Porto Seguro lança campanha para corretores no Rio de Janeiro 770

Porto Seguro lança campanha para corretores no Rio de Janeiro

Ação é destinada à venda de seguros auto da Porto Seguro, Itaú Seguros e Azul Seguros

Na última terça-feira, 15 de outubro, a Porto Seguro promoveu o evento de lançamento da Campanha Rio 360° para 500 corretores de seguros do estado do Rio de Janeiro. O objetivo da ação é premiar os profissionais que apresentarem melhor desempenho na venda do seguro auto.

Durante o evento, o diretor comercial da Porto Seguro no Rio de Janeiro, Marcos Silva, destacou o novo momento do mercado no Estado e a parceria com os corretores. “Temos grandes desafios e oportunidades pela frente. Esperamos contar com a parceria e o comprometimento dos corretores para que a marca Porto Seguro continue se consolidando ainda mais no mercado carioca”.

Divulgação
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O vice-presidente comercial da Porto Seguro, Rivaldo Leite, também esteve presente no evento e reforçou o compromisso da empresa com os corretores. “O lançamento da Rio 360° mostra que estamos cada vez mais preparados para atender as demandas de vocês. O trabalho do corretor de seguros continua sendo fundamental para a construção da nossa história e para o fortalecimento do nosso negócio”.

A campanha começa neste mês e vai até o final de dezembro deste ano. Os corretores com maior pontuação mensal poderão ser premiados com produtos variados. A premiação final inclui a assinatura de um ano do Carro Fácil ou uma viagem de experiência, dependendo da pontuação geral ao término da campanha.

Para participar, é preciso que os corretores sejam ativos e parceiros da Porto Seguro, como pessoa física ou jurídica, nos produtos auto. Para mais informações da campanha, o corretor pode entrar em contato com a equipe comercial ou acessar o Corretor online.

Serpro coloca sete mil empregados em home office 1302

Atuação rápida da empresa garantiu o sucesso da operação de levar o corpo funcional para trabalhar de casa evitando a propagação da Covid-19

A necessidade de colocar milhares de empregados em isolamento social para conter o avanço do novo coronavírus no país, em março deste ano, pegou muitas empresas de surpresa. Com o Serpro não foi diferente, mas a atuação rápida e a expertise da empresa garantiram a eficiente operacionalização do deslocamento dos mais de 6.800 empregados, em apenas três dias, para trabalharem de forma remota em casa.

A finalidade do Serpro de ser uma empresa de tecnologia e inteligência digital facilitou bastante o processo, que contou com o conhecimento da instituição em segurança de dados e desenvolvimento de soluções, bem como com as aplicações de comunicação já utilizadas para interação com os empregados, além do perfil do seu corpo funcional já apto a lidar com sistemas tecnológicos.

“O principal desafio foi a expansão do perímetro da segurança, ou seja, o trabalho que anteriormente estava restrito às dependências e ativos do Serpro foi expandido para as residências dos empregados e, em alguns casos, com a utilização de seus próprios equipamentos. Além disso, o volume no uso da VPN, disponibilizada aos empregados, aumentou em dez vezes com o home office”, informou o superintendente de Segurança da Informação do Serpro, João Almeida.

A Rede Privada Virtual (VPN) é uma solução que permite o tráfego de dados de forma segura e funciona criando-se uma rede de comunicações entre computadores e outros dispositivos com acesso restrito a quem tem as credenciais necessárias. No caso do Serpro, essa rede oferece conexão segura com os aplicativos da sua intranet, dispondo de infraestrutura com todas as camadas de proteção de acesso feito pela rede interna. Para as equipes de suporte e desenvolvimento, foi criada uma VPN exclusiva, para desonerar a rede dos demais empregados e clientes, dando mais agilidade ao atendimento de demandas das áreas de operação.

De acordo com João Almeida, três outras ações importantes foram tomadas para implementar a camada de segurança, respeitando a privacidade do usuário: disponibilização de endpoint (antimalware) para ser instalado no computador pessoal do empregado, monitoração ampliada da rede atuando em home office e a divulgação de cartilhas e informes, orientando os usuários sobre os riscos e comportamentos seguros neste tipo de situação.

