Aon adquire plataforma de seguro digital para PMEs 1929

Aon adquire plataforma de seguro digital para PMEs

Aquisição acelerará o crescimento dos principais serviços da CoverWallet e oferecerá experiência digital mais ampla para o cliente

A Aon, empresa global líder de serviços profissionais, que oferece ampla gama de soluções em riscos, previdência e saúde, firmou um contrato definitivo para adquirir a CoverWallet, principal plataforma de seguro digital para pequenas e médias empresas (PMEs).

A aquisição traz para a Aon o acesso adicional ao mercado de seguros digitais para PMEs, que está em rápido crescimento e possui mais de US$ 200 bilhões em prêmios, bem como a oportunidade de aproveitar a plataforma para desenvolver e dimensionar experiências digitais inovadoras a clientes, apoiando a estratégia de crescimento da Aon United.

“Estamos entusiasmados em unir o conhecimento da Aon em dados, análises e distribuição global com a plataforma da CoverWallet para criar novas fontes de valor para nossos clientes”, afirma Greg Case, CEO da Aon. “A cultura de inovação da CoverWallet está transformando o cenário dos seguros e, juntos, temos a oportunidade de fortalecer e expandir ainda mais a aplicação da experiência digital do cliente”.

A CoverWallet fará parte do crescente portfólio do NewVentures Group da Aon, que busca impulsionar novas fontes de valor aos clientes. Como parte do grupo, a CoverWallet aplicará seus conhecimentos de análise de dados, tecnologia e expertise operacional para ampliar a experiência digital do cliente da Aon, além de trabalhar junto com a liderança nas linhas de soluções globais da empresa. Formado em 2018, o New Ventures Group da Aon teve um crescimento significativo em seu primeiro ano, tendo desenvolvido um portfólio inovador de soluções para clientes, incluindo as de Propriedade Intelectual da Aon e a oferta de Parceria do Setor Público.

“Iniciamos a CoverWallet para reinventar o seguro comercial. Ao criar nossa plataforma focada no cliente e alavancar a ciência de dados, design e tecnologia de ponta, conseguimos simplificar o seguro”, diz Inaki Berenguer, CEO e Cofundador da CoverWallet. “Com a visão da Aon entendemos que nós podemos continuar inovando para novos mercados e produtos em uma escala maior”.

Fundada em 2015 pelos empreendedores de tecnologia Inaki Berenguer e Rashmi Melgiri, a CoverWallet possui mais de 300 funcionários em engenharia, marketing digital, ciência de dados, inteligência de negócios, design e operações, com escritórios em Nova Iorque, Rochester e Espanha. A empresa mantém parcerias estratégicas com as principais companhias de seguros, incluindo Chubb, CNA, Progressive, Starr, AIG, Zurique, The Hanover, Hiscox, Liberty Mutual e AmTrust. No início deste ano, a empresa anunciou uma parceria comercial inicial com a Aon um piloto com um lançamento na Austrália, que posteriormente se expandiu para os Estados Unidos.

A transação está prevista para ser finalizada durante o primeiro trimestre de 2020, em que a organização CoverWallet será lançada no mercado como CoverWallet, uma empresa da Aon.

Os desafios das empresas familiares no Brasil 160

Os desafios das empresas familiares no Brasil

Responsáveis por ocupar 90% das quase oito milhões de empresas no país, negócios familiares são ameaçados por falta de profissionalismo e dificuldades na sucessão

Segundo uma pesquisa do Instituto Brasileira de Geografia e Estatística (IBGE) de 2018, mais de 90% das empresas brasileiras são familiares e cerca de 65% do Produto Interno Bruto (PIB) do país é gerado por meio desses negócios. Porém, um estudo da network de empresas independentes PwC, realizado em 2014 com mais de 2 mil organizações de 42 países diferentes, apontou que apenas 12% das empresas familiares chegam à terceira geração e 1% à quinta.

