Corretoras de seguros estão entre os alvos preferidos de ataques virtuais 817

Corretoras de seguros estão entre os alvos preferidos de ataques virtuais

Seminário organizado pela APTS com apoio da ENS, trará orientações do especialista Claudio Macedo Pinto para as empresas de corretagem se defenderem

É um erro imaginar que apenas grandes empresas são alvo de ataques virtuais. Pesquisas indicam que as pequenas e médias empresas são as mais visadas pelos hackers, justamente porque não acreditam nesse risco. O problema é que pelo menos 20% não resistem e quebram. Nesse universo PME, muitas corretoras de seguros têm sido vítimas constantes de cibercriminosos.

Como as corretoras podem se defender? Este é um dos assuntos que o especialista em riscos cibernéticos Cláudio Macedo Pinto, fundador da corretora de seguros Clamapi Seguros Cibernéticos, apresentará no seminário “LGPD na prática e Soluções para Cybers Risks”. O evento, promovido pela APTS e a ENS, será realizado no dia 21 de novembro, das 8h30 às 13h, no auditório da ENS, na Rua Augusta, 1.600, Consolação, São Paulo (SP).

“Qualquer empresa, seja qual for o tamanho, corre o risco de ser atacada por hackers e sofrer prejuízos incalculáveis”, diz o especialista. No evento, ele orientará as corretoras de seguros sobre como investirem em segurança da informação, treinamento de funcionários e na contratação de seguro. Aliás, parte da palestra será dedicada a ensinar as corretoras a não apenas se defenderem como também aproveitarem a oportunidade de comercializar seguros para riscos cibernéticos.

No campo das oportunidades para os corretores, o especialista responderá as seguintes questões: Como se preparar para vender o seguro de Responsabilidade Civil Cibernética e de Proteção de Dados? Quais são as principais características deste seguro (coberturas, exclusões e perda de direitos)? Como agir em caso de sinistro? Por que há resistência no mercado para a contratação do seguro cibernético?

Cláudio Macedo ainda fornecerá argumentos de venda para ajudar na comercialização do produto. “O objetivo da palestra é conscientizar os corretores sobre os riscos para a sua empresa, além de mostrar o potencial de comercialização do seguro para risco cibernético, que poderá trazer novas receitas para a corretora”, diz.

O evento também contará com a participação do “hacker do bem”, João Lucas Brasio, Diretor da Elytron Security, para falar sobre cibercrime, e do especialista em tecnologia, Marcos Nehme, CTO Field & Director, Latin America & Caribbean da RSA, para tratar de segurança cibernética.

Programe-se

LGPD na prática e Soluções para Cyber Risks
Data e horário: 21 de novembro de 2019 – das 8h30 às 13h
Local: Rua Augusta, 1.600, Consolação, S. Paulo (SP)
Programa completo e inscrições no site da ENS: clique aqui
Evento gratuito, mediante a doação de 2 quilos de alimentos não perecíveis ou a doação voluntária de R$ 18,00 (cartão de crédito ou débito) para ONG Vivenda da Criança. Informações: apts@apts.org.br

Tecnologia transforma experiência de usuários e corretores no setor de seguros 595

Henrique Mazieiro é CEO e sócio-fundador do Grupo Planetun

Confira artigo assinado por Henrique Mazieiro, CEO do Grupo Planetun

Não é novidade que a tecnologia vem transformando o mercado e criando novas oportunidades de negócio. Hoje, a transformação digital já é uma realidade em todos os setores e, atentas a essas oportunidades, muitas empresas inovadoras vem surgindo para oferecer novas soluções e mudar a forma como consumimos.

No mercado segurador este cenário não é diferente. Segundo dados de 2018 da Câmara-e.net, o Brasil já conta com 78 insurtechs, sendo 64% focadas em negócios B2B, 28% em B2C e 8% em B2B2C. Essas startups têm como foco principal melhorar os processos do setor, tanto para as seguradoras quanto para os clientes.

