É um prazer estar aqui, dando continuidade ao trabalho respeitável do Sandro”, destaca. “Relacionamento com o corretor é a peça chave do crescimento de uma Territorial, pois, sem isso não é possível construir grandes negócios. Aos corretores, eu digo que as portas e meus contatos estarão sempre abertos”, complementa.

De acordo com Sandro Moraes, agora Diretor São Paulo, a maior entrega que ele conseguiu realizar no período de dois anos e sete meses que ficou em solo sulista, foi o fortalecimento da relação da seguradora com os corretores de seguros. “Ter realizado, junto com a equipe, um trabalho para que um melhor atendimento pudesse ser dado para os nossos corretores e nossos distribuidores foi fundamental”, conta. “Quem faz os negócios são as pessoas e temos que sempre cuidar isso”, acrescenta.

Para São Paulo, o diretor diz que o desafio é grande, mas confia que as estratégias darão certo. “No Rio Grande do Sul fui muito feliz, as pessoas e profissionais me acolheram com muito carinho. Pelo sucesso que foi possível alcançar com os parceiros da região, o presidente da companhia me fez o convite para assumir São Paulo, que é um grande desafio, mas que vou encarar levando todas as coisas boas plantadas aqui”, afirma.

A Mapfre está promovendo alterações em cinco das suas nove Territoriais brasileiras. “É muito importante fazer mudanças diante do sucesso. A região Sul é de sucesso, ganha prêmios, tem um bom relacionamento com os corretores e cresce muito. E quando temos que fazer mudanças, temos que fazer dentro disso, com a tranqüilidade de que sai Sandro, um excelente profissional que aprendeu muito aqui, e que entra Guilherme, que também é excelente e que tem a oportunidade de olhar com os novos olhos e melhorar o que está bom”, comenta o presidente da seguradora, Luis Gutiérrez Mateo.

O Brasil representa 15% do faturamento global da Mapfre, ficando atrás apenas da Espanha. “Ainda temos um trimestre para terminar 2019 e esse está sendo um ano bom, com muitas mudanças, mas com a confiança de que em 2020 vamos continuar com esse caminho e colocar a Mapfre sempre em ótimas posições, sobretudo com a parceria com os corretores e clientes”, finaliza.

Desemprego é um grande desafio econômico para 2020 340

É o que aponta a última edição da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros, realizada pelo Sindseg SP e Sincor-SP

A edição de dezembro da Carta de Conjuntura do Setor de Seguros aponta que o desemprego será o principal desafio econômico para o País em 2020. “Nos últimos dois anos, o País se recuperou em diversos indicadores econômicos, mas o desemprego decai de forma mais lenta do que as outras variáveis”, alerta o estudo.

Produzida pelos Sindicato das Empresas de Seguros e Resseguros (SindsegSP) e pelo Sindicato de Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo (Sincor-SP), a Carta aponta que, até novembro, as seguradoras tiveram faturamento na casa dos R$ 223 bilhões.

Na separação por ramos de seguros, o de pessoas foi o grande destaque, já que conseguiu registrar avanço de 15% até novembro de 2019. Os ramos elementares cresceram timidamente, com evolução de 4% na comparação com o ano anterior.

“Os números foram positivos, sobretudo os seguros do grupo de pessoas, em termos de crescimento de mercado, tal como vem ocorrendo em exercícios anteriores”, diz a Carta.

O estudo também aborda algumas indefinições, ocorridas no final do ano passado, como a MP 905, que desregulamenta a profissão de corretor de seguros, a MP 904, que extinguiu o seguro DPVAT, além da decisão da Susep de segmentar as seguradoras de acordo com porte e perfil de risco.

Confira a Carta de Conjuntura.