Para a empresária e diretora da Ouro Negro Transportes, Priscila Zanette, isso acontece muito pelos conflitos e falta de profissionalismo na gestão dessas empresas. “Quando os papéis não estão bem definidos, de forma clara e de acordo com o ambiente, seja ele familiar, pessoal e profissional, problemas podem surgir, como o conflito entre os interesses da família e os da empresa, falta de disciplina com relação à destinação dos lucros, tempo maior de resposta às mudanças de mercado, a falta de procedimentos claros de avaliação de desempenho, conflito do fundador, rivalidade entre pai e filho, ou entre irmãos, estes são alguns desafios que podem gerar a ruínas destas duas instituições”.

Priscila é a segunda geração da empresa. Após seu pai falecer em 2012, a jovem empresária assumiu a transportadora e, em um setor masculinizado como o transporte de cargas, está à frente da Ouro Negro há 8 anos. “Aqui na empresa, entendemos que em alguns momentos somos herdeiras, outros momentos, executivas no cargo que estamos e em outros momentos somos família. Dizer que estes papeis nunca se misturam é utopia, mas sempre estamos focadas em nos adaptar e estar no papel de acordo com a instituição que estamos”.

Ainda de acordo com a Pesquisa Global da PwC, 44% das empresas familiares não têm um plano de sucessão e 72,4% não apresentam uma sucessão definida para cargos-chave como os ligados a diretoria, presidência, gerência e gestão. Para a empresária, o plano de sucessão deve ser customizado de acordo com o perfil de cada profissional, e não existe uma receita pronta para o sucesso. “Acredito que é fundamental ter apoio de um profissional especializado que possa intermediar esta passagem de bastão. Outro fator fundamental é ter profissionalismo no início, no meio e no fim do processo. Gerir uma empresa não é algo fácil, e acredito que em muitos casos falta profissionalismo na gestão das organizações familiares”.

O CEO da Flash Courier, Guilherme Juliani, também é um dos casos da segunda geração que segue o legado da família. Depois de assumir a organização fundada por seu pai, Guilherme foi responsável por uma profunda estratégia de expansão, inovação e automação da empresa. Em um curto espaço de tempo a operadora agregou novas unidades de negócios, que atraíram uma vasta rede de clientes, como bancos, redes financeiras, empresas de alimentação e e-commerce. Mas ele conta que, antes disso, um grande trabalho profissional foi feito para organizar a primeira e as próximas gerações. “Para que a sucessão acontecesse, tivemos uma consultoria que nos ajudou a desenhar e a esclarecer os caminhos. Quase oito anos atrás também formalizamos todos os contratos sociais, os acordos acionistas e outros fatores para reger até mesmo o futuro ingresso das minhas filhas (que hoje têm 10 anos) na empresa. Ou seja, tem sido um processo totalmente profissional, visando sempre à melhoria de desempenho da organização”.

Por fim, Priscila acredita que, quando bem organizadas, as empresas familiares têm características e benefícios únicos. “O ambiente agradável, o espírito de equipe, a rapidez na tomada de decisão e a simplicidade nas tratativas criam um ambiente único e saudável tanto para a empresa quanto para a família”.

Allianz Seguros é eleita uma das 100 melhores empresas do Brasil no Prêmio MESC 2020 748

Allianz Seguros é eleita uma das 100 melhores empresas do Brasil no Prêmio MESC 2020

Premiação envolveu 500 mil consumidores e 6.500 empresas

A Allianz Seguros está entre as premiadas do Prêmio MESC – Melhores Empresas em Satisfação do Cliente 2020. A companhia ficou no top 3 nos segmentos de Seguros Gerais, Seguros de Veículos e Seguro Saúde, além de integrar o ranking geral, que apresenta as 100 melhores empresas do Brasil, entre todos os setores. Essa é a quarta vez consecutiva que a companhia aparece entre as preferidas dos consumidores. A conquista é fruto do trabalho diário da Allianz, com foco em oferecer a melhor experiência ao segurado, colocando o cliente ao centro do negócio e em busca de promover uma jornada do cliente com alto nível de excelência.

