Saiba trabalhar no crescimento da sua marca para 2020 1005

Saiba trabalhar no crescimento da sua marca para 2020

Expectativa de crescimento de 2,4% para o próximo ano deve movimentar a economia

Mesmo em um cenário de crise, o Brasil registrou um crescimento no número de empresas. Em 2018, o país fechou com 2,5 milhões de novos empreendimentos formalizados, a maior alta registrada desde 2010.

Para o ano de 2020, espera-se um crescimento de 2,4%, que ajudará na movimentação da economia.

No entanto, mesmo com perspectivas favoráveis, o sucesso das empresas depende de inúmeros fatores, que irão influenciar diretamente na sobrevivência dos empreendimentos no mercado. De cada 4 novos negócios abertos, 1 fecha antes de completar 2 anos.

Um dos maiores desafios enfrentados pelos novos empreendedores e pelo empresariado é a dificuldade no planejamento estratégico, principalmente no setor de marketing. 

Por essa razão, separamos algumas dicas para trabalhar o crescimento das marcas no ano de 2020, que podem ser usadas para um pequeno projeto de livraria, até para grandes empreendimentos.

3 Dicas para trabalhar com o planejamento estratégico em marketing

O planejamento estratégico, também conhecido como “Plano de Negócios”, é um documento não obrigatório, mas extremamente importante para empresas que desejam alcançar sucesso, reconhecimento e ter prevalência no mercado. 

Com ele, é possível nortear os objetivos do seu negócio, metas e organizar melhor as ideias, para avaliar riscos financeiros, administrativos e de gestão.

O planejamento estratégico integra os diferentes setores da empresa, incluindo o RH, a contabilidade, a produção e o marketing. 

Mais ainda, para o crescimento de uma marca, é fundamental ter foco em divulgação, compreendendo as características do mercado, o público-alvo e organizando campanhas de fortalecimento da empresa.

Pensando nisso, separamos algumas dicas que podem ajudar no crescimento da sua marca para 2020, com destaque para o planejamento estratégico em marketing.

1. Esteja presente no mundo digital

Hoje em dia, é difícil pensar a vida sem internet. Procuramos praticamente tudo online e conseguimos uma grande quantidade de informações.

As empresas, portanto, não podem ficar de fora da nova realidade de mercado, que integra o real e o virtual.

Só no Brasil, temos 132 milhões de usuários ativos no Facebook mensalmente, como divulgado pela própria plataforma. No Instagram, 85% das pessoas usam o aplicativo para conhecer novos produtos/serviços. 

O Messenger tem mais de 20 bilhões de mensagens trocadas entre empresas e usuários, perdendo apenas para o Whatsapp, com 102 milhões de mensagens corporativas.

Diante disso, o planejamento estratégico em marketing para 2020 exige a presença no mundo digital. 

Imagine o caso de um fornecedor de grama que possui uma pequena loja no centro da cidade. 

Mesmo com uma cartela de clientes fixos, ele pode alcançar mais pessoas se divulgar seu negócio online, ou até mesmo ampliar o fornecimento de produtos, atendendo em outras localidades.

A internet não impõe barreiras geográficas e isso contribui para o aumento da lucratividade das empresas. 

Além disso, as pessoas começam a conhecer mais sobre o seu produto/serviço, pois procuram por ele na internet, obtendo informações relevantes e compreendendo mais sobre os valores da marca.

2. Produza conteúdo de qualidade

Essa dica está diretamente ligada à presença no mundo digital. Devido à grande quantidade de informações disponíveis online, a sua empresa deve se destacar da concorrência ao oferecer um conteúdo relevante e de qualidade.

Por conta disso, é importante fornecer dados concretos aos usuários, bem como resoluções assertivas e objetivas para que o público conheça o seu produto/serviço.

Por exemplo, ao buscar por limpeza de couro automotivo na internet, o usuário não deseja se deparar logo de cara com um anúncio ou uma publicidade com ofertas, preços e um discurso sensacionalista. 

Ao contrário, ele quer informações sobre como realizar essa higienização, quais produtos usar e os principais cuidados.

No cenário descrito acima, uma empresa especializada em limpeza de estofados automotivos pode valer-se dessas informações e fornecê-las aos usuários.