Guilherme Bini eleito presidente do SindSeg RS 1914

Nova diretoria assume a partir do dia 15 de fevereiro

Guacir Bueno (à direita) entregará presidência da entidade a Guilherme Bini (à esquerda) no dia 15 de fevereiro. Filipe Tedesco/JRS

O Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS) escolheu nesta terça-feira, 14, seu próximo presidente. A partir do dia 15 de fevereiro, o paranaense Guilherme Bini substituirá Guacir Bueno nos próximos dois anos. Alberto Muller, diretor da Sompo, e Rubens Oliboni, diretor da HDI, assumirão as vice-presidências. Bueno foi presidente do SindSeg RS nos últimos quatro anos, tendo se reelegido em 2018. A definição do novo presidente é feita a partir de uma votação com participação de representantes das empresas associadas ao Sindicato.

Guilherme Bini possui 23 anos de experiência de mercado. Ele iniciou sua carreira como digitador e movimentador de apólices de vida, passou pelas áreas de sinistro e atendimento de corretores e foi assessor comercial na Mapfre. Ocupou o cargo de Gerente Especialista de Vida e Previdência, cuidou da sucursal da companhia em Curitiba nos últimos seis anos e há três meses assumiu a diretoria territorial da Mapfre no Rio Grande do Sul e no sul de Santa Catarina. O JRS conversou com Bueno e Bini sobre o período de transição, balanços e perspectivas para o futuro.

Ao relembrar o último ano, Guacir Bueno enfatizou que “nossa mensagem é relembrar que conseguimos fazer um 2019 com a resiliência, a força e o comprometimento peculiar ao setor de seguros brasileiro. Saímos com um resultado muito acima da inflação apresentada no país, então considero que estamos novamente de parabéns porque isso é fruto do nosso trabalho e do comprometimento de todos nossos players. Entregamos ao povo do Brasil produtos e serviços de qualidade e avançamos na difusão e na abrangência que tanto almejamos, para que possamos beneficiar a todos os nossos conterrâneos com o consumo do nosso trabalho, do nosso serviço, dos nossos produtos”.

Rubens Oliboni, junto com Alberto Muller, assumem a vice-presidência.

Ambos frisaram a importância do trabalho em equipe e da cooperação.  “Nós estamos aqui manifestando o nosso agradecimento muito efusivo aos nossos pares, aos diretores do nosso sindicato, das seguradoras do Rio Grande do Sul pelo trabalho ao qual nos dedicamos no ano de 2019”, destacou Bueno. “Estou contando muito com o apoio do presidente Guacir nessa transição e nós entendemos que o sindicato não é algo de uma pessoa, é de uma equipe e de um time. E para isso nós compusemos uma chapa forte, com antigos diretores e conselheiros que vão me auxiliar muito nessa empreitada. O presidente Guacir se colocou a total disposição nessa transição para que seja a mais suave e cômoda possível. E nós vamos continuar trabalhando junto ao mercado de seguros para o desenvolvimento da classe, pensamos muito nas oportunidades para 2020 e como o sindicato vai auxiliar o Mercado, as seguradoras e até mesmo os corretores de seguros nesse desenvolvimento e também nas ações sociais onde o sindicato se envolve, aumentando também a nossa participação e a divulgação do mercado de seguros como um todo” frisou Bini.

O novo presidente enfrentará, segundo ele mesmo, grandes desafios frente à empresa e segundo à frente do Sindicato. Mas conta novamente com a parceria como motor principal do seu trabalho. “A equipe vai me ajudar muito, a composição da agenda de todos nossos compromissos já está muito bem estruturada. A própria diretoria vai me ajudar nesse caminho, mas eu conto muito com a equipe do sindicato nas organizações, no planejamento. Não posso fazer nada sozinho e eles serão muito importantes nesse momento” comentou.

Guilherme Bini desembarcou há três meses em solo gaúcho, rodou o estado visitando as sucursais da Mapfre e sente-se bem recebido aqui. “Eu aprendi um pouquinho sobre o que é ser bairrista e eu acredito que o Rio Grande do Sul tem muito disso, de gostar do que é daqui. Por que gostar do que é daqui? Porque faz muito sentido, o Rio Grande por muito tempo foi deixado de lado pelo Governo e algumas empresas locais abraçaram o Estado. E hoje eu vejo que o bairrismo é você comprar, ir ao mercado, prestigiar quem é da região” pontuou.

