Bradesco Seguros inaugura primeira Meu Doutor Novamed do Sul do Brasil 1452

16ª clínica focada em atendimento primário está localizada em Porto Alegre

O Grupo Bradesco Seguros inaugurou nesta terça-feira (10) a sua 16ª clínica Meu Doutor Novamed. Focada em atendimento primário e localizada na Capital gaúcha, a unidade é a primeira da Região Sul do país.

De acordo com o superintendente da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado, o começo por Porto Alegre se dá pelo volume de segurados e pela responsabilidade que a companhia tem para com o Rio Grande do Sul. “A ideia é trazer mais conforto, segurança, customizar o atendimento para os nossos segurados da Bradesco Saúde e assim levar mais satisfação e um atendimento ainda melhor àqueles que são os clientes que mais precisam de um atendimento cuidadoso, pois o ramo de saúde dentro do seguro é o que se depara com as pessoas num momento mais frágil e por isso precisamos de estruturas e atendimentos mais adequados para que as pessoas se sintam muito bem e protegidas”, explica.

Em 2020, a ideia da Novamed é dobrar o número de clínicas pelo Brasil. “No próximo ano o olhar está voltado para o Sul, tanto em investimentos em relação a produção quanto à infraestrutura de atendimento. Em Curitiba já estamos com obras em fases adiantadas e a unidade deve ser inaugurada em janeiro”, destaca.

O investimento total da expansão da Novamed chegará a R$ 120 milhões, com previsão mais de 20 unidades inauguradas até o fim de 2019. “É um projeto que vem sendo desenvolvido desde 2015 e o conceito é de expansão no atendimento primário à saúde, com medicina extremamente resolutiva para fazer promoção e prevenção da qualidade de vida”, comenta a Superintendente responsável pelo programa da Novamed em todo o país, Aline Thomasi Cayres Costa.

A Meu Doutor Novamed do Grupo Bradesco Seguros de Porto Alegre/RS está localizada na Rua Ramiro Barcelos, 652, no bairro Moinhos de Vento.

App Anjo: Tecnologia a serviço do corretor de seguros 7318

Este e outros destaques do mercado brasileiro de seguros estão na edição 234 da Revista JRS

Comprometido em conquistar a parcela de 85% de brasileiros que não contam com seguro de vida, o mercado de seguros tem apresentado excelentes soluções no que diz respeito não só a produtos completos e diferenciados, mas também a formas de comercialização. Essa última, que fica a cargo das corretoras de seguros, é ainda mais complexa, pois necessita de mecanismos inteligentes para atingir as pessoas, diante da constante transformação das formas de consumo.

Nesse sentido, desde o final do ano passado, os corretores de seguros contam com um novo aliado quando o assunto é venda no segmento vida. Isso porque o Grupo Caburé, atento a esse cenário, lançou o Anjo, um aplicativo desenvolvido pela empresa para facilitar a distribuição deste tipo de seguro.

Ficou curioso ou curiosa? Este e outros destaques do mercado de seguros estão em evidência nas 52 páginas da Revista JRS. Uma excelente leitura!

Coronavírus: pandemia tem seguro? 9314

Especialistas esclarecem sobre os impactos da Covid-19 no mercado

Em 29 de janeiro, o corretor de seguros Edson Rodrigues perguntava aos seus colegas de profissão via rede social a opinião deles sobre como seria para as seguradoras caso houvesse um surto de coronavírus. Naquele mês, o Brasil ainda não tinha nenhum caso

Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS
Lúcio Bragança é advogado do escritório Agrifoglio Vianna / Arquivo JRS

confirmado de Covid-19 e a discussão ainda estava no campo das ideias. Em questão de dias, a situação mudou completamente e muitos são os questionamentos que se tem a respeito da pandemia que acomete não só o país, mas o mundo inteiro, no que diz respeito as suas características, estatísticas, sistema de saúde e, também, às coberturas de seguro.

O advogado Lúcio Roca Bragança, do escritório Agrifoglio Vianna, esclarece que a maioria dos contratos de seguros de vida contam com uma cláusula específica de exclusão em casos de pandemia. “Em um grupo com um grande números de pessoas, nós não sabemos quais delas vão falecer, mas nós podemos estimar, estatisticamente, com razoável precisão, quantas irão. A partir deste número, pode-se mensurar em reais qual será o montante necessário para indenizar os beneficiários dos segurados que provavelmente morrerão em um determinado ano. Esse montante é dividido entre todos os segurados do grupo, que pagarão um valor mensal à seguradora, que o provisionará para fazer jus às futuras indenizações”, explica sobre a necessidade de existência dessa cláusula, uma vez que em casos de enfermidades amplamente disseminadas, se torna impossível mensurar a taxa de sinistralidade.

