Pedrinhas gaúchos debatem implantação da Lei Geral de Proteção de Dados 2052

Pedrinhas gaúchos debatem implantação da Lei Geral de Proteção de Dados

Clube gaúcho promoveu mais uma edição do tradicional encontro mensal

O Clube da Pedrinha em Seguros do Rio Grande do Sul promoveu na noite desta segunda (14), em Porto Alegre, mais uma edição do tradicional encontro mensal. O cenário foi o Restaurante Casa do Marquês e a apresentação da noite foi comandada pela advogada Deborah Sperotto da Silveira, em conjunto com os também especialistas Felipe Romero e Saymon Leão.

“As empresas precisam pensar na estruturação e implantação da LGPD, além de instituir a figura do encarregado (DPO). Para uma boa gestão de incidentes é preciso mapear os dados, pensar na finalidade dos mesmos, possuir um comitê bem treinado e com pessoas qualificadas, além de contar com o auxílio da tecnologia para uma resposta rápida”, comentou a especialista em entrevista ao JRS.

Novos pedrinhas foram apresentados aos demais integrantes do Clube. Ana Luiza, do GBOEX, e Tito Filho, da Liberty Seguros. Bruno Borges, da CJosias e Ferrer, e Fernanda, do Grupo MBM, receberam os pins como membros oficiais da entidade. Por unanimidade, Paulo Roberto, da Gente Seguradora, recebeu as pedrinhas brancas em votação dos demais membros e no próximo encontro deve receber o pin como integrante do Clube da Pedrinha em Seguros.

“No Pedrinha estamos sempre ajudando uns aos outros e fazendo ações sociais”, comentou Ana Maria Pinto, presidente do Clube.

Confira todas as imagens – Clube da Pedrinha em Seguros (RS):

BC diz estar preparado para corrigir distorção no mercado de câmbio 1335

Variações cambiais continuam afetando a inflação

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fábio Kanczuk, disse que o BC está “muito bem preparado” para corrigir distorções no mercado de câmbio, principalmente pelo nível das reservas internacionais.

“O BC tem instrumentos naturais para intervir no mercado de câmbio e corrigir mau funcionamento”, afirmou, em live organizada pelo UBS.

Na transmissão, o diretor disse que, na avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom), as variações cambiais continuam podendo afetar a inflação

“A leitura não é que ‘pass-through’ desapareceu”, completou Kanczuk.

CVG RS manifesta sentimentos pelo falecimento de Minas Mardirossian 1743

Executivo foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ 

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) manifesta imenso pesar pelo falecimento de Minas Mardirossian, nesta sexta, 22. Ele foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ.

De acordo com nota da entidade carioca, Mardirossian era um profissional dedicado ao mercado de seguros. “[Possuía] notório saber e deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica”, detalha o texto.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do fundador do CVG-RJ, Minas Mardirossian, uma pessoa querida por todos e que muito contribuiu pra nosso mercado segurador. Registro meus sentimentos a toda família”, expressa a presidente do CVG RS, Andreia Araújo.

 

Mag Seguros debate situação do Brasil e transformação pela inovação 504

Evento abordou os contextos político e econômico do Brasil

A Mag Seguros, seguradora especializada em seguro de vida e previdência com 185 anos de atuação, promoveu nesta quinta-feira (21), mais um webinar. Durante a live, que contou com nomes relevantes do cenário nacional, foram debatidos temas como os contextos político e econômico do Brasil, além de painel que discutiu sobre as transformações por meio da inovação.

No primeiro painel, o professor da PUC-RJ e membro do Conselho Consultivo da Mag Seguros, Luiz Roberto Cunha, contou que o mundo vinha em crescimento desde os anos 50 em razão da globalização. O estudioso acrescentou, ainda, que, para 2020, no Brasil, as projeções eram otimistas, tendo em vista a agenda de reformas e um modelo de economia mais liberal.

Cunha apontou saídas para a crise econômica atual na qual o país passa, algumas medidas, como o ajuste fiscal com redução de despesas, reformas estruturais e utilização de reservas. No mesmo painel, o também membro do Conselho Consultivo e cientista político, Paulo Delgado, reforçou a necessidade do governo em atuar na solução da crise sanitária e desenvolver ações que visam a proteção do emprego e do caixa das empresas.

O painel contou com a moderação de Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da Mag Seguros e do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon. O executivo contou que acompanhou diversas crises no país por guerra, política e terrorismo, e reforçou duas características desta pandemia. “Esta crise atual em que estamos vivendo é democrática. Atinge ricos e pobres; empresas grandes, médias e pequenas. Também é a única que estou vendo que fará nascer um novo comportamento”, explica Nilton Molina.

Na sequência, Helder Molina, CEO da Mag Seguros; Murilo Gun, Professor de criatividade e fundador da Keep Learning School; e Gustavo Doria Filho, fundador do CQCS, discutiram sobre como a inovação é uma aliada às transformações sociais.

“Nós temos propósito e inovação. Isso que faz a nossa companhia ser tão diferente. Também investimos bastante em tecnologia nos últimos anos, o que certamente nos deixou preparados para um momento como este”, comenta Helder.

Os painelistas destacaram, ainda, durante o bate-papo, a importância sobre o olhar para si e para o outro, reforçando o conceito de empatia, fundamental para os dias atuais. Murilo reforçou que vamos passar de pessoas “sábias” para pessoas mais “conscientes”, no mundo após o coronavírus.

Prós e contras da prorrogação da LGPD em meio ao cenário de pandemia 5761

Artigo é do advogado Sahil Bhambhani, da Agrifoglio Vianna Advogados Associados

Em abril do presente ano, o Senado Federal aprovou a prorrogação do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para janeiro de 2021, sendo que a eficácia das disposições que versam sobre as penalidades foi postergada para agosto de 2021.

