O lugar que os seguros merecem na sociedade brasileira 3495

Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

Confira artigo de Marcio Coriolano, economista e presidente da CNseg

O bem-estar é o bônus daqueles que, previdentes na juventude, reservaram parte de seus ganhos para construir um quadro de estabilidade e previsibilidade na velhice, com o auxílio de um setor que cresce de forma progressiva na economia mundial: o de seguros. Sua grandiosidade se mostra em números: representa 9,6% do PIB na Grã-Bretanha; 8,9% na França; 8,6% no Japão e 7,1% nos Estados Unidos. No Brasil, esse sonho de prevenção a riscos começa a ser despertado com mais ênfase na população, após o longo processo de estabilidade inflacionária, queda da taxa de juros e, agora, com a mudança gradativa do papel do Estado, por meio das reformas em curso.

Atualmente, a receita anual de prêmios do setor representa cerca de 6,5% do PIB nacional. Nosso setor soma R$ 1,3 trilhão em ativos financeiros no País. Além de garantir o bem-estar de empresas e pessoas físicas seguradas, oferece forte contribuição para a poupança nacional e se tornou um dos maiores investidores institucionais do País. O setor é responsável por parte significativa da rolagem da dívida pública (25%) e tem potencializado o financiamento da atividade empresarial, garantindo o funcionamento da economia, mesmo em períodos de baixo crescimento.

A história dos seguros ao longo do processo civilizatório mostra que o setor sempre esteve ligado aos maiores ciclos de desenvolvimento. O Código de Hamurabi, considerado o primeiro marco legal da humanidade, dava força legal a uma atividade financeira que funcionava como uma espécie de “seguro” para as caravanas. Depois, no período das grandes navegações, a Coroa Portuguesa passou a exigir que os navios com mais de cinquenta toneladas contratassem um mútuo quando sua rota incluía as perigosas águas do oceano Atlântico para evitar que algum imprevisto colocasse em risco a saúde financeira dos armadores, uma das forças da economia de então.

No Brasil, companhias estrangeiras, sobretudo as inglesas e americanas, logo foram atraídas pelo ciclo de industrialização. Mas, como um exemplo histórico a ser evitado, parte dessas companhias deixou o País após a onda de nacionalismo pós-Proclamação da República aprovar uma legislação intervencionista. O episódio histórico nos deixa como lição o perigo da mão pesada do Estado, que afasta a livre iniciativa e os negócios.

As mudanças em curso, com a reorganização do papel do Estado, abrem espaço para que as seguradoras ofereçam produtos que aliviam a necessidade da presença do Poder Público no dia a dia do cidadão. As companhias estrangeiras voltaram ao País com força e, junto com as empresas nacionais, as fintechs (bancos digitais) e as insurtechs (startups do mercado de seguros), estimulam uma crescente competição entre gestores, que só traz benefícios aos clientes.

Além de oferecer uma variedade crescente de produtos, as seguradoras estão fazendo a lição de casa: reduziram processos, implantaram novos parques tecnológicos, reviram políticas de tarifas e se adequaram à moderna cultura de compliance e de eficiência. A Reforma da Previdência já está estimulando a nova percepção da população de que caberá a cada um a responsabilidade pela sua poupança de longo prazo. As operadoras de previdência privada deram respostas rápidas e estão oferecendo fundos mais agressivos, com redução de taxas de juros e do valor do tíquete de entrada.

Porém, para manter o novo ciclo virtuoso, o setor necessita da modernização do ambiente de negócios, com um conjunto de novas leis e decisões do Poder Executivo. Um processo de desregulamentação será muito bem-vindo para permitir oferecer à população produtos mais flexíveis. Os limites de capital e provisões técnicas precisam ser revistos para estimular a entrada de novos atores nesse mercado.

Torna-se urgente disciplina da incorporação de novas tecnologias em saúde e a revisão da regra de reajustes de mensalidades dos planos individuais, e ainda a regulação do setor de órteses, próteses e materiais médicos, que necessita parâmetros claros, transparência e controle social para coibir práticas irregulares. Também pende de conclusão o seguro de vida universal, produto que acopla acumulação e capitalização de poupança à cobertura de risco de morte por causas naturais ou acidentais.

Outro produto objeto de projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional é o seguro obrigatório para obras públicas acima de R$ 100 milhões, previsto na nova Lei de Licitações. Já a transferência ao mercado daqueles seguros que ainda estão nas mãos do governo – incluídos os de riscos não-programados, como auxílio-doença, acidente de trabalho e licença-maternidade – também poderia criar concorrência na gestão dos benefícios, com melhores taxas para as empresas contratantes e garantia para os trabalhadores.

A virada estratégica do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB), após sua privatização, com o sucesso alcançado na B3, reconhecimento do alto grau de governança corporativa e capital pulverizado, mostra quão assertiva é a decisão de permitir que o mercado use todo o seu potencial para oferecer soluções que ajudem o País a se modernizar.

