SindSeg RS realiza confraternização de final de ano e anuncia novidade 2176

SindSeg RS realiza confraternização de final de ano e anuncia novidade

Em fevereiro, Guacir Bueno passará a presidência da entidade a Guilherme Bini

A sexta-feira, 29, foi especial para os convidados do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS). O motivo foi a confraternização de final de ano da entidade, em estilo intimista e com detalhes pensados nos mínimos detalhes pela equipe do Sindicato, digno de um encerramento de ano.

Para o presidente Guacir Bueno, que comanda a entidade pelo segundo mandato, em 2019 o mercado de seguros deve agradecer por chegar mais uma vez com números de crescimento interessantíssimos e profissionais qualificados. “Foi um ano de muita superação e trabalho, onde mais uma vez o nosso setor mostrou toda a sua resiliência e importância, crescendo muito acima da inflação mesmo com todas as dificuldades”, destacou. “Eu particularmente tenho muito a a agradecer, por ter tido a oportunidade de ficar quatro anos à frente do Sindicato e nesse período ter feito incontáveis novos amigos, obtido o apoio imprescindível da diretoria, dos colaboradores Rubaiarte, Margareth, Edimilson e Terezinha, dos representantes e membros de todas as entidades do nosso setor e com elas ter estreitado os laços de parceria”, acrescentou.

No dia 15 de fevereiro, o SindSeg RS contará com um novo presidente e uma nova diretoria. A novidade, anunciada por Bueno, é que Guilherme Bini, diretor da Territorial Rio Grande do Sul e Santa Catarina da Mapfre, será o novo presidente.

O momento também contou com uma contribuição dos convidados a Confraria da Solidariedade (Confrasol), que passou às mãos de Celso Azevedo a quantia de R$ 870. “Esse valor ajudará uma entidade muito especial lá em Canoas, de pessoas carentes que estão precisando de auxílio principalmente neste final de ano. Muito obrigado, isso fará muita diferença para eles”, comentou Azevedo.

Confraternização de final de ano do SindSeg RS – Todas as imagens:

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 708

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.

BC diz estar preparado para corrigir distorção no mercado de câmbio 1342

Variações cambiais continuam afetando a inflação

O diretor de Política Econômica do Banco Central, Fábio Kanczuk, disse que o BC está “muito bem preparado” para corrigir distorções no mercado de câmbio, principalmente pelo nível das reservas internacionais.

“O BC tem instrumentos naturais para intervir no mercado de câmbio e corrigir mau funcionamento”, afirmou, em live organizada pelo UBS.

Na transmissão, o diretor disse que, na avaliação do Comitê de Política Monetária (Copom), as variações cambiais continuam podendo afetar a inflação

“A leitura não é que ‘pass-through’ desapareceu”, completou Kanczuk.

CVG RS manifesta sentimentos pelo falecimento de Minas Mardirossian 1749

Executivo foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ 

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) manifesta imenso pesar pelo falecimento de Minas Mardirossian, nesta sexta, 22. Ele foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ.

De acordo com nota da entidade carioca, Mardirossian era um profissional dedicado ao mercado de seguros. “[Possuía] notório saber e deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica”, detalha o texto.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do fundador do CVG-RJ, Minas Mardirossian, uma pessoa querida por todos e que muito contribuiu pra nosso mercado segurador. Registro meus sentimentos a toda família”, expressa a presidente do CVG RS, Andreia Araújo.

 

World Insurance Report 2020: confira o relatório 1402

Seguradoras devem se aliar a ecossistemas abertos e recorrer a parceiros para reter participação de mercado com a entrada das BigTechs

World Insurance Report 2020 da Capgemini e da Efma, publicado hoje, revela que consumidores de todas as idades estão adotando uma “mentalidade millenial” e confiando cada vez mais em suas próprias pesquisas por meio de vários canais para obter informações e adquirir os produtos de seguros. Os consumidores estão recorrendo a players não tradicionais, como BigTechs (*1) e fabricantes de produtos, para ofertas inovadoras e personalizadas com experiência aprimorada do cliente (CX) e estão cada vez mais confiando em canais digitais diante da pandemia de Covid-19.

