3 dicas para manter o sofá e colchão em bom estado 746

3 dicas para manter o sofá e colchão em bom estado

Limpeza profissional é recomendada pelo menos uma vez ao ano

O sofá e a cama são móveis indispensáveis nas residências. Por serem itens geralmente usados todos os dias, a importância da limpeza periódica se faz necessária e vai muito além da aparência, considerando, principalmente, que são móveis com tecidos que acumulam facilmente bactérias. Diante disso, David Pereira, gerente do Porto Faz, fala sobre a importância da higienização desses tecidos que, além de manter a estética agradável, também garante a prevenção de doenças e prolonga a vida útil dos móveis.

  1. Aspire o móvel semanalmente

O aspirador é o maior aliado na limpeza diária da casa e deve ser utilizado no sofá e na cama, principalmente para residências com cães e gatos que soltam pelos. “Mantê-los livres de pó e fuligem é importante para prevenir doenças, já que o acumulo causa a propagação de ácaros e bactérias, o que pode resultar em lacrimejamento nos olhos, nariz entupido, sensação de peito cheio e sintomas na pele, como coceira e eczema”, afirma.

  1. Utilize mantas e capas impermeáveis

Cobrir o sofá e a cama com mantas ou capas impermeáveis ajuda na manutenção dos móveis e pode prolongar a vida útil do colchão e do sofá. “Como muitas pessoas costumam comer na cama, por exemplo, muitos acidentes podem acontecer. A capa auxilia na proteção de possíveis absorções de alimentos e bebidas”, alerta David.

  1.  Faça a limpeza profissional uma vez ao ano

É recomendado a limpeza profissional destes móveis uma vez ao ano e, em alguns casos, a cada seis meses. “Caso haja crianças ou animais na residência, o prazo deve ser antecipado, evitando que o tecido fique encardido e a sujeira penetre profundamente”, comenta. Diante de acidentes que causem grandes danos, como absorção de urina ou derramamento de líquidos, também é recomendado o auxílio de um profissional. “Com isso, evitamos a proliferação de bactérias e desgaste do sofá devido à limpeza superficial”, conclui.

Porto Seguro Faz

O Porto Seguro Faz oferece serviços que podem ser contratados por qualquer pessoa, mesmo não sendo segurado Porto Seguro. Hoje a companhia executa o tratamento por extração em qualquer superfície de tecido sintético ou natural em sofás, colchões, cadeiras, poltronas e demais itens que podem ser avaliados para o tratamento. Além disso, também é possível realizar a higienização de superfícies de revestimentos sintéticos e naturais do tipo couro corino, corano e couro ecológico.

Para saber mais sobre estes e outros serviços oferecidos pelo Porto Seguro Faz, acesse este endereço.

Casos da Covid-19 já mostram desaceleração em alguns lugares do mundo 749

“Como se espera que o pico no número de novos casos diários ocorra exatamente nestes próximos dez dias, talvez os EUA possam cogitar um retorno gradual de sua atividade a partir de maio”

Na semana passada, o presidente Trump não apenas reconheceu que sua ambição de retorno à normalidade logo após a Páscoa era impraticável, como sinalizou que as medidas mais severas de isolamento social devem se prolongar até pelo menos o final deste mês de abril.

Em meio à pandemia da Covid-19, os EUA, e virtualmente qualquer outro lugar do mundo, se defrontam com o dilema de tentar controlar o ritmo de avanço das infecções, que naquele país, já somavam mais de 335 mil ao final do domingo, dia 05, ao custo de um enorme impacto econômico. Neste caso, ele pode ser medido, por exemplo, pela explosão dos pedidos de auxílio desemprego, que nas duas últimas semanas apenas, alcançaram quase 10 milhões.

Como se espera que o pico no número de novos casos diários ocorra exatamente nestes próximos dez dias, talvez os EUA possam cogitar um retorno gradual de sua atividade a partir de maio. E esse é um talvez recoberto de grande incerteza, como demonstram Itália e Espanha, que já deixaram seus respectivos picos diários para trás há mais de uma semana e ainda parecem distantes, mesmo assim, de relaxarem suas quarentenas bastante restritivas.

No Brasil, embora o número absoluto de casos ainda seja uma fração dos registrados nos EUA, em termos relativos nosso dilema não é menor. De um lado, porque a despeito das evidências de subnotificação do número real de infecções, os casos diários confirmados já estão na casa do milhar e podem mostrar aceleração nos próximos dias. De outro, porque os primeiros indicadores quanto ao impacto econômico da pandemia e de suas medidas de controle, embora ainda localizados, já se mostram bastante significativos.

Tome-se como exemplo o indicador Cielo de vendas nominais do varejo. À medida em que as medidas de distanciamento social se tornavam mais restritivas e eram aplicadas em um número maior de estados, os dados do comércio mostravam uma deterioração simultânea e bastante expressiva, conforme mostra o gráfico abaixo.