Mesmo historicamente considerado um segmento tradicional, o mercado de seguros ainda tem um vasto potencial de crescimento e, consequentemente, de inovação. Falando apenas do seguro automotivo, que ainda é o mais utilizado, 70% dos veículos ou cerca de 30 milhões de automóveis ainda circulam sem cobertura, de acordo com a Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais (CNseg).

Além das empresas, quem também vai se beneficiar com esse crescimento daqui para frente são os corretores de seguros. Com o desenvolvimento do mercado, esses profissionais poderão incrementar seus negócios, principalmente contando com as inovações cada vez mais trazidas pelas insurtechs.

Ainda hoje muitos usuários e seguradoras enfrentam problemas no processo de inspeção e contratação de seguro. Essas dificuldades incluem não só burocracia, mas também deslocamento e espera, que demandam tempo e custo desnecessários. A saída para mudar esse panorama é justamente o investimento em tecnologia. Aplicativos, inteligência artificial, chatbots, reconhecimento de imagem, entre muitas outras ferramentas disponíveis, entregam uma nova experiência ao usuário: mais simples, ágil e prática.

Além disso, a possibilidade analisar dados em tempo real permite oferecer produtos personalizados, que beneficiam ainda mais os clientes e ainda transformam seu comportamento de consumo. Nesse processo, a participação dos usuários e das seguradoras também é de extrema importância para o desenvolvimento de soluções ainda mais disruptivas e eficientes.

Essa transformação não atinge apenas os clientes, mas também os profissionais da área, que agora passam a contar com um novo tipo de expertise, que inclui a tomada de decisão baseada em dados tecnológicos. Por prestar consultoria, o corretor pode ser o caminho para as inovações do mercado, já que a experiência do usuário é um fator chave para o sucesso.

Com essa “corrida” digital, os consumidores também estão cada vez mais seletivos e em busca de maior qualidade nos serviços que utilizam, o que também muda a atuação do corretor. Agora, esse profissional deve estar mais preparado para atender essas novas exigências e saber usar a tecnologia a seu favor para entregar a melhor experiência para os seus clientes. Ou seja, é o momento ideal para o mercado de seguros se desenvolver, aliando a expertise dos corretores à inovação das insurtechs.

E quem demanda esse ritmo de evolução é o próprio cliente. É justamente pelo aumento do uso das novas soluções e aplicativos pelas pessoas que as insurtechs e outras empresas de tecnologia conseguem aprimorar suas ferramentas. Com esses feedbacks é possível melhorar a usabilidade, tornando todo o processo mais intuitivo.

Hoje, os segurados já conseguem fazer quase tudo por meio do smartphone! Desde a vistoria do automóvel até a finalização da contratação do seguro. Tudo isso com praticidade e o mais importante: segurança.

E engana-se quem pensa que essas soluções são voltadas apenas para o seguro automotivo. Pelo contrário, a tecnologia já está presente em diversos outros ramos, como residência, previdência, comércio, equipamentos, entre outros. O futuro agora é entregar uma experiência de consumo única para os usuários! Em pouco tempo, as seguradoras estarão presentes apenas dentro do celular.

*Henrique Mazieiro é sócio-fundador e CEO da Planetun, insurtech que desenvolve soluções disruptivas para o mercado de seguros e automotivo.

Brasilseg é a seguradora mais sustentável do Brasil, segundo Guia Exame 953

Brasilseg é a seguradora mais sustentável do Brasil, segundo Guia Exame

Empresa é destaque entre as instituições financeiras mais comprometidas com os temas sociais, ambientais de governança

O compromisso com as questões sustentáveis e a fidelidade a esse tema garantiram a Brasilseg, empresa da BB Seguros, destaque na edição 2019 do Guia Exame de Sustentabilidade, considerado o mais respeitado levantamento sobre o desenvolvimento sustentável do país. Considerada a seguradora mais sustentável do Brasil entre as instituições financeiras avaliadas pela revista, a companhia alinhou seus projetos internos aos protocolos dos quais é signatária para cumprir, na prática, a sua missão de proteger as pessoas e respeitar temas sociais, ambientais de governança.

A empresa não faz seguro para áreas que possam degradar o meio ambiente ou violem reservas ambientais e também não faz negócios com empresas que usem mão-de-obra escrava ou infantil.

