Revista Especial: Noite memorável marca o 17º Troféu JRS 105034

Veja lista completa dos reconhecimentos e imagens exclusivas da grande festa do seguro

Uma noite mágica marcou os convidados do Troféu JRS 2019, no dia 25 de outubro. A Casa Vetro, em Porto Alegre (RS), foi o cenário de momentos inesquecíveis, em que os destaques do mercado brasileiro de seguros no último ano foram enaltecidos.

O encontro aconteceu quase dois meses após o falecimento de Jota Carvalho, fundador do JRS, e ratificou o compromisso da empresa para com o segmento de seguros. “Hoje faz 56 dias que o JRS, em seus 19 anos de existência, vive o seu momento mais desafiador. Me lembro muito bem daquele 30 de agosto. Minha mãe e diretora executiva da empresa, me disse: Vocês têm que pensar em tudo que ele gostaria que fosse feito. E vejam que sorte a nossa: o que ele gostaria, também é o que nós gostaríamos que fosse realizado”, lembrou a editora-chefe Júlia Senna durante a ocasião.

Sob a premissa de Carvalho, de que “ninguém faz nada sozinho”, a equipe reforçou que continuará cumprindo a missão de comunicar com a mesma energia do fundador. “Nesses dois meses, nós reforçamos o nosso compromisso com milhares de leitores e espectadores da Revista e do Newsletter JRS, do Portal JRS.digital e do programa Seguro Sem Mistério. Nestes 19 anos, atingimos mais de um milhão de pessoas com nossas plataformas. E continuaremos lembrando aos nossos parceiros, tanto da redação Porto Alegre quanto da redação São Paulo, a nossa missão de auxiliar na difusão
da cultura do seguro Brasil a fora e auxiliar os operadores do mercado através da produção de conteúdo”, destacou. “E não pretendemos parar por aí. Me cobrem: O ano de 2020 reserva novidades para continuarmos todos juntos no propósito de mostrar a grandeza do mercado de seguros”, acrescentou.

A décima sétima edição do encontro, tradicional pela qualidade e comparecimento efetivo do mercado, foi protegida através de apólices de seguro da Berkley Brasil Seguros e do MBM Seguro de Pessoas. Além disso, o Troféu JRS é o resultado da mobilização do mercado de seguros e, para a sua realização, o JRS contou com o importante patrocínio das seguintes empresas: Patrocinadores Ouro – Bradesco Seguros, HDI Seguros, Icatu, Mapfre, MBM Seguro de Pessoas, Omint, Previsul e SulAmérica; Patrocinadores Prata – Aspecir Previdência, União Seguradora, Caixa Seguradora Odonto, GBOEX, Grupo Life Brasil e Sancor; Patrocinadores Bronze – Berkley Brasil Seguros, EDR, Expermed, Gente Seguradora, Ikê Assistência, KSA Corretora de Seguros, Rede Lojacorr, Neo Executiva, Porto Seguro, Ramos Assessoria, Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul, Somar Clube de Seguros, Sompo, Status Consultoria, Seguros Sura, Sultec Vistorias e Velox Contact Center.

Seguros Sura traz seguro sob demanda 100% digital 460

Modalidade de contratação inédita no país visa atender o novo comportamento do consumidor 

Em meio à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, a Seguros Sura, uma das maiores seguradoras da América Latina, acelerou o desenvolvimento de um modelo de negócio inédito no Brasil: o seguro sob demanda.

Mesmo antes da pandemia, a Sura já vinha estudando o comportamento do consumidor brasileiro. Buscando formas de oferecer a melhor experiência para um novo perfil de clientes, a seguradora traz para o mercado um modelo de negócios inovador que oferece ao consumidor a possibilidade de comprar e fazer a gestão do produto de seguro a qualquer momento, de forma digital e flexível e pelo tempo que precisar, por meio de canais de distribuição como instituições financeiras, bancos, empresas de varejo e plataformas digitais.

Para viabilizar este modelo e disponibilizá-lo para o mercado brasileiro, a SURA firmou uma parceria exclusiva com a Trov, empresa líder em tecnologia para o mercado de seguros e que tem expertise global em plataforma de seguros sob demanda. “Encontramos na Trov a expertise necessária e especializada para oferecer uma experiência diferenciada para o consumidor, com plataforma flexível, de fácil navegação e integração, que nos permite pensar na escalabilidade do negócio”, comenta Thomas Batt, CEO da Seguros Sura.