Bueno e Bini frisam a importância da equipe do Sindicato.

Ele define-se enquanto “uma pessoa que se preocupa com pessoas, alguém muito ligado a esse mercado e quer divulgar cada vez mais o seguro, a importância e o nosso papel para a sociedade mostrando o que a seguradora pode fazer para a sociedade no caso de uma catástrofe ou dos imprevistos que temos todos os dias”. Já Bueno, ao refletir sobre seus anos de contribuição ao Sindicato despede-se com “um enorme agradecimento aos colaboradores do nosso sindicato, pessoas que se dedicam desde muito tempo para que possamos fazer um belo trabalho. E meu agradecimento muito forte aos meus pares que trabalharam e se dedicaram para que pudéssemos assim cumprir nossa missão da melhor forma possível. Aos meus antecessores nessa diretoria meu forte abraço, meu agradecimento pelas suas vivências e pelas suas transmissões de conhecimento que a mim puderam auxiliar no desempenho da função. Que todos nós do setor de seguros do Brasil, que tem efetivamente um trabalho muito profícuo na nossa seara tenhamos um 2020 bastante produtivo e que nós possamos transmitir aos brasileiros muitas boas coisas, oferecendo segurança numa hora de sinistro. Quando há uma fragilidade familiar ou pessoal, que possamos estar com a nossa mão estendida para minimizar os problemas decorrentes dessas infelicidades. Um grande abraço a todos”.

Mapfre projeta crescimento moderado da economia global neste ano, com taxa de 3,1% 816

Seguros não-vida seguem com melhor potencial de crescimento

A continuidade da desaceleração da economia mundial em 2019 levou o Serviço de Estudos da Mapfre a projetar um crescimento moderado para este ano, com uma taxa média de 3,1%. No entanto, a pesquisa aponta que graças às políticas monetárias e fiscais pró-ativas implementadas em nível mundial, a economia retomará o caminho ascendente até chegar perto de seu potencial global de 3,4% em 2021.

Segundo o “Panorama Econômico e Setorial 2020” os países emergentes continuarão contribuindo de maneira mais significativa para a atividade global, crescendo em média de 4,5% nos próximos anos. Isso ocorre em virtude de fatores como as condições financeiras mais positivas; uma melhoria nos termos de troca para os países produtores de matérias-primas agrícolas; a recuperação de algumas economias em recessão e a retomada de mercados relevantes que desaceleraram consideravelmente em 2019.

O Brasil é um dos países que recuperou o fôlego e onde é observada uma melhora nas expectativas econômicas. A pesquisa da Mapfre estima um crescimento do Produto Interno Bruno (PIB) para este ano de 2%, em comparação com os 1,1% estimados para 2019. Isso em razão a um comportamento mais favorável do consumo e do investimento privado, além da reforma previdenciária já aprovada, na qual estima-se uma economia de R﹩ 700 bilhões em 10 anos.

O México é outro país da América Latina com expectativa de retomada econômica em 2020 de cerca de 0,9%. No entanto, economistas do Serviço de Estudos da Mapfre apontam para um risco maior para a nação se não houver avanço nas reformas e medidas econômicas e institucionais.

Por outro lado, nos Estados Unidos, o crescimento esperado é de 1,6% neste ano. Já para a zona do euro, o relatório estima uma evolução de 1% para 2020. Considerando como certa a saída do Reino Unido da União Européia, os riscos de crescimento ficam focados na ausência de reformas que aumentem o nível de atividade econômica, bem como nas tensões orçamentárias e de solvência dos países membros, principalmente da Itália.

Mercado Segurador no Brasil

No Brasil, as melhoras das expectativas econômicas impactaram as perspectivas de crescimento de segmentos Não Vida e de Vida Risco. Neste contexto, a estimativa é que os prêmios dos seguros Não Vida cresçam cerca de 5,1% em termos nominais em 2019 (2,2% em termos reais). Já em 2020, o segmento deve experimentar um incremento de cerca de 7% em termos nominais, o que significa uma aplicação real de 3,1%.