Mobilização dos empregados

No início do avanço do coronavírus no país, foi criado um grupo de crise no Serpro, orquestrado pela Diretoria, para analisar e apresentar opções a fim de evitar o contágio da Covid-19 na empresa. A alternativa foi o home office e a operacionalização do processo de envio dos empregados para atuar em casa ocorreu com o apoio dos meios de Comunicação e a área de gestão de pessoas do Serpro. As informações foram disseminadas rapidamente na empresa, por meio de FAQ, instrumento de comunicação que orientou empregados, áreas, gerentes e chefias sobre as medidas e cuidados que deveriam ser tomados.

“Fazer a gestão de pessoas remotamente não ofereceu problema para a continuidade das ações, porque o Serpro dispõe de um programa, chamado RenovaGP, onde quase todos os processos ocorrem de forma virtual. Podem ser citados, por exemplo, o atendimento por chatbot, a validação digital da folha de pagamento, a notificação digital de férias a disponibilização mobile de acesso a contracheque, dentre outros”, informou a superintendente de Gestão de Pessoas do Serpro, Cátia Gontijo.

Educação corporativa

Nesse processo de adaptação à nova realidade, a educação corporativa teve um papel importante na orientação aos empregados, que foi viabilizada por meio da divulgação de vídeos tutoriais sobre o uso da ferramenta Serpro TeamWork, sistema de e-mail e editor de textos e planilhas, uma vez que muitos empregados ainda não estavam familiarizados com a aplicação.

“Além da recente contratação da plataforma Alura uma das mais conceituadas escola de EAD focada em tecnologia do país, o Serpro também disponibiliza aos empregados um catálogo interno com vários cursos próprios e cursos e eventos virtuais gratuitos de outras instituições,” comenta a superintendente de Educação na empresa, Lilian Holanda.

Disponibilização de equipamentos

Desde o início da operacionalização do home office, foi elaborada uma planilha para controle de saída de equipamentos, onde são registradas as liberações de máquinas para atender às necessidades dos empregados. Ao todo, já foram disponibilizadas mais de 700 estações de trabalho.

“Os empregados que não possuem equipamento próprio para continuarem suas atividades laborais em casa, podem fazer a solicitação da sua estação de trabalho. O Serpro, em caráter excepcional, criou a Regulamentação de Guarda de Equipamentos de Informática em Trabalho Remoto, que permanecerá vigente enquanto a situação de pandemia perdurar”, explicou o superintendente de Gestão de Logística do Serpro, Roberto Peixoto.

Fenacor emite comunicado sobre programa de linha de crédito 1313

Serviço oferece taxas reduzidas aos optantes do Simples Nacional

A Fenacor emitiu um comunicado informando aos corretores de seguros a publicação no Diário Oficial da União, que institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas de Pequeno Porte (Pronampe). O serviço facilita o acesso ao crédito, com taxas reduzidas aos optantes do Simples Nacional.

Na publicação, a Federação explicou que, de acordo com a Lei nº 13.999/20, a linha de crédito concedida no âmbito do Pronampe corresponderá até 30% da receita bruta anual da empresa, calculada com base no exercício de 2019. As empresas que tiverem menos de um ano de funcionamento, terão o limite do empréstimo em até 50% do seu Capital Social, ou até 30% da média de seu faturamento mensal, verificado desde o início das suas atividades.

Já os recursos recebidos com o Programa, devem servir ao financiamento da atividade empresarial e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado. Conforme o comunicado, a empresa não poderá destinar esses recursos para a distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

A Fenacor também esclareceu que a União aumentará a participação no Fundo Garantidor de Operações (FGO) em R$ 15,9 bilhões, exclusivamente para cobertura das operações contratadas no Pronampe. As instituições financeiras participantes do Programa devem operar com recursos próprios, mas poderão contar com garantia prestada pelo FGO, com o limite de 85% do valor de cada operação garantida, e com as primeiras perdas da carteira de responsabilidade do Fundo.

Confira o comunicado emitido pela Fenacor:

A Fenacor informa aos corretores de seguros a publicação da Lei nº 13.999/20 (no Diário Oficial da União do dia 19 de maio), que Institui o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe), o qual facilita acesso ao crédito, com taxas reduzidas, aos optantes do Simples Nacional.

De acordo com a Lei nº 13.999/20, a linha de crédito concedida no âmbito do Pronampe corresponderá a até 30% da receita bruta anual da empresa, calculada com base no exercício de 2019.

No caso das empresas que tenham menos de ano de funcionamento, o limite do empréstimo corresponderá a até 50% do seu Capital Social ou a até 30% da média de seu faturamento mensal apurado desde o início de suas atividades, o que for mais vantajoso.