“Se um grande número de segurados fosse sofrer sinistro, a conta não iria fechar”, comenta o advogado Lúcio Roca Bragança.

A seguradora apenas administra o fundo comum, resultante da contribuição de todos os segurados, e acrescenta o necessário à sua manutenção. “Para esse sistema de contribuição baixa e indenização alta funcionar, é preciso que todos estejam expostos ao risco, mas que apenas alguns sejam acometidos pelo risco – essa é a condição essencial para o seguro de riscos ordinários dar certo. Se um grande número de segurados fosse sofrer sinistro, a conta não iria fechar: seria necessário que a contribuição mensal deles se aproximasse do valor do capital segurado”, afirma.

No entanto, a Fenacor, entidade representativa dos corretores de seguros no Brasil, solicitou às seguradoras que não apliquem nos contratos de seguros, nenhuma cláusula de exclusão relacionadas às epidemias ou pandemias, permitindo, assim, a ampla cobertura

Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora / Arquivo JRS
Renato Pedroso é presidente da Previsul Seguradora

para eventuais casos de sinistros. A Previsul Seguradora foi a primeira companhia a se posicionar e informar que indenizará segurados que tiverem perdas ocasionadas pela Covid-19, pagando as coberturas de seguro decorrentes de morte de qualquer causa, internações e rendas por incapacidade que contenham cobertura de doença, ocasionadas pelo novo vírus, respeitando as condições dos seguros, os prazos de carência e franquia (se houver), ainda que de acordo com as normas regulatórias o risco de pandemias seja excluído.

Conforme o presidente da Previsul, Renato Pedroso, o que mais influenciou na decisão foi o compromisso da companhia com os mais de um milhão e meio de segurados e mais de cinco mil corretores de seguros. “Clientes e parceiros de negócios que nesses mais de cento e dez anos de existência, escolheram a Previsul para ser a sua seguradora”, acrescenta.

A Previsul tem uma carteira de clientes com idade média relativamente baixa, mas nosso compromisso neste momento é com a sociedade brasileira”, destaca Renato Pedroso, presidente da seguradora.

Embora a taxa de mortalidade em decorrência do coronavírus seja baixa, o que depende de uma série de fatores, como idade, gênero, condições de saúde e o sistema de saúde no qual a pessoa está inserida, ainda é complicado mensurar exatamente os efeitos da pandemia. Na estimativa da Previsul, é muito cedo para se ter alguma previsão da proporção de segurados que possam ser indenizados neste processo. “A companhia tem uma carteira de clientes com idade média relativamente baixa, mas nosso compromisso neste momento é com a sociedade brasileira”, comenta. Além disso, com uma gestão preocupada com o bem-estar das pessoas, o time da Previsul está trabalhando em regime diferenciado para continuar atendendo e ainda sim preservando vidas: “Nossa matriz está em home office desde segunda-feira para preservar a saúde de todos e dar continuidade do atendimento à sociedade”.

Do ponto de vista jurídico, o advogado Lúcio Roca Bragança salienta que como trata-se de um risco que não foi precificado, ou, em palavras mais simples, uma seguradora cobrir um sinistro decorrente de pandemia significa dar cobertura por algo que o segurado não pagou, “somente se pode concluir que o dinheiro com que a Previsul cobrirá estes sinistros sairá do seu próprio patrimônio”. “Trata-se de um ato de generosidade, ou mesmo de auxílio prestado pela companhia aos seus segurados nestes tempos sombrios. Ou seja: todos os contratos da seguradora têm exclusão de pandemia e ela está fazendo isso por um senso de solidariedade”, acrescentou.

Para as outras seguradoras que não se manifestaram, isso não abre precedentes futuros, ainda de acordo com o especialista. “A cobertura de pandemia em seguros comuns é como que um ato de caridade e não se pode, juridicamente, exigir que as pessoas pratiquem a caridade. Por isso, acredito que se trata de um ato isolado de uma seguradora, mas mesmo que venha a se tornar uma prática predominante, não se pode esperar daquela que não o fez, que o faça. Não se pode nem mesmo moralmente condená-la, pois, eventualmente, ela pode não ter lastro econômico para tanto”, destaca.

