SulAmérica destaca atuação em Saúde e Odonto em debate no Paraná 617

SulAmérica destaca atuação em Saúde e Odonto em debate no Paraná

Encontro foi promovido pelo Sincor-PR, na última semana

Saúde e Odonto foram os destaques da SulAmérica no debate sobre benefícios em seguros durante debate no Seminário Regional de Maringá, promovido pelo Sindicato dos Corretores de Seguros do Paraná (Sincor-PR), na última semana.

O representante da companhia no painel foi Gilson Bochernitsan, diretor Comercial na região Sul, que destacou os investimentos da SulAmérica no segmento em iniciativas de medicina conectada, como Médico na Tela, Psicólogo na Tela e Médico em Casa, além da coordenação do cuidado e a atenção primária à saúde.

Unisincor discute proteção do seguro para risco ambiental 409

Evento online contou com a participação da Conhecer Seguros

A Universidade Corporativa Sincor (Unisincor) e a Conhecer Seguros promoveram webinar para abordar o seguro ambiental no Brasil, ramo ainda pouco explorado. O tema foi debatido pelos especialistas Walter Polido, Fábio Barreto e Nathália Gallinari.

Na abertura do encontro, Polido fez uma retrospectiva histórica do ramo, apresentando os modelos internacionais, seu desenvolvimento no Brasil e os diversos movimentos que buscam tornar o seguro ambiental obrigatório. Sobre este último tópico, o especialista ressaltou sua posição contrária à obrigatoriedade. “Muitos falam a favor de tornar o seguro ambiental obrigatório, mas sabemos que determinados riscos não são aceitos pelas seguradoras, ainda mais em um País cheio de desigualdades e com diversas situações preexistentes corriqueiras”.

Polido deu como exemplo o modelo adotado pela Europa, que colocou como obrigatória a apresentação de alguma garantia, entre elas, o seguro. “Esse é o modelo mais moderno e democrático, já que traz um caráter opcional. Observamos que, toda vez que ocorre um sinistro no Brasil, surgem novos projetos de lei para tornar o seguro obrigatório, mas da mesma maneira que eles surgem, acabam morrendo. Isso porque não apresentam uma discussão madura, ouvindo as partes, principalmente as seguradoras, que são as tomadoras dos riscos”, apontou. Por fim, Polido lembrou da importância de o corretor de seguros analisar as situações e apresentar propostas de solução para os riscos ambientais dos seus clientes, sendo este o papel central da sua atividade.

Falando sobre as coberturas do seguro ambiental, Barreto dividiu em três pilares: o segurado, as reclamações relacionadas a terceiros e a compensação dos danos. O professor da Unisincor também exemplificou clientes em potencial, como indústrias, shoppings centers e empresas focadas em gerenciamento de resíduos. “O ramo é complexo e técnico para se trabalhar, não abre margem para erro ou aventura. Os sinistros não acontecem corriqueiramente, mas quando surgem, trazem como característica principal a severidade”, destacou Barreto.

Pensando no corretor de seguros, Barreto reforçou a parceria das seguradoras em auxiliar no momento da oferta ao cliente em potencial. “O seguro ambiental não é fácil de ser vendido, isso porque o segurado não enxerga sua exposição ao risco. Por isso, como segurador posso dizer que ajudamos o corretor nessa abordagem de vendas, para materializar o dano e tornar os riscos mais perceptíveis ao cliente”.

Já a especialista Nathália Gallinari abordou questões de infraestrutura, exemplificando riscos mais tratados pelas companhias. “Podemos falar sobre escavações, pavimentações e obras em geral que podem gerar poluição atmosférica, assoreamento de rios, liberação de produtos tóxicos no ambiente, cujo processo de descontaminação é bastante complexo”.

Nathália também mencionou as modalidades de produtos e setores com alta na demanda pelo seguro. “Em geral, existe uma flexibilidade para estabelecer apólices de acordo com a realidade do segurado. Em relação ao crescimento na procura, o segmento que mais tem contratado é o setor energético, como também portos, tanto na construção de novos como em dragagens”.

O tema da live “O Seguro Ambiental como Instrumento de Garantia Econômica” será ofertado, em breve, no formato de curso online pela Unisincor.

