Os desafios das seguradoras na oferta de seguros sob demanda 827

Fernando Steler é fundador e CEO da D1 / Divulgação

Confira artigo de Fernando Steler, fundador e CEO da D1

Recentemente a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) divulgou uma inovação importante no mercado segurador. De forma surpreendente autorizou a emissão de seguros com contratos ou apólices intermitentes, representados figurativamente pelo botão “liga-desliga” da contratação. São os seguros sob demanda ou on-demand insurance.

Agora, as seguradoras, e também as Insurtechs – startups de tecnologia voltadas ao mercado segurador -, podem oferecer seguros válidos por uma fração de tempo, quer seja por meses, dias, horas ou minutos. Poderão ofertar também seguros válidos por alguma jornada, viagem ou trecho do segurado – ou mesmo por algum critério específico que a seguradora considerar ser válido, como eventos esportivos, partidas de tênis, festivais de rock, corridas de Uber, táxis, bicicletas, patinetes, temporadas na praia, no campo, escaladas em montanhas, etc.

Ao conceber a regra, o regulador foi ainda mais longe já que permitiu que, além da intermitência da contratação, o segurado possa incluir ou excluir determinadas coberturas de riscos, podendo o seguro e o serviço ser realizado de forma altamente personalizada.

Atualmente, no mercado segurador brasileiro, a grande maioria das apólices de seguros possuem vigências anuais e cláusulas padronizadas — até então, existia pouca margem para customização de prazos e coberturas, não deixando muitas oportunidades para a inovação no setor.

A Circular 592, que a SUSEP divulgou em 26 de agosto de 2019, promete trazer novos concorrentes, novos produtos, novas possibilidades de preços e, assim, ampliar o mercado segurador, já que as companhias de seguros poderão oferecer uma maior gama de produtos e serviços para os clientes.

Sandbox Regulatório

E as novidades não pararam por aí. Em 1º de outubro de 2019, a SUSEP também, em uma consulta pública, abriu uma minuta de normas com regras para participação em Projeto de Inovação – Sandbox Regulatório no Mercado de Seguros. As empresas ou startups aceitas no programa receberão uma autorização temporária da SUSEP para operar como seguradoras, podendo subscrever riscos de determinados ramos, sujeitos a algumas limitações.

O conceito de “Caixinha de Areia” é bem conhecido do mundo da inovação tecnológica: dentro dos limites estabelecidos, você pode desenhar livremente ou mesmo errar, para depois apagar e começar novamente – sendo um incentivador para os empreendedores na tomada de riscos e criação de inovação.

O objetivo da SUSEP é limitar o risco sistêmico, já que uma seguradora precisa ter capital para arcar com os sinistros na medida que eles ocorrem. Se uma seguradora falir, ela pode deixar muitos clientes desprotegidos. E a chance de uma startup desaparecer é muito alta: de cada dez empresas, seis fecham antes de completar 5 anos, de acordo com o IBGE.

MP da Liberdade Econômica e os seguros intermitentes

Outra iniciativa relevante é a aprovação da Lei n.º 13.874/19 (Medida Provisória da Liberdade Econômica) que, em conjunto com a Circular SUSEP 592, irá acelerar a criação de novos tipos de seguros ou até mesmo a customização total de novas coberturas. Agora, existe a possibilidade das seguradoras escreverem coberturas diferenciadas com maior segurança jurídica. Além de diminuir a intervenção do estado, a nova lei tratou da liberdade e da livre aceitação do contrato entre as partes, que os legisladores chamaram de “negócios jurídicos”, que possibilita menos participação do estado nos acordos de boa fé.

Os negócios jurídicos são conhecidos, por exemplo, como testamentos, contratos de compra e venda, de prestação de serviços e de aluguel, doações, apólices etc. Nesses acordos, as partes formalizam suas intenções e estabelecem as regras e as condições sob as quais os negócios deverão ser feitos.