“Quanto mais adversidades na sociedade, maior a compra de seguro; quanto mais crise, mais necessário se faz e quanto mais dinheiro se possui, mais prevenidos queremos estar”, comenta Alberto Júnior, corretor de seguros e CEO do Grupo Life Brasil.

Alberto Júnior é corretor de seguros e CEO do Grupo Life Brasil

Não há uma regra, mas crises em geral fazem com que os consumidores tenham mais consciência da importância do produto seguro. O corretor de seguros Alberto Júnior salienta que, na sua visão, o mercado terá, sim, um aumento de compra do produto seguro se souber entender o momento do cliente. “Qualquer pessoa só compra por seis motivos, que são baseados em dúvidas, inseguranças e medos ou desejos, interesses e necessidades. Tendo mais de três pontos destes relevantes aos clientes, é natural que consigamos fazer isso com o produto seguro e que tenhamos mais assertividade de compra”, afirma, baseado em método próprio que desenvolveu ao longo de seus 27 anos de experiência na venda porta a porta pelo Grupo Life Brasil. “Quanto mais adversidades na sociedade, maior a compra de seguro; quanto mais crise, mais necessário se faz e quanto mais dinheiro se possui, mais prevenidos queremos estar”, acrescenta.

Jean Figueiró, da KSA Corretora de Seguros

Por outro lado, Jean Figueiró, da KSA Corretora de Seguros, não vê o momento com tanto otimismo num curto prazo: com a economia girando menos, a demanda por seguro será afetada também. “Vai circular menos dinheiro, as pessoas vão ter que se desfazer dos seus bens e, no Brasil, o seguro não é visto como um investimento, ele é visto como uma despesa. É uma das primeiras coisas que as pessoas acabam cortando”, opina. Mas ele concorda com o colega de que num período maior e com um Brasil recuperado, o cenário será bem proveitoso aos corretores: “As crises nos geram oportunidades porque elas geram conhecimento para lidar com elas, com dificuldades”.

É o corretor de seguros sempre o profissional ideal para esclarecer todos detalhes do produto seguro e tirar as dúvidas dos consumidores. E você, seja corretor, segurador ou cliente, qual a sua opinião?

RS: Mercado de Seguros está na lista de serviços que podem funcionar durante pandemia do coronavírus 3023

Foto: Gustavo Mansur / Palácio Piratini / Arquivo

Decreto anunciado pelo Governador Eduardo Leite prevê que o mercado segurador e outras 33 categorias estão no rol de serviços considerados essenciais


O governador Eduardo Leite editou na noite da última segunda-feira, dia 23, uma série de mudanças no decreto de calamidade pública publicado na semana passada. O mercado de seguros está entre as categorias que podem funcionar normalmente durante a vigência da quarentena, que busca prevenir a pandemia do coronavírus.

O decreto também autoriza os secretários estaduais e dirigentes de órgãos públicos a convocar servidores para trabalhar, caso haja necessidade. Além do mercado de seguros, outras 33 categorias públicas e privadas, poderão continuar funcionando.

Em entrevista, Leite afirmou que o listamento destacado no decreto busca sanar as dúvidas da população, e reafirmou a necessidade das pessoas ficarem em casa. “Surgiram dúvidas e questionamentos após a edição do decreto. Então, para esclarecer à população, listamos detalhadamente todos os serviços que deverão continuar em funcionamento. Estamos recomendando o isolamento social e garantindo que as pessoas possam ficar em casa com a certeza de que as necessidades essenciais serão atendidas”, afirmou o governador.

O procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa, esclareceu que “foi preciso detalhar as atividades essenciais, porque havia dúvidas sobre alguns serviços que não constavam no decreto e por isso deixaram de ser realizados”.

*Com informações de GaúchaZH.

As seguradoras não pararam suas atividades em nenhum momento, comenta presidente do SindSeg RS 2424

Guilherme Bini é presidente do SindSeg RS

Guilherme Bini explica como as companhias se adaptaram para atender corretores e segurados

Desde que os casos de Covid-19 se espalharam pelo Brasil, o país vive um período de isolamento social sem precedentes. Diante do acontecimento, que se intensificou de maneira rápida, as seguradoras tiveram que realizar adaptações em suas atividades para manter seu funcionamento e contou com uma grande aliada: a tecnologia.

