Corretores esperam novos negócios em seguros cibernéticos com a LGPD 1208

Corretores esperam novos negócios com seguros cibernéticos com a LGPD

Evento promovido pela APTS e ENS mostra que os corretores de seguros não estarão livres dos impactos da LGPD. Mas, terão oportunidades de negócios com o cyber risks.

O seminário “LGPD na prática e soluções para Cyber Risks”, promovido pela Associação Paulista dos Técnicos de Seguro (APTS) em parceria com a Escola Nacional de Seguros (ENS), dia 21 de novembro, em São Paulo, se aprofundou na discussão sobre os impactos da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para os corretores de seguros, bem como sobre o cenário da segurança cibernética e as perspectivas para os seguros cyber risks.

Aspectos jurídicos

Do ponto de vista legal, a advogada Bárbara Bassani, da TozziniFreire Advogados, explicou que todos os corretores de seguros, independentemente do porte ou da área de atuação, devem se adequar à LGPD. “O corretor é detentor dos dados de seus clientes e deverá protegê-los, preocupando-se, inclusive, com o manuseio por funcionários ou por prestadoras de serviços”, disse. Para advogada Carla Couto, da TozziniFreire, apesar de criticada, a LGPD trouxe mais segurança jurídica.

Bárbara orientou os corretores a obterem o consentimento de seus novos clientes para a oferta de outros produtos. Já em relação à base de clientes anterior à lei, a advogada esclareceu que a LGPD não trata do legado e que essa tarefa ficará a cargo da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD). No entanto, sugeriu aos corretores que se unam para defender seus interesses em relação ao legado de dados. “Apresentem estudos, fiquem atentos”, disse.

Gestão de riscos

“Segurança da informação é a espinha dorsal da LGPD”, disse Rodrigo Silva, diretor presidente da Turing Security. Ele lembrou que uma das atribuições da ANPD é receber denúncias, que podem vir até de algum concorrente. “Imagine a ANPD pedir relatório de impactos e o empresário não ter, porque não fez nada, sequer começou. Melhor é evitar o caminho do litigio”, orientou.

Silva explicou que não existe um software que dê conta da gestão de riscos, segurança cibernética e da privacidade e proteção de dados. Ele concluiu que a falta de entendimento da tecnologia traz forte risco à privacidade e proteção de dados. Já em relação às medidas de segurança cibernética (controle de acesso, criptografia, registro de log etc.), deixou claro que não são contra a privacidade, mas essenciais para mantê-las.

Foco nos corretores

A proteção de dados e os riscos cibernéticos são uma grande oportunidade de negócio para os corretores, acredita o diretor da APTS Cláudio Macedo Pinto, fundador da Clamapi, corretora especializada em riscos cibernéticos. Especialmente para os corretores, ele ensinou o caminho das pedras em 13 passos que orientam sobre como se adequar à lei, se proteger de ataques virtuais e vender seguro cyber risks.

Macedo sugeriu começar por pesquisas sobre o assunto, inclusive sobre a atuação de hackers, e estudar vários temas, como segurança da informação, legislação, clausulados das apólices, coberturas e exclusões do seguro e o questionário de risco. Buscar parcerias é importante, bem como proteger os dados da corretora. Por fim aconselhou o corretor a não desistir diante da resistência do cliente. “O cyber será uma espécie de seguro saúde para as empresas”, previu.

Cibersegurança

De acordo com Marcos Nehme, CTO Field e diretor para América Latina e Caribe na RSA Security, a ideia da LGPD é criar confiança e, junto com ela, oportunidades de inovação, apesar da “dor de cabeça” que a implementação provocará. Para ele, todo esse processo é importante para a experiência do cliente, gerando confiança, valor na empresa e lealdade.