Os recursos recebidos no âmbito do Pronampe servirão ao financiamento da atividade empresarial nas suas diversas dimensões e poderão ser utilizados para investimentos e para capital de giro isolado e associado.

No entanto, a empresa não poderá destinar esses recursos para a distribuição de lucros e dividendos entre os sócios.

As instituições financeiras poderão formalizar operações de crédito no âmbito do Pronampe até três meses após a entrada em vigor da Lei, prorrogáveis por mais três meses, devendo ser observados os seguintes parâmetros:

1 – taxa de juros anual máxima igual à Selic, acrescida de 1,25% sobre o valor concedido; e

2 – prazo de 36 meses para o pagamento;

Na concessão de crédito ao amparo do Pronampe deverá ser exigida apenas a garantia pessoal do proponente em montante igual ao empréstimo contratado, acrescido dos encargos, salvo nos casos de empresas constituídas e em funcionamento há menos de um ano, cuja garantia pessoal poderá alcançar até 150% do valor contratado, mais acréscimos.

As empresas que contratarem as linhas de crédito no âmbito do Pronampe assumirão contratualmente a obrigação de fornecer informações verídicas e de preservar o quantitativo de empregados em número igual ou superior ao verificado na data da publicação da Lei nº 13.999/20, no período compreendido entre a data da contratação da linha de crédito e o 60º dia após o recebimento da última parcela da linha de crédito.

A Lei nº 13.999/20 veda a celebração do contrato de empréstimo com empresas que possuam condenação relacionada a trabalho em condições análogas às de escravo ou a trabalho infantil.

Caso haja autorização por parte das pessoas que contratarem as linhas de crédito no âmbito do Pronampe, o SEBRAE receberá os dados cadastrais relativos às operações concedidas, para ofertar a provisão de assistência e ferramentas de gestão às microempresas destinatárias da linha de crédito.

Poderão aderir ao Pronampe e requerer a garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO) as seguintes instituições: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco do Nordeste do Brasil e o Banco da Amazônia, além dos bancos e as agências de fomento estaduais, as cooperativas de crédito, bancos cooperados, as instituições integrantes do sistema de pagamentos brasileiro, as plataformas tecnológicas de serviços financeiros (fintechs), as organizações da sociedade civil de interesse público de crédito, e as demais instituições financeiras públicas e privadas autorizadas a funcionar pelo Banco Central, atendida a disciplina do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central do Brasil a elas aplicável.

A União aumentará sua participação no FGO em R$ 15,9 bilhões, exclusivamente para cobertura das operações contratadas no âmbito do Pronampe.
As instituições financeiras participantes do Pronampe operarão com recursos próprios e poderão contar com garantia a ser prestada pelo FGO, limitada a 85% do valor de cada operação garantida, com as primeiras perdas da carteira de responsabilidade do FGO.

Na hipótese de inadimplemento do contratante, as instituições financeiras participantes do Pronampe farão a cobrança da dívida em nome próprio, em conformidade com as suas políticas de crédito, e recolherão os valores recuperados ao FGO, relativos a cada operação, na proporção do saldo devedor honrado pelo Fundo.

Artigo: O aumento da violência 1312

“Sem dúvida, o setor de seguros será diretamente atingido e o preço será caro”

A violência nas ruas de São Paulo está tomando vulto e se tornando perigosa. No Centro, Santa Cecília, Higienópolis, Avenida São João e grande área em volta, os assaltos, ataques a veículos e a pedestres, ameaças e pedradas se tornaram rotina, ao ponto da administração da Santa Casa de São Paulo solicitar à Polícia Militar e à Guarda Municipal que aumentem as rondas em volta do hospital para proteger os colaboradores, principalmente nas horas de entrada e saída, de manhã cedo e no final da tarde.

Recentemente, ao sair da Santa Casa e parar num semáforo da Rua Alagoas, fui abordado por um cidadão com um cartaz que, na sequência, atirou uma pedra no meu carro. O estrago só não foi mais sério porque vi o que ele iria fazer e emparelhei com o veículo ao lado, diminuindo a exposição do meu carro. Mesmo com menos força, a pedra atingiu o vidro da porta de trás.

Ao comentar o fato com outras pessoas descobri que ações como essa têm acontecido regularmente e que principalmente mulheres têm sido assaltadas por marginais que abordam seus carros e, armados com pedras, as intimidam e levam seus celulares.

