Sharecare apresenta 5 maneiras de inovação tecnológica para contribuir com a gestão de saúde 686

Sharecare apresenta 5 maneiras de inovação tecnológica para contribuir com a gestão de saúde

Ideia é buscar soluções que otimizem processos e promovam a competitividade

O total de beneficiários de planos de saúde diminuiu 0,3% entre julho de 2018 e o mesmo mês de 2019. O índice parece baixo, mas representa 133,3 mil vínculos. O motivo é o mesmo desde 2014: a crise. O cenário fez com que fossem perdidos mais de três milhões de usuários desde então. Como mudar o cenário? A resposta é: por meio da inovação tecnológica.

A ideia é buscar soluções que otimizem a gestão em saúde. Para fazer isso, a inovação é o caminho necessário. Essa é uma forma de atentar às modificações ocorridas no mercado, conquistar competitividade, aumentar a produtividade da equipe e a administração financeira da operadora.

Como a tecnologia pode ser um diferencial para o negócio? De que forma a gestão de saúde é aperfeiçoada com a inovação e a implementação de ferramentas? A Sharecare elaborou 5 maneiras de alcançar esse propósito, confira:

1. Aumento da segurança das informações

Os pacientes têm direito a manter seus dados confidenciais — e essa é uma exigência da legislação, especialmente com a entrada em vigor da nova Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Por isso, é preciso contar com um sistema que armazene os dados com recursos de criptografia.

Essa ferramenta torna os dados inelegíveis para pessoas não autorizadas. Por isso, ainda que haja uma invasão ao sistema, as informações permanecem protegidas. Para uma operadora de saúde, isso representa confiabilidade e vantagem competitiva.

Por meio dos dados, você descobre informações que ajudam a implementar programas de medicina preventiva e preditiva. Junto a ferramentas de inteligência artificial, big data e internet das coisas (IoT), o foco deixa de ser a doença e se torna a prevenção.

Isso porque há melhoria do gerenciamento de risco. Com dados centralizados e processos definidos, a operadora tem acesso a números mais precisos, que direcionam as ações. O resultado é o aumento da eficiência e a redução de custos, porque você identifica o que faz a diferença para o contexto do plano de saúde.

Em outras palavras, é estabelecida uma gestão mais estratégica, que permite coletar informações seguras e que fornecem uma visão completa da empresa, podendo ser feita em nível macro ou micro. Mas o que isso tem a ver com segurança da informação? Tudo! Com uma solução adequada, as informações são mantidas preservadas, especialmente se a plataforma funcionar em nuvem. Essa tecnologia protege os dados, trabalha com criptografia e outros recursos de proteção.

Além disso, o sistema é acessado a partir de qualquer dispositivo com internet. Com isso, há um controle rigoroso no acesso a programas, aplicações, rede e arquivos de dados. Mais que a preservação contra invasores, também evita que os dados sejam vazados ou alterados.

Portanto, a prática traz benefícios à confiabilidade e eficiência da gestão. Ainda evita prejuízos derivados da falta de segurança. Para se ter uma ideia, o Brasil é o 4º país no volume de informações vazadas devido a incidentes relativos a vazamentos e invasões maliciosas a sistemas.

Cada um deles gerou 26.523 registros de informação divulgados. O resultado é um prejuízo de 1,35 milhão de dólares por episódio e de 69 dólares por registro. Assim, fica claro que, mais que voltar as ações para o cuidado com o beneficiário, a operadora é protegida de perdas financeiras.

2. Eficiência na gestão

Em tempos de inovação tecnológica, a eficiência na gestão é um dos pontos principais. Para alcançar esse propósito, é necessário contar com softwares, que unificam os dados e fornecem relatórios precisos.

A TI é um dos aspectos cruciais para otimizar os processos, reduzir custos e organizar as informações. Como consequência, há mais chance de se alcançar os objetivos traçados, conforme estabelecido no planejamento estratégico.

Um exemplo simples é o uso do CRM, software de gestão do relacionamento com os clientes. Com essa ferramenta, as informações dos usuários são registradas de forma integrada e organizada. Você percebe, por exemplo, quem tem um uso mais massivo do plano de saúde, identifica potenciais desperdícios e antecipa necessidades.

Com um sistema de gestão empresarial (ERP), fica mais fácil saber como estão as finanças do negócio, o pagamento de parceiros, possíveis inadimplências dos beneficiários e mais. Ainda, é possível otimizar o agendamento online de procedimentos e consultas e até o gerenciamento de mídias sociais.

