It’sSeg lança laboratório de inovação para o mercado de seguros 770

It’sSeg lança laboratório de inovação para o mercado de seguros

Oktuz pretende oferecer soluções em softwares e sistemas inteligentes de RH

A It´sSeg Company, uma das maiores corretoras de seguros do país especializada em gestão de benefícios, acaba de lançar a Oktuz, seu primeiro laboratório de inovação dedicado a oferecer soluções em softwares e sistemas inteligentes para RH. O objetivo principal dessa iniciativa é desenvolver e trazer respostas para os clientes no ambiente digital, eliminando burocracias e processos.

A Oktuz nasce com um sistema digital inovador, dividido em dois módulos: o primeiro, que permite realizar toda a gestão de saúde e financeira das apólices; e o segundo, onde é possível administrar todos os benefícios seguráveis (vida, odonto e saúde), não seguráveis e flexíveis (alimentação, transporte, combustíveis, idiomas etc).

“Ele foi pensado para garantir que todas as áreas envolvidas com a saúde e benefícios da empresa tenham acesso rápido e completo a indicadores, análises e dados essenciais para facilitar a sua gestão e controle”, explica Thomaz Menezes, CEO da It’sSeg e idealizador da Oktuz. Ele revela que uma equipe multidisciplinar de mais de dez pessoas se debruçou no projeto por mais de 1 ano e meio, consumindo R$ 1 milhão em investimentos. “Não há nada semelhante a essa solução no mercado”, completa.

A ferramenta oferece relatório personalizado, sendo possível construir o painel de acordo com os indicadores de interesse. Possui acesso online aos dados mais sensíveis para a gestão de benefícios por qualquer navegador. “O que queremos é tentar otimizar e levar uma transformação digital, não só para o cliente, mas também para os colaboradores dos nossos clientes”, diz João Siqueira, diretor de Tecnologia da It’sSeg e da Oktuz.

Entre os diferenciais destacados, valem ressaltar as políticas de benefícios configuráveis e abrangentes; análises preditivas baseadas no uso atual e identificação de tendências; visão unificada, independentemente do número de operadoras; simulações de reajuste, gerando previsibilidade no orçamento; KPI’s de prevenção e benchmarking com a ANS e carteira It’sSeg; automatização de fluxo de dados com os principais fornecedores; integração social e de comunicação entre RH e colaboradores.

A gestão de saúde e financeira das apólices permite aos médicos que tenham acesso à base de utilização com o detalhamento de todos os eventos; oferece aos RHS, Financeiros e Compras indicadores gerenciais e estatísticos dos contratos, realiza projeções e mostra o histórico da sinistralidade e dos custos.

Já no caso da gestão de benefícios, o sistema dá a possibilidade dos funcionários olharem quais benefícios eles têm direito e o sistema se preocupa em tratar a elegibilidade. “O sistema se conecta com os dados dos funcionários, com o sistema de folhas das empresas e monta os grupos de elegibilidade de acordo com uma série de variáveis que estão intrínsecas a cada funcionário. Quando ele entra no sistema, ele vê automaticamente quais benefícios tem e pode interagir com eles”, esclarece Siqueira.

“Criamos uma estrutura com um grupo de pessoas que está aberto para ouvir, fazer parcerias e pensar full time em tecnologia e tendências. Precisamos reinventar a forma como atendemos os nossos clientes, pensando na necessidade e anseios de cada indivíduo. Também queremos ajudar essas pessoas a entenderem a variedade dos nossos produtos”, diz Thomaz Menezes.

“Além disso, a Oktuz disponibilizará uma verba para aplicar em quatro projetos nos próximos dois anos, queremos fomentar novas soluções, testar e gerar novos negócios com essa plataforma”, prevê Thomaz Menezes.

A Oktuz compartilha a mesma estrutura física da It’sSeg, contando com uma equipe multidisciplinar de 15 colaboradores e que trabalha em diversas frentes. A empresa busca parcerias com hubs e ecossistemas de inovação que possam colaborar com a aceleração das ideias propostas. “Estamos de olho em parcerias estratégicas com startups para acelerar nosso modelo de inovação e apoiar novos negócios e tecnologias”, afirma Siqueira.