Também tem sido comum a abordagem de pedestres. Muitas vezes ela acontece em duplas, o que inibe qualquer possibilidade de reação por parte vítima, que, diante da ameaça representada pelos agressores armados com pedras, não reagem e entregam o celular e a carteira. Em bom português, caminhar pelas calçadas desses bairros pode ser uma aventura perigosa, na qual o pedestre, além de correr o risco de ser assaltado, tem que desviar de pessoas que o ameaçam e que são, efetivamente, um perigo para quem caminha pelo pedaço.

É comum dentro da Santa Casa se ouvir relatos de colaboradores e pacientes que foram assaltados ou acuados, a pé e de carro. A situação se deteriorou de tal forma que até semáforos foram furtados no bairro de Higienópolis, não faz muito tempo.

Este quadro triste não é exclusividade dos bairros acima. Ao contrário, ele pode ser visto nas mais variadas regiões da cidade, da Avenida Paulista a Santana, dos Jardins a Santo Amaro e por boa parte da Zona Oeste, próximo ao Ceasa e na Lapa.

Não é um problema de falta de polícia. A polícia estás nas ruas e trabalhando. A origem do fenômeno está na grave crise que maltrata o Brasil desde 2014. Quando nós achávamos que iríamos colocar a cabeça fora d’água, a pandemia do coronavírus caiu feito uma bomba em cima da nação, que, ainda por cima, ficou sem saber muito bem para que lado ir, em função dos sinais equivocados ou embaralhados do Governo Federal, caminhando na contramão de tudo que o mundo tem feito para combater o vírus.

Não há no horizonte sinal de que possa haver qualquer tipo de melhora nos próximos meses. Ao contrário, os prognósticos, com base na interrupção de grande parte da atividade econômica decorrente da epidemia, apontam uma enorme recessão e o agravamento brutal do desemprego, que pode, de acordo com especialistas, atingir um total de mais de vinte milhões de pessoas.

Estes dados são dramáticos e indicam um futuro duríssimo para a população brasileira. O que vem pela frente tem tudo para ser, senão o pior, um dos piores momentos da história do Brasil. E, num cenário de terra arrasada, o aumento da violência é uma consequência lógica, porque a sobrevivência a qualquer custo vem em primeiro lugar, trazendo com ela os piores defeitos do ser humano.

É ruim para todos. E conseguir evitar que ele tome proporções que escapem ao controle é indispensável para o futuro do país. O problema é como fazer isso. Não sei se alguém tem a resposta. Mas ela passa pela adoção de medidas socioeconômicas indispensáveis para garantir um mínimo de capacidade operacional para os empresários e qualidade de vida para grande parte da população. Além disso, não fazer nada vai expor a sociedade ao aumento ainda maior da violência.

Sem dúvida, o setor de seguros será diretamente atingido e o preço será caro, onerando todas as carteiras de empresas que já estão sob pressão. Mas a conta final, essa, será muito mais cara e cairá nas costas de toda a sociedade.

CVG RS manifesta sentimentos pelo falecimento de Minas Mardirossian 1658

Executivo foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ 

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) manifesta imenso pesar pelo falecimento de Minas Mardirossian, nesta sexta, 22. Ele foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ.

De acordo com nota da entidade carioca, Mardirossian era um profissional dedicado ao mercado de seguros. “[Possuía] notório saber e deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica”, detalha o texto.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do fundador do CVG-RJ, Minas Mardirossian, uma pessoa querida por todos e que muito contribuiu pra nosso mercado segurador. Registro meus sentimentos a toda família”, expressa a presidente do CVG RS, Andreia Araújo.

 

World Insurance Report 2020: confira o relatório 1354

Seguradoras devem se aliar a ecossistemas abertos e recorrer a parceiros para reter participação de mercado com a entrada das BigTechs

World Insurance Report 2020 da Capgemini e da Efma, publicado hoje, revela que consumidores de todas as idades estão adotando uma “mentalidade millenial” e confiando cada vez mais em suas próprias pesquisas por meio de vários canais para obter informações e adquirir os produtos de seguros. Os consumidores estão recorrendo a players não tradicionais, como BigTechs (*1) e fabricantes de produtos, para ofertas inovadoras e personalizadas com experiência aprimorada do cliente (CX) e estão cada vez mais confiando em canais digitais diante da pandemia de Covid-19.

Para permanecer relevante, cita o relatório, as seguradoras existentes devem agir, reavaliando seus portfólios e aproveitando parcerias para se tornarem “Seguradoras Inventivas”. Isso envolve moldar os produtos existentes para atender às necessidades e preferências dos clientes em rápida evolução.

