Confira 5 dicas úteis para economizar nas contas e melhorar a saúde financeira 831

Algumas iniciativas podem interferir diretamente nas despesas e auxiliar na busca por uma vida financeira saudável

Para evitar o atropelo nas contas e se organizar melhor com as finanças, especialistas indicam algumas ações que podem ser adotadas no nosso dia a dia. Repensar hábitos, por exemplo, além de fazer substituições, são iniciativas que podem interferir diretamente nas despesas e auxiliar na busca por uma vida financeira saudável.

De acordo com a Simplic (https://www.simplic.com.br/) – fintech de crédito online – a organização financeira se tornou algo essencial e pode ajudar principalmente em momentos de corte de orçamento. A empresa listou 5 dicas para ajudar as pessoas a economizarem de forma prática e assertiva. Confira:

1. Crie uma lista de compras para ajudar a economizar

Fazer uma lista de compras não traz apenas economia financeira, mas também poupa algum tempo e possíveis desperdícios. Se planejar – seja para ir ao supermercado e até mesmo para realizar compras pela internet – é essencial para não extrapolar as contas. Tome cuidado com as compras por impulso – principalmente nos sites e e-commerces, elas interferem diretamente no orçamento do mês. E se possível, evite fazer compras quando se está com fome, essa ação pode causar gastos extras.

2. Organize as refeições e congele alimentos

Para economizar em casa com a alimentação uma dica é fugir, se possível, dos deliverys, utilizando o serviço, por exemplo, apenas em ocasiões especiais ou aos finais de semana. Comprar ingredientes e preparar os pratos que mais gosta de comer em casa pode garantir uma boa economia. A internet disponibiliza muitas receitas, vídeos e tutoriais que podem ajudar na hora de cozinhar, evitando gastos que podem deixar a conta negativa no final do mês.

Outra dica importante é congelar! Grande parte da economia com alimentação pode ser obtida com o congelamento de produtos. O processo é um aliado perfeito para não pesar o bolso com compras desnecessárias e desperdício. A dica aqui é congelar as refeições que sobrarem e os alimentos em excesso na despensa (ou que não se destinem a consumo imediato). Isso irá ajudar com o cardápio para as próximas semanas.

3. Aposte na luz natural para reduzir a conta

A luz é uma das contas que mais pesa no orçamento familiar. Utilizar a luz do sol, deixando portas e janelas abertas por exemplo, pode reduzir até 5% os gastos mensais, conforme a ONS – Operador Nacional do Sistema Elétrico. Outra dica: o Brasil é um país tropical e tem dias muito quentes. E para as crianças, os pais devem orientar para sempre apagar as luzes, não deixar a televisão, computador e videogame ligados na tomada caso não estejam utilizando.

4. Crie novos hábitos para diminuir a conta de água

Para impactar diretamente nas contas da casa é preciso criar novos hábitos. Lavar a louça, por exemplo, pode desperdiçar mais água do que imaginamos e por isso vale ficar atento. Na hora do banho, recomenda-se alguns cuidados: banhos mais curtos e ações como deixar o chuveiro desligado enquanto se ensaboa ou passa shampoo, podem ajudar. Outra dica, que muitas vezes passa despercebida, é manter a torneira fechada enquanto lava as mãos, o rosto ou escova os dentes. Com essas medidas, o uso de água no banho cai de 180 para 48 litros. Para casas com crianças, vale também reforçar a mensagem, ensinando os pequenos sobre a importância do tema, explicando que economizando, ajudamos também o meio ambiente.

5. Separe itens “encalhados” para fazer uma grana extra

Poucas famílias têm o hábito de se desfazer de móveis, brinquedos, roupas, equipamentos eletrônicos, eletrodomésticos, que não usam mais. Se a ideia é economizar, porque não dar uma geral em casa e relacionar tudo que pode servir as outras pessoas. Separe os itens que podem ir para doação e outros que é possível vender. Por meio de sites de produtos usados como o Enjoei ou de Marketplaces como o Mercado Livre é possível divulgar o produto na internet e quem sabe, gerar uma graninha extra. Outra dica é divulgar os itens nas redes sociais e até mesmo nos grupos dos amigos pelo whatsapp.

Covid-19: Fenacor agradece a seguradoras que aderiram a movimento 820

Seguradoras não aplicaram as cláusulas de exclusão relacionadas à pandemia nos seguros de vida

Na manhã desta sexta-feira, dia 03, a Fenacor publicou um agradecimento a todas as seguradoras que não aplicaram as cláusulas de exclusão relacionadas à pandemia do coronavírus nos seguros de vida.

Até o dia 31 de março, 12 seguradoras já haviam aderido ao movimento, e até o dia de hoje, foram contabilizadas 17 seguradoras envolvidas com o ato de solidariedade.