A partir de agora, os chamados “clausulados de coberturas” das apólices de seguros poderão ser cada vez mais customizados pelas seguradoras, que poderão arriscar um pouco mais. Podemos começar a imaginar o mercado brasileiro de seguros cada vez mais próximo dos mercados mais maduros, como EUA e Europa, que possuem praticamente o dobro da penetração do PIB que temos por aqui.

*Por Fernando Steler, fundador e CEO da D1, empresa que viabiliza o processo de transformação digital para a construção de melhores jornadas de engajamento no envio de comunicações omnichannel entre corporações e suas bases de clientes. A plataforma funciona como um agregador de mensagens e um orquestrador de comunicações que não apenas otimiza custos, mas também aprimora a experiência do cliente final no processo.

Comércio ilegal de peças e segurança no trânsito são temas de seminário no RS 1068

Comércio ilegal de peças e segurança no trânsito são temas de seminário no RS

Encontro foi promovido pela Fenacor, Sincor-RS e Escola de Negócios e Seguros (ENS)

Na última terça-feira (12), o mercado gaúcho de seguros foi contemplado com um amplo debate sobre o comércio clandestino de autopeças, acidentologia e vitimização no trânsito. O encontro foi promovido pela Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), Sindicato dos Corretores do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) e Escola de Negócios e Seguros (ENS) e foi realizado no Salão Nobre da Federasul, em Porto Alegre (RS).

Um dos pontos centrais do evento foi a discussão sobre a efetiva implementação da Lei Federal 12.977/2014 – que regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores no Brasil. Segundo Carlos Alberto Valle, vice-presidente de Relações com o Mercado da Fenacor, o encontro foi importante para dimensionar as diversas questões relacionadas à segurança viária e de veículos automotores. “Sem o DPVAT, por exemplo, vamos precisar, cada vez mais, de laudos bem feitos. As pessoas precisarão ter muito mais responsabilidade, pois é preciso acordar que ninguém acionará um causador de acidente com o valor de R$ 13,500 – como previa o Seguro Obrigatório. A conta vai sair cara e só através de um seguro particular é que isso pode ser coberto”, explicou ao enfatizar que a introdução da Lei Seca foi de extrema importância para inibir uma série de delitos.

Segundo a Promotora de Justiça, Ana Cristina Petrucci, é muito importante incluir a sociedade na discussão deste tema. “Isso é necessário para que possamos melhorar esse panorama. As pessoas precisam voltar os olhos para a questão do trânsito e enxergar a relevância da segurança dele para cada um de nós”, enfatizou ao demonstrar que diariamente depara-se com a realidade dos acidentes de trânsito.

O combate ao comércio de peças irregulares é uma das prioridades do Departamento de Trânsito do Rio Grande do Sul (Detran-RS), segundo a Diretora Institucional, Diza Gonzaga, isso também auxilia na redução do número de sinistros. “O Detran-RS tem feito uma força-tarefa para que possamos tirar do mercado os antigos ‘ferros-velhos’. A educação, no entanto, é o pilar mais importante – pois é o que garantirá que em um futuro próximo nós teremos números bem menores de vítimas do trânsito. Através da conscientização nós vamos garantir em médio e longo prazo que nosso País vai sair do ranking da morte”, comenta.

Outro painel abordou a Lei do Desmonte. Participaram representantes dos órgãos de Segurança Pública do Rio Grande do Sul, do Comando do Policiamento Rodoviário da Brigada Militar, da Policia Rodoviária Federal, e outros.

Seminário sobre comércio ilegal de peças e segurança no trânsito no RS

Bradesco Seguros promove XIV Fórum da Longevidade 526

Bradesco Seguros promove XIV Fórum da Longevidade

Tema “Aprendizagem ao longo da vida” levanta questões importantes sobre as necessidades dos indivíduos para fazer frente ao aumento da expectativa e qualidade de vida

Durante o XIV Fórum da Longevidade, que aconteceu nesta terça-feira, em São Paulo, especialistas nacionais e internacionais no assunto discutem variados aspectos sobre esse tema tão importante para a economia e sociedade como um todo. O tema “Aprendizagem ao longo da vida” levanta questões importantes sobre as necessidades dos indivíduos para fazer frente ao aumento da expectativa e qualidade de vida na longevidade.