Nehme observou que é preciso ter atenção aos novos riscos, como, por exemplo, os e-mails maliciosos que instalam vírus específicos para roubar dados de determinados usuários, que não são detectáveis por antivírus. Dentre os desafios da adequação à LGPD, ele cita a identificação e o cuidado com os dados sensíveis. “Não tenha mais caderninho ou folhas na mesa com dados de clientes. Adote a prática da mesa limpa”, disse. No aspecto da segurança, orientou a ter controle maior sobre quem acessa as informações e a criar processos de autenticação de usuários.

Crimes cibernéticos

Considerado um dos melhores hackers do mundo pelo Google e Facebook, o diretor da Elytron Security, João Lucas Brasio, explicou que o seu trabalho como “hacker do bem” é invadir os sistemas de empresas para detectar vulnerabilidades e torná-los mais seguros. Este trabalho é necessário, segundo ele, porque os casos de vazamentos e ataques cibernéticos estão aumentando ano a ano e as perspectivas não são boas. “A tendência é piorar cada vez mais”, disse.

De acordo com Brasio, um dos motivos aumento de crimes cibernéticos é a própria internet, que funciona em três camadas: surface web, em que todos navegam e que responde por apenas 4% de todo o conteúdo; a deep web, cujo conteúdo não é indexado pelos buscadores, como é o caso de exames médicos e operações bancárias, concentrando 90% das navegações; e a dark web, na qual a navegação é anônima e, por isso, é utilizada para pedofilia, tráfico de drogas e crimes cibernéticos.

A lei e os riscos em debate

No talk show mediado por Claudio Macedo Pinto, o debatedor Sergio Oliveira, diretor jurídico da Tokio Marine Seguradora, deixou claro que os corretores poderão responder junto com as seguradoras pelo vazamento de dados, de acordo com a LGPD. “A responsabilidade solidária existe, inclusive a objetiva, aquela não precisa da comprovação da culpa. Por isso, os corretores devem se preocupar”.

Victor Perego, Cyber Underwriter na AIG Seguros, disse que em suas apresentações costuma dividir os objetivos do seguro cibernético em três “pacotes”. No primeiro, para cobrir os custos que a empresa terá para investigar, restaurar o sistema, enfrentar a paralisação (lucros cessantes) e lidar com a crise de imagem. No segundo, para atender ao aspecto regulatório (LGPD), cobrindo custos com peritos, multas e publicidade do vazamento. No terceiro, o seguro cobrirá os custos das ações judiciais de terceiros em decorrência do vazamento de dados.

Uma das premissas básicas do seguro cibernético, segundo Hellen Deungaro Fernandes, gerente de subscrição de Linhas Financeiras na Zurich, é a exclusão de danos materiais ou danos tangíveis. “Se perco meu computador com os dados de clientes, não haverá cobertura para a máquina, mas apenas para o seu conteúdo”, disse. As demais exclusões são danos corporais e a transferência de valores.

Cláudio Macedo informou que a sua corretora, a Clamapi, está trabalhando junto com seguradoras para desenvolver coberturas de riscos cibernéticos exclusivas para pequenas e médias empresas, incluindo corretoras, com valores mais baixos. “A maioria dos corretores não precisa de um seguro de R$ 1 milhão, às vezes, R$ 50 mil já é suficiente”, disse.

Chubb integra comitê gestor de fórum que pensa futuro do trabalho 1003

Também patrocinado pela seguradora, o fórum irá buscar soluções a partir da sinergia entre pessoas de diferentes gerações

 Nesta quarta-feira, 15, A consultoria Mais Diversidade vai promover evento de lançamento do Fórum Gerações e Futuro do Trabalho. Com o apoio da Chubb Seguros, a iniciativa se propõe a discutir e apresentar soluções para temas relacionados ao mercado de trabalho. Entre os assuntos em pauta estarão a chegada da Geração Z aos quadros das empresas, o processo de transformação digital, novos formatos de atuação, como o home office, além das oportunidades de sinergia geradas pelas visões de mundo de profissionais de diferentes faixas etárias. O CEO da Chubb Brasil, Antonio Trindade, representará a seguradora no encontro virtual.