Os sistemas tecnológicos de inovação, portanto, otimizam as rotinas importantes, padronizam tarefas e processos. Outros benefícios alcançados são:

  • controle dos processos, com identificação de problemas recorrentes e possibilidade de revisão dos contratos, conforme o perfil dos beneficiários;
  • desenvolvimento de ações específicas por grupo de clientes, com maior facilidade de comunicação e iniciativas que ajudam a informar e esclarecer os usuários;
  • planejamento realista dos custos para melhorar a negociação com clínicas, hospitais, laboratórios e médicos e evitar imprevistos. Desse modo, você define cláusulas importantes para os contratos e limites para a cobrança do tipo fee for service;
  • padronização de processos, desde o credenciamento de médicos até o atendimento de pontos de assistência ao beneficiário. Ainda há agilização das operações e melhoria dos fluxos de gestão;
  • alinhamento do gerenciamento comercial à estratégia da operadora para equilibrar a relação entre entradas e saídas de beneficiários. Por exemplo, o sistema impede a realização de pagamentos indevidos nos comissionamentos;
  • verificação de cumprimento das regras da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), com possibilidade de aperfeiçoar os índices de desempenho (IDSS). Com isso, há melhoria dos indicadores de qualidade;
  • centralização das informações, com facilidade de acesso e simplificação das tomadas de decisão.

3. Crescimento do controle financeiro

As operadoras de saúde precisam ter resultados contínuos, a fim de cumprir as garantias exigidas pela ANS. Cuidar da gestão financeira, portanto, é um dos aspectos primordiais.

A prática deve ser executada sem se esquecer a qualidade assistencial. Como trilhar um caminho sustentável? Novamente, a inovação tecnológica contribui para os resultados. Com um sistema adequado, você tem acesso a dados precisos de receitas e despesas, entre outros fatores.

Com um banco de dados alimentado por inteligência artificial, por exemplo, você ainda acompanha os processos adotados por profissionais da saúde. A partir disso, é possível criar manuais de procedimentos médicos, sistemas de bônus por eficiência e o que mais achar necessário para ajudar a operadora a crescer.

Existem várias soluções que contribuem para um bom controle financeiro. Algumas disponíveis no mercado são:

  • MV Operadoras de Saúde: facilita o controle dos processos financeiros, gerenciais e administrativos para simplificar a gestão de contratos e beneficiários, processamentos e auditorias de contas, atividades comerciais e mais;
  • ERP Pirâmide, da Procenge: trabalha com o controle financeiro e de sinistralidade, atendimento das exigências da ANS e melhoria da gestão;
  • SoftExpert: padroniza os processos de gerenciamento e conformidade, reduz as atividades manuais e contribui para o aumento da produtividade e redução de custos;
  • Saúde – TOTVS: integra as informações e processos por meio da interoperabilidade, além de controlar custos e padronizar atividades.

Para implementar alguma dessas soluções, é preciso entrar em contato com a empresa e fazer uma mudança cultural na operadora. Os colaboradores devem mudar sua mentalidade para aproveitaram o potencial máximo. Ainda, é preciso treiná-los para utilizarem as ferramentas.

4. Redução de desperdícios e fraudes

Um dos maiores problemas dos planos de saúde são as fraudes e os procedimentos desnecessários. Para você ter uma ideia, o impacto é de R$20 bilhões por ano, com perdas equivalentes a 15% das despesas assistenciais. Do total, R$11 bilhões foram gastos com hospital e o restante com exames.

Essas duas variáveis são um dos principais gargalos enfrentados na gestão. Elas aumentam a taxa de sinistralidade devido ao alto número de procedimentos solicitados. No entanto, é possível reverter o cenário.

Além de trabalhar a conscientização dos colaboradores, investir na assistência primária e contar com uma equipe parceira, é preciso contar com soluções voltadas para a saúde. A ideia é implementar a inovação tecnológica a partir da gestão integrada.

Por exemplo, por meio de uma plataforma que identifica grupos de risco, é possível tomar decisões acertadas, que contribuem para a melhoria da saúde dessa população. Para a gestão de crônicos, por exemplo, os dados permitem diminuir as complicações de doenças já instaladas.

5. Diminuição das reinternações

Você sabia que 10,55% dos pacientes voltam a se internar depois de 30 dias? Esse é outro fator que pode ser aprimorado com a inovação tecnológica. Com uma plataforma especializada, você oferece um atendimento integrado, com foco na saúde digital e humanizada.