Aderiram à campanha as empresas: Brasil Seguridade, Caixa, Centauro ON, Chubb, Icatu, Itaú Seguros, Liberty, Mag, Mapfre, MetLife, Mitsui Sumitomo, PASI, Previsul, Prudential, Sura, Unimed Seguros e Zurich Santander.

Confira na íntegra, o agradecimento publicado pela Fenacor:

A Fenacor, mais uma vez, manifesta seu total reconhecimento e agradecimento a todas as empresas, inclusive, agora, algumas seguradoras ligadas a bancos, que se sensibilizaram e aderiram à nossa campanha, afastando a exclusão de pandemias dos contratos de seguros de vida e de pessoas de forma geral. São elas: Brasil Seguridade, Itaú Seguros, Mitsui Sumitomo, Unimed Seguros e Zurich Santander.

É muito importante para toda a sociedade brasileira que todos tenham uma sensibilidade maior neste momento em que a população necessita do nosso amparo e proteção. É, acima de tudo, uma questão de responsabilidade social.

Agora, já são 17 grandes empresas que ouviram nosso apelo e aderiram a esse importante e vital movimento: Brasil Seguridade, Caixa, Centauro ON, Chubb, Icatu, Itaú Seguros, Liberty, Mag, Mapfre, MetLife, Mitsui Sumitomo, PASI, Previsul, Prudential, Sura, Unimed Seguros e Zurich Santander.

Essa elogiável iniciativa e decisão comprova que o nosso setor está pronto para garantir a proteção de todos.

Nesse contexto, a Fenacor conclama as seguradoras que ainda não se posicionaram a assumirem, se possível, esse mesmo compromisso, o quanto antes.

Pois, neste momento, nada vale mais do que a vida, a tranquilidade, a segurança e o bem estar da população do nosso país.

Sigamos, portanto, o mantra: responsabilidade, cooperatividade e solidariedade!

Como as empresas podem suportar a recessão econômica mundial gerada pelo coronavírus? 815

Especialista em administração de empresas, não recomenda que o empresário queime suas reservas, mas que tente negociar e protelar suas dívidas

O impacto que o Covid-19 está trazendo para a economia mundial é uma realidade afirmada por todos. Entretanto, a esmagadora maioria das empresas não possui estruturas para suportar uma perda de 30% de vendas neste período. Já é possível observas milhares de pequenas e médias empresas encerrando suas atividades, como algumas lojas de shopping, restaurantes, bares, pontos turísticos, entre outros empreendimentos que simplesmente serão temporariamente fechadas, ou seja, terão zero de receita no período.

Mas como as empresas podem suportar a recessão econômica mundial gerada pela crise do coronavírus? Neste cenário, o especialista em administração de empresas Milton Rui Jaworski, fundador da Consultoria Jaworski Empresarial (www.jaworskiconsultoria.com.br), aponta dois principais problemas: os custos fixos que existem independentemente de a empresa ter receita ou não, como folha de pagamento, encargos, aluguel, energia, telefone, honorários contábeis, entre inúmeros outros; e o pagamento de fornecedores e financiamentos.

Jaworski acredita que a melhor alternativa para sair da crise seja a negociação. “É bastante provável que a empresa tenha dificuldades em receber dos seus clientes, principalmente quando falamos de pagamentos à vista, e essa falta de ganhos refletirá em dificuldade para pagar seus credores”, explica ele. “Ainda assim, não é recomendável que o empresário queime as suas reservas, então a alternativa é negociar e protelar prazos sempre que possível”, afirma.

Em caso de a crise perdurar por mais 30 ou 60 dias, como estimam as grandes organizações nacionais e internacionais, Jaworski relembra a importância de ajudarmos uns aos outros, visto que todos estamos no mesmo barco. “A turbulência é igual para todos e a perda momentânea é certa. Resta manter a calma e ser racional”, aponta. “Quando essa crise passar, será hora de o empresário rever os seus conceitos, identificar os seus pontos fracos e definir uma estratégia vencedora, sempre com os pés no chão, para então se recuperar de maneira mais rápida e eficiente”, completa o especialista.

Dell amplia descontos para corretores de seguros associados 843

Parceria com o Sincor-SP, possibilita descontos em compras realizadas até o fim de abril

Através da parceria com o Sincor-SP, a Dell ampliou os descontos em eletrônicos e acessórios para os corretores de seguros associados até o final do mês de abril.

Na compra de acessórios, periféricos e monitores, os descontos vão de R$ 20 a R$ 100. Já nas compras acima de R$ 2.499, a redução pode ser de até R$ 450.