Pandemia intensifica a transformação digital 447

Empresas iniciam projetos de ecommerce, meios de pagamento e modelagem de crédito com inteligência artificial em tempo record como saída para a crise

A pandemia do Covid-19 modificou totalmente o cenário no varejo brasileiro e vai exigir rápida adaptação com soluções que não serão usadas apenas durante a crise. Elas virão para ficar. O uso de novas tecnologias, como Inteligência Artificial e Machine Learning, tendem a se intensificar, com o intuito de impulsionar vendas pelos canais digitais.

“Uma das frases que mais tenho escutado no setor é que as últimas seis semanas têm sido equivalentes a seis meses do período anterior à pandemia. Isto mostra que existe um nível de aceleração no uso da tecnologia a favor do varejo ou a favor do público consumidor que nunca foi tão intenso”, aponta Rodrigo Cunha, diretor de Novos Negócios da Neurotech.

Para Edrei Costa, Diretor Comercial da Conductor, a jornada digital ganhou prioridade em linhas gerais. Segundo ele, um dos indícios deste fenômeno foi uma aceleração incrível na ativação de aplicativos por parte de clientes que possuem cartões private label. A explicação é que através deste instrumento o cliente conseguiu acesso a toda uma gama de serviços que permitem a ele fazer de forma digital tudo o que faria indo até as lojas.

Costa contou ainda que a própria Conductor adiantou o lançamento de um produto em parceria com a Neurotech justamente porque identificou a necessidade de responder imediatamente a essa demanda por serviços digitais por parte dos clientes. Trata-se de um robô inteligente de atendimento associado ao WhatsApp que interage em toda a jornada do consumidor, fazendo todas as perguntas, respondendo de forma automática, ´pedindo documentos, submetendo dados aos motores no final do processo até chegar ao final, se o cliente for aprovado, liberando o cartão ou a conta digital. “O lançamento dessa ferramenta não estava previsto para esse ano”, disse.

A Fort Brasil também acelerou seus processos de transformação digital como resposta rápida à pandemia. Segundo Juliana Freitas, fundadora da empresa, em apenas 3 dias foi desenvolvido um novo modelo de crédito internamente, para ajustar o sistema às necessidades do momento.

A crise econômica que assola o país desde que achegada da pandemia do Covid-19 tem acelerado a transformação digital do setor, visto que o isolamento social, exigido por questões de segurança e saúde públicas, levou o consumidor a dar mais preferência pelas plataformas online na hora de consumir bens e serviços. “No começo da pandemia, nós vimos os volumes de crédito desabarem de uma hora para a outra. Mas conforme o passar dos dias, de uma forma surpreendente, notamos que aos poucos o volume normal foi sendo retomado sem a mudança do status do isolamento. Isto deixou claro que o varejo estava se adaptando com cada um buscando o seu melhor formato”, destaca Cunha.

Segundo ele, a pandemia realmente deixará como legado um predomínio dos formatos digitais. Neste novo momento o varejo físico não vai desaparecer, mas será explorado muito mais para gerar experiência às pessoas. “Nas lojas os clientes poderão tocar no produto e ter uma relação mais intima, porém o fechamento da compra será feita online. O novo normal vai tornar comum o uso de bots para fomentar a compra de forma digital, mesmo que o consumidor esteja dentro da loja física”, finalizou.

Empresa lança curso de Educação Continuada em Saúde Suplementar 455

Aulas são oferecidas na modalidade EAD

A Educare, braço educacional do Grupo THM, lançou no primeiro semestre de 2020 o Programa Brasileiro de educação Continuada em Saúde Suplementar na modalidade EAD, com oncologista e gestor em saúde, Dr. Stephen Stefani. A empresa, que realizou a capacitação de 1.500 profissionais da área da saúde ao longo de 2019, já tinha planos de realizar cursos na modalidade EAD, mas a pandemia do novo coronavírus acelerou o processo.

“Nosso foco é estabelecer um programa com atuação nacional e uma ferramenta educacional de referência em saúde suplementar, que acesse de forma ágil e inovadora a cadeia de profissionais”, explica o sócio do grupo, Gustavo Machado, que destacou ainda que apenas 25% da população brasileira tem acesso a um plano de saúde.