Esse objetivo pode ser alcançado com inteligência artificial e outros recursos tecnológicos de inovação. Com esses sistemas, você recebe os dados em tempo real e tem uma base maior para tomar decisões.

Você ainda pode investir na telemedicina. Dados de um projeto demonstram que os custos de atendimento reduziram 27% com essa prática e as hospitalizações diminuíram 45%. Assim, você consegue alcançar um patamar diferenciado.

Outro fator que interfere de maneira positiva são os apps. Com eles, o beneficiário cuida mais da saúde e você pode coletar dados sobre seus hábitos. Desse modo, cria ações acertadas para fazer um bom gerenciamento de risco.

Como você viu, as inovações tecnológicas permitem alcançar vários benefícios — basta usar os recursos de forma adequada. Sempre foque a saúde integrada, com acesso fácil aos dados. Assim, você toma decisões melhores e financeiramente sustentável para a operadora.

CNseg apoia novo manifesto da Iniciativa FIS 581

Posicionamento reitera políticas adotadas pela OMS e pelo Ministério da Saúde de combate ao novo coronavírus

A Confederação Nacional das Seguradoras, (CNseg) está entre as entidades que subscrevem apoio ao novo manifesto da Iniciativa FIS (Fórum Invação Saúde), divulgado nessa segunda-feira, dia 06, em prol das políticas sanitárias recomendadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS) de combate ao novo coronavírus e adotadas pelo Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta e sua equipe. O manifesto considera assertivas as medidas para mitigar a taxa de crescimento no número de notificações de pessoas infectadas e mortas pela Covid-19 no país.

De acordo com o manifesto, “a comunidade científica e toda sociedade brasileira reiteram que a políticas sanitárias de combate à Covid=19, atualmente implantadas, não devem ser modificadas, em defesa da vida dos brasileiros e das boas práticas de políticas públicas de saúde em nosso país”.

O texto finaliza afirmando que “a convicção de que a razão e o bom senso prevalecerão em nome da segurança individual e coletiva de todos os cidadão

Confira o manifesto na íntegra, clicando aqui

 

CCG e Qualicorp fecham parceria para ampliar acesso à saúde 967

CCG inaugura primeira unidade de saúde modelo, na Zona Sul de Porto Alegre

Empresas contam com a força do corretor de seguros para a venda

O CCG pretende ampliar a sua base de 180 mil clientes, facilitando ainda mais o acesso à saúde. A empresa fechou parceria com a Qualicorp, a maior administradora de planos de saúde coletivos do Brasil. “Os planos coletivos por adesão representam uma fatia importante de vendas para as operadoras de saúde no Brasil e não poderíamos ficar de fora, sem oferecer ao mercado essa modalidade de vendas através de uma administradora de benefícios. Por isso, a importância de estarmos juntos, as marcas das duas principais empresas em seus segmentos”, destaca o Gerente Comercial do CCG, Daniel Treiguer.

Daniel Treiguer é Gerente Comercial do CCG. Arquivo JRS

Alguns meses marcaram a negociação e integração dos modelos de operação entre áreas jurídicas, comercial, cadastro, auditoria, exigindo a dedicação de vários profissionais das duas partes. “Tomamos todos os cuidados para que, quando fosse lançado ao mercado, tivéssemos todo o respaldo para que o corretor e futuro cliente possam optar pelo melhor produto com melhor cobertura e melhor preço. A partir desse mês foi iniciada a venda e agora vamos aguardar, já com a certeza do sucesso nas vendas”, conta.

A iniciativa garante ainda mais tranquilidade para os clientes a um valor justo. “Essa ação vem trazer para o cliente que é advogado, comerciário, servidor público, estudantes e demais categorias associativas que possam ter direito a comprar o plano coletivo por adesão pelo valor mais atrativo de mercado no Rio Grande do Sul, com a possibilidade de optar por 20 clínicas próprias, sendo três 24h com todas as especialidades primordiais para segurança da saúde. Além disso, estamos nas cidades chaves de Porto Alegre, Grande Porto Alegre, Vale do Sinos e demais localidades, que podem ser conferidas em nosso site”, comenta. “Conseguimos atingir, com essa parceria, uma parte importante de clientes em potenciais que não conseguem aderir ao plano pelos altos valores praticados e pela dificuldade das empresas em concederem plano saúde para seus funcionários”, acrescenta.