Uma das metas da Oktuz, segundo o executivo, é desenvolver produtos que possam ser comercializados independente da corretora. “Também temos a possibilidade de atender novos clientes sem um contrato de corretagem”, conclui João Siqueira.

Allianz Seguros promove nova doação à comunidade Santa Rita 379

Mais de 20 toneladas de itens de alimentos e de higiene foram doados

A Allianz Seguros realizou neste mês mais uma doação de mais de 20 toneladas de alimentos e itens de higiene e limpeza para a comunidade Santa Rita, na zona Leste de São Paulo. Como na primeira vez, a ação ocorreu na Associação Beneficente dos Funcionários do Grupo Allianz (ABA), seguindo os mesmos critérios: respeitando as orientações da Organização Mundial da Saúde (OMS), com voluntários paramentados com máscaras e luvas, número limitado de pessoas por horário e mantendo a distância de 1,5 metro na fila. A Allianz Seguros já soma mais de 40 toneladas e 60 mil itens doados com mais essa ação, que beneficia cerca de 5 mil pessoas da região.

Para o presidente da Allianz Seguros, Eduard Folch, a nova doação é fruto de um entendimento da importância de manter, por mais um mês, a cooperação às pessoas da comunidade Santa Rita durante esse momento de extrema dificuldade. “Sabemos que muitos provedores das famílias da região tiveram seus trabalhos afetados durante esse período de distanciamento social, dificultando a compra de itens considerados básicos. Nós, da Allianz, estamos voltados à corresponsabilidade social, apoiando ações que amenizem a situação dos moradores locais”, afirma.

Moradora da comunidade, Amanda tem duas filhas e ambas participam das atividades na ABA. Ela recebeu a primeira cesta da Allianz Seguros na sede da entidade, em abril, e foi beneficiada novamente em maio. Desempregada, Amanda relata que a ajuda chega novamente em um momento difícil e valoriza a doação. “A cesta é bastante completa, com insumos o suficiente para nos abastecer por cerca de 20 dias. É até difícil de explicar a alegria de receber essa segunda ajuda da Allianz, porque nós já estávamos quase sem nada em casa”, conta.

A doação foi também uma grata surpresa para Joyce, que trabalha com confecção de bijuterias. Mãe de três meninos, dois que ainda frequentam a ABA, a moradora da região afirma que, devido a recomendação para não sair às ruas, tudo parece ser consumido mais rápido em casa e a cesta foi fundamental para um período o qual o seu emprego tem sido afetado. “Nunca vivemos uma situação dessa. Geralmente, quando param as escolas, a gente continua trabalhando. E, de repente, sair e ver todo mundo de máscaras, ruas vazias, lugares que eram muito movimentados que eu ia bastante por causa do meu trabalho e agora estão sem ninguém, é algo muito difícil”, relata.

Durante esse período de distanciamento social, pessoas, empresas e entidades como a ABA estão se esforçando para manter suas atividades de maneira alternativa. As aulas que a Associação costuma dar presencialmente para crianças e adolescentes de 4 a 17 anos, agora estão sendo oferecidas virtualmente pelo canal do Youtube: Portal ABA Digital. A entidade voltará às atividades assim que o Governo do Estado de São Paulo decretar o fim do isolamento social para este segmento atendido.

Novo corte da taxa de juros pode enfraquecer ainda mais a economia 436

 Nova medida foi baseada no embate recessivo do novo coronavírus

A ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) foi divulgada na última semana, e reforçou que o corte feito pelo Banco Central (BC), pode se repetir na próxima reunião, que acontecerá nos dias 16 e 17 de junho. O mais recente corte foi de 0,75 ponto percentual, com a Selic indo para 3% ao ano, sendo a menor taxa da história. Se para a próxima reunião o corte for da mesma magnitude, já que o Copom não descarta possibilidade, o ciclo anual de ajustes pode encerrar com a Selic nos 2,25% anualmente. Entretanto, para a concretização desse cenário, depende do quadro fiscal e da conjuntura econômica como um todo.