Entre maio e agosto, serão oferecidos seis módulos iniciais através da plataforma Webinar. O primeiro, disponível em maio, faz um overview do sistema de saúde. Em junho, serão abordadas novidades terapêuticas, tecnologias e implicações de internações. Em julho, serão abordados os tipos de agências regulatórias. As ferramentas de farmacoeconomia e de incorporação de tecnologias serão o tema trabalhado em agosto. Em setembro, serão dois módulos: Pesquisa clínica e publicações científicas e Relações institucionais para o mercado de saúde.

A partir de setembro, os 2 melhores classificados nos resultados do programa serão convidados a participar da segunda etapa. O curso é voltado a todos os profissionais que atuam na gestão e operação de Operadoras de saúde e prestação de serviço, fontes pagadoras, para alto custo, OPM, devices.

Saiba mais no site: https://www.educarebrasil.com.

Covid-19: ANS promove reunião sobre atendimento oncológico 438

Ação ocorre em parceria com especialistas em oncologia que compõem o Comitê Consultivo do Projeto OncoRede

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizará no dia 28 (quinta-feira), às 10h, a reunião virtual “Oncologia e Covid-19: Orientações para Pacientes e Familiares”. O objetivo do encontro é prestar esclarecimentos sobre o que muda na assistência oncológica e quais os principais cuidados e recomendações em tempos de pandemia do Coronavírus. Também serão discutidos métodos para lidar com a ansiedade e os medos em relação à situação atual.

A participação será aberta a todos os interessados. O encontro será realizado através do aplicativo Microsoft Teams. A ANS disponibilizará o link da transmissão da reunião no dia do evento, aqui neste espaço.

A ação é uma iniciativa da ANS em parceria com especialistas em oncologia que compõem o Comitê Consultivo do Projeto OncoRede. A reunião faz parte de uma série de encontros virtuais que a Diretoria de Desenvolvimento Setorial (DIDES) vem realizando no contexto da pandemia do Coronavírus. Até o momento foram realizadas cinco reuniões pelo Movimento Parto Adequado (clique aqui para conferir os materiais).

Projeto OncoRede

A ANS possui diversas ações de indução de melhoria da qualidade em saúde, dentre elas, o Projeto OncoRede, elaborado em parceria com institutos de pesquisa, instituições de referência nacional no tratamento do câncer, representantes de associações de pacientes e demais representantes do setor de saúde suplementar.

Em 2019, o Comitê Consultivo foi constituído para auxiliar na elaboração da Certificação de Boas Práticas em Atenção Oncológica, considerando-se as conclusões obtidas na fase inicial do Projeto OncoRede. Esta certificação é direcionada para operadoras de planos de saúde que cumprirem os requisitos de qualidade aferidos por Entidades Acreditadoras independentes. O comitê reúne especialistas em oncologia clínica e cirúrgica, radioterapia, métodos diagnósticos, epidemiologia e gestão em atenção oncológica, filiados a diferentes instituições.

Saiba mais sobre o Projeto OncoRede.

Sociedade pode enviar sugestões para a Susep 457

Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros

Sociedade pode enviar sugestões para modelo que visa aplicação proporcional das regras prudenciais. Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros, aumento de eficiência do regulador e benefícios ao consumidor com mais concorrência e melhores preços

Nesta segunda-feira (25), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública, propostas para aplicação proporcional das regras prudenciais, de acordo com o porte e a complexidade das empresas do setor. As medidas sugerem alteração na resolução 321/2015, do CNSP, e na circular Susep 517/2015, para adequação de requisitos como prazo e modelos de envio de informações.

Há ainda a redução do capital-base para supervisionadas de menor porte e complexidade, que ficaria entre R$ 3,6 milhões e R$ 8,1 milhões, de acordo com o segmento de cada organização. Com a iniciativa, a autarquia visa promover ganhos de custo operacional para o setor e mais eficiência na supervisão. De acordo com a Susep, a medida beneficiará o mercado consumidor de seguros com melhores preços e mais concorrência.

A superintendência afirmou ainda que este é mais um passo na discussão com a sociedade dos modelos para a segmentação do mercado de seguros, evolução e modernização do setor no Brasil.

A íntegra do normativo pode ser acessada pelo link http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-de-consulta-publica-n-9/2020-258324492.