Para permanecer relevante, cita o relatório, as seguradoras existentes devem agir, reavaliando seus portfólios e aproveitando parcerias para se tornarem “Seguradoras Inventivas”. Isso envolve moldar os produtos existentes para atender às necessidades e preferências dos clientes em rápida evolução.

A mentalidade milenar transcendeu a idade

A adoção digital não é mais uma função da idade; para aqueles com acesso à web e à mídia social, a pesquisa e a compra direta de seguros on-line se tornou popular em todas as gerações. O relatório da Capgemini mostra que o número de clientes Geração X e pessoas de mais idade (*2) fazem transações diárias on-line e móveis, como compras ou pagamentos de contas, dobrou, passando de 30% dos entrevistados da Geração X e idosos em 2018 para 64% em 2020. O bloqueio do Covid-19 impulsionará ainda mais essa tendência, pois os consumidores serão forçados a usar os canais digitais nas transações diárias, independentemente da idade ou do conhecimento técnico.

Existe uma nova equação de confiança no seguro

O World Insurance Report 2020 agrupa os clientes de seguros de hoje em quatro categorias – pioneiros (*3), inquisitivos (*4), experimentais (*5) e seguidores (*6) – com base em seu comportamento social e preferências de compra. Os clientes de hoje não confiam exclusivamente em um canal na sua decisão de compra. Em graus variados, eles confiam na pesquisa on-line, incluindo comentários, depoimentos de familiares e amigos, bem como em conselhos de corretores e agentes, e se sentem capacitados para tomar decisões independentes de compra de políticas.

Os possíveis clientes procuram conveniência, e empresas não tradicionais, como as BigTechs, com agilidade digital ou fabricantes de produtos, oferecem uma experiência inigualável ao cliente, atraindo cada vez mais clientes a se arriscarem em um novo fornecedor. O apetite pelo seguro das BigTechs está se acelerando rapidamente: enquanto apenas 17% dos participantes da pesquisa do World Insurance Report 2016 disseram que considerariam comprar um seguro das BigTechs, o número dobrou em 2020 para 36%.

A hiper personalização é fundamental

O relatório recomenda que, para permanecerem relevantes para os clientes, as seguradoras precisam se conectar melhor com seus segurados, proporcionando-lhes um envolvimento hiper-personalizado e orientado pela experiência. Simplificando, as seguradoras precisam oferecer os produtos certos, no momento certo e através dos canais certos. Além disso, como as preferências do cliente estão evoluindo mais rapidamente do que nunca, é altamente necessária uma avaliação contínua por meio do gerenciamento de dados em tempo real, para que as experiências do cliente evoluam de acordo com as necessidades e desejos dos consumidores.

Os consumidores desejam flexibilidade e facilidade ao pesquisar fornecedores de seguros. Por exemplo, mais de 50% desejam um seguro com base no uso, pois oferece hiper personalização e valor ao dinheiro, mas apenas metade das seguradoras oferece esse tipo de opção. Embora as seguradoras tradicionais entendam a importância de entrar em contato com os consumidores no momento certo, elas não estão agindo sobre isso. Às vezes, elas não possuem as ferramentas e técnicas certas para prever quando enviar produtos apropriados, reduzindo sua capacidade de agir no momento certo: apenas 35% das seguradoras estão fornecendo aos agentes as ferramentas digitais que ajudam a determinar os eventos da vida do segurado, como casamento e filhos novos. ou compra de casa. De fato, apenas 25% afirmaram que o rastreamento de dados externos é útil.

Os dados do titular da apólice podem ser capturados usando uma variedade de fontes, dentro do âmbito dos regulamentos de privacidade de dados. Ao aderir aos ecossistemas de APIs abertas, as seguradoras poderiam entender melhor quando os consumidores podem precisar de um novo produto, sugere o relatório.