O CCG faz parte de uma área fundamental para o brasileiro: a da saúde. Estar atento ao atual momento de pandemia do novo coronavírus e agilizar parcerias como esta fazem parte do seu propósito. Nos próximos meses, o CCG lançará novos produtos e também promete a inauguração da maior clínica 24h no centro de Porto Alegre, que contará, inclusive, com atendimento pediátrico. “Estamos mais do que nunca agora passando por um momento no Brasil e no mundo bastante importante e de muitas surpresas e indecisões, mas nós do CCG Saúde estamos estruturados e entendo que esse é momento para nos aproximarmos dos nossos clientes, familiares e empresas que confiam seus funcionários a nossa missão de estarmos ao lado deles em todas as circunstâncias”, afirma.

Além disso, Treiguer reforça que a empresa conta com o corretor de seguros, oferecendo dedicação exclusiva de atendimento com profissionais capacitados e com novo espaço físico a partir do mês de maio para recebê-los. “Nesse movimento de crescimento e investimento no Rio Grande do Sul e logo em Santa Catarina, que a parceria com a Qualicorp vem a coroar o nosso momento, nos aproximamos cada vez mais dos corretores, um dos nossos principais canais de venda. Assim, temos certeza do sucesso e do nosso crescimento de participação nesse mercado tão competitivo”, finaliza.

Grupo Caburé conta com mais de 1,2 milhão de segurados pelo país 1052

Empresa reforça seus números consolidados

Fundado em 1963, na Capital dos gaúchos, o Grupo Caburé Seguros consagrou-se como um dos maiores administradores privados de apólices de seguros de vida em grupo da América Latina. Em números, são mais de 1.200.000 segurados ativos em todo o Brasil, 17,2 bilhões de reais de capitais administrados, 7.100.000 segurados cadastrados, presença em 3.148 municípios do país e mais de 1.785 corretores de seguros cadastrados.

“Criado a partir da iniciativa inovadora de um vendedor de seguros porta a porta, a empresa cresceu e conquistou a credibilidade do mercado e de seus clientes. Essa confiança está consolidada porque o Grupo entende o seguro de pessoas como um dos bens mais nobres para a sociedade e segue demonstrando compromisso e envolvimento com seus segurados”, conta o vice-presidente José Luiz Mota da Silva sobre como foi possível tornar realidade o legado iniciado pelo fundador Luiz Carlos Piggato da Silva, o Caburé.

Atualmente, o Grupo Caburé é formado por empresas corretoras de seguros de vida, planos de previdência privada e capitalização, empresas corretoras de seguros de todos os ramos, de agenciamentos de planos securitários, de administração de planos de assistência 24 horas com extensão ao atendimento pessoal e familiar, clubes de seguros pessoais e benefícios e de gestão de incorporação e construção civil. Atento às inovações de mercado e de consumo, a mais recente ação do Grupo, que tem sido um sucesso, foi a criação do Aplicativo Anjo, que auxilia corretores e agenciadores de seguros de vida na venda.

Pandemia do Covid-19 domina a atenção do setor segurador 596

Presidente da CNseg avalia fatores impactantes internos, externos e mitigadores sobre o atual cenário

O efeito carry-over, fruto do crescimento superlativo apresentado pelo setor no ano passado, vai ajudar as seguradoras a “manter a arrecadação setorial em nível que pode mitigar a queda de con­tratações, pelo menos no primeiro semestre”, avalia Marcio Coriolano, Presidente da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), em seu editorial na nova edição da Conjuntura CNseg.

Para ele, entre os fatores a favor do setor, há o próprio desempenho superlativo do setor segurador em 2019, cujos contratos em vigência neste ano vão tornar a queda mais suave nos próximos meses; o nível de solvência suficiente e a baixa na sinistralidade de ramos tradicionais, produzida pela circulação menor de pessoas e de atividades nas grandes cidades. Esses fatores contribuem para baixar a frequência de colisões e roubos de veículos, roubo e furtos de propriedades, além do recuo nos atendimentos eletivos na rede assistencial de planos e seguros de saúde privada.

A perspectiva de alta na taxa de desemprego, acompanhada, na sequência, pela compressão da renda, deve impactar as receitas e taxas de sinistralidade dos seguros. Segundo Marcio Coriolano, essa retração de diversos mercados poderá atingir ramos tradicionais do segmento de Danos e Responsabilidades, como o de Automóveis, o de riscos industriais, Responsabilidade Civil e D&O, além dos Seguros de Pessoas – Vida Risco Coletivo e os Planos e Seguros de Saúde Empresariais.