Os destaques na agenda econômica desta semana no Brasil são a esperada aprovação pelo Senado da chamada PEC do Orçamento de Guerra (já votada pela Câmara Federal), que libera o Executivo das amarras da Regra de Ouro e da Lei de Responsabilidade Fiscal para poder ampliar as medidas de mitigação da crise econômica. Na 5ªa-feira, o IBGE divulga o IPCA de março, o último com variação positiva antes de dois meses (abr-mai) em que provavelmente serão registradas variações negativas (deflação). No exterior, as atenções estarão voltadas para uma reunião entre os principais produtores de petróleo, que buscam um acordo para reduzir a oferta do produto em meio ao colapso da demanda e que trouxe os preços de US$ 60/barril ao final de 2019 para os atuais US$ 25.

Por José Pena é economista-chefe da Porto Seguro Investimentos.

PIB sofrerá contração de 3% este ano, diz Porto Seguro 763

Estimativa para o índice oficial de inflação em 2020 é de 1,9%

O cenário de atividade bastante fraca devido às medidas de isolamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus deve ocasionar queda de confiança e maior endividamento, o que vai mitigar a velocidade de recuperação da economia mais à frente.

É o que avalia o economista-chefe da Porto Seguro Investimentos, José Pena, para quem o Produto Interno Bruto (PIB) sofrerá um tombo de 3% neste ano. Para ele, o grau de previsibilidade é “minúsculo” atualmente, mas os indícios apontam um viés pessimista para as projeções.

Dada a mudança de comportamento da sociedade, Pena nota que o orçamento mais apertado das famílias deve fazer com que os preços no setor de serviços sejam segurados, ainda mais com o desemprego em alta.

Quanto aos impactos do câmbio, o economista espera que as empresas não repassem integralmente a depreciação do real em relação ao dólar para o consumidor final. “Se as empresas aumentarem o preço em um cenário de demanda ainda fraca, os impactos podem ser ainda maiores.”

Assim, Pena acredita que há uma desinflação contratada por conta dos preços de commodities, mesmo com a alta recente do petróleo. “Eu olho para a frente e, considerando que a retomada será mais lenta do que a gente gostaria, a chance de uma inflação bem mais baixa aumenta. E o número do IPCA de hoje sanciona a nossa visão”, afirma o economista da Porto Seguro, cuja estimativa para o índice oficial de inflação em 2020 é de 1,9%, abaixo da banda inferior da meta de 4%.

Dado esse panorama, ele avalia que o Banco Central cortará a Selic mais duas vezes e levará o juro básico a 2,75% no fim deste ano.

“Se eu estiver minimamente certo com os números de inflação, não tem motivo para não cortar os juros e o BC terá de reduzi-los ou vai estar apertando a política monetária”, afirma Pena.

O economista diz, ainda, que a visão de que o juro não será reduzido porque o BC está focando em liquidez no momento é “equivocada”, tendo em vista que, para ele, a autoridade tenta desentupir o canal de crédito para fazer com que a política monetária chegue na ponta.

HDI Seguros participa da contratação de 140 anestesistas para Hospital das Clínicas 868

Valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros

O BTG Pactual, Cosan, HDI Seguros, Advent, Aegea, Perfin e Alupar se reuniram em um projeto para contratar 140 anestesistas de reforço para o Hospital das Clínicas. O novo time chega nesta quinta-feira, dia 09, e vai permitir o funcionamento de mil plantões extras por mês, o que equivale a quase 12 mil horas de serviço.

“Quando entramos em contato com o hospital, nos disseram que o gargalo era de anestesistas, por isso começamos por essa área”, explica Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual. “Estamos trazendo profissionais de hospitais privados que tiveram cirurgias eletivas canceladas, por isso podem atuar nessa causa”, complementa o executivo. No cenário atual da Covid-19, os anestesistas são particularmente ainda mais importantes pois são responsáveis por entubar e manter os pacientes sedados por longa permanência.

O banco e seus sócios já haviam anunciado na semana passada a doação de R$ 50 milhões para projetos de combate ao novo coronavírus. Agora, o valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros. Desse montante, R$ 7 milhões foram direcionados ao Hospital das Clínicas até o momento por meio de contratações e compra de materiais e equipamentos.

“Estamos comprometidos com diversas iniciativas de controle da pandemia de Covid-19 no Brasil. Nesse momento, em que o empenho e dedicação de todos é fundamental para conter o número de transmissão e apoiar as instituições e profissionais que estão à frente dessa luta, abraçamos essa iniciativa com o BTG. Valorizar o humano faz parte da HDI”, afirma Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.

As pessoas que também tiverem interesse em contribuir com o HC podem doar pela conta que o BTG Pactual criou, especialmente dedicada ao hospital:

Banco BTG Pactual SA

CNPJ: 30.306.294/0001-45

Agência: 001

Conta: 2613669

Fonte: Ketchum

ENS promove Semana da Saúde mesmo em regime de home office 752

Semana foi marcada por e-mails marketing que levaram orientações e dicas de cuidados com a saúde física e emocional

O Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, tornou-se ainda mais importante neste ano, diante da atual pandemia do novo coronavírus.

