Quatro estratégias tecnológicas para o e-commerce do futuro 1045

Quatro estratégias tecnológicas para o e-commerce do futuro

Confira artigo de Marcelo Bernardino, head de Indústria e Consumo da Minsait no Brasil

Estimativas apontam que o número de transações via comércio eletrônico deve dobrar nos próximos cinco anos, atingindo um volume de 5,7 bilhões de dólares em 2023. Diante deste cenário, não é difícil perceber que a tecnologia deve contribuir ainda mais para o avanço desse setor em âmbito global. A digitalização deve transformar negócios, criando novas oportunidades para vendedores e fornecendo aos compradores novas ferramentas e experiências.

Para que isso de fato aconteça, é necessário investir cada vez mais em tecnologias avançadas.

Mas, como fazer isso de forma eficaz? De acordo com a nossa experiência, esse investimento deve ser direcionado principalmente para quatro frentes: fast payments, big data, Inteligência Artificial e tecnologias para o atendimento ao cliente.

Em relação ao primeiro tópico, a constante mudança do perfil do consumidor e de como as marcas oferecem seus produtos exige a transformação nos métodos de pagamento, que devem ser cada vez mais cômodos e simplificados. Companhias que atuam no varejo digital devem ficar de olho em pagamentos “invisíveis”, realizados diretamente pelo celular, sem a necessidade de utilizar algum cartão ou muito menos dinheiro.

A utilização de Big Data também vem se mostrando essencial para o desenvolvimento do e-commerce. Com ela, as marcas são capazes de conhecer a fundo seus clientes, segmentando os consumidores por valores de suas compras, canais em que realizam estas compras e podendo direcionar de maneira mais assertiva suas campanhas publicitárias.

Em terceiro lugar e fundamental para melhorar a relação entre marcas e consumidores, a Inteligência Artificial tem o papel de personalizar a experiência do cliente. Esta tecnologia possibilita às empresas monitorar a compra do cliente desde a busca e pesquisa por preços até o pós-venda, identificando falhas em toda a cadeia.

Por último, a integração entre os canais e serviços tem de funcionar perfeitamente, a fim de proporcionar a melhor experiência possível aos clientes. Atualmente, a maioria dos consumidores prefere o atendimento via canais eletrônicos – porém poucos gostam de interagir com chatbots, por exemplo –, o que torna as interações cada vez mais dinâmicas e inteligentes.

Ou seja, é necessário estar atento para capturar o potencial de mercado que a tecnologia tem a oferecer. Mais do que disponibilizar os produtos ao público certo, é necessário saber dialogar com clientes e gerar eficiência de custos para tornar as operações sustentáveis. O varejo digital tem um amplo potencial de crescimento em todo o mundo (e, especialmente no Brasil) e saber como aproveitá-lo é um ponto fundamental para ter sucesso e garantir a própria sobrevivência nos próximos anos.

Black Friday: aplique as melhores estratégias e venda mais 743

Black Friday: aplique as melhores estratégias e venda mais

Confira dicas para chamar atenção ao seu negócio

Essa data tem sido divulgada e esperada por diversas pessoas que aguardam um bom tempo para realizar uma ou diversas compras importantes e especiais por um preço bem mais baixo do que o preço original. 

No entanto, como grande parte das lojas ficam bem atentas à essa data e promovem descontos, é preciso chamar atenção para o seu negócio, de uma forma que o destaque esteja diretamente nos serviços e produtos.

Neste artigo vamos te passar essas informações. Por isso, se você tem interesse em vender bem mais na Black Friday, continue a leitura. 

Honestidade em primeiro lugar

É extremamente importante ser honesto com os preços, isso que promove 90% do sucesso da marca nessa data. As pessoas não são bobas e muitas fazem pesquisas aprofundadas para realizarem boas compras. 

Veja e estude todas as condições da loja, analise o quanto consegue proporcionar de desconto e não deixe de conversar, os melhores resultados sempre surgem de boas conversas. 

A partir disso mais clientes vão se aproximar do negócio e possivelmente, vão voltar a comprar em outras datas também, não somente na Black Friday.

Faça uma análise do servidor e do estoque

As pessoas aguardam e se organizam para comprar nessa data, por isso, é preciso analisar o servidor, já que devido a quantidade de pessoas acessando, pode ocorrer a queda dele. Por isso, é muito importante preparar o site para esse dia especial de compras. 