O primeiro painel, “Conhecimento”, discutiu a importância da aprendizagem permanente em todas as etapas da vida, com participação de Alessia Forti, economista da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que falou sobre as habilidades necessárias para atender às mudanças no mercado de trabalho e os desafios e oportunidades da atualização profissional de quem está envelhecendo. Christine O’Kelly, professora da Universidade de Dublin, Irlanda, propôs a discussão sobre as oportunidades de aprendizagem na maturidade e contou como abriu a AFU (Age Friendly University), voltada a alunos mais velhos, e como criou uma rede que reúne 58 instituições. Viviane Mosé, psicanalista e doutora em Filosofia, falou sobre a alegria de ser um eterno aprendiz.

O segundo painel, com o tema “Planejando a Longevidade”, contou com a participação Tim Driver, fundador da RetirementJobs.com, que reintroduziu mais de 200 mil profissionais maduros no mercado de trabalho norte-americano. Ele abordou os desafios e competências para os profissionais longevos, e falou sobre a importância do investimento na educação e atualização contínua dessas pessoas para que sejam inseridas ou reinseridas no mercado de trabalho. A médica geriatra Karla Giacomin, consultora da OMS (Organização Mundial da Saúde), fez refletir sobre como é possível melhorar o conhecimento de saúde, como comunicar de forma simples e acessível informações condizentes com a cultura e com a realidade de quem está vivendo, e ainda sobre a importância de melhorar a autonomia, a autoestima e o autocuidado dos longevos e de todos que ainda chegarão nessa fase da vida.

O painel contou também com a presença do economista e professor Marcos Silvestre, que falou sobre como aumentar a chance de ter prosperidade na longevidade. A resposta que ele apresentou para essa questão foi planejamento financeiro, criar uma reserva estratégica e estruturar um projeto de aposentadoria particular.

O médico Alexandre Kalache, presidente do Centro Internacional de Longevidade Brasil e consultor de longevidade do Grupo Bradesco Seguros mediou os debates e falou sobre o aprendizado ao longo da vida.

Argo Seguros reforça posição de empresa socialmente responsável e lança logotipo especial 647

Argo Seguros reforça posição de empresa socialmente responsável e lança logotipo especial

Companhia promove diversas iniciativas em relação ao tema

Mostrar sua preocupação e apoio com ações que causem impacto social. É com esse objetivo que a Argo Seguros lançou um selo exclusivo para todas as suas ações nessa área. Através deste logotipo, a companhia quer destacar seu posicionamento socialmente responsável para o mercado.

Com o nome de Argo Social no centro, a imagem é formada por oito pequenas velas náuticas, o símbolo da companhia. Já a sua forma circular tem relação com a união de todos, em prol de um único objetivo.

“A ideia da criação de um selo veio para reforçar a imagem da companhia junto aos seus colaboradores e parceiros em todas as ações sociais apoiadas pela companhia, que tem como foco não somente o resultado financeiro, mas também no impacto social e apoio”, destaca Newton Queiroz, CEO e presidente da Argo Seguros.

David Sousa é paraciclista / Divulgação
David Sousa é paraciclista / Divulgação

Entre as diversas iniciativas que a seguradora promove atualmente estão o projeto David Sousa, um paraciclista que tem o sonho de se tornar atleta profissional; e o apoio a Casa Ondina Lobo, uma instituição de longa permanência para idosos, sem fins lucrativos. Recentemente, uma campanha interna arrecadou 700 quilos de sabão em pó, o suficiente para abastecer a entidade pelos próximos três anos.

Ação do Outubro Rosa / Divulgação
Ação do Outubro Rosa / Divulgação

No mês passado, aconteceram ainda ações do Outubro Rosa, que visa conscientizar as mulheres quanto à importância da prevenção do câncer de mama e no colo do útero. Os colaboradores foram convidados a vestirem alguma peça rosa e, em paralelo, foi realizada uma aula de Auto Make (em parceria com a empresa Mary Kay) com todas as colaboradoras.