A mentalidade milenar transcendeu a idade

A adoção digital não é mais uma função da idade; para aqueles com acesso à web e à mídia social, a pesquisa e a compra direta de seguros on-line se tornou popular em todas as gerações. O relatório da Capgemini mostra que o número de clientes Geração X e pessoas de mais idade (*2) fazem transações diárias on-line e móveis, como compras ou pagamentos de contas, dobrou, passando de 30% dos entrevistados da Geração X e idosos em 2018 para 64% em 2020. O bloqueio do Covid-19 impulsionará ainda mais essa tendência, pois os consumidores serão forçados a usar os canais digitais nas transações diárias, independentemente da idade ou do conhecimento técnico.

Existe uma nova equação de confiança no seguro

O World Insurance Report 2020 agrupa os clientes de seguros de hoje em quatro categorias – pioneiros (*3), inquisitivos (*4), experimentais (*5) e seguidores (*6) – com base em seu comportamento social e preferências de compra. Os clientes de hoje não confiam exclusivamente em um canal na sua decisão de compra. Em graus variados, eles confiam na pesquisa on-line, incluindo comentários, depoimentos de familiares e amigos, bem como em conselhos de corretores e agentes, e se sentem capacitados para tomar decisões independentes de compra de políticas.

Os possíveis clientes procuram conveniência, e empresas não tradicionais, como as BigTechs, com agilidade digital ou fabricantes de produtos, oferecem uma experiência inigualável ao cliente, atraindo cada vez mais clientes a se arriscarem em um novo fornecedor. O apetite pelo seguro das BigTechs está se acelerando rapidamente: enquanto apenas 17% dos participantes da pesquisa do World Insurance Report 2016 disseram que considerariam comprar um seguro das BigTechs, o número dobrou em 2020 para 36%.

A hiper personalização é fundamental

O relatório recomenda que, para permanecerem relevantes para os clientes, as seguradoras precisam se conectar melhor com seus segurados, proporcionando-lhes um envolvimento hiper-personalizado e orientado pela experiência. Simplificando, as seguradoras precisam oferecer os produtos certos, no momento certo e através dos canais certos. Além disso, como as preferências do cliente estão evoluindo mais rapidamente do que nunca, é altamente necessária uma avaliação contínua por meio do gerenciamento de dados em tempo real, para que as experiências do cliente evoluam de acordo com as necessidades e desejos dos consumidores.

Os consumidores desejam flexibilidade e facilidade ao pesquisar fornecedores de seguros. Por exemplo, mais de 50% desejam um seguro com base no uso, pois oferece hiper personalização e valor ao dinheiro, mas apenas metade das seguradoras oferece esse tipo de opção. Embora as seguradoras tradicionais entendam a importância de entrar em contato com os consumidores no momento certo, elas não estão agindo sobre isso. Às vezes, elas não possuem as ferramentas e técnicas certas para prever quando enviar produtos apropriados, reduzindo sua capacidade de agir no momento certo: apenas 35% das seguradoras estão fornecendo aos agentes as ferramentas digitais que ajudam a determinar os eventos da vida do segurado, como casamento e filhos novos. ou compra de casa. De fato, apenas 25% afirmaram que o rastreamento de dados externos é útil.

Os dados do titular da apólice podem ser capturados usando uma variedade de fontes, dentro do âmbito dos regulamentos de privacidade de dados. Ao aderir aos ecossistemas de APIs abertas, as seguradoras poderiam entender melhor quando os consumidores podem precisar de um novo produto, sugere o relatório.

Além disso, enquanto os consumidores estão recorrendo a sites de comparação e sites da empresa para coletar informações sobre apólices, menos de 30% das seguradoras pensam que seus sites são úteis para compartilhar informações sobre apólices e apenas 37% dizem que sites de comparação ajudam a educar os clientes. As seguradoras podem considerar investir em canais on-line que capacitam os clientes a tomar decisões com o clique de um botão. Sem opções de engajamento omnichannel ininterruptas, as seguradoras tradicionais enfrentam perdas: 75% dos clientes trocariam de seguradora se o serviço de apólice não estivesse disponível em todos os canais.