O Prêmio MESC é resultado da pesquisa realizada pelo Instituto MESC, que envolveu mais de 500 mil consumidores e 6.500 empresas, com uma metodologia que contempla a visão do cliente e a visão da empresa. A avaliação é feita por meio de um questionário aos clientes dividido por valor, atendimento e execução, parte que representa 80% do levantamento, e uma auditoria de eficácia das práticas adotadas pela empresa para satisfazer seus clientes, que equivale aos 20% restantes da pesquisa.

No Brasil há 115 anos, a Allianz Seguros atua em ramos elementares e saúde empresarial e está presente em todo o território nacional por meio de filiais, 30 centros automotivos C.A.S.A. e mais de 27 mil corretores de seguros. A Allianz Seguros é uma das líderes no setor de Ramos Elementares, 2ª em Automóvel e 1ª em Condomínio.

Tendo como premissa desenvolver ações de longo prazo, tanto nos seus negócios como no campo social, há 25 anos um grupo de funcionários criou a ABA – Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz. Nesse período, mais de 7.000 crianças e adolescentes da Comunidade Santa Rita (zona Leste de São Paulo) foram atendidos pela ABA, por meio de atividades complementares à educação formal, como artes, esportes e inclusão digital.

A seguradora nomeia o Allianz Parque, a arena multiuso mais moderna do País. Desde sua inauguração, em novembro de 2014, já recebeu mais de 7,5 milhões de pessoas.

Mais de 3 mil pessoas já votaram na Seguradora Destaque de 2020 4716

Mais de 3 mil pessoas já votaram na Seguradora Destaque de 2020

Levantamento acontece até o meio-dia de domingo; Vencedora será revelada no Troféu JRS Drive-In

Começou a última etapa das categorias onde o público elege os reconhecidos no 18º Troféu JRS. O evento acontece neste domingo (27), no Estacionamento 4 do Aeroporto Internacional de Porto Alegre, em formato Drive-In – completamente adaptado às recomendações dos órgãos de saúde para evitar a propagação do coronavírus.

Nas últimas semanas, os internautas escolheram Prestadora de Serviços e Corretora de Seguros Destaques do Ano em enquetes realizadas no site do JRS e hotsite do Troféu JRS. Agora, chegou a vez de conhecermos a Seguradora Destaque. A HDI Seguros conquistou o título nas três primeiras edições do levantamento realizado com o público, em 2016, 2017 e 2018. No ano passado, foi a vez da Bradesco Seguros. Mais de 3 mil pessoas já haviam votado no começo da manhã desta sexta-feira (25).

A votação vai até meio-dia, do dia 27 de setembro de 2020. Podem ser votadas quaisquer seguradoras devidamente autorizadas a operar pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). Para isso é muito simples, basta preencher o formulário da enquete com Nome, E-mail e avançar para a próxima etapa, onde será necessário escrever o nome da Seguradora que você deseja votar. Para enviar seu voto basta clicar em “Votar”. O sistema permite apenas um voto por e-mail válido.

Tutorial
Tutorial

Mais de 12 mil pessoas participaram da votação das Seguradoras em 2019. O resultado será anunciado no palco do Troféu JRS – Drive-In 2020.

O JRS ainda disponibilizou alguns materiais para facilitar o desenvolvimento de campanha por parte das empresas que estão na disputa. Confira nos links abaixo:

Logo do Troféu JRS – Verão Branca ou Vermelha (PDF)
Logo do Troféu JRS – Versão Branca (PNG)
Logo do Troféu JRS – Versão Vermelha (PNG)
Post para Instagram (PNG)
Post para Instagram (PNG)

Patrocinadores:

Ouro: Agrifoglio Vianna Advogados Associados, App Anjo, Bradesco Seguros, Capemisa Seguradora, Fracel Corrretora de Seguros, Grupo Caburé Seguros, Grupo Life Brasil, HDI Seguros, Icatu Seguros, MAG, Mapfre, Omint Saúde e Seguros, Rio Grande Seguros e Previdência, Seguros Sura e SulAmérica.
Prata: Caixa Seguradora, Caprice, GBOEX, Grupo Aspecir, Neo Executiva Corretora de Seguros, Porto Seguro, Sancor, União Seguradora, ViverBem e ZL Brasil Corretora de Seguros.
Bronze: Expermed, KSA Corretora de Seguros, MBM Seguro de Pessoas SINDSEG RS e Solaris Corretora de Seguros.