Anteriormente, em julho deste ano, a equipe já havia se mobilizado para arrecadar alimentos para a ONG Anjos da Cidade, entidade que realiza entregas semanalmente aos moradores de rua da capital paulista. Na ocasião, foram arrecadados exatos 1.576 mil quilos de diversos mantimentos, como arroz, feijão, macarrão, fubá e molho de tomate. O volume superou o esforço registrado ano passado, quando os colaboradores juntaram 1086 quilos de alimentos para a ONG Mãos Na Massa, que ajuda moradores de rua no centro da cidade.

Divulgação
Divulgação

“Aqui na Argo Seguros temos um histórico de excelente envolvimento dos nossos colaboradores em várias campanhas. Já arrecadamos lacres de latinhas, alimentos e de brinquedos. Recentemente, 30% da empresa participou de uma campanha de doação de sangue. É uma grande satisfação fazer parte desse time, que busca sempre ajudar e fazer a diferença na vida de alguém”, afirma Juliana Begnami, Head de RH.

Além de seu engajamento social, a Argo Seguros é reconhecida também por seu diferencial tecnológico e inovador, com posição de destaque em ramos de Transportes, RC Profissional, Bike e D&O.

Maior evento do mercado de seguros de transporte, Expo CIST reunirá mais de mil pessoas 801

Maior evento do mercado de seguros de transporte, Expo CIST reunirá mais de mil pessoas

Encontro anual tem como objetivo o desenvolvimento dos profissionais e mercado de riscos, seguros e transportes de carga

O Expo CIST, o maior evento do mercado de seguros de transporte brasileiro e latino-americano, acontecerá no dia 27 de novembro, no Hotel Sheraton WTC, em São Paulo. Promovido pelo Clube Internacional de Seguros de Transportes (CIST), o encontro anual tem como objetivo o desenvolvimento dos profissionais e mercado de riscos, seguros e transportes de carga.

Em sua 7ª edição, o encontro deve reunir mais de mil visitantes, entre representantes de corretoras, seguradoras, resseguradoras, embarcadores, transportadores, operadores logísticos, além de prestadores de serviços relacionados ao setor, como consultorias em gestão de riscos, agentes de carga, consultoria jurídica, gerenciamento de carga, regulação de sinistros, entre outros.

Entre os palestrantes desta edição estarão Marcio Coriolano, presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg); Luiz Rabi, economista-chefe da Serasa Experian; Acácio Queiroz, ex-presidente, CEO e COO de várias companhias de seguros no Brasil e na América Latina; Mauro Arcucci, diretor Geral da Barbuss Global; e o futurista, empreendedor, educador e autor, Tiago Mattos.

O primeiro painel do dia abordará o tema “Economia – Cenário Nacional e Internacional e Internacional e perspectivas para o mercado de seguros” e terá como palestrantes Luiz Rabi e Marcio Coriolano. “Fábrica de Líderes Resumo” será o tema do segundo painel, ministrado por Acácio Queiroz. Ele debaterá temas relacionados à liderança e a importância da motivação em nossas vidas e profissões, por meio de práticas imersivas junto aos convidados e participantes.

O terceiro painel será sobre “Avaria Grossa, perspectivas na América Latina” e terá como palestrante Mauro Arcucci, da Barbuss Global. Encerrando o dia, o futurista Tiago Mattos abordará “O Futuro do Trabalho, Impacto nas Novas Tecnologias e Pensamento Digital”, trazendo temas voltados às relações de trabalho e o futuro, fazendo uso da inovação e de práticas de aprendizado imersivo.

O evento também contará com quatro oficinas. Na Sala I haverá apresentações da Associação Latino Americana de Subscrição de Transportes (Alsum); enquanto a Sala II abrigará a Associação das Mulheres do Mercado de Seguros / WISTA (AMMS).

A 7ª edição do Expo CIST conta com patrocinio da Associação Brasileira de Gerenciamento de Risco (ABGR); Argo Seguros; AXA XL; Buonny; Gertran; Golden Sat; Grupo Apisul; Grupo Fox; Guep Technology; IRB Brasil RE; Moraes Velleda; Munich Re; Opetench; Porto Seguro; RTS; Sascar; Seguros Sura; Servis; Sompo Seguros; Tokio Marine; Trade Vale; Trucks Control; e Where Is My Cargo.

