Revista JRS Especial: A notícia que não queríamos dar 129345

Edição 229 da publicação mensal aborda trajetória de Jota Carvalho, fundador do JRS

Existem títulos óbvios e existem títulos dolorosos. O desse texto pertence a segunda categoria. Os profissionais que estão por mais tempo no mercado de seguros vão se lembrar da primeira redação, como é chamado o escritório no jornalismo, do JRS, na época Jornal Regional de Seguros. Confira essa história, além de entrevistas, reportagens e notícias selecionadas na edição 229 da Revista JRS.

Oportunidade: Grupo Aspecir contrata para equipe de Licitações 1034

Corretora contrata profissional do ramo de seguros em São Paulo

É desejável que o candidato já tenha atuado em seguradoras de vida

O Grupo Aspecir, composto por empresas como Aspecir Previdência, União Seguradora, Futuro Previdência e Aspecir Empréstimos, está em busca de um novo integrante para a equipe do setor de Licitações. A oportunidade é para Porto Alegre, de segunda a sexta-feira.

Entre os requisitos estão: experiência em análises de editais, cadastramento e atualização de documentos em Órgãos Públicos, participação em pregões eletrônicos e demais rotinas do processo licitatório, além de domínio do Pacote Office. É desejável que o candidato já tenha atuado em companhias seguradoras no ramo de Vida.

Ficou interessado ou interessada? Envie seu currículo com pretensão salarial para vagas@grupoaspecir.com.br.

O Grupo Aspecir, comandado pelo presidente Milton Machado e o diretor Júlio Machado, tem como prioridade a previdência, o seguro e a assistência financeira para aposentados e pensionistas do INSS, IPÊ, Exército, Marinha, Aeronáutica, Tesouro RS, SIAPE e empresas.

Cláusulas excludentes de cobertura: a importância da predeterminação dos riscos para proteção da coletividade 2316

Cláusulas excludentes de cobertura: a importância da predeterminação dos riscos para proteção da coletividade

Confira artigo de Fernanda da Silveira Machado, do escritório Agrifoglio Vianna – Advogados Associados

Não é incomum, no âmbito do Poder Judiciário, nos depararmos com questões envolvendo alegação de “abusividade” das cláusulas restritivas de direitos do Segurado, em especial aquelas atinentes aos riscos expressamente excluídos de cobertura. Tratam-se daqueles riscos que, embora se enquadrem no conceito da garantia securitária, foram excetuados pelo contrato como não cobertos.

Tomemos como exemplo um Seguro de Acidentes Pessoais, com cobertura de morte acidental, mas que possui cláusula excludente para eventos ocorridos em consequência de catástrofes da natureza (terremotos, maremotos, ciclones, erupções vulcânicas etc.). Nesta hipótese, se o Segurado vir a óbito porque sua casa foi atingida por um furacão, o evento não será indenizado pela Seguradora e a negativa terá respaldo na excludente mencionada.

Em geral, a dita “abusividade” é defendida sob o argumento de que a excludente caracterizaria uma limitação de direitos ao consumidor e, ao mesmo tempo, a retirada de uma obrigação da Seguradora,sendo que, em tese, não haveria motivo para ser excluído um evento que se encaixa na definição da cobertura.

Entretanto, tal argumentação consiste em um erro de perspectiva sobre o Contrato de Seguro. Há de se tomar um cuidado na abordagem e análise deste tema, levando em consideração o funcionamento da praxe securitária.

É da própria natureza do Contrato de Seguro estabelecer previa e objetivamente quais são os riscos efetivamente cobertos e, também, aqueles que ficam excluídos – e nenhuma ilegalidade ou abusividade há nisso. Do ponto de vista legislativo, a necessidade de critérios objetivos pré-estabelecidos veio na forma da expressão “riscos predeterminados”, que passou a integrar a própria definição legal do contrato de seguro (art. 757 do Código Civil).

O propósito do Segurador, ao excluir determinados riscos da Apólice, não é se eximir de responsabilidades. O que ocorre na prática é justamente o contrário:o Segurador necessita limitar as hipóteses de cobertura para a proteção da própria coletividade, não para seu benefício– é a predeterminação dos riscos antes mencionada. Sem isso, é inviável o contrato de seguro.

As cláusulas excludentes de cobertura não servem para afastar a responsabilidade pelo pagamento de indenizações, mas, sim, para viabilizar que todos os sinistros cobertos possam ser indenizados.