Para diminuir o impacto ambiental, a companhia substituiu as antigas apólices de papel enviadas aos segurados por um kit totalmente digital, reduzindo em 2,7 milhões o número de emissão de folhas impressas nos primeiros meses deste ano, e também deixou de imprimir 2,4 milhões de cartões fabricados em PVC, material que demora 60 anos para se decompor na natureza.

Ainda visando reduzir os resíduos, os colaboradores deixaram de usar copos plásticos (que agora são de papel) o que, até o final do ano, representará economia de 300 mil copos. Além disso, a companhia oferece os serviços de descarte inteligente de móveis, equipamentos eletrônicos e eletrodomésticos segurados para posterior descarte seguindo as práticas de sustentabilidade e normas vigentes.

“Somos muito preocupados com a sustentabilidade e contribuímos para alavancar esse tema na indústria. Somos, por exemplo, especialistas em avaliação de riscos e proteção e atuamos decisivamente na preservação da saúde financeira de empresas ou na regulamentação de práticas sustentáveis quando seguramos ou não uma determinada área. Fomentamos a cultura de seguros, que é essencialmente uma cultura de sustentabilidade. Tudo isso não pode prescindir das melhores práticas para que haja equilíbrio na atuação da empresa, na remuneração de acionistas, mas também nas possibilidades de inclusão e promoção da diversidade, pontos essenciais da sustentabilidade empresarial”, afirma Fernando Barbosa, CEO da Brasilseg.

O levantamento desta edição do Guia Exame mostra que as ações de sustentabilidade continuam ganhando corpo e relevância entre as empresas que, neste ranking, somaram 77, dividas em 19 setores da economia. Também foram eleitos os destaques em 10 categorias temáticas (Mudanças Climáticas, Direitos Humanos; Governança da Sustentabilidade; Relações com a Comunidade, Gestão de Fornecedores, Gestão da Água; Gestão da Biodiversidade; Gestão de Resíduos; Mudanças Climáticas, Ética e Transparência), além da empresa mais sustentável do ano.

ANS repassou R$ 522,31 milhões ao SUS no primeiro semestre de 2019 363

ANS repassou R$ 522,31 milhões ao SUS no primeiro semestre de 2019

Valor total ultrapassa os R$ 3,37 bilhões até junho

No primeiro semestre de 2019, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fez o repasse de R$ 522,31 milhões ao Sistema Único de Saúde (SUS), confirmando a tendência de crescimento que vem sendo alcançada ano a ano. O valor total repassado ao Fundo Nacional de Saúde através do ressarcimento, desde a criação da ANS, em 2000, chegou a R$ 3,37 bilhões até junho. Somente em 2018, foram R$ 783,38 milhões encaminhados.

As informações completas com os dados do semestre estão na 8ª edição do Boletim Informativo – Utilização do Sistema Único de Saúde por Beneficiários de Planos de Saúde e Ressarcimento ao SUS, disponibilizado pela ANS nesta quinta-feira (21 de novembro).

A publicação, que tem periodicidade semestral, possui informações sobre a identificação dos beneficiários de planos de saúde na utilização do SUS, a situação dos processos administrativos, o detalhamento da cobrança, o pagamento realizado pelas operadoras, o valor repassado ao Fundo Nacional de Saúde, os montantes inscritos em Dívida Ativa, os débitos encaminhados para o CADIN e os depósitos judiciais feitos pelas operadoras.

Cobranças às operadoras também aumentam

Desde o início do ressarcimento ao SUS, a ANS cobrou das operadoras de planos de saúde R$ 5,03 bilhões, que equivalem a mais de 3,29 milhões de atendimentos realizados no SUS, sendo que, deste valor, R$ 3,56 bilhões foram cobrados entre 2013 e 2018, e R$ 1,02 bilhão somente no ano de 2018. Os dados referentes ao primeiro semestre de 2019, período no qual R$ 702,25 milhões já foram cobrados, apontam para a superação dos números de 2018, caso o padrão observado seja mantido no segundo semestre.