Outro ponto identificado pela Sura em pesquisas e observação do mercado, é que alguns consumidores de seguros têm a percepção de que a contratação convencional faz com que paguem por períodos que não necessitam. O seguro sob demanda atende exatamente a essa questão, pois permite a aquisição de uma cobertura temporária, contratada por um período que o cliente precisar, mais flexível e transparente para o consumidor. “Estamos trazendo para o mercado soluções que visam atender as necessidades de Mobilidade e Conectividade em que o cliente define o produto, as coberturas e limites que melhor atendam às suas necessidades, e faz tudo de maneira 100% digital. Além disso, a plataforma permitirá o cliente passar pela experiência e conveniência de fazer o processo de sinistro digital.”, explica Marcelo Biasoli, Diretor de Estratégia Corporativa e Marketing da Seguros Sura.

O formato de comercialização projetado pela Sura é inédito no Brasil. A contratação do seguro sob demanda poderá ser feita por meio de canais de distribuição, a partir de parcerias com instituições que sejam relevantes em seu mercado de atuação e possuam modelos de negócios escaláveis, como instituições financeiras, bancos digitais, plataformas digitais, empresas de varejo e segmento de utilities, como telefonia, por exemplo. “Acreditamos neste modelo de distribuição pela experiência que temos na gestão destes canais e pela agilidade que trará para que o produto chegue ao consumidor, por meios que ele já está habituado a utilizar, com flexibilidade e conveniência. É uma proposta de valor diferenciada para os canais de distribuição”, comenta Cristiano Saab, VP de Vendas, Canais e Subscrição da Seguros Sura.

O modelo traz vantagens para os parceiros que têm oportunidade de ampliação de seus negócios e suas receitas. Uma startup de entregas, por exemplo, pode passar a oferecer seguro sob demanda para equipamentos eletrônicos, para uma bicicleta, para diversos itens de acordo com o que for mais estratégico para o negócio. “Como a Sura já tem expertise no desenvolvimento de soluções focadas em pessoas e empresas, a escolha do produto a ser segurado vai depender dos parceiros de negócio e das necessidades de seus clientes”, explica Cristiano.

A Sura acredita que o seguro sob demanda impulsionará o desenvolvimento do mercado securitário no país. “Esse novo modelo vai atrair novos consumidores de seguros e contribuirá com o aumento da participação de seguros no PIB do Brasil, que hoje está no patamar de 4%. Além disso, gera oportunidade de negócios para o desenvolvimento do mercado”, afirma Biasoli.

“Nós estamos genuinamente animados com a parceria da tecnologia de seguros sob demanda da Trov com a Sura, empresa com sucesso comprovado no setor de seguros, a fim de atender as necessidades crescentes deste mercado, no Brasil. Juntos, esperamos lançar muitas inovações em seguros na América Latina”, diz Scott Walchek, CEO da Trov.

A Sura espera fechar parcerias com pelo menos três canais de distribuição nos próximos doze meses e quer atingir um mercado que ainda não consome seguros no Brasil e que está mudando seu perfil de consumo.

Unisincor discute proteção do seguro para risco ambiental 451

Evento online contou com a participação da Conhecer Seguros

A Universidade Corporativa Sincor (Unisincor) e a Conhecer Seguros promoveram webinar para abordar o seguro ambiental no Brasil, ramo ainda pouco explorado. O tema foi debatido pelos especialistas Walter Polido, Fábio Barreto e Nathália Gallinari.

Na abertura do encontro, Polido fez uma retrospectiva histórica do ramo, apresentando os modelos internacionais, seu desenvolvimento no Brasil e os diversos movimentos que buscam tornar o seguro ambiental obrigatório. Sobre este último tópico, o especialista ressaltou sua posição contrária à obrigatoriedade. “Muitos falam a favor de tornar o seguro ambiental obrigatório, mas sabemos que determinados riscos não são aceitos pelas seguradoras, ainda mais em um País cheio de desigualdades e com diversas situações preexistentes corriqueiras”.

Polido deu como exemplo o modelo adotado pela Europa, que colocou como obrigatória a apresentação de alguma garantia, entre elas, o seguro. “Esse é o modelo mais moderno e democrático, já que traz um caráter opcional. Observamos que, toda vez que ocorre um sinistro no Brasil, surgem novos projetos de lei para tornar o seguro obrigatório, mas da mesma maneira que eles surgem, acabam morrendo. Isso porque não apresentam uma discussão madura, ouvindo as partes, principalmente as seguradoras, que são as tomadoras dos riscos”, apontou. Por fim, Polido lembrou da importância de o corretor de seguros analisar as situações e apresentar propostas de solução para os riscos ambientais dos seus clientes, sendo este o papel central da sua atividade.