O lançamento do fórum terá transmissão ao vivo pelo canal da Mais Diversidade, no Youtube. Ao lado de Antonio Trindade, estarão Leila Melo, diretora-executiva do Itaú; Artur Grynbaum, presidente do Grupo Boticário, Miguel Setas, presidente da EDP Brasil, e Leandro Camilo, sócio da PwC, além do secretário executivo do Fórum Gerações e Futuro do Trabalho, Ricardo Sales. Nos próximos meses, a consultora que promove os debates irá divulgar a agenda de compromissos, que incluirá temas prioritários e que serão foco das empresas signatárias.

Segundo nota da Chubb, o encontro trata-se da primeira iniciativa brasileira voltada à discussão e busca de soluções para as questões geracionais no ambiente organizacional. Ao lado de Itaú, EDP, Grupo Boticário e PwC, a seguradora participa também do Comitê Gestor que, anualmente, define as estratégias e as prioridades de atuação do Fórum.

A Chubb é a maior seguradora de propriedade e responsabilidade civil (P&C) de capital aberto do mundo. Com operações em 54 países, oferece seguros comerciais e pessoais de property & casualty, acidentes pessoais e saúde complementar, resseguros e seguros de vida a um grupo diversificado de clientes. ​

Susep estuda criação de mercado de títulos de seguros 2649

Com a queda da taxa de juros, esta pode ser uma nova opção de investimento para investidores profissionais e para melhorar a estrutura de custo de captação das seguradoras

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) resolveu ampliar a regulamentação e viabilizar o financiamento por meio de emissão de títulos vinculados a riscos de (res)seguros (ILS – Insurance Linked Securities). Mecanismo comumente adotado em mercados internacionais, o ILS é uma nova alternativa para transferência de riscos de seguros e resseguros.

Nas operações de ILS, a transferência de risco se dá de uma cedente para um ressegurador local de propósito específico (RPE), que financiará a retenção deste risco por meio de emissão de dívida vinculada a riscos de (res)seguros. Este tipo de alternativa para transferência de risco vem ganhando cada vez mais espaço em mercados internacionais.

A Resolução que amplia a regulamentação e viabiliza esta inovação entra em consulta pública a partir de hoje e a sociedade poderá enviar sugestões sobre este avanço, que é mais uma oportunidade para atrair recursos para o país, ampliar as opções do mercado de capitais brasileiro e ainda exportar capacidade de resseguro, trazendo divisas para o país.

A superintendente da Susep explica que entre as vantagens que o ILS trará para o mercado brasileiro está a redução de riscos e custos de captação para as seguradoras. “Isto possibilitará melhores preços para o consumidor, favorecendo o desenvolvimento do mercado brasileiro”, afirma.

Atratividade para o investidor

Sob o ponto de vista do investidor, transparência e segurança estarão garantidas, uma vez que os cedentes que quiserem participar deste tipo de operação deverão ter seus riscos registrados em sistemas de registro homologado pela Susep (SRO). Com o cenário de baixas taxas de juros, como o que estamos vivendo, esta opção de investimento pode representar um novo atrativo para os investidores, sendo uma alternativa para a composição de carteiras.

O diretor técnico da Susep Eduardo Fraga, que está coordenando as análises para a proposta de implementação desta modalidade no Brasil, explica que, como ocorre em outras jurisdições, “este tipo de instrumento deve ser direcionado para investidores profissionais, não sendo adequado para investidores pessoas físicas diretamente, em virtude da possibilidade de perda de parte do principal investido”.