Serviço:

Votação – Seguradora Destaque 2020
Aberta ao público
Quando? Entre 20h, do dia 24, até meio-dia, do dia 27 de setembro de 2020.
Onde? Site do JRS e hotsite do Troféu JRS.

Trabalho remoto requer proteção e inovação no mercado segurador 767

Trabalho remoto requer proteção e inovação no mercado segurador

Coberturas especiais para atividade comercial na residência, contratos exclusivos para microempreendedores (MEI), investimentos em tecnologia e inovação são os diferenciais deste ‘novo normal’

A crise epidemiológica do novo coronavírus desencadeou uma dificuldade de mobilidade em todo o mundo. Diante de um momento tão desafiador, empresas precisaram adaptar suas dinâmicas de trabalho às medidas de isolamento social. Mas, afinal, é possível dar continuidade aos negócios de forma segura no formato home office?

Nos últimos meses, o protagonismo do home office traz luz à importância da proteção ao patrimônio. Com isso, o mercado segurador se prepara para mudanças tanto na forma de comercialização como também de produtos que atendam às novidades em riscos trazidas por funcionários trabalhando a distância. “No mercado, produtos como o Residencial Sob Medida, da Bradesco Auto/RE, ganham destaque, pois são moldados para coberturas de atividades comerciais na residência, seguros para equipamentos mais sofisticados instalados nas casas e seguro empresarial, com contratos exclusivos para microempreendedores (MEI). Além de extensão das proteções para máquinas, móveis, utensílios e mercadorias, desastres naturais – cada vez mais recorrentes nas grandes cidades brasileiras, entre outros”, destaca o diretor SaintCalir Lima, da Bradesco Auto/RE.

Mas não basta apenas oferecer proteção. O isolamento social também trouxe o desafio de manter o atendimento de excelência, ágil e eficaz no dia a dia com o cliente. Empresas tiveram que adequar seus produtos, aprimorar operações, digitalizar serviços e criar canais e recursos que atendessem à nova rotina do consumidor. “Investimos em tecnologia e pesquisa com objetivo de aprimorar a experiência de clientes com os produtos. Nos últimos meses, foram criados novos canais de atendimento, serviços e assistências emergenciais e, ainda, reestruturação de processos já existentes”, ressalta.

O seguro residencial é uma opção para lidar melhor com imprevistos e proteger contra acidentes e danos causados, não somente à estrutura física do imóvel, mas também ao seu conteúdo. A cobertura básica inclui proteção contra incêndio, queda de raio, explosão, impacto de veículos, tumultos, greves, recomposição de documentos pessoais e do imóvel. No entanto, é possível proteger a residência de outros riscos, entre eles, roubo, vendaval, furacão, ciclone, chuva de granizo, danos elétricos, vidros entre outros.
Apesar de ainda não ser possível adiantar como será o mercado no período pós-pandemia, uma mudança já é percebida. “As empresas vão precisar oferecer produtos e serviços cada vez mais personalizáveis, de acordo com perfil e necessidade de cada pessoa. Há o entendimento de que o consumidor percebe ainda mais a necessidade de uma proteção maior oferecida pelo seguro”, conclui.

Icatu Seguros reúne gestores de fundos diversificados para discutir o cenário atual e tirar dúvidas de clientes de Previdência 1084

Luciano Snel é presidente da Icatu Seguros / Arquivo JRS

Companhia realizou tradicional Encontro com Gestores, na última quarta (22)

O brasileiro vive uma dúvida bastante comum neste momento, em um cenário econômico de juros baixos e incertezas: como investir seus recursos para ter mais rentabilidade a longo prazo? A diversificação da carteira de ativos foi uma das sugestões trazidas por gestores das mais renomadas assets do país no tradicional Encontro com Gestores, realizado pela Icatu Seguros, na manhã da última quarta-feira, dia 22.