Depois, ela poderá destacar os diferenciais do serviço e o porquê os leitores ganham ao contratar um profissional.

Além de captar a atenção de mais pessoas, a produção de conteúdo relevante ajuda na autoridade da sua marca e, como consequência, a empresa ganha reconhecimento.

Portanto, o planejamento estratégico de marketing deve conter especificações objetivas sobre o tipo de conteúdo a ser produzido, as principais plataformas de divulgação e como será a elaboração das campanhas publicitárias voltadas à internet.

3. Analise as métricas e dados das campanhas

O planejamento estratégico não é imutável. Ele pode sofrer alterações, inclusive é recomendado que as empresas façam mudanças e inovações, quando necessário. No marketing, não é diferente.

As plataformas digitais são ótimas fontes para se obter dados das campanhas publicitárias online, sendo possível avaliar quais estratégias foram positivas ou negativas. 

Por exemplo, uma empresa de reforma comercial pode conseguir mais clientes se investir em blogs, ao invés de redes sociais. Essa informação é crucial para nortear o planejamento estratégico e elaborar novos projetos para crescimento da marca.

Na análise de dados e métricas no marketing, é importante:

  • Verificar quais campanhas foram mais efetivas;
  • Verificar quais as plataformas mais usadas pelos clientes;
  • Analisar o tráfego e quantidade de visitantes no site;
  • Perceber a porcentagem de clientes oriundos da internet.

A partir disso, a empresa pode definir melhor quem são os seus clientes ideais e, com isso, elaborar um planejamento estratégico personalizado, mais assertivo e direcionado.

Na prática, podemos exemplificar com uma franquia de limpeza de mármore branco, que tem como principais clientes as pessoas das classes A e B.

Ao elaborar um planejamento estratégico em marketing, a empresa deverá levar em consideração as especificações da classe A e B e, desse modo, produzir um conteúdo segmentado, com uma linguagem voltada para essas pessoas. 

As chances de conversão de clientes é muito maior em comparação com outras empresas que não possuem um público-alvo definido (é aquela história, quando se quer atingir todo mundo, acaba não atingindo ninguém!).

Por essa razão, é fundamental analisar periodicamente os resultados das campanhas, pois a empresa poderá visualizar na prática quais ações têm sucesso.

O crescimento da marca também depende da integração dos setores

Não adianta nada ter um projeto em marketing se a empresa também não definir seus objetivos, metas e limites para os colaboradores. 

O planejamento estratégico também orienta as diretrizes do seu negócio, sendo importante para a criação de uma cultura organizacional e para o sucesso do empreendimento.

Por exemplo, uma empresa de instalação de elevadores residenciais tem um objetivo bem definido: oferecer equipamentos somente para casas, sem atender indústrias ou comércios. 

Sendo assim, o planejamento estratégico deve descrever com clareza a atividade principal, para que todos os setores ofereçam o serviço com direcionamento.

Ademais, todos os setores da empresa precisam conhecer os objetivos, metas e valores para uma integração completa dos departamentos. 

Um negócio bem organizado consegue aumentar a produtividade, otimizar processos, ter uma comunicação clara e eficiente, além de melhorar os lucros, afetando diretamente no crescimento da marca.

Para estimular essa cultura organizacional, o planejamento estratégico deve conter algumas premissas, como:

Definição de lideranças

Os líderes são os principais responsáveis pela manutenção de um clima agradável no ambiente de trabalho, bem como pela transmissão de valores e dos objetivos da empresa. 

Portanto, eles devem compreender todo o planejamento estratégico e abrir as portas para um diálogo efetivo com os colaboradores.

Imagine que um negócio especializado no conserto de gerador de energia está apresentando uma queda no lucro nos últimos três meses. 

O líder deve avaliar as estratégias utilizadas em cada um dos setores e, assim, identificar possíveis falhas que contribuíram para os resultados negativos.

Ou seja, a definição de lideranças é uma maneira assertiva de gestão. Por isso, muitas empresas estão apostando em líderes, em um organograma menos engessado e na comunicação aberta.

Estabelecimento de metas reais

Ter ambição não é uma falha no mundo corporativo. É necessário ter perspectivas para o futuro, pois elas contribuem para aumentar a dedicação e o empenho nos negócios. 