Outra questão que também muito importante é a análise de estoque. Contar com uma quantidade certa de produtos para que não falte antes do tempo esperado, é fundamental.  

Ofereça diferentes meios de pagamento

As formas de pagamento precisam ser analisadas de maneira criteriosa para que não se percam vendas. 

Se seu e-commerce só aceita pagamento em cartão de crédito, para a data da Black Friday, aposte nos boletos bancários e também em aceitação de dois cartões, por exemplo.

Tudo o que for facilitar a compra do cliente, vai facilitar as suas vendas, e consequentemente os seus resultados.

O que mais se acha na Black Friday?

Muitas pessoas pensam que somente eletrodomésticos, calçados, roupas, livraria, perfumaria, são os segmentos que entram na onda de grandes descontos na Black Friday. 

Entretanto, é possível também encontrar produtos industriais – isso mesmo – com descontos muito bons. Decoração também entra na onda para os clientes aproveitarem. 

Essa é a hora para que empresas também consigam comprar equipamentos para suas indústrias, o famoso marketing B2B na Black Friday. 

Se você trabalha com maquinário, o momento é esse. Máquinas das mais variadas, como motor elétrico trifásico, por exemplo, vão estar com ótimos preços. 

Se sua empresa trabalha com materiais para decoração, os móveis de madeira rústica e pergolado de madeira com deck também vão estar com preços muito bons, tempo certo para abastecer os estoques.

Depois de conhecer as melhores estratégias para conseguir vender de uma forma muito bacana na época mais aguardada para compras, comece a colocar em prática e prepare-se para o crescimento das suas vendas.

*Esse artigo foi escrito por Fernanda Silva, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

Marsh participa do Wired Festival Brasil 700

Marsh participa do Wired Festival Brasil

Evento acontece no Rio de Janeiro e discute novas visões para o futuro

A Marsh Brasil participa, no dia 29 de novembro, da 5ª edição do Wired Festival Brasil que ocorre na Cidade das Artes, no Rio de Janeiro. O evento conta com a participação de especialistas nacionais e internacionais que irão discutir novas formas de comunicação, mobilidade urbana, entretenimento e relacionamento pessoal.

A Líder de Cyber da Marsh Brasil, Marta Schuh, será uma das palestrantes presentes no Espaço Conexões e falará, às 17h35min, sobre o tema: Cybersegurança: saiba como se proteger. “Estamos caminhando para uma era em que a informação está se tornando cada vez mais valiosa e proteger este bem será uma de nossas maiores preocupações no futuro”, afirma a especialista.

Entre os destaques do empreendedorismo nacional estão Ricardo Dias, VP de marketing da Ambev, Elio Silva, diretor coorporativo de marketing da Riachuelo e Hasani Damazio, criador da rede afroempreendedora Afropolitan Station. Os nomes internacionais incluem Sana Amanat, editora da Marvel responsável por uma revolução inclusiva nos quadrinhos, Arnold Van Huis, especialista holandês em alimentação baseada em insetos e Célia Hodent, PhD em psicologia e especialista em interface de usuário em games com passagens pela Epic Games.

Serviço

5ª edição Wired Festival Brasil
Data: 29 de novembro de 2019
Horário: 8h30min às 20h30min
Local: Cidade das Artes – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro/RJ
Mais informações: neste endereço.

Tecnologia transforma experiência de usuários e corretores no setor de seguros 1597

Henrique Mazieiro é CEO e sócio-fundador do Grupo Planetun

Confira artigo assinado por Henrique Mazieiro, CEO do Grupo Planetun

Não é novidade que a tecnologia vem transformando o mercado e criando novas oportunidades de negócio. Hoje, a transformação digital já é uma realidade em todos os setores e, atentas a essas oportunidades, muitas empresas inovadoras vem surgindo para oferecer novas soluções e mudar a forma como consumimos.

No mercado segurador este cenário não é diferente. Segundo dados de 2018 da Câmara-e.net, o Brasil já conta com 78 insurtechs, sendo 64% focadas em negócios B2B, 28% em B2C e 8% em B2B2C. Essas startups têm como foco principal melhorar os processos do setor, tanto para as seguradoras quanto para os clientes.

Mesmo historicamente considerado um segmento tradicional, o mercado de seguros ainda tem um vasto potencial de crescimento e, consequentemente, de inovação. Falando apenas do seguro automotivo, que ainda é o mais utilizado, 70% dos veículos ou cerca de 30 milhões de automóveis ainda circulam sem cobertura, de acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg).