Desenvolvida há mais de 10 anos pela ENS, a Semana da Saúde é uma ação voltada aos colaboradores da Instituição, que tem como objetivo conscientizar e estimular a prática de atividades ligadas ao bem-estar e à qualidade de vida.

Apesar das limitações impostas pela quarentena e com todo o corpo de colaboradores em regime de home office, a ENS manteve a ação, que aconteceu ao longo desta semana, sendo adaptada de acordo com as atuais possibilidades.

Dessa forma, a semana foi marcada por e-mails marketing que levaram orientações e dicas de cuidados com a saúde física e emocional. Foram indicados profissionais de educação física que promovem treinos online e fornecidas receitas de alimentação saudável visando ao aumento da imunidade.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, esta é mais uma demonstração de que a Instituição segue operando em todas as frentes. “Temos diversos cursos acontecendo em ambiente virtual, nossas ações comerciais continuam sendo intensificadas e nossos colaboradores têm à disposição as habituais ações de endomarketing”, revela o executivo.

A Diretoria da ENS reitera que sua maior preocupação no momento é com a saúde e o bem estar de seus colaboradores, alunos, professores, parceiros e demais públicos com os quais interage. A Instituição seguirá adotando as medidas necessárias para prevenir a transmissão do coronavírus, sempre de acordo com as orientações dos órgãos de saúde e dos governos estaduais.

Seguradoras comprometidas com os clientes 795

Companhias abriram mão do direito de não indenizar sinistros relacionados com a pandemia. Nível de solvência e de governança garantem estabilidade do setor

O setor de seguros está demonstrando, desde o primeiro momento da crise da covid-19, que está ao lado dos clientes e preparado para continuar desempenhando o papel de mitigar riscos e proteger patrimônios. “A certeza de estar protegido traz a tranquilidade necessária para encarar ocasião tão desafiadora”, resume o presidente da Brasilseg, Ivandré Montiel, ao Valor Econômico.

Antes dos sinistros acontecerem e sem poder estimar o impacto nas suas carteiras, as seguradoras garantiram indenização para as perdas relacionadas ao coronavírus apesar de a maioria dos contratos excluírem eventos provocados por epidemias e pandemias da cobertura para preservar o equilíbrio das apólices.

“O prêmio que o cliente pagou foi determinado com riscos específicos subscritos e a apólice não foi feita para esse tipo de situação [pandemia]. Vejo [a flexibilização] como uma liberalidade das seguradoras”, explicou a sócia da área de seguros e resseguros do TozziniFreire, Bárbara Bassani, ao Valor Econômico.

“Mesmo não tendo a obrigação legal, pagaremos as indenizações”, resumiu Laurent Jumelle, presidente da Caixa Seguradora, refletindo a posição do mercado. Esse esclarecimento foi fundamental para evitar um clima de insegurança no mercado, fato reconhecido pela Fenacor

“A Fenacor vem a público elogiar e manifestar seu agradecimento às seguradoras que, em defesa da população brasileira e cumprindo a principal missão que cabe ao nosso mercado, a de proteger e amparar as pessoas em todos os momentos, decidiram não aplicar, principalmente nos contratos de seguros de vida, cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias”, disse a entidade em carta aberta ao mercado, imprensa e sociedade.

Não demorou para que as primeiras solicitações de indenização chegassem às seguradoras. “Nós já recebemos os primeiros avisos de sinistro decorrentes do novo coronavírus, desde a semana passada, alguns, infelizmente, por morte e outros solicitando a nossa cobertura renda hospitalar”, disse a vice-presidente de marketing & digital da filial brasileira da seguradora americana, Aura Rebelo, ao Valor Econômico há alguns dias.

Na Generali já havia duas mortes. “Consideramos que vai haver aumento de sinistros, mas é difícil estimar o percentual exato. Apesar disso, não vai afetar o equilíbrio das apólices”, disse a vice-presidente da filial brasileira e chefe de canais massificados para Américas e Sul da Europa, Claudia Papa.

No mesmo sentido, o executivo-chefe financeiro da MAG Seguros, Raphael Barreto, afirmou que a companhia “entendeu que estes valores poderiam ser  absorvidos sem comprometer a saúde financeira da seguradora”.

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, lembrou na Carta de Conjuntura da entidade o “nível de solvência e de governança alcançado pelo setor” e destacou que o crescimento superlativo apresentado pelo setor no ano passado vai ajudar a “manter a arrecadação em nível que pode mitigar a queda de contratações, pelo menos no primeiro semestre”.

As seguradoras responderam rápido no enfrentamento da crise e estão sólidas para serem protagonistas no processo de reconstrução pós-pandemia. Mais uma vez cumprem seu compromisso com os clientes e seu papel perante a sociedade.