Além disso, enquanto os consumidores estão recorrendo a sites de comparação e sites da empresa para coletar informações sobre apólices, menos de 30% das seguradoras pensam que seus sites são úteis para compartilhar informações sobre apólices e apenas 37% dizem que sites de comparação ajudam a educar os clientes. As seguradoras podem considerar investir em canais on-line que capacitam os clientes a tomar decisões com o clique de um botão. Sem opções de engajamento omnichannel ininterruptas, as seguradoras tradicionais enfrentam perdas: 75% dos clientes trocariam de seguradora se o serviço de apólice não estivesse disponível em todos os canais.

Os titulares devem se transformar em seguradoras inventivas

As seguradoras devem evoluir rapidamente de produtos de tamanho único para oferecer experiências alinhadas às preferências específicas e individuais dos segurados. Enquanto as BigTechs estão coletando dados em tempo real por meio de assistentes de voz, dispositivos de vestíveis e outros dispositivos de IoT e chatbots interativos, apenas 38% das seguradoras capturam dados de dispositivos de IoT em tempo real e 33% de minas através de sistemas de suporte baseados no processamento de linguagem natural (por exemplo, chatbots).

O relatório conclui que, nesse novo cenário, as que obtiverem sucesso serão as “Seguradoras Inovadoras”, empresas que compreendem as necessidades e preferências dos clientes e que aproveitam os dados disponíveis do ecossistema para fornecer produtos personalizados e sensíveis ao tempo.

“O ambiente competitivo e em rápida mudança de hoje foi inexoravelmente alterado pela pandemia do Covid-19. A adoção digital entre gerações e o impacto sem precedentes da pandemia são razões convincentes pelas quais as seguradoras estabelecidas precisam transformar seus modelos operacionais”, disse Anirban Bose, CEO da Unidade de Negócios Estratégicos de Serviços Financeiros da Capgemini e membro do Conselho Executivo do Grupo. “O jogo final será se tornar a seguradora que oferece experiências hiper-personalizadas para poder competir de frente com a BigTechs. Tem que haver uma razão para os consumidores optarem por ficar com as seguradoras e a hiper-personalização pode ser essa a razão”.

“As seguradoras pioneiras em estratégias estratégicas estão intensificando a colaboração com empresas InsurTech maduras para desenvolver soluções inovadoras, pois, agora mais do que nunca, a experiência do cliente será o diferenciador para as que prosperarem no futuro”, disse John Berry, CEO da Efma.

(*1) As BigTechs são grandes empresas multinacionais de tecnologia, como Google, Amazon, Facebook, Apple, Alibaba etc.

(*2) Clientes da Geração X e mais antigos são clientes nascidos em 1980 ou antes.

(*3) Os pioneiros buscam informações ativamente por meio de análises online e consultam amigos/familiares antes de comprar um produto. Eles dão boas-vindas às novas ofertas de seguros e estão dispostos a pagar mais por uma excelente experiência de suporte pós-compra.

(*4) Os clientes curiosos são conhecedores das mídias sociais e procuram avaliações online, mas estão prontos para experimentar novos produtos e serviços extras em um prêmio apenas se perceberem valor ao fazê-lo.

(*5) Os experimentais não são muito ativos nas mídias sociais ou muito interessados na orientação de familiares/amigos, mas estão prontos para tentar novos produtos.

(*6) É improvável que os seguidores acessem informações de produtos/serviços de forma proativa, busquem críticas online, conselhos de familiares/amigos, tentem novos produtos ou paguem mais por serviços extras.

Metodologia do relatório

O Relatório Mundial sobre Seguros 2020 baseia-se em informações de duas fontes principais – a Pesquisa Global sobre Voz do Cliente em 2020 e as Entrevistas de Executivos em Seguros Globais em 2020. Esta pesquisa primária abrange insights de 32 mercados: Argentina, Austrália, Bélgica, Brasil, Canadá, China, Colômbia, Dinamarca, Finlândia, França, Alemanha, Hong Kong, Hungria, Índia, Itália, Japão, Malásia, México, Marrocos, Holanda, Nigéria, Noruega, Filipinas, Portugal, Arábia Saudita, Cingapura, Espanha, Suécia, Suíça, Turquia, Reino Unido e Estados Unidos.