Além das empresas, quem também vai se beneficiar com esse crescimento daqui para frente são os corretores de seguros. Com o desenvolvimento do mercado, esses profissionais poderão incrementar seus negócios, principalmente contando com as inovações cada vez mais trazidas pelas insurtechs.

Ainda hoje muitos usuários e seguradoras enfrentam problemas no processo de inspeção e contratação de seguro. Essas dificuldades incluem não só burocracia, mas também deslocamento e espera, que demandam tempo e custo desnecessários. A saída para mudar esse panorama é justamente o investimento em tecnologia. Aplicativos, inteligência artificial, chatbots, reconhecimento de imagem, entre muitas outras ferramentas disponíveis, entregam uma nova experiência ao usuário: mais simples, ágil e prática.

Além disso, a possibilidade analisar dados em tempo real permite oferecer produtos personalizados, que beneficiam ainda mais os clientes e ainda transformam seu comportamento de consumo. Nesse processo, a participação dos usuários e das seguradoras também é de extrema importância para o desenvolvimento de soluções ainda mais disruptivas e eficientes.

Essa transformação não atinge apenas os clientes, mas também os profissionais da área, que agora passam a contar com um novo tipo de expertise, que inclui a tomada de decisão baseada em dados tecnológicos. Por prestar consultoria, o corretor pode ser o caminho para as inovações do mercado, já que a experiência do usuário é um fator chave para o sucesso.

Com essa “corrida” digital, os consumidores também estão cada vez mais seletivos e em busca de maior qualidade nos serviços que utilizam, o que também muda a atuação do corretor. Agora, esse profissional deve estar mais preparado para atender essas novas exigências e saber usar a tecnologia a seu favor para entregar a melhor experiência para os seus clientes. Ou seja, é o momento ideal para o mercado de seguros se desenvolver, aliando a expertise dos corretores à inovação das insurtechs.

E quem demanda esse ritmo de evolução é o próprio cliente. É justamente pelo aumento do uso das novas soluções e aplicativos pelas pessoas que as insurtechs e outras empresas de tecnologia conseguem aprimorar suas ferramentas. Com esses feedbacks é possível melhorar a usabilidade, tornando todo o processo mais intuitivo.

Hoje, os segurados já conseguem fazer quase tudo por meio do smartphone! Desde a vistoria do automóvel até a finalização da contratação do seguro. Tudo isso com praticidade e o mais importante: segurança.

E engana-se quem pensa que essas soluções são voltadas apenas para o seguro automotivo. Pelo contrário, a tecnologia já está presente em diversos outros ramos, como residência, previdência, comércio, equipamentos, entre outros. O futuro agora é entregar uma experiência de consumo única para os usuários! Em pouco tempo, as seguradoras estarão presentes apenas dentro do celular.

*Henrique Mazieiro é sócio-fundador e CEO da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

Black Friday: dia de pagar barato ou uma sexta-feira qualquer? 1002

Black Friday: dia de pagar barato ou uma sexta-feira qualquer?

Confira artigo de Conrado Navarro, Especialista em Finanças Pessoais e Sócio da Diin

Quem não quer pagar mais barato nos objetos de consumo que tanto deseja? Parece incrível aproveitar descontos anunciados de até 80%. Mas será que realmente os preços da Black Friday são verdadeiras pechinchas? O apelido “Black Fraude” é exagerado?

Sim, existem produtos com descontos reais, o que é bom, mas é importante entender que a Black Friday é uma data comercial, ou seja, uma sexta-feira qualquer impulsionada por muito marketing voltado para aquecer as vendas do varejo – com o objetivo de atrair todos os consumidores.

Essa data é marcada por trabalhar a escassez, dizendo para o consumidor que os preços incríveis durarão apenas um dia, e ainda colocar um conflito dentro das pessoas – medo de não fazer um bom negócio, e então, sem perceber elas “compram” essa ideia.

Se o que você vai comprar ou não faz sentido, é uma questão individual. Pense no seguinte: você está disposto a comprar porque o preço baixou? Certo! Mas ainda que você pague mais barato, será que esse gasto cabe no seu orçamento?

Comprar porque está barato é diferente de considerar suas condições financeiras e o momento: aquilo que você pretende comprar com desconto na Black Friday já faz parte de seu planejamento e você tem monitorado os preços e economizado para uma compra mais barata? Excelente! Aproveite o preço baixo e cumpra sua meta.