Benefícios para o setor de seguros

Sob o ponto de vista do setor de seguros, o custo de capital desta nova dívida deve ser menor que o custo de financiamento por meio de capital próprio (equity), que é uma das fontes tradicionais de financiamento de resseguradores e seguradores. Adicionalmente, a diminuição de custos nesta operação pode trazer uma redução de custos no seguro direto, feito lá na ponta para o segurado

Indicadores econômicos e repercussão em seguros em debate na CNseg 2949

Marcio Serôa de Araujo Coriolano é economista e presidente da CNseg, a Confederação Nacional das Seguradoras

1º Webtec reúne Marcio Coriolano e os economistas Luiz Roberto Cunha e Pedro Simões

A estreia da série de webinars técnicos da Confederação Nacional das Seguradoras (WebTec), ocorrida nesta quinta-feira, 09, com moderação do presidente da CNseg, Marcio Coriolano; exposição do economista do Comitê de Estudos de Mercado da CNseg, Pedro Simões, e comentários do economista do professor de Economia e decano do Centro de Ciências Sociais da PUC-Rio, Luiz Roberto Cunha, deixou pelo menos uma certeza: não há qualquer garantia de que os sinais de recuperação da atividade econômica, exibidos em maio por vários indicadores locais ou globais, serão contínuos, perenes ou sustentáveis. Entre os propósitos, o webinar técnico teve o objetivo de fornecer novos elementos para posicionamento estratégico do setor de seguros, informou o Presidente da CNseg, Marcio Coriolano.

Marcio Coriolano repetiu o prognóstico de um ano difícil para o setor segurador, atividade que está entre os maiores investidores institucionais, com R$ 1,1 trilhão em recursos que garantem os riscos e que representam 25% da dívida pública brasileira. Para ele, a recuperação da economia ocorrerá lentamente, e os segmentos de seguros deverão ter comportamento heterogêneo, acompanhando a retomada da produção, a taxa de ocupação e a renda dos trabalhadores, que, por sua vez, afetam os segmentos de forma diferente. Ainda durante o encontro, Marcio Coriolano, ao destacar a amplitude do seguro em termos de proteção oferecida à sociedade e de investidor institucional, ressaltou que o setor ainda não tem sua relevância plenamente no meio econômico. O setor, acrescentou, cumpre uma missão civilizatória de mitigar riscos e, na sua ocorrência, desonerar atores sociais e econômicos.

O economista Pedro Simões, que palestrou sobre o tema, apresentando amplo e diverso elenco de indicadores, disse acreditar que a flexibilização da quarentena horizontal em todo o mundo deve se consolidar, refletindo-se nos índices a curto prazo. Há uma onda de otimismo global, uma consequência do esgotamento econômico e psicossocial do shutdown, e, em razão disso, um certo consenso de que os processos de isolamento social não ocorrerão na proporção do primeiro semestre do ano. Para ele, os protocolos para evitar a proliferação do contágio e a crença de que a descoberta da vacina para a cura se avizinha estão por trás dessa percepção mais otimista dos mercados globais. De qualquer forma, o número de novos casos amplia-se, mas há um viés de estabilidade ou queda na taxa de óbitos, assinalou.

Entre outros comentários, o economista Luiz Roberto Cunha adiantou que, entre outros riscos, o endividamento público decorrente dos gastos públicos para mitigar os impactos da Covid-19 está no radar de todos os agentes econômicos, porque tem enorme potencial de gerar danos ao bom ambiente de negócios, dadas as fragilidades fiscais do governo.
Nos Estados Unidos, as despesas emergenciais contribuíram para elevar a poupança interna, algo próximo de 33% atualmente, e, à proporção que haja maior nível de confiança, tais recursos devem ser dirigidos ao consumo. No Brasil, também acredita-se que os recursos destinados a socorrer pessoas em situação de vulnerabilidade e trabalhadores contribuem para alguma reação apresentada em um pequeno grupo de atividades.