Pesquisa sobre Voz Global de Seguros do Cliente em 2020

A abrangente Pesquisa Voice of the Customer, administrada em janeiro e fevereiro de 2020, em colaboração com a Phronesis, entrevistou mais de 8.000 clientes de seguros em 22 países. A pesquisa procurou obter uma visão profunda do comportamento geral e das preferências do cliente e de como isso molda sua atitude em relação ao seguro. A pesquisa questionou os clientes sobre suas dimensões de personalidade, como estilo de vida, educação e trabalho, comportamento social, comportamento financeiro, preferências de compra e afinidade tecnológica; e comportamento de compra de seguros para suas preferências de produto, canal e horário. Também foram feitas perguntas aos participantes, cobrindo fatores que podem influenciar sua decisão de mudar de seguradora atual, o interesse em adotar novos modelos de seguro e a vontade de comprar apólices de seguradoras não tradicionais.

Entrevistas de executivos de seguros globais para 2020

O relatório também inclui informações de entrevistas de mais de 150 executivos seniores de seguros das principais companhias de seguros em 29 mercados. Esses mercados juntos representam as três regiões – Américas (América do Norte e América Latina), EMEA (Europa, Oriente Médio e África) e Ásia-Pacífico (incluindo o Japão).

Clique aqui e confira a pesquisa completa.

Lloyd’s of London estima pagar entre US$ 3 e US$ 4,3 bi em indenizações 693

Previsões globais de perdas seguradas de US$ 107 bilhões são semelhantes às perdas por catástrofes naturais em 2005

O Lloyd’s de Londres estima pagar entre US$ 3 bilhões e US$ 4,3 bilhões em pedidos de indenizações relacionadas à pandemia de coronavírus, valor semelhante às perdas dos ataques de 11 de setembro, informou no dia 14 de maio. As perdas globais com subscrição e investimentos podem atingir um recorde de US$ 203 bilhões em 2020, acrescentou.

A Zurich Insurance anunciou que espera US$ 750 milhões pela pandemia no segmento de seguros gerais (no life) neste ano. As seguradoras também perderam dinheiro devido à queda dos mercados financeiros, com perdas em investimentos que usam para pagar os sinistros relatados. “Acho que ninguém em nosso setor jamais viu os dois fatos acontecerem ao mesmo tempo”, disse à Reuters o presidente-executivo do Lloyd’s, John Neal. As perdas de investimento foram de US$ 96 bilhões.

As previsões globais de perdas seguradas de US$ 107 bilhões são semelhantes às perdas por catástrofes naturais em 2005, lideradas pelos furacões Katrina, Rita e Wilma e em 2017, incluindo os furacões Harvey, Irma e Maria, informou o Lloyd’s.

As estimativas do Lloyd’s não incluem seguro de vida e consideram medidas contínuas de distanciamento e lockdown em 2020, bem como uma queda no PIB global. A maior parte das perdas de seguros considera o cancelamento ou adiamento de grandes eventos em todo o mundo, incluindo as Olimpíadas, reclamações lucros cessantes e crédito comercial.

Neal disse que o setor de “Property” do Reino Unido representa menos de 2% do mercado dos negócios do Lloyd’s, acrescentando que “quaisquer reivindicações válidas devem ser pagas”.

As seguradoras de vida também estão sendo atingidas pela crise, principalmente porque as medidas de lockdown impedem que os agentes atendam aos clientes. A Prudential disse na quinta-feira que suas vendas no primeiro trimestre na Ásia caíram 24% e espera um segundo trimestre desafiador.

Mas a crise também cria oportunidades para novos produtos. O Lloyd’s está subscrevendo riscos de ensaios clínicos e está considerando o seguro de longo prazo após o evento para ajudar as empresas a se recuperarem de pandemias, incluindo o Covid-19.

É improvável que a sala de subscrição do Lloyd’s, que recebe quase 50 mil pessoas, seja aberto antes de agosto, disse Neal. Mas parte da equipe do Lloyd’s pode começar a retornar à torre da City de Londres em junho, acrescentou.

 

Por Denise Bueno, Jornalista especializada na indústria de seguros brasileira e internacional