A nova medida foi baseada no embate recessivo do novo coronavírus (Covid-19), e surpreendeu parte do mercado, que esperava um corte menor, de meio ponto. No entanto, apesar da decisão ter sido unânime, 2 membros do Comitê eram a favor de um corte ainda menor, e como destacado, isso pode vir a acontecer na próxima reunião. Para Daniela Casabona, Sócia-Diretora da FB Wealth, a taxa de juros não vai gerar nenhum impacto positivo.

“Pode ser inclusive um erro do Copom, em um momento onde a economia está bastante enfraquecida e o consumo bastante reduzido em função da pandemia, um novo corte da taxa de juros pode enfraquecer ainda mais a moeda e não traz benefício nenhum para o aquecimento da economia”, explica a Sócia-Diretora da FB Wealth.

No entanto, o limite de baixa taxa de juros no país foi colocada em discussão pela autoridade monetária. O BC afirmou que o “lower bound” (limite inferior), no Brasil é mais elevado do que nos países desenvolvidos, dado que diante da profunda incerteza, é natural ter um aumento nos riscos. “Não acredito em taxa a zero. O país não tem força suficiente para ter uma taxa de juros em zero”, enfatiza Casabona. A Sócia-Diretora também afirma que a situação interna é claramente favorável à Selic menor, mas exteriormente a taxa de câmbio pode ser elevada temporariamente. “Então, o Brasil precisa de uma taxa de juros um pouco mais alta para equilibrar a economia, níveis muito baixos da taxa de juros não são sustentáveis na nossa economia, principalmente em investidores estrangeiros”, finaliza.

Dicas para destacar a sua empresa no ambiente digital 428

Segundo pesquisa, as compras online devem gerar faturamento de R$ 90,7 bilhões em 2020, com crescimento de 21% em relação ao ano passado

O crescimento do comércio eletrônico já era uma tendência e uma crescente no mercado de vendas, nacional e internacional. A partir do fechamento obrigatório de estabelecimentos de comércio e serviços não essenciais como medida de combate a pandemia do novo Covid-19, comprar online tornou-se uma forma de continuar fazendo compras, desde supermercados, até roupas, eletrônicos e outros artigos.

Neste cenário, para muitos lojistas, vender pela internet se tornou a melhor (e em alguns casos a única) opção para continuar realizando seus negócios. Muitos empresários estão criando a sua loja virtual ou entrando em marketplaces – plataformas online mediada por uma empresa em que vários fornecedores se inscrevem e vendem seus produtos.

No Brasil, diversos marketplaces ganharam força nos últimos anos – e com a pandemia ainda mais relevância. Entre os principais podemos citar o Mercado Livre, Amazon, B2W, Magazine Luiza, Ricardo Eletro, Carrefour, entre outros. Se no mundo das vendas online, o marketplace é um shopping virtual, é bem interessante para o lojista estar inserido no canal de vendas para aumentar seu faturamento, conseguindo maior visibilidade e consequentemente, novos clientes.

De acordo com Sidney Zynger, especialista em comércio eletrônico e diretor de marketing do Bling (https://www.bling.com.br/) – sistema de gestão empresarial online para micro e pequenas empresas – as empresas que querem sobreviver na oscilação atual do mercado precisam investir em tecnologia e nas vendas online como questão de sobrevivência. O comportamento do consumidor também está mudando, mostrando maior interesse nas compras pela internet, e cada vez mais, as empresas percebem que depender somente de vendas na loja física pode ser um limitador, e vender em outros canais, como loja virtual e marketplace é uma forma viável de manter a operação viva e saudável financeiramente.

Segundo Zynger, é necessário apostar em ferramentas que auxiliem o lojista nesse novo momento. “Para empresas que querem começar a vender online, uma dica é apostar em marketplaces e ter a tecnologia como aliada. Já existem muitas ferramentas que auxiliam os empreendedores, como por exemplo, os sistemas de gestão, e temos uma variedade de canais de vendas. Apostar nessas soluções agrega valor para a empresa, que começa a traçar novos nichos de mercado.” comenta.