Falando sobre as coberturas do seguro ambiental, Barreto dividiu em três pilares: o segurado, as reclamações relacionadas a terceiros e a compensação dos danos. O professor da Unisincor também exemplificou clientes em potencial, como indústrias, shoppings centers e empresas focadas em gerenciamento de resíduos. “O ramo é complexo e técnico para se trabalhar, não abre margem para erro ou aventura. Os sinistros não acontecem corriqueiramente, mas quando surgem, trazem como característica principal a severidade”, destacou Barreto.

Pensando no corretor de seguros, Barreto reforçou a parceria das seguradoras em auxiliar no momento da oferta ao cliente em potencial. “O seguro ambiental não é fácil de ser vendido, isso porque o segurado não enxerga sua exposição ao risco. Por isso, como segurador posso dizer que ajudamos o corretor nessa abordagem de vendas, para materializar o dano e tornar os riscos mais perceptíveis ao cliente”.

Já a especialista Nathália Gallinari abordou questões de infraestrutura, exemplificando riscos mais tratados pelas companhias. “Podemos falar sobre escavações, pavimentações e obras em geral que podem gerar poluição atmosférica, assoreamento de rios, liberação de produtos tóxicos no ambiente, cujo processo de descontaminação é bastante complexo”.

Nathália também mencionou as modalidades de produtos e setores com alta na demanda pelo seguro. “Em geral, existe uma flexibilidade para estabelecer apólices de acordo com a realidade do segurado. Em relação ao crescimento na procura, o segmento que mais tem contratado é o setor energético, como também portos, tanto na construção de novos como em dragagens”.

O tema da live “O Seguro Ambiental como Instrumento de Garantia Econômica” será ofertado, em breve, no formato de curso online pela Unisincor.

Sociedade pode enviar sugestões para a Susep 477

Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros

Sociedade pode enviar sugestões para modelo que visa aplicação proporcional das regras prudenciais. Iniciativa busca redução de custos para o setor de seguros, aumento de eficiência do regulador e benefícios ao consumidor com mais concorrência e melhores preços

Nesta segunda-feira (25), a Superintendência de Seguros Privados (Susep) colocou em consulta pública, propostas para aplicação proporcional das regras prudenciais, de acordo com o porte e a complexidade das empresas do setor. As medidas sugerem alteração na resolução 321/2015, do CNSP, e na circular Susep 517/2015, para adequação de requisitos como prazo e modelos de envio de informações.

Há ainda a redução do capital-base para supervisionadas de menor porte e complexidade, que ficaria entre R$ 3,6 milhões e R$ 8,1 milhões, de acordo com o segmento de cada organização. Com a iniciativa, a autarquia visa promover ganhos de custo operacional para o setor e mais eficiência na supervisão. De acordo com a Susep, a medida beneficiará o mercado consumidor de seguros com melhores preços e mais concorrência.

A superintendência afirmou ainda que este é mais um passo na discussão com a sociedade dos modelos para a segmentação do mercado de seguros, evolução e modernização do setor no Brasil.

A íntegra do normativo pode ser acessada pelo link http://www.in.gov.br/en/web/dou/-/edital-de-consulta-publica-n-9/2020-258324492.

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 706

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.

FenSeg: o atual momento do seguro rural no Brasil 537

“O dólar mais elevado ajuda na remuneração dos agricultores e também o setor de seguro rural”

Entrevista com Joaquim Neto, presidente da Comissão de Seguro Rural da FenSeg. Ele destaca que esse tipo de apólice é distribuída em áreas mais distantes dos grandes centros urbanos com menor concentração de pessoas. Em seu cotidiano, já tomam todos os cuidados com limpeza para desinfecção, como utilização de luvas e máscaras. “São rotina sanitárias comuns, até mesmo pela natureza de sua atividade. Por isso, acreditamos numa incidência reduzida de casos de Covid-19 e, com isso, não há paralisação da atividades no campo”, explica.

As carteiras de frutas, hortaliças e flores foram as mais impactadas por conta do fechamento de feiras livres, restaurantes e hotéis. Contudo, a produção de grãos teve aumento de safra com recordes. A maioria destes produtos é direcionada à exportação. Com o dólar mais elevado, isso ajuda a remuneração dos agricultores e também o setor de seguro rural.

“Quanto às contratações mais frequentes pelos agropecuaristas, há a soja para a safra de verão e o milho no inverno. São a seca e o excesso de chuvas que preocupam os agricultores”, finaliza Joaquim Neto. Para acessar a matéria que foi ao ar na Rádio CNSeg, basta acessar o link: http://radio.cnseg.org.br/radiocnseg/programas/conheca-os-seguros-gerais-perspectivas-seguro-rural-durante-pandemia-coronavirus/