Contudo, ao estabelecer metas no planejamento estratégico é preciso não fugir da realidade, identificando os cenários favoráveis e desfavoráveis, bem como as ações possíveis de execução.

Por exemplo, uma empresa de sonorização de ambientes fechados tem como meta ampliar sua atuação no mercado, oferecendo outros sistemas de automação residencial (iluminação, controle de temperatura, entre outros). 

Contudo, para isso, o empreendimento deverá investir uma grande quantidade de capital, para aquisição das tecnologias.

Se o investimento for em dólar e o preço de conversão estiver muito alto, a empresa pode sofrer as consequências e, com isso, ter uma lucratividade negativa. 

Por isso, o planejamento estratégico deve estabelecer metas reais, em conformidade com o mercado, a economia e a própria condição da empresa.

O estabelecimento de metas cumpríveis também é uma maneira de estimular o trabalho dos colaboradores, que se sentem mais empenhados quando alcançam bons resultados.

Vale lembrar que o planejamento estratégico pode ser modificado e, assim, ao atingir uma meta, a empresa pode pensar em novos propósitos.

*Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

PIB sofrerá contração de 3% este ano, diz Porto Seguro 716

Estimativa para o índice oficial de inflação em 2020 é de 1,9%

O cenário de atividade bastante fraca devido às medidas de isolamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus deve ocasionar queda de confiança e maior endividamento, o que vai mitigar a velocidade de recuperação da economia mais à frente.

É o que avalia o economista-chefe da Porto Seguro Investimentos, José Pena, para quem o Produto Interno Bruto (PIB) sofrerá um tombo de 3% neste ano. Para ele, o grau de previsibilidade é “minúsculo” atualmente, mas os indícios apontam um viés pessimista para as projeções.

Dada a mudança de comportamento da sociedade, Pena nota que o orçamento mais apertado das famílias deve fazer com que os preços no setor de serviços sejam segurados, ainda mais com o desemprego em alta.

Quanto aos impactos do câmbio, o economista espera que as empresas não repassem integralmente a depreciação do real em relação ao dólar para o consumidor final. “Se as empresas aumentarem o preço em um cenário de demanda ainda fraca, os impactos podem ser ainda maiores.”

Assim, Pena acredita que há uma desinflação contratada por conta dos preços de commodities, mesmo com a alta recente do petróleo. “Eu olho para a frente e, considerando que a retomada será mais lenta do que a gente gostaria, a chance de uma inflação bem mais baixa aumenta. E o número do IPCA de hoje sanciona a nossa visão”, afirma o economista da Porto Seguro, cuja estimativa para o índice oficial de inflação em 2020 é de 1,9%, abaixo da banda inferior da meta de 4%.

Dado esse panorama, ele avalia que o Banco Central cortará a Selic mais duas vezes e levará o juro básico a 2,75% no fim deste ano.

“Se eu estiver minimamente certo com os números de inflação, não tem motivo para não cortar os juros e o BC terá de reduzi-los ou vai estar apertando a política monetária”, afirma Pena.

O economista diz, ainda, que a visão de que o juro não será reduzido porque o BC está focando em liquidez no momento é “equivocada”, tendo em vista que, para ele, a autoridade tenta desentupir o canal de crédito para fazer com que a política monetária chegue na ponta.

HDI Seguros participa da contratação de 140 anestesistas para Hospital das Clínicas 822

Valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros

O BTG Pactual, Cosan, HDI Seguros, Advent, Aegea, Perfin e Alupar se reuniram em um projeto para contratar 140 anestesistas de reforço para o Hospital das Clínicas. O novo time chega nesta quinta-feira, dia 09, e vai permitir o funcionamento de mil plantões extras por mês, o que equivale a quase 12 mil horas de serviço.

“Quando entramos em contato com o hospital, nos disseram que o gargalo era de anestesistas, por isso começamos por essa área”, explica Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual. “Estamos trazendo profissionais de hospitais privados que tiveram cirurgias eletivas canceladas, por isso podem atuar nessa causa”, complementa o executivo. No cenário atual da Covid-19, os anestesistas são particularmente ainda mais importantes pois são responsáveis por entubar e manter os pacientes sedados por longa permanência.