Confira algumas dicas para começar a vender em marketplaces:

1. Faça descrições completas dos produtos

Quanto mais informações – e apresentadas de forma clara – a descrição do seu produto tiver, maiores as chances de conversão.

2. Use fotos que se destaquem em meio à concorrência

Boas fotos do produto, além de chamar a atenção do consumidor, ajudam a eliminar dúvidas sobre os produtos e passam mais confiança.

3. Escolha a plataforma mais adequada para seu negócio

Saiba o diferencial de cada plataforma, para entender qual é a melhor opção para o seu negócio.

4. Faça seu cadastro como um parceiro no Marketplace

Ao fazer o seu cadastro em um marketplace, não deixe de selecionar a opção de parceiro para começar a vender os seus produtos.

5. Cadastre e venda seus produtos

Com os produtos devidamente cadastrados na plataforma, você poderá vendê-los com muita praticidade.

6. Não se esqueça de ter presença de marca

Um dos pontos apresentados como negativos do marketplace é a predominância da plataforma sobre o visual da marca. No entanto, é possível colocar a marca da sua loja em seus produtos, criando um vínculo entre sua empresa e o consumidor.

7. Cuide da logística e fique de olho nos prazos de entrega

A logística é um fator determinante para quem deseja oferecer um bom serviço. Afinal, é necessário respeitar os prazos de entrega para não sofrer punições ou uma má reputação.

8. Fique atento ao gerenciamento de contas do negócio

Apesar do marketplace trazer diversas funcionalidades e a possibilidade de automação de alguns processos, isso não significa que você não precisa ter um pouco de atenção. Também fique de olho na taxa de comissionamento para não ter surpresas após começar as vendas.

CVG destaca as oportunidades do ramo vida 428

Em nova edição, revista da entidade traz informações sobre seguro e ações realizadas durante a pandemia

Dois momentos dos seguros de pessoas foram abordados na nova edição da revista CVG Notícias. Antes da pandemia de coronavírus, o CVG-SP debateu, em março, as oportunidades dos planos de previdência e do seguro de vida com a participação de um time de especialistas. A matéria de capa desta edição traz os detalhes do evento, revelando a evolução do ramo, que passou a atender à crescente demanda com a oferta de produtos sofisticados.

Outro momento do seguro de vida, após a declaração de pandemia, também é tratado pela revista, em especial na matéria sobre o webinar promovido pelo CVG-SP, no final de abril, com a participação da diretoria executiva. Uma das conclusões do evento é que a pandemia está mudando a percepção da população em relação ao seguro de vida. De acordo com os palestrantes, na contramão de outros ramos, a contratação do seguro de vida está avançando.

Outro assunto da revista relacionado à pandemia é o lançamento da nova série de vídeos Pílulas de Vida. Os vídeos curtos da série, que integram o acervo da TV CVG, contam com as orientações e dicas de diversos especialistas para os profissionais aumentarem seus negócios. Já na seção Análise, o leitor poderá se informar sobre as perspectivas econômicas a partir da previsão de economistas entrevistados.

Na seção Especial, a CVG Notícias fez questão de exaltar o gesto de solidariedade das seguradoras do ramo vida que divulgaram a decisão de indenizar as mortes provocadas pelo Covid-19 em seus contratos vigentes, apesar de a pandemia ser um risco excluído. A matéria traz o depoimento de algumas dessas seguradoras.

Para ler a revista ou baixar o arquivo, clique aqui

Seguros Sura traz seguro sob demanda 100% digital 436

Modalidade de contratação inédita no país visa atender o novo comportamento do consumidor 

Em meio à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus, a Seguros Sura, uma das maiores seguradoras da América Latina, acelerou o desenvolvimento de um modelo de negócio inédito no Brasil: o seguro sob demanda.