Em termos práticos, imaginemos que, no exemplo anterior,catástrofes da natureza não fossem riscos excluídos de cobertura e que o furacão que levou o Segurado a óbito tivesse destruído uma cidade inteira, em que metade da população é segurada de uma só Companhia. Neste cenário, se a metade dos habitantes tivesse falecido, todos os beneficiários acionariam, de uma só vez, a mesma Seguradora, que acabaria não conseguindo honrar com todas as Importância Seguradas – o que seria lastimável e causaria sentimento de injustiça e impotência aos beneficiários, já que estes teriam o direito à percepção da Importância Segurada, mas não a receberiam.

A hipótese em questão bem exemplifica o porquê é prática comum no Mercado Segurador determinados tipos de excludentes, todas albergadas pela Superintendência dos Seguros Privados (Susep). Não houvesse esta delimitação, os contratos de seguro se tornariam impraticáveis.

É também a partir da exclusão dos riscos que o Segurador torna viável a manutenção de uma Apólice e, com isso, protege à coletividade, não se podendo interpretar como abusiva ou ilegal a cláusula que restringe a cobertura, pelo simples fato de ser limitativa de direitos, especialmente levando em consideração que a contraprestação paga pelo Segurado é proporcional à abrangência da cobertura contratada.

Sincor-RS: Assembleia Geral Ordinária aprovou contas de 2019 e planejamento para 2021 1750

Valores de contribuições foram mantidos iguais aos praticados em 2020

O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, na oportunidade / Divulgação
O presidente do Sincor-RS, Ricardo Pansera, na oportunidade / Divulgação

O Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (Sincor RS) realizou Assembleia Geral Ordinária dia 27 de novembro de 2020, no auditório do salão nobre do hotel Plaza São Rafael, em Porto Alegre para a apresentação e aprovação das contas da entidade no exercício 2019 e a previsão orçamentária para o exercício 2021.  Tanto a prestação de contas quanto a previsão orçamentária foram aprovadas por unanimidade pelos associados presentes.

Foi apresentado para 2019 o relatório de atividades desenvolvidas e a prestação de contas com o parecer do Conselho Fiscal. Na previsão orçamentária da entidade para o exercício 2021, devido a situação de pandemia e em respeito aos associados, foi proposto pela diretoria do Sindicato que sejam mantidos todos os valores das contribuições iguais aos já praticados em 2020.

Por fim, ainda foram concedidos pela Assembleia à Diretoria do Sincor-RS poderes para a negociação coletiva de trabalho para o próximo ano, a CCT 2021. Além da higienização e sanitização do ambiente, foram seguidos todos os protocolos de segurança sanitária do município para a Covid-19, como a medição de temperatura de todos que compareceram ao evento, o distanciamento de dois metros entre cada cadeira, e o uso obrigatório de máscara.

Confira o Raio-XP da Bolsa de Valores no mês de dezembro 1336

Confira o Raio-XP da Bolsa de Valores no mês de dezembro

Alterações na Carteira Top 10 Ações: sai Marfrig, entra Petrobras

Enfim, chegamos próximos do fim de 2020. Além de começarmos a pensar nas resoluções para o ano novo, refletimos também sobre o ano que vai ficando para trás. 2020 vem sendo um ano totalmente atípico e ficará para sempre marcado pela pandemia do coronavírus e os fortes impactos humanitários, econômicos e sociais causados por ela.

Nesse Raio-XP da Bolsa, a XP Investimentos destaca e relembra os principais acontecimentos do ano, que serão relevantes para entender o que virá pela frente. Para ajudar nessa leitura, montamos um infográfico, separando o ano em 4 períodos marcantes e seus impactos na Bolsa:

1) Otimismo (Jan-Fev);
2) Choque (Março-Abril);
3) Incerteza (Maio-Outubro); e
4) Esperança (Nov-Dezembro).

Além disso, para o mês de dezembro, foi realizada uma mudança na Carteira Top 10 ações XP. Marfrig foi removida e Petrobras adicionada.

Nubank estreia no mercado de seguros 646

Nubank estreia no mercado de seguros

Banco digital amplia portfólio de produtos e reinventa seguro de vida com preços mais acessíveis e experiência 100% digital

O Nubank, maior banco digital independente do mundo, passa a oferecer seguro de vida em seu aplicativo. O Nubank Vida marca a entrada da empresa no setor brasileiro de seguros, e acelera a ampliação de seu portfólio de produtos.