Transplantes de rim, tratamentos de doenças bacterianas e cirurgias múltiplas destacam-se pelos maiores valores cobrados no grupo das internações, enquanto hemodiálise, manutenção e acompanhamento de paciente em DPA e hormonioterapia de adenocarcinoma de próstata avançado destacam-se pelos maiores valores cobrados entre os atendimentos ambulatoriais de média e alta complexidade.

Em relação ao local de ocorrência, São Paulo possui número de atendimentos cobrados com Guia de Recolhimento da União (GRU) muito superior aos demais estados, cerca de três vezes aquele observado para o estado de Minas Gerais, segundo colocado na ordenação por casos.

Dívida Ativa

Quando a operadora de plano de saúde não efetua voluntariamente o pagamento dos valores apurados, ela é inscrita na dívida ativa e no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (CADIN), bem como fica sujeita à cobrança judicial.

Historicamente, o ressarcimento ao SUS já encaminhou para inscrição em Dívida Ativa R$ 1,02 bilhão, dos quais R$ 471,88 milhões no período de 2015 a 2019. Em 2019, o valor encaminhado chegou a R$ 51,75 milhões no primeiro semestre.

É importante lembrar que, a partir da publicação do Decreto nº 9.194, de 7 de novembro de 2017, passou-se a respeitar o prazo de pelo menos 90 dias após o vencimento do débito para executar-se o encaminhamento para inscrição em dívida ativa, o que gerou impacto sobre o total encaminhado no último ano. Além disso, com a maior assertividade dos casos notificados, qualificação das análises de impugnações e recursos e a atuação da Gerência de Integração e Ressarcimento ao SUS (GEIRS) sobre o relacionamento e orientação das operadoras, espera-se reduzir a necessidade desse encaminhamento, com o incremento dos pagamentos voluntários, realizados no âmbito do processo administrativo de ressarcimento ao SUS.

Confira aqui a 8ª edição do Boletim Informativo – Utilização do Sistema Único de Saúde por Beneficiários de Planos de Saúde e Ressarcimento ao SUS.

Apresentador Gugu em estado grave na UTI 5236

Apresentador Gugu em estado grave na UTI

Boletim médico deve ser divulgado nesta sexta-feira

O apresentador Augusto Liberato, 60 anos, está internado em estado grave em uma Unidade de Terapia Intensiva – em um hospital na Flórida. Gugu se machucou após uma queda de aproximadamente 4 metros em sua residência nos EUA.

A assessoria de imprensa do comunicador afirma que são “inverídicas as informações que circulam sobre uma suposta morte de Gugu Liberato”. Os familiares do contratado da Record TV, inclusive a mãe de Gugu – que tem 90 anos, foram pessoalmente conversar com os médicos em solo americano.

Um boletim médico com maiores detalhes sobre o estado de saúde de Augusto Liberato deve ser divulgado na manhã desta sexta-feira.

Carlos Eduardo Sarkovas é o novo diretor comercial da It’sSeg 1097

Carlos Eduardo Sarkovas é o novo diretor comercial da It’sSeg

Executivo tem amplo relacionamento com o mercado de segurador e acumula 18 anos de experiência

A It’sSeg, uma das maiores corretoras de seguros do país especializada em gestão de benefícios, anuncia Carlos Eduardo Sarkovas como novo diretor comercial corporativo. O executivo tem amplo relacionamento com o mercado de segurador e acumula18 anos de experiência.

“Fico muito feliz com a chegada do Cadu, que por meio da sua experiência, energia e seu comprometimento de fazer acontecer, irá nos ajudar trilhar nosso caminho de forma mais rápida, mais assertiva e segura”, diz Thomaz Menezes, presidente da companhia.

Cadu, como é conhecido no mercado, será responsável pela área de vendas de benefícios e ramos elementares corporativo, respondendo diretamente a Thomaz Menezes. “Pretendo aproveitar as oportunidades que uma empresa como a It’sSeg tem, nos seus vários segmentos de atuação. É gratificante poder fazer parte dessa empresa, que busca inovar e trazer soluções diferentes para o mercado de consultoria de benefícios”, revela. O executivo terá o desafio de contribuir com o objetivo da empresa de dobrar de tamanho nos próximos três anos.