O banco e seus sócios já haviam anunciado na semana passada a doação de R$ 50 milhões para projetos de combate ao novo coronavírus. Agora, o valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros. Desse montante, R$ 7 milhões foram direcionados ao Hospital das Clínicas até o momento por meio de contratações e compra de materiais e equipamentos.

“Estamos comprometidos com diversas iniciativas de controle da pandemia de Covid-19 no Brasil. Nesse momento, em que o empenho e dedicação de todos é fundamental para conter o número de transmissão e apoiar as instituições e profissionais que estão à frente dessa luta, abraçamos essa iniciativa com o BTG. Valorizar o humano faz parte da HDI”, afirma Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.

As pessoas que também tiverem interesse em contribuir com o HC podem doar pela conta que o BTG Pactual criou, especialmente dedicada ao hospital:

Banco BTG Pactual SA

CNPJ: 30.306.294/0001-45

Agência: 001

Conta: 2613669

Fonte: Ketchum

ENS promove Semana da Saúde mesmo em regime de home office 708

Semana foi marcada por e-mails marketing que levaram orientações e dicas de cuidados com a saúde física e emocional

O Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, tornou-se ainda mais importante neste ano, diante da atual pandemia do novo coronavírus.

Desenvolvida há mais de 10 anos pela ENS, a Semana da Saúde é uma ação voltada aos colaboradores da Instituição, que tem como objetivo conscientizar e estimular a prática de atividades ligadas ao bem-estar e à qualidade de vida.

Apesar das limitações impostas pela quarentena e com todo o corpo de colaboradores em regime de home office, a ENS manteve a ação, que aconteceu ao longo desta semana, sendo adaptada de acordo com as atuais possibilidades.

Dessa forma, a semana foi marcada por e-mails marketing que levaram orientações e dicas de cuidados com a saúde física e emocional. Foram indicados profissionais de educação física que promovem treinos online e fornecidas receitas de alimentação saudável visando ao aumento da imunidade.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, esta é mais uma demonstração de que a Instituição segue operando em todas as frentes. “Temos diversos cursos acontecendo em ambiente virtual, nossas ações comerciais continuam sendo intensificadas e nossos colaboradores têm à disposição as habituais ações de endomarketing”, revela o executivo.

A Diretoria da ENS reitera que sua maior preocupação no momento é com a saúde e o bem estar de seus colaboradores, alunos, professores, parceiros e demais públicos com os quais interage. A Instituição seguirá adotando as medidas necessárias para prevenir a transmissão do coronavírus, sempre de acordo com as orientações dos órgãos de saúde e dos governos estaduais.

Seguradoras comprometidas com os clientes 751

Companhias abriram mão do direito de não indenizar sinistros relacionados com a pandemia. Nível de solvência e de governança garantem estabilidade do setor

O setor de seguros está demonstrando, desde o primeiro momento da crise da covid-19, que está ao lado dos clientes e preparado para continuar desempenhando o papel de mitigar riscos e proteger patrimônios. “A certeza de estar protegido traz a tranquilidade necessária para encarar ocasião tão desafiadora”, resume o presidente da Brasilseg, Ivandré Montiel, ao Valor Econômico.

Antes dos sinistros acontecerem e sem poder estimar o impacto nas suas carteiras, as seguradoras garantiram indenização para as perdas relacionadas ao coronavírus apesar de a maioria dos contratos excluírem eventos provocados por epidemias e pandemias da cobertura para preservar o equilíbrio das apólices.

“O prêmio que o cliente pagou foi determinado com riscos específicos subscritos e a apólice não foi feita para esse tipo de situação [pandemia]. Vejo [a flexibilização] como uma liberalidade das seguradoras”, explicou a sócia da área de seguros e resseguros do TozziniFreire, Bárbara Bassani, ao Valor Econômico.

“Mesmo não tendo a obrigação legal, pagaremos as indenizações”, resumiu Laurent Jumelle, presidente da Caixa Seguradora, refletindo a posição do mercado. Esse esclarecimento foi fundamental para evitar um clima de insegurança no mercado, fato reconhecido pela Fenacor

“A Fenacor vem a público elogiar e manifestar seu agradecimento às seguradoras que, em defesa da população brasileira e cumprindo a principal missão que cabe ao nosso mercado, a de proteger e amparar as pessoas em todos os momentos, decidiram não aplicar, principalmente nos contratos de seguros de vida, cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias”, disse a entidade em carta aberta ao mercado, imprensa e sociedade.