O Presidente da CNseg avalia que “a queda no setor agrícola deverá ser menor do que a prevista para os setores industriais. Consideran­do menos severo o contágio em regiões de baixa densidade demográfica; porém um setor afetado pela nova dinâmica do comércio internacional e volatilidade do câmbio. Esse fator impacta o ramo de Seguro Rural e o de Propriedades de empresas da agroindústria. Da mesma forma, impacta os Seguros de Pessoas e Seguros de Saúde”.

Um comportamento diferenciado nos setores de comércio e de serviços, em razão da quarentena, é avaliado por Marcio Coriolano. Para ele, entre os mais resilientes, estão mercados como farmacêuticos e higiene e limpeza. Entre os fortemente afetados, os de alimentação fora do domicílio, vestuário e calçados, por exemplo. Os seguros de Propriedades, Responsabilidade Civil, e Seguros de Pessoas – Vida Risco Coletivo e Seguros de Saúde- devem também sentir mais os impactos.

Os seguros massificados, em linhas gerais, devem enfrentar aumento do cancelamento dos contratos ou da inadimplência decorrentes da pandemia. O Habitacional, pela restrição de funcionamento das unidades de atendimento do Sistema Financeiro Nacional, e produtos como Vida Risco, Prestamista, VGBL, PGBL e Títulos de Capitalização estão na relação de modalidades à espera de desaceleração.

As medidas de combate à pandemia que foram adotadas pelo setor (isolamento social, home office, fechamento do varejo) também mereceram destaque na nova edição da Conjuntura CNseg. “Está sendo uma demonstração de que os ‘planos de contingência’ existem e saem do papel, e que o avanço tecno­lógico e digital colocou o setor muito longe de um segmento econômico atrasado ou conservador em seus programas estratégicos e táticos e em práticas operacionais”, ressalta Marcio Coriolano.

ANS publica homenagem aos profissionais da saúde 586

Homenagem faz alusão ao Dia Mundial da Saúde e é direcionada aos profissionais que atuam no cuidado da população diariamente

A Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, publicou na tarde desta terça-feira, dia 07, uma homenagem a todos os profissionais da saúde. A mensagem faz menção a todos os esforços dos profissionais para o combate do coronavírus, e aos profissionais de enfermagem e obstetrícia.

O intuito é valorizar o papel das enfermeiras (os) e parteiras em todo o mundo, e defender mais investimentos para os profissionais, além de melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento.

Confira a homenagem da ANS aos profissionais da saúde:

Os profissionais de saúde estão na linha de frente da batalha diária travada nos hospitais, clínicas e postos de atendimento, desempenhando papel fundamental no cuidado à população. Neste Dia Mundial da Saúde, e em meio à pandemia de Coronavírus que aflige o mundo, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reforça as homenagens a esses trabalhadores, que muitas vezes colocam a própria vida em risco para cuidar do outro.

Em 2020, a data faz uma alusão especial aos profissionais de enfermagem e obstetrícia. O intuito é reconhecer e valorizar o papel das enfermeiras (os) e parteiras em todo o mundo, bem como defender mais investimentos para esses profissionais e melhorar suas condições de trabalho, educação e desenvolvimento. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), esses trabalhadores são vitais na prestação de serviços em todos os níveis de atenção, contribuindo de forma crucial para a promoção da saúde e prevenção de doenças. Em muitas partes do mundo, os profissionais de enfermagem e obstetrícia constituem o primeiro e, às vezes, o único recurso humano em contato com os pacientes, e o investimento nessa área tem um efeito profundo na saúde global e no bem-estar.

Nesse sentido, ao longo do ano, a OMS e parceiros farão uma série de recomendações para fortalecer o trabalho da enfermagem e da obstetrícia. Com isso, espera-se atingir metas nacionais e globais relacionadas à cobertura universal de saúde, saúde materna e infantil, doenças infecciosas e não transmissíveis, incluindo saúde mental, preparação e resposta a emergências, segurança do paciente e entrega de serviços integrados e centrados no cuidado ao paciente, entre outros. Segundo a OMS, o mundo precisa de mais 9 milhões de enfermeiras(os) e parteiras para atingir a meta de cobertura universal de saúde até 2030. Nas Américas, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS) destaca que são necessários 800 mil profissionais de saúde a mais, incluindo pessoal de enfermagem e obstetrícia.

Este 7 de abril, é, portanto, uma oportunidade para refletir sobre a importância desses e de tantos outros trabalhadores envolvidos no cuidado em saúde, que dedicam seus dias e noites a salvar vidas, prestando assistência a quem precisa.