“O custo e a complexidade das opções existentes no mercado tornam o seguro de vida um sonho distante para a maioria dos brasileiros. Assim como já fizemos ao ajudar a criar uma nova geração de serviços financeiros na América Latina, damos o primeiro passo para democratizar o acesso a esse setor com um produto prático e totalmente adaptável às necessidades de cada um”, afirma David Vélez, fundador e CEO do Nubank. “O Nubank Vida é um produto prático e 100% personalizável. Abandonamos os pacotes pré-definidos e a linguagem técnica e cheia de asteriscos dos contratos convencionais que só encarecem e dificultam o processo. O cliente terá autonomia para escolher e só pagar o que realmente valoriza e utiliza”.

A seguradora responsável pelo Nubank Vida é a Chubb, a maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil de capital aberto do mundo, com presença em mais de 54 países e territórios. A nova solução utiliza como base as capacidades de integração do Chubb Studio, a plataforma digital global recém-lançada pela seguradora.

“Estamos felizes em participar da reinvenção que o Nubank está propondo para o setor de serviços financeiros no país”, diz Antonio Trindade, Presidente da Chubb Brasil. “Termos sido escolhidos para apoiar a entrada do Nubank no setor de seguros, além de nos dar um enorme orgulho, demonstra o acerto da nossa estratégia digital e a qualidade da nossa equipe. Juntos, entregamos uma solução de seguros sob medida, totalmente alinhada ao foco ímpar do Nubank em oferecer uma experiência diferenciada aos seus clientes”.

O lançamento do Nubank Vida acontece em um ano marcado pela forte aceleração das plataformas digitais e pelo intenso crescimento do Nubank, que hoje soma mais de 30 milhões de clientes no Brasil. Em 2020, a empresa estreou no setor de investimentos com a compra da Easynvest e adquiriu as empresas Plataformatec e Cognitect, em busca de talentos na área de engenharia de software. Ainda, reforçou sua presença internacional com os primeiros cartões de crédito no México e a chegada à Colômbia em setembro.

Reinventando o seguro

O movimento do Nubank no setor de seguros acompanha uma demanda encontrada na sua própria base de usuários. Em levantamento realizado pelo banco digital, apenas 20% de seus clientes afirmam ter um seguro de vida ativo.

Mais de 70% dos clientes do Nubank, no entanto, demonstraram interesse em ter acesso ao serviço. O custo, a complexidade e a falta de entendimento sobre os reais benefícios trazidos pelas opções existentes atualmente foram os principais motivos apontados pelos que se mantêm fora do mercado segurador.

O Nubank Vida chega para ser a evolução das tradicionais opções disponíveis no mercado e reúne simplicidade e preços acessíveis ao permitir que o cliente escolha a proteção e as coberturas adequadas ao seu momento de vida. Isso reduz o preço médio inicial, que será de R$ 9, sem reajuste por idade durante cinco anos.

O gerenciamento do seguro será 100% digital e todo o processo de contratação, incluindo a simulação e confirmação do serviço, leva menos de um minuto diretamente no aplicativo do Nubank. Com a proposta de democratizar o seguro de vida, todas as profissões de risco, muitas vezes rejeitadas devido à alta periculosidade da ocupação, serão contempladas. O seguro também cobre pandemias como Covid-19 e doenças geralmente excluídas, como diabetes.

“As pessoas têm receio de que, quando mais precisarem, terão barreiras para acionar o seguro. É essa experiência dolorosa no momento em que elas mais precisam que iremos combater com agilidade no pagamento de indenizações e com a excelência do atendimento Nubank”, conclui Vélez.

Para garantir esta agilidade, além do acesso diretamente por meio do aplicativo e do atendimento 24 horas do Nubank, a Chubb estruturou uma equipe de sinistros dedicada e revisou seus fluxos e processos, com base em modelos de notificação simplificados e respostas imediatas. Em alguns casos, classificados como simples e urgentes, o pagamento pode ser feito em poucas horas.

A cobertura básica inclui morte natural ou acidental e assistência funerária do titular. Além disso, é possível adicionar proteções que podem ser usadas em vida como hospitalização por acidente, invalidez por acidente e assistência funeral para familiares.

O novo seguro de vida será disponibilizado gradualmente para toda a base de usuários. Para os clientes que desejarem ter acesso ao produto em primeira mão, o Nubank liberou a opção de inscrição em uma lista de interesse.

Para mais informações sobre o Nubank Vida, acesse este endereço.

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