Os titulares devem se transformar em seguradoras inventivas

As seguradoras devem evoluir rapidamente de produtos de tamanho único para oferecer experiências alinhadas às preferências específicas e individuais dos segurados. Enquanto as BigTechs estão coletando dados em tempo real por meio de assistentes de voz, dispositivos de vestíveis e outros dispositivos de IoT e chatbots interativos, apenas 38% das seguradoras capturam dados de dispositivos de IoT em tempo real e 33% de minas através de sistemas de suporte baseados no processamento de linguagem natural (por exemplo, chatbots).

O relatório conclui que, nesse novo cenário, as que obtiverem sucesso serão as “Seguradoras Inovadoras”, empresas que compreendem as necessidades e preferências dos clientes e que aproveitam os dados disponíveis do ecossistema para fornecer produtos personalizados e sensíveis ao tempo.

“O ambiente competitivo e em rápida mudança de hoje foi inexoravelmente alterado pela pandemia do Covid-19. A adoção digital entre gerações e o impacto sem precedentes da pandemia são razões convincentes pelas quais as seguradoras estabelecidas precisam transformar seus modelos operacionais”, disse Anirban Bose, CEO da Unidade de Negócios Estratégicos de Serviços Financeiros da Capgemini e membro do Conselho Executivo do Grupo. “O jogo final será se tornar a seguradora que oferece experiências hiper-personalizadas para poder competir de frente com a BigTechs. Tem que haver uma razão para os consumidores optarem por ficar com as seguradoras e a hiper-personalização pode ser essa a razão”.

“As seguradoras pioneiras em estratégias estratégicas estão intensificando a colaboração com empresas InsurTech maduras para desenvolver soluções inovadoras, pois, agora mais do que nunca, a experiência do cliente será o diferenciador para as que prosperarem no futuro”, disse John Berry, CEO da Efma.

(*1) As BigTechs são grandes empresas multinacionais de tecnologia, como Google, Amazon, Facebook, Apple, Alibaba etc.

(*2) Clientes da Geração X e mais antigos são clientes nascidos em 1980 ou antes.

(*3) Os pioneiros buscam informações ativamente por meio de análises online e consultam amigos/familiares antes de comprar um produto. Eles dão boas-vindas às novas ofertas de seguros e estão dispostos a pagar mais por uma excelente experiência de suporte pós-compra.

(*4) Os clientes curiosos são conhecedores das mídias sociais e procuram avaliações online, mas estão prontos para experimentar novos produtos e serviços extras em um prêmio apenas se perceberem valor ao fazê-lo.

(*5) Os experimentais não são muito ativos nas mídias sociais ou muito interessados na orientação de familiares/amigos, mas estão prontos para tentar novos produtos.

(*6) É improvável que os seguidores acessem informações de produtos/serviços de forma proativa, busquem críticas online, conselhos de familiares/amigos, tentem novos produtos ou paguem mais por serviços extras.

Metodologia do relatório

O Relatório Mundial sobre Seguros 2020 baseia-se em informações de duas fontes principais – a Pesquisa Global sobre Voz do Cliente em 2020 e as Entrevistas de Executivos em Seguros Globais em 2020. Esta pesquisa primária abrange insights de 32 mercados: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Marrocos, Holanda, Nigéria, Noruega, Filipinas, Portugal, Arábia Saudita, Cingapura, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

Pesquisa sobre Voz Global de Seguros do Cliente em 2020

A abrangente Pesquisa Voice of the Customer, administrada em janeiro e fevereiro de 2020, em colaboração com a Phronesis, entrevistou mais de 8.000 clientes de seguros em 22 países. A pesquisa procurou obter uma visão profunda do comportamento geral e das preferências do cliente e de como isso molda sua atitude em relação ao seguro. A pesquisa questionou os clientes sobre suas dimensões de personalidade, como estilo de vida, educação e trabalho, comportamento social, comportamento financeiro, preferências de compra e afinidade tecnológica; e comportamento de compra de seguros para suas preferências de produto, canal e horário. Também foram feitas perguntas aos participantes, cobrindo fatores que podem influenciar sua decisão de mudar de seguradora atual, o interesse em adotar novos modelos de seguro e a vontade de comprar apólices de seguradoras não tradicionais.

Entrevistas de executivos de seguros globais para 2020

O relatório também inclui informações de entrevistas de mais de 150 executivos seniores de seguros das principais companhias de seguros em 29 mercados. Esses mercados juntos representam as três regiões – Américas (América do Norte e América Latina), EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e Ásia-Pacífico (incluindo o Japão).

Clique aqui e confira a pesquisa completa.