Serviço: 7º Congresso Expo CIST

Data: 27 novembro de 2019
Horário: das 8h às 18h
Local: Hotel Sheraton WTC
Endereço: Av. das Nações Unidas nº 12.551 – São Paulo/SP
Inscrições: para sócios – R$ 500, com 30% de desconto até o dia 15/11
Para não-sócios – R$ 600, com 20% de desconto até o dia 15/11
Mais informações: neste endereço.

Alexandre Camillo: O Brasil em 1ª instância 3227

Alexandre Camillo: O Brasil em 1ª instância

Confira artigo do presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo

Ao entendermos o significado do substantivo feminino instância, compreendemos a razão de termos hoje um Brasil em 1ª instância. Então, vejamos:

“Instância é a qualidade do que é inevitável e iminente, ou seja, que está propício a acontecer a qualquer momento ou algo que está próximo de ocorrer.

O substantivo instância ainda pode ser referente ao que é feito de modo perseverante e persistente, como a solicitação de algo com veemência, firmeza e empenho.”

Grande parte da sociedade está indignada com a última decisão do STF (Superior Tribunal Federal) com relação ao fim do cumprimento da pena já em “2ª instância”.

Os debates estão acalorados e, mais uma vez, polarizando a maioria lúcida e cumpridora de seus deveres, contra aqueles cujas condutas e hábitos de vida são exatamente o oposto.

Portanto, pretendo me dirigir àqueles que, feito eu, têm valores e princípios enraizados em seus “eus”, que não se abalam, nem muito menos se deixam levar ou mudar por aqueles que buscam, por meio de atos que afrontam as leis e a moral, e sua pretensão de demonstrar que estes atos são o “atalho” para a conquista de riquezas e poder.

Felizmente, a sociedade, de forma geral, é suficientemente bem formada por orientações trazidas do seio de suas famílias, da educação recebida por pais, avós, que durante nossas infâncias nos transmitiram exemplos de vitórias e progressos pautados em lutas limpas e dignas, que se transformaram em histórias das quais nos orgulhamos de contar às gerações sucessoras em cada encontro, reuniões de família e amigos.

É por isso que acredito que o Brasil está em “1ª instância”. Como vimos, instância é “a qualidade do que é inevitável e iminente, aquilo está propício a acontecer a qualquer momento ou algo que está próximo de ocorrer.”

Ou seja, se não desanimarmos, não desistirmos, muito menos nos afastarmos dos princípios éticos, é inevitável, iminente e próximo de acontecer o reencontro do Brasil com o que é certo, justo, perfeito a toda a sociedade e a todos nós, brasileiros.

Há pouco mais de um ano, de forma cívica e democrática, tivemos a oportunidade de escolher qual caminho queremos trilhar. Escolhemos quem seriam aqueles que, com suas intenções, caráteres e valores pessoais, desejávamos que conduzissem os rumos da nação, e assim está sendo.

Os resultados não têm como ser imediatos e nem podemos exigir isso, ainda mais com tantas situações a serem acertadas, tais como reformas, orçamentos etc. Aliás, imediatismo é a porta ao populismo, à mentira, àqueles que pregam o que vão fazer e nada fazem de fato.

Não desistamos, o Brasil pede passagem para trilhar o seu futuro de desenvolvimento pautado no respeito a este nosso povo, com tantas histórias de lutas e dignidade transmitidas de geração a geração entre nossas famílias.

Não é hora para polarizar, isto é tolice. É hora de nos mantermos fiéis aos nossos costumes de correção, honestidade e respeito ao próximo, esta é a melhor e verdadeira resposta a tudo e a todos.

Sejamos fortes, que o Brasil da 1ª instância irá prevalecer, porque é isso o que nós, a sociedade do bem, queremos e buscamos!

*Por Alexandre Camillo, cidadão que, como muitos, não quer desistir do orgulho de ser brasileiro!