Não demorou para que as primeiras solicitações de indenização chegassem às seguradoras. “Nós já recebemos os primeiros avisos de sinistro decorrentes do novo coronavírus, desde a semana passada, alguns, infelizmente, por morte e outros solicitando a nossa cobertura renda hospitalar”, disse a vice-presidente de marketing & digital da filial brasileira da seguradora americana, Aura Rebelo, ao Valor Econômico há alguns dias.

Na Generali já havia duas mortes. “Consideramos que vai haver aumento de sinistros, mas é difícil estimar o percentual exato. Apesar disso, não vai afetar o equilíbrio das apólices”, disse a vice-presidente da filial brasileira e chefe de canais massificados para Américas e Sul da Europa, Claudia Papa.

No mesmo sentido, o executivo-chefe financeiro da MAG Seguros, Raphael Barreto, afirmou que a companhia “entendeu que estes valores poderiam ser  absorvidos sem comprometer a saúde financeira da seguradora”.

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, lembrou na Carta de Conjuntura da entidade o “nível de solvência e de governança alcançado pelo setor” e destacou que o crescimento superlativo apresentado pelo setor no ano passado vai ajudar a “manter a arrecadação em nível que pode mitigar a queda de contratações, pelo menos no primeiro semestre”.

As seguradoras responderam rápido no enfrentamento da crise e estão sólidas para serem protagonistas no processo de reconstrução pós-pandemia. Mais uma vez cumprem seu compromisso com os clientes e seu papel perante a sociedade.

Coronavírus – Oscilações da bolsa de valores afetam investidores que compram e vendem no mesmo dia? 484

“Apesar de trazer boas oportunidades, é para quem sabe o que fazer, quem não sabe deve buscar prestar atenção a tudo o que está acontecendo”

O novo coronavírus (Covid-19) está causando impacto pelo mundo e com sua rápida disseminação, o mercado financeiro aumentou seu grau de incertezas quanto ao futuro da economia global. Infectando quase 1 milhão e meio de pessoas e causando mais de 78.000 mil mortes, acabou por influenciar a queda frenética das bolsas mundiais no mês de março. De acordo com dados da Economatica, as 285 empresas listadas na bolsa de valores brasileira perderam R$ 1 trilhão em valor de mercado e neste mesmo período, mercados globais tiveram as piores quedas desde a crise financeira de 2008. Dessa forma, acionistas buscam formas de comprar e vender ações no mesmo dia, operando o day trade, em busca de minimizar as perdas, porém, pode ser considerada uma operação de alto risco.

“A ideia do day trade é fazer operações dentro do mesmo dia. Se tem carteira poderá usar o day trade para rentabilizar. Se não tem, pode usá-lo justamente para auferir ganhos, tirar proveito das oscilações usando o conhecimento que se tem em cima desse cenário que acaba sendo muito amplo”, diz o Estrategista-Chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

O Estrategista-Chefe explica também que a crise não afeta quem compra e vende ações no mesmo dia, pois geralmente é possível aproveitar as oscilações. “O mercado acaba movimentando muito, sobe muito ou cai muito. E o interessante para quem faz day trade é que o lado que ele está indo não importa. O importante é que mexa. E nesse momento, nesse cenário atual de crise o que mais o mercado faz é mexer. O que acaba sendo bem interessante e positivo para esse tipo de investidor”, complementa.

No entanto, para quem não entende do mercado e nunca operou a situação é diferente. Jefferson Laatus alerta que se não conhece o cenário atual, o conselho é não operar, pois o mercado fica mais volátil e muito mais arriscado. “Então, apesar de trazer boas oportunidades, é para quem sabe o que fazer, quem não sabe o que fazer eu aconselho a não fazer nada, e buscar prestar atenção a tudo o que está acontecendo e como o mercado reage”.

Laatus ainda explica que o day trade é muito importante para quem tem carteira, pois é uma forma de rentabiliza-la e atuar no mercado ao mesmo tempo, seja para quem quer e não pode se desfazer dela, para quem está com ela negativa ou para quem simplesmente deseja negociar.