Em formato virtual, o evento contou com a abertura do presidente da seguradora, Luciano Snel, e foi mediado pela jornalista Natuza Nery, especializada na cobertura econômica. Esta foi uma oportunidade de o público se conscientizar sobre a importância do planejamento financeiro e entender e sanar dúvidas sobre perfis e novas e diversificadas formas de investimentos, sobretudo de longo prazo. Participaram da edição 2020 o economista Mário Torós da Ibiuna e gestores de investimentos como Antonio Coutinho Correa, da Icatu Vanguarda; Pierre Jadoul da ARX; Arturo Profili, da Capitânia; Sérgio Luiz da Silva, da AZ Quest; Damont Carvalho, da Clarita; Duda Rocha, da Occam; Marcelo Mesquita, do Leblon Equities; Felipe Campos, da Navi; Pedro Sales, da Verde Asset Management. Os temas debatidos foram cenário econômico, multimercado, renda fixa e variável.

Como um marketplace de Previdência e a maior diversidade de fundos da indústria, a Icatu Seguros realiza este encontro com o objetivo de democratizar o acesso e desmistificar o investimento, salientando que há oportunidades adequadas para todo tipo de público. Durante a abertura, Snel comentou a fragilidade e vulnerabilidade do do momento atual, em função dos impactos da pandemia, que despertam o brasileiro para uma atenção mais especial à proteção e planejamento do seu futuro e de suas famílias.

“O propósito da Icatu é assistir e proteger as pessoas em todas as fases da sua vida”, disse o executivo, destacando a importância de dar acesso à informação. “Investimos em nossos canais digitais para ampliar a comunicação com o público e torná-la cada vez mais próxima do nosso cliente. Nosso portal de APIs, outra ferramenta fundamental para atender a todos os perfis de investidores, permite que tenhamos parceiros variados, um portfólio completo e preços acessíveis”, explicou Snel.

Painéis com formas diversificadas de investimentos

O painel sobre renda fixa esclareceu dúvidas de clientes em relação à taxa Selic na mínima histórica e títulos públicos com pouco retorno. Os gestores convidados citaram países desenvolvidos que, mesmo em cenário de juros baixos, têm a renda fixa e o CDI como ativos em alta. Os gestores também explicaram sobre investimentos com um nível maior de risco, como multimercado e ações, o que diminui a sensação de conforto causada pelo CDI, reforçando a estratégia de construção de uma carteira de produtos diversificada, sobretudo para equilibrar períodos de instabilidade econômica.

Já no segundo painel, que tratou de fundos multimercado, foram debatidos métodos de superação da atual crise e seu impacto no mundo. Os convidados trouxeram alguns pontos de influência no mercado, desde o risco de reinfecção e novos bloqueios na Europa, passando pela retomada dos blocos econômicos globais, fortalecimento do dólar, eleições norte-americana e suas consequências para a Ásia. Sobre o Brasil, os convidados acreditam que ‘o pior já passou’, mas apontam a necessidade de foco nos ajustes fiscais e acompanhamento dos avanços das políticas sociais.

Os gestores também sinalizaram sobre o momento de recuperação econômica, com melhor resultado da bolsa de valores, inclusive com oportunidades de investimentos em empresas tidas como mais baratas e que vêm se transformando e crescendo com projetos globais. Em um último painel, os participantes avaliam que os efeitos da crise ainda devem perdurar por alguns anos, mas transmitiram um olhar otimista, de que a recuperação será gradual e constante como já vem ocorrendo.

Para o economista Mário Torós, os juros não ficarão em 2% por muito tempo, trazendo um cenário econômico mais estável. Ele reforçou que as discussões sobre a proteção ambiental no Brasil e a pressão estrangeira diante disto são relevantes para o mercado financeiro e para o fortalecimento da imagem do país frente e impacto em potenciais investimentos futuros.