São esses avanços já alcançados, e também aqueles ainda a serem conquistados, que estão na agenda de eventos realizados pelo setor segurador.

*Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras.

Parceira da Essor, Livonius foi homenageada no evento de 95 anos do Sindseg-PR/MS 1442

Parceira da Essor, Livonius foi homenageada no evento de 95 anos do Sindseg-PR/MS

Sindicato reuniu principais lideranças regionais, nacionais, autoridades e personalidades do segmento

A Livonius, parceira da Essor Seguros, recebeu uma homenagem especial durante a cerimônia de 95 anos do Sindicato das Seguradoras do Paraná e Mato Grosso do Sul (Sindseg-PR/MS). De todas as empresas que participaram da reunião de 28 de agosto de 1924, que foi a primeira do “Comitê Misto Paranaense e Santa Catharinense de Seguros”, que deu origem ao Sindicato, a Livonius (na época, representando a Cia. Internacional de Seguros em Blumenau-SC) é a única que continua em atuação no mercado de seguros, com o mesmo nome.

Os executivos da Livonius receberam a placa comemorativa para registrar o feito das mãos da presidente em exercício do Sindseg-PR/MS, Ileana Maria Iglesias Teixeira Moura.

O presidente licenciado do Sindicato, João Gilberto Possiede, também foi lembrado e homenageado durante toda a cerimônia. Reverenciado pela presidente em exercício, por todos os líderes e autoridades presentes. Entre as quais, o Secretário de Fazenda do Estado do Paraná, René Garcia, ex-superintendente da Susep, que colocou o Governo estadual à disposição do mercado de seguros para que o setor possa empreender um “crescimento sustentável e assuma posição de destaque no cenário nacional”.

CCG inaugura primeira unidade de saúde modelo, na Zona Sul de Porto Alegre 1184

Aposta da empresa é na satisfação dos pacientes através da qualidade

O Centro Clínico Gaúcho inaugurou uma nova unidade na Zona Sul de Porto Alegre no dia 26 de novembro. A clínica, localizada na Avenida Juca Batista – 4425, apresentou o novo padrão adotado pela empresa, que aposta na satisfação dos pacientes através da qualidade.

De acordo com o diretor executivo de operações Mauro Medeiros Borges, o CCG busca oferecer hospitalidade aos pacientes. “Trabalhamos para atender sempre melhor e dar mais conforto aos pacientes. Essa é uma característica nossa, fazer com que as pessoas se sintam mais tranquilas e à vontade, com todos os recursos e suporte médico e assistencial que precisam na Unidade”, destacou. O CCG embasa duas operações na medicina de valor. “Apostamos em muita qualidade, resultando num cliente muito satisfeito, aliada a um custo adequado. Consideramos que essa é uma equação muito boa e por isso sempre colocamos como importante em ambientes como esse, completos e bonitos”, definiu.

A Zona Sul da Capital dos gaúchos foi a escolhida após um minucioso estudo que mostrou que a empresa conta com muitos clientes na região e por ser uma localidade que contava com poucos modelos de saúde como o do CCG, resultando numa alta demanda. “Temos visto dois movimentos. O primeiro é o movimento de crescimento de fato, seja orgânico ou inorgânico, olhando para o Estado inteiro, e também vendo a massa de clientes atual, principalmente nos clientes de transporte, seja público ou privado, com um contingente de clientes espalhados pela cidade toda. E a Zona Sul é um foco, com quatro ou cinco empresas de transporte coletivo que estão nessa região. Por isso que aqui temos uma massa de vidas importantes, que antes não atendíamos”, comentou o diretor financeiro Fábio Rosseto.

Antes de 2019 acabar, o Centro Clínico Gaúcho ainda estará implantando e aprimorando seu sistema de gestão, saúde e tecnologia. Em 2020, o foco ficará a cargo da expansão de novas unidades, como em Bagé, Santa Maria e no Vale do Sinos, além da concretização da hospital próprio, que já está em estudo pela equipe.

Confira todas as imagens da inauguração:

Presidente da Bradesco Seguros divulga mensagem especial a corretores 4034

Vinicius Albernaz reforçou que as propostas na mudança da legislação não impactarão a relação longeva desenvolvida entre os profissionais e o Grupo

O presidente do grupo Bradesco Seguros, Vinicius Albernaz, divulgou nesta sexta-feira (6) um vídeo destinado especialmente aos corretores. Celebrando os excelentes resultados obtidos a frente da companhia em 2019, o executivo ressaltou a importância desses profissionais no fortalecimento da relação do Grupo com os seus quase 30 milhões de clientes e destacou que as propostas de mudança na legislação, a partir da MP 905, não terão nenhum impacto na longeva parceria desenvolvida com os corretores.

“Há quase 30 anos abrimos as portas das agências do Bradesco para os corretores trabalharem conosco. Reforçamos nosso posicionamento, reafirmamos a visão da importância da venda consultiva e da relação direta entre as pessoas nesse processo. Vocês corretores são parte integrante da estrutura do maior mercado segurador da América Latina, uma posição que foi construída ao longo de décadas”, elogiou o presidente da Bradesco Seguros.