Mesmo antes da pandemia, a Sura já vinha estudando o comportamento do consumidor brasileiro. Buscando formas de oferecer a melhor experiência para um novo perfil de clientes, a seguradora traz para o mercado um modelo de negócios inovador que oferece ao consumidor a possibilidade de comprar e fazer a gestão do produto de seguro a qualquer momento, de forma digital e flexível e pelo tempo que precisar, por meio de canais de distribuição como instituições financeiras, bancos, empresas de varejo e plataformas digitais.

Para viabilizar este modelo e disponibilizá-lo para o mercado brasileiro, a SURA firmou uma parceria exclusiva com a Trov, empresa líder em tecnologia para o mercado de seguros e que tem expertise global em plataforma de seguros sob demanda. “Encontramos na Trov a expertise necessária e especializada para oferecer uma experiência diferenciada para o consumidor, com plataforma flexível, de fácil navegação e integração, que nos permite pensar na escalabilidade do negócio”, comenta Thomas Batt, CEO da Seguros Sura.

Outro ponto identificado pela Sura em pesquisas e observação do mercado, é que alguns consumidores de seguros têm a percepção de que a contratação convencional faz com que paguem por períodos que não necessitam. O seguro sob demanda atende exatamente a essa questão, pois permite a aquisição de uma cobertura temporária, contratada por um período que o cliente precisar, mais flexível e transparente para o consumidor. “Estamos trazendo para o mercado soluções que visam atender as necessidades de Mobilidade e Conectividade em que o cliente define o produto, as coberturas e limites que melhor atendam às suas necessidades, e faz tudo de maneira 100% digital. Além disso, a plataforma permitirá o cliente passar pela experiência e conveniência de fazer o processo de sinistro digital.”, explica Marcelo Biasoli, Diretor de Estratégia Corporativa e Marketing da Seguros Sura.

O formato de comercialização projetado pela Sura é inédito no Brasil. A contratação do seguro sob demanda poderá ser feita por meio de canais de distribuição, a partir de parcerias com instituições que sejam relevantes em seu mercado de atuação e possuam modelos de negócios escaláveis, como instituições financeiras, bancos digitais, plataformas digitais, empresas de varejo e segmento de utilities, como telefonia, por exemplo. “Acreditamos neste modelo de distribuição pela experiência que temos na gestão destes canais e pela agilidade que trará para que o produto chegue ao consumidor, por meios que ele já está habituado a utilizar, com flexibilidade e conveniência. É uma proposta de valor diferenciada para os canais de distribuição”, comenta Cristiano Saab, VP de Vendas, Canais e Subscrição da Seguros Sura.

O modelo traz vantagens para os parceiros que têm oportunidade de ampliação de seus negócios e suas receitas. Uma startup de entregas, por exemplo, pode passar a oferecer seguro sob demanda para equipamentos eletrônicos, para uma bicicleta, para diversos itens de acordo com o que for mais estratégico para o negócio. “Como a Sura já tem expertise no desenvolvimento de soluções focadas em pessoas e empresas, a escolha do produto a ser segurado vai depender dos parceiros de negócio e das necessidades de seus clientes”, explica Cristiano.

A Sura acredita que o seguro sob demanda impulsionará o desenvolvimento do mercado securitário no país. “Esse novo modelo vai atrair novos consumidores de seguros e contribuirá com o aumento da participação de seguros no PIB do Brasil, que hoje está no patamar de 4%. Além disso, gera oportunidade de negócios para o desenvolvimento do mercado”, afirma Biasoli.

“Nós estamos genuinamente animados com a parceria da tecnologia de seguros sob demanda da Trov com a Sura, empresa com sucesso comprovado no setor de seguros, a fim de atender as necessidades crescentes deste mercado, no Brasil. Juntos, esperamos lançar muitas inovações em seguros na América Latina”, diz Scott Walchek, CEO da Trov.

A Sura espera fechar parcerias com pelo menos três canais de distribuição nos próximos doze meses e quer atingir um mercado que ainda não consome seguros no Brasil e que está mudando seu perfil de consumo.