Por outro lado, o controle da inflação permitiu ao Banco Central aplicar uma nova redução nos juros de referência da política monetária (Selic). Nas curvas livres de taxa de juros de risco correspondente a novembro de 2019, o estudo observou que os tipos continuaram caindo, conservando sua inclinação positiva. E este comportamento favorece o desenvolvimento do negócio de seguro de vida.

Em geral, as taxas de juros em todos os vencimentos estão em níveis inferiores aos alcançados em anos anteriores, o que reduz em termos relativos os incentivos ao desenvolvimento dessa linha de negócios de seguros, embora níveis absolutos de taxas continuem permitindo crescimento deste segmento de mercado.

“Apesar da desaceleração econômica verificada nos últimos anos, a economia brasileira já dá sinais de recuperação, com a retomada de investimentos em segmentos estratégicos. Este movimento certamente impactará positivamente o mercado segurador, que tem um grande potencial de crescimento no país”, destaca Fernando Pérez-Serrabona, CEO da companhia no Brasil.

O estudo completo está disponível em espanhol neste link.

Todas as imagens: os detalhes do MAGNEXT 2785

Evento foi promovido pela MAG Seguros, que completou 185 anos

Ainda repercute no mercado todos os detalhes do MAGNEXT, evento promovido pela Mongeral Aegon, agora MAG Seguros, durante três dias no Rio de Janeiro (RJ), com a presença de 3 mil pessoas. Ao completar 185 anos, a Mongeral Aegon promoveu a mudança de sua marca, apresentou outras novidades e realizou projeções para 2020.

Mongeral Aegon agora é MAG Seguros 

O MAGNEXT reuniu o staff da companhia com os corretores de seguros, parceiros, entidades de mercado e colaboradores. O presidente do Conselho de Administração Nilton Molina, o presidente Helder Molina, o Vice-presidente do Conselho Consultivo Marco Antônio Gonçalves e o presidente da Fenacor Armando Vergílio são alguns dos nomes que acompanharam os três dias de encontro. Além disso, palestras da jogadora Marta Silva e apresentação de Carlinhos Brown, Michel Teló e Anitta completaram o evento.

Mongeral Aegon aposta na longevidade e modelo de vendas para crescer ainda mais 

Confira todas as imagens que o repórter do JRS, Filipe Tedesco, registrou durante o MAGNEXT 2020:

Mongeral Aegon agora é MAG Seguros 1908

Mudança da marca foi apresentada durante o Magnext

Atenta à nova fase das formas de consumo e dos costumes dos corretores de seguros, a Mongeral Aegon apresenta a mudança de sua marca, que agora passa a se chamar MAG Seguros. A divulgação foi feita durante o Magnext, evento que contou com a participação de quase 3 mil corretores na última semana no Rio de Janeiro (RJ).

Simples, curta e eficaz, a nova arquitetura de Marcas do Grupo Mongeral Aegon parte dos 185 anos de história da empresa, num apelido carinhoso que, inicialmente, era utilizado nos corredores da seguradora. “O que a companhia faz e pensa é sempre voltado para o cliente, afinal, é para ele que cada vez mais inovamos e transformamos nossos produtos e serviços”, destacou o presidente Helder Molina.

Para 2019, a MAG projeta um crescimento de 19%. “Só no ano passado, tivemos 11 bilhões de acessos no nosso portal, o que é reflexo dos parceiros maravilhosos que temos nessa causa, com mais de 4 mil corretores parceiros, e da maior conscientização da população”, disse.

Além disso, a companhia lançou também a conta digital e o cartão de crédito, inicialmente para os corretores de seguros. Através do aplicativo MAG Finanças, após realizar cadastro, o profissional passa a ser usuário da conta digital, podendo fazer transferências, saques e diversos pagamentos. A ideia inicial é atender o corretor, mas os benefícios devem ser estendidos à sociedade em geral.