É de se entender e apoiar que todos os esforços do país, no momento, sejam destinados a mitigar os efeitos nefastos da pandemia, mas a justificativa dada não possui correlação com elemento essencial à vigência efetiva da LGPD: a implementação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que ainda não ocorreu. Trata-se do órgão regulamentador da Lei, responsável pela elaboração de estudos e diretrizes da proteção de dados, que funcionará como um elo entre a sociedade e o governo.

A instabilidade regulatória constitui grande óbice ao avanço do país no tema, pois pode implicar em tutela difusa por outros órgãos fiscalizadores, causando insegurança jurídica. Importante denotar, também, que diante da necessidade de isolamento domiciliar de grande parte da população, houve crescimento da utilização das plataformas de teletrabalho e vídeo-chamadas, entre outros, o que ensejou no aumento da circulação de dados pessoais nas plataformas digitais. São informações que continuam a circular sem o tratamento necessário, com possíveis consequências nebulosas para seus titulares.

Sob o prisma econômico, acredita-se que a prorrogação ajudará as empresas, inegavelmente afetadas pela crise, a ganharem tempo para se adequar às diretrizes da Lei. Entretanto, analisando-se a questão sob outro ângulo, o atendimento às disposições legais da LGPD pode constituir um diferencial competitivo para as empresas. Outro ponto importante é a necessidade do Brasil possuir legislação vigente acerca do tema para as empresas locais estarem de acordo com as disposições de outros países – a União Europeia, importante parceira econômica do país, através do General Data Protection Regulation (GDPR), exige que para a troca de dados internacionais entre empresas, o parceiro deve possuir legislação de proteção de dados igual ou superior ao seu nível de proteção. Há o temor, portanto, que as empresas locais sejam prejudicadas no cenário internacional, o que dificultaria ainda mais a retomada do crescimento econômico.

Como se sabe, países como Itália e Espanha, entre outros, sofreram gravemente com o Coronavírus nos meses de março e abril – e foi reforçada a necessidade pela União Europeia (UE) de utilização de dados pessoais anonimizados em meio digital para prever o avanço da doença, avaliar a efetividade das políticas de saúde e ajudar os serviços mais importantes naquele momento. Tudo isto com a atuação do órgão fiscalizador, para que os procedimentos estivessem de pleno acordo com a regulamentação da UE acerca do tratamento destes dados.

A partir do momento em que fosse implementada a ANPD, o Brasil poderia trabalhar da mesma forma, aliando as benesses da tecnologia com o tratamento correto de dados pessoais de seus cidadãos, especialmente os relacionados à saúde, ao passo que são considerados dados sensíveis. Este é o ponto central da questão – a vigência plena da LGPD, com órgão fiscalizador atuante, poderia auxiliar, primordialmente, no combate à pandemia, ao mesmo tempo em que, indiretamente, traria um diferencial para as empresas brasileiras no mercado global.

Não se pretende ingressar em uma dicotomia, com a necessidade de escolha entre a proteção dos dados ou a saúde, mas sim garantir que ambos sejam priorizados e se complementem, afim de mitigar todos os danos causados pela pandemia.

Veículos parados e higienização: saiba quais cuidados necessários durante pandemia 5171

Oficina RCN Autos está oferecendo serviço de busca

Rodrigo Cardoso é sócio proprietário da RCN Autos. Filipe Tedesco/JRS

O cenário de pandemia também exige cuidados por parte dos apaixonados por carros. Com a orientação de não sair de casa sem necessidade, muitos veículos ficam parados na garagem. O sócio proprietário da RCN Autos, localizada em Canoas (RS), Rodrigo Cardoso, destaca que estacionar o carro com tanque cheio, pneu calibrados, dar a partida e deixar funcionando por pelo menos 10 minutos a cada 10 dias e desconectar a bateria são medidas que evitam futuros problemas mecânicos nessa situação.

Algumas pessoas precisam conduzir seus veículos, seja para irem ao médico, supermercado e até trabalhar. Nesse caso, atitudes devem ser adotadas ao entrar e sair do interior do veículo para evitar propagação do novo coronavírus: “Manter o interior do veículo higienizado com álcool isopropílico ou outro produto específico para limpeza de interiores, já que o álcool gel pode danificar as partes plásticas do interior; manter o carpete e bancos limpos com água e sabão neutro, esvaziar e lavar a lixeira e ter disponível álcool gel para higienizar as mãos ao entrar e sair do veículo”. Ele acrescenta que motoristas que trabalham com Uber estão mais expostos a Covid-19, mas as recomendações são as mesmas. “[Eles] devem utilizar máscara sempre que estiverem dentro do veículo e manter o veículo higienizado”, afirma.

Além disso, a pane mais comum que um automóvel pode dar parado e que deve ser revisada por uma oficina é algum problema na bateria. “Neste caso, o veículo não irá dar a partida e é importante, neste momento, não tentar fazer “ponte” com outro veículo, pois este procedimento, se executado de forma errada, pode causar danos ao sistema elétrico”, explica. “Opte por chamar uma oficina ou solicitar auxílio de seu seguro, se for o caso”, complementa.

Durante o período de isolamento social, a RCN Autos está oferecendo diferenciais aos seus clientes. “Estamos trabalhando com sistema de leva e traz, tanto do veículo quanto do cliente, sempre tomando todos os cuidados de higienização e etiqueta respiratória, e estamos atendendo a domicílio nos casos de veículos que precisam de vistoria de seguro de nossas seguradoras credenciadas”, finaliza. A oficina está lozalicada na Avenida Getúlio Vargas, 4.294, no Centro de Canoas/RS, com atendimento pelo telefone 51 3463-1540 e whatsapp 51 98139-3119.