Algumas dicas para não cair em tentação (e nas armadilhas):

  • Pesquise preços – Infelizmente, a prática de subir os preços tempos antes da Black Friday para oferecer “desconto” no dia é comum. Você deve manter um histórico do preço ou usar uma ferramenta de comparação de preços para ter detalhes sobre isso;
  • Compre quando puder – O bom planejamento financeiro requer que você compre o que cabe no seu orçamento, quando tiver condições de fazê-lo. Se puder pagar mais barato, ótimo! Mas é mais importante se organizar para comprar, do que comprar porque está em promoção;
  • Desconfie de preços muito baixos na Internet – É muito importante ter em mente que além do preço ser atraente, o produto precisa de procedência e garantia. Compre de lojas sérias, em que pode consultar o CNPJ, endereço e histórico de outros consumidores;
  • Use e abuse das bases de dados de reputação e atendimento – Consulte os principais sites que compilam informações e reclamações sobre compras e avalie a empresa também por meio da experiência de outros usuários;
  • Exija sempre a nota fiscal – Ela é o documento que permite que você reclame seus direitos caso haja algum problema futuro.

É bom se lembrar também de que esse período do ano reúne muitas despesas e momentos recheados de emoção e impulsos de consumo (Natal, Ano Novo, Amigo Secreto etc.). Uma sugestão é criar uma lista com seus planos de compra e ao lado dela estabelecer um limite, um teto de gastos de acordo com sua capacidade financeira.

Se o desconto é real ou não, você consegue descobrir com facilidade; se comprar ou não neste momento faz sentido, você precisa refletir mais e melhor. Lembre-se que deve também ter sempre um objetivo de juntar dinheiro, para ter condições de aproveitar promoções quando elas surgem.

*Conrado Navarro é Especialista em Finanças Pessoais e Sócio da Diin.

Vendas online devem ultrapassar R$ 3 bilhões na Black Friday 2019 1196

Vendas online devem ultrapassar R$ 3 bilhões na Black Friday 2019

44% dos entrevistados declararam aproveitar a data para comprar artigos para o Natal

As vendas online devem faturar R$3,07 bilhões na Black Friday em 2019, alta de 18% na comparação com 2018, conforme estimativa da Ebit|Nielsen. De acordo com o levantamento, os pedidos podem ter alta de 15% em relação ao ano passado, chegando a 4,91 milhões com um ticket médio de R$ 626, uma variação de 3%.

Em 2019, a Black Friday será realizada entre os dias 28 e 29 de novembro, sendo a data o maior evento sazonal do comércio eletrônico do Brasil. O faturamento das vendas de e-commerce durante os dois dias representa 5% do total do ano. Segundo a pesquisa EbitINielsen, 85% dos consumidores deixaram de efetuar uma compra online este ano, aguardando os  descontos na Black Friday.

Além de estarem aderindo às compras durante esse período, os brasileiros têm mostrado que boa parte dessas aquisições já é pensando no Natal. Em 2019, 44% dos entrevistados declararam que o evento servirá para garantir produtos de Natal, uma alta de 3 pontos percentuais em relação a 2018. Conforme os números, 78% será para uso próprio, 29% destinado a compras para a família e 20% presentes.

No ano passado, segundo a EbitINielsen, 63% das compras foram feitas efetivamente na sexta-feira, 29% antes da data e 24% depois. O levantamento aponta que 47% dos consumidores acredita que os descontos são melhores no dia da Black Friday.

Conforme aponta a EbitINielsen, neste ano as vendas por dispositivos móveis já representam mais da metade do total. Nos primeiros 11 dias de novembro, 52,8% dos pedidos foram originados de aparelhos celulares e tablets. Estar preparado para vender no mobile, seja por aplicativo ou pelo próprio browser será importante para a BlackFriday.

Neste contexto, de acordo com a líder de Ebit I Nielsen, Ana Szasz, o uso do mobile é ainda mais importante em alguns segmentos, como Casa & Decoração, Perfumaria, Esportivo e Roupas & Calçados; e abrange todo o Brasil. “A região Sul, por exemplo, cresce 62% nas vendas via dispositivo, já o Nordeste segue com a maior importância em volume de pedidos, chegando a 43,5%”, ressalta.

Para este ano, as dez categorias mais desejadas pelo e-consumidor na Black Friday são:

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A pesquisa foi aplicada no mês de setembro de 2019 com os consumidores que efetuaram compras em lojas online conveniadas a Ebit|Nielsen (têm cadastro com informações verificadas).