Allianz anuncia novo Comitê Executivo 2699

Após concluir uma das maiores aquisições do setor de seguros no país, executivos da Allianz e SulAmérica Auto e Massificados passam a integrar o board da unidade brasileira da seguradora alemã

A Allianz comunica ao mercado o novo Comitê Executivo das operações brasileiras, que é resultado da integração entre Allianz Seguros e SulAmérica Auto e Massificados, empresa adquirida, por R$ 3 bilhões. Com a compra, a Allianz passa a ocupar a segunda posição em Automóvel e a terceira no ranking geral de Ramos Elementares, detendo 9% de market share nesse segmento.

“A nova Allianz conta com o melhor de duas seguradoras, já reconhecidamente valorizadas por colaboradores, corretores, clientes e mercado. Para fazer frente aos novos desafios, contamos com novos membros no Comitê Executivo. Esse novo corpo diretivo contribuirá significativamente para alcançarmos a posição de liderança em Ramos Elementares no mercado segurador brasileiro” explica Eduard Folch, presidente da Allianz no país.

Conheça o novo Comitê Executivo

  • Eduard Folch, presidente da Allianz Brasil
  • Andreas Kerl, diretor executivo Financeiro
  • David Beatham, diretor executivo de Massificados e Vida
  • Eduardo Dal Ri, diretor executivo Comercial
  • Karine Barros, diretora executiva de Negócios Corporativos e Saúde
  • Luis Cartolano, diretor executivo de Marketing
  • Marco Campos, diretor executivo de RH e Comunicação
  • Renato Roperto, diretor executivo de Sinistros
  • Rosely Boer, diretora executiva de Operações

É importante destacar que, por enquanto, nada muda em relação às atividades, atendimento aos corretores, clientes e prestadores. O nosso foco é a continuidade dos negócios. Todo o processo será feito de forma gradual, valorizando as melhores práticas entre as duas companhias.

Prudential do Brasil lança produto de Vida Individual 2166

Vida Inteira 5 combina proteção completa ao pagamento dos prêmios em tempo reduzido

Com o objetivo de diversificar o seu portfólio de produtos, a Prudential do Brasil está anunciando um novo seguro para o ramo Vida Individual. Conforme material de divulgação da seguradora, o Vida Inteira 5 combina proteção completa para a vida inteira do segurado à facilidade de realizar o pagamento dos prêmios em tempo reduzido – nesse caso, em apenas cinco anos. As coberturas abrangem morte natural e acidental, invalidez permanente e total por acidente, dispensa de prêmio em caso de invalidez parcial e permanente e antecipação do capital segurado em caso de doença terminal com seis meses de sobrevida.

“O lançamento do novo produto Vida Inteira 5 simboliza a expertise da Prudential do Brasil em oferecer soluções personalizadas para atender às necessidades específicas de cada consumidor. O seguro terá um grande apelo, por exemplo, para clientes que desejam se aposentar com seu planejamento sucessório organizado e quitado, evitando novos custos após a entrada nessa nova fase da vida”, destaca a gerente de Produtos, Fernanda Matta. A executiva reforça que “o prazo de pagamento mais curto também atenderá às empresas que buscam uma solução que ajude a estruturar financeiramente a redistribuição da participação da companhia no momento do falecimento de um dos sócios”.

A empresa já havia lançado em setembro do ano passado um produto inovador no ramo de Doenças Graves, no qual a Prudential lidera o ranking com 57% de market share: o DDR Modular. Composto por quatro módulos (Câncer, Doenças Cardiovasculares, Falência de Órgãos e Doenças Neurológicas), o produto engloba 25 doenças e cobre até duas indenizações para sinistros ocorridos em módulos distintos, além de outros benefícios.

“Em um mercado em evolução como o de seguros, lançamentos como o Vida Inteira 5 e Doenças Graves Modular favorecem o despertar da população para a necessidade do seguro de vida, assim como contribuem para estimular a discussão na sociedade sobre o dever de cuidar e dar mais valor à proteção da vida e dos bens ”, finaliza Fernanda.​