Ao final do vídeo, produzido especialmente para envio aos corretores, Vinicius aproveitou para enviar uma mensagem de fim de ano, agradecendo por toda a parceria realizada neste ano e desejando ótimas festas a todos.

“Agradecemos por tudo que conquistamos juntos neste ano de 2019, contamos mais uma vez com cada um de vocês para darmos continuidade a esta parceria vitoriosa e fazer de 2020 um ano com muitas alegrias e realizações”, finalizou Vinicius Albernaz.

Argo Seguros promove campanha de incentivo relâmpago para corretores 852

Argo Seguros promove campanha de incentivo relâmpago para corretores

Serão 10% de desconto nas apólices de RC Profissional de Engenheiros, Arquitetos e Urbanistas entre 09 e 13 de dezembro

Para celebrar o Dia do Engenheiro (11 de dezembro) e o Dia Nacional do Arquiteto e Urbanista (15 de dezembro), a Argo Seguros lançou uma campanha promocional relâmpago. Entre os dias 09 e 13 de dezembro, o corretor que trouxer novos negócios de Responsabilidade Civil Profissional dessas duas categorias terá 10% de desconto no valor final da apólice.

A campanha, que leva o nome de “Desafio RCP”, visa incentivar as vendas do produto, mas também celebrar o dia desses profissionais. “Queremos ajudar os corretores de seguros, nosso principal parceiro comercial, a fechar o ano faturando mais. Além de uma bonificação, desenvolvemos essa ação em um momento perfeito para facilitar a prospecção de novos negócios”, afirma Vanessa Oliveira, Head Consumer Lines da Argo Seguros.

Divulgação
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O seguro de Responsabilidade Civil Profissional para Engenheiros e Arquitetos protege sua carreira, imagem e patrimônio contra falhas cometidas no exercício das suas atividades, como erros de projeto ou execução; responsabilização por subcontratação e por emprego de material impróprio; falhas no gerenciamento e supervisão da obra; além da responsabilidade técnica, penal e civil.

Suas coberturas básicas envolvem despesas de defesa, ressarcimento, acordo e indenização, mas pode incluir também outras, de acordo com o perfil de risco do segurado, como danos à reputação; custos emergenciais; honorários retidos; calúnia, injúria e difamação. Para pessoa física, o limite de cobertura varia de R$ 30 mil a R$ 1 milhão. Já para pessoa jurídica, a apólice garante indenização entre R$ 100 mil e R$ 1 milhão.

Os produtos da Argo Seguros contam ainda com alguns importantes diferenciais, como emissão online na ponta; link de contratação de fácil direcionamento e distribuição; landing page personalizadas no formato de campanhas ou grupos de afinidades; e pagamento facilitado (tanto no cartão, como no boleto).

No caso de grupos de afinidade e negociações coletivas, a Argo Seguros oferece ainda IS individualizada por segurado, ou seja, em caso de sinistro, uma apólice não interfere na outra. Além disso, a seguradora oferece condições comerciais diferenciadas para grupos fechados.

“Como líderes em RC Profissional, oferecemos inovações que o mercado ainda não possui. Por exemplo, temos três opções de franquia para todas as atividades: reduzida, padrão e majorada. Para quem ainda não trabalha conosco, essa é uma excelente oportunidade de conhecer como fazemos negócios”, convida Vanessa.

Atualmente, a Argo Seguros oferece produtos para 43 categorias profissionais diferentes, como médicos, dentistas, corretores de seguro e de imóveis, contadores, advogados, entre outras. Reconhecida por seu diferencial tecnológico e inovação, a multinacional possui ainda posição de destaque nos ramos de Transportes, Bike e D&O.

Sincor-RJ comemora 87 anos de atuação no mercado de seguros 986

Sincor-RJ comemora 87 anos de atuação no mercado de seguros

Entidade é referência em fortalecer atuação e credibilidade dos profissionais da corretagem

O Sindicato dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (Sincor-RJ) completa no dia de hoje, 87 anos de existência. A entidade é referência no setor por muitas conquistas que fortaleceram a atuação institucional e a credibilidade dos profissionais da corretagem de seguros. “O trabalho na defesa dos interesses da categoria com o suporte do Presidente e da Diretoria faz do sindicato uma referência no desempenho na prestação de serviços, no atendimento aos associados e na consolidação da relação política e institucional no parlamento, nas seguradoras e nas empresas prestadoras de serviços”, informou nota assinada pela instituição.

“O Presidente do Sincor-RJ, Henrique Brandão e a diretoria está sempre ao dispor dos corretores de seguros, dando todo suporte necessário dando continuidade ao trabalho de condução dos assuntos que beneficiam toda a classe. Seguimos em frente, na luta por melhores condições e acima de tudo, priorizando a qualificação profissional em todos os aspectos”, finaliza.