Para aproveitar a oportunidade, os associados ao sindicato, devem consultar o código de acesso através da área restrita do Portal Sincor-SP, exclusivo aos corretores de seguros associados.

Como comprar:

– Acesse o site e escolha o produto desejado;

– Adicione ao carrinho e siga a compra normalmente;

– Aplique o código do cupom no campo “descontos e cupons”;

– Confira o valor atualizado e finalize sua compra.

Brasil entra em campo, mesmo sem treino para essa guerra 854

“Nós que atuamos no setor de seguros somos preparados para atuar justamente nas adversidades”

No Brasil, crescemos acostumados a dizer que este é um país abençoado por Deus e aqui estamos imunes a fenômenos da natureza como furacões, vulcões, nevascas, tsunamis, tampouco vivenciamos situações de conflitos como guerras. Assim, até hoje víamos com um distanciamento situações de emergência ou conflitos que são comuns a outros países, e que davam a essas populações um certo preparo para esse enfrentamento.

Não tivemos tempo de treino, o coronavírus encurtou as distâncias, rompeu fronteiras e nos deixou lado a lado com os outros países, exigindo da população brasileira o enfrentamento à guerra.

Nós que atuamos no setor de seguros somos preparados para atuar justamente nas adversidades. Mas, mesmo com todos os conhecimentos e experiências em sinistros e situações críticas, também estamos sendo surpreendidos com esta epidemia.

O coronavírus surgiu do outro lado do planeta, e corre em progressão geométrica atingindo populações inteiras. Em menos de três meses, esse vírus mudou o padrão do mundo e está sendo considerado o mais importante desafio global desde a 2ª Guerra Mundial.

No Brasil, assim como em outros países, está mudando rotinas, comportamentos e ações, quer seja das pessoas, empresas e poder público. Aos poucos vamos vendo a paralisação da economia, adiamento de eventos, cancelamento de contratos… Áreas como a de turismo, pequenos comércios, prestadores de serviços autônomos, tendo perdas inestimáveis. Uma paralisação atinge outra, uma sequência de perdas afetando direta e drasticamente a receita de pessoas e empresas em geral.

A nós, favorece a experiência já vivida em outros continentes. Como a epidemia chegou aqui posteriormente, pudemos ir tomando providências e nos preparando antes de sermos acometidos, diferente desses primeiros locais, que foram pegos abruptamente. Podemos não ter o treino para esta guerra, mas não podemos ter a desculpa que não tivemos os devidos avisos do que estava por acontecer.

Tenho confiança de que mesmo sem o treino anterior a sociedade brasileira está demonstrando disposição e consciência, que é o principal, para o devido enfrentamento e para a superação.

Nesse contexto e diante de tantas perdas, as atenções recaem às coberturas securitárias, sabidamente o melhor instrumento garantidor de perdas. Todavia, a capacidade de financiamento disso tudo por parte das companhias seguradoras tem um limite.

Por isso, as companhias de um modo geral e pelo mundo excluem ou interrompem as coberturas quando se deparam com fenômenos da natureza, guerras, ou pandemias propriamente ditas. E aí vem o questionamento: a sociedade, que nesse momento tanto precisa desse instrumento reparador, poderá se ver diante da falta do seguro?

Acredito firmemente na capacidade das seguradoras brasileiras e na sua disposição e inteligência para se fazerem presentes neste momento, seja lá como for e dentro das possibilidades. Lembramos então do sábio ditado que diz que se aprende pelo amor ou pela dor. Esses fatos farão com que a sociedade tenha mais uma demonstração do quanto o seguro é importante em suas vidas, e, infelizmente, nesse momento pela dor, pelas perdas, que esta situação traz a todos.

Aqueles que já têm o seguro como parte do seu dia a dia certamente terão o conforto da mitigação de algumas perdas, mas infelizmente esta situação não será vivida pela maioria, ainda sem o hábito da contratação de seguros.

Os ensinamentos assim serão para todos: a sociedade vivendo uma situação inusitada será colocada à prova para superá-la, a economia brasileira mais uma vez terá que dar demonstração de força e superação, as companhias seguradoras terão que se adaptar a este momento, especialmente fazendo uso de muita sensibilidade para com os segurados, e os corretores de seguros, cumprindo com seu papel de agentes do bem-estar social, mais uma vez estarão presentes junto à sociedade, amparando, colaborando e ajudando em tudo o que for preciso.

Essa união de esforços, somada a esse rápido aprendizado de todos fará com que a sociedade brasileira saia vencedora disso tudo. E mais solidária, com o sentido preventivo apurado e com uma nova visão de futuro, pois certamente o que e como vivemos até hoje não será igual daqui para frente.

Por Alexandre Camillo, presidente do Sincor-SP