De acordo com o presidente do Sindicato das Seguradoras do Rio Grande do Sul (SindSeg RS), Guilherme Bini, desde a semana passada as companhias já estão operando de forma remota. “Praticamente 100% das seguradoras já estão trabalhando em home office e com isso as suas atividades não pararam em nenhum momento, o que mudou neste período foi a forma de atender aos corretores e segurados”, destaca. “As áreas comerciais vêm mantendo contato com os seus corretores normalmente e as áreas de sinistros analisando os processos de forma ininterrupta. Estamos passando por um momento de adaptação e criando novas ferramentas que visam facilitar e agilizar o dia a dia de todos. Aos segurados o atendimento continua sendo através das centrais 0800 ou ferramentas digitas (aplicativos ou web) ”, detalha.

As seguradoras tomaram essa decisão afim de preservar a saúde de seus colaboradores, corretores, segurados, fornecedores e familiares. “Mesmo com todas as mudanças o mercado não parou, continuamos com grande movimentação, percebemos isso nas seguradoras associadas, cada uma com as suas ações comerciais, programas de retenção de carteira, o que demonstra que o nosso mercado continua pujante, a única coisa que fizemos, foi nos adaptarmos a uma nova forma de operar”, finaliza.

Bancos privados se unem para apoiar o combate à Covid-19 585

Bancos se comprometem a importar e doar ao Ministério da Saúde, 5 milhões de testes rápidos para detecção da doença, além de tomógrafos e respiradores

Em uma iniciativa inédita, os três maiores bancos privados do Brasil, Bradesco, Itaú e Santander – uniram esforços para apoiar as autoridades de saúde no combate à propagação da Covid-19 no País. As instituições assumiram a responsabilidade de importar e doar 5 milhões de testes rápidos de detecção da doença, além de equipamentos médicos, como tomógrafos e respiradores, observando as orientações do Ministério da Saúde e a disponibilidade no mercado.

A doação tem como objetivo apoiar os esforços de profissionais de saúde neste momento desafiador na luta contra a disseminação do novo coronavírus, quando, de acordo com especialistas, a testagem em massa da parcela da população com suspeita de contágio será decisiva para a superação da crise. Da mesma forma, os tomógrafos permitem identificar a gravidade dos casos e os respiradores salvam as vidas dos doentes com complicações pulmonares.

A decisão da ação conjunta foi tomada nesta quarta-feira, dia 25, pelos presidentes dos três bancos, Octavio de Lazari Jr., do Bradesco, Candido Bracher, do Itaú, e Sérgio Rial, do Santander Brasil, que conversaram sobre a melhor maneira de contribuir para mitigar os efeitos da pandemia.

A primeira medida prática foi a formação de uma força-tarefa, composta por profissionais de cada uma das instituições, que definiu, sob orientação do Ministério da Saúde, a logística mais eficiente para a importação dos kits de testagem e dos equipamentos.

Segundo o presidente do Bradesco, Octavio de Lazari, a união entre os bancos foi rápida e simples, pois todos defenderam a ideia de uma resposta efetiva e conjunta de forma simultânea. “Este é um momento difícil e desafiador, de escolhas complexas. Por essa razão, a união de esforços é o caminho viável para a superação desse ciclo de dificuldades. É isso o que representa a doação conjunta que estamos fazendo, um gesto de efeitos práticos para o combate do novo coronavírus, cuja relevância maior é o seu significado de que juntos somos mais fortes que qualquer crise, seja a da pandemia ou a dos efeitos econômicos dela resultantes”, afirmou Lazari.

Candido Bracher observa que o momento por que passa o mundo exige a solidariedade das pessoas e das empresas. “A gravidade da crise demanda que não apenas o governo, mas também a sociedade civil, atue de forma rápida e efetiva para combater a covid-19. Desta forma, decidimos ir além de nossas iniciativas individuais que já estão sendo conduzidas separadamente pelos três bancos – no nosso caso, doação já anunciada por meio da Fundação Itaú para Educação e Cultura e Instituto Unibanco –, e unimos esforços para contribuir ainda mais. Proteger e apoiar as pessoas, principalmente as mais vulneráveis, é a prioridade de todos nós neste momento tão delicado”, afirmou Bracher.

Sérgio Rial ressalta a importância de unir esforços nesse momento: “Este é um momento excepcional, que exige sacrifícios e também ações propositivas, capazes de fazer diferença para toda a sociedade. É o que se espera de nós, instituições financeiras, e é o que queremos entregar ao somar os esforços dos maiores bancos privados do País”, conclui Sérgio Rial, presidente do Santander Brasil. “Um apoio em larga escala ao trabalho de nossos profissionais de saúde e aos pacientes vai muito além de tudo o que podemos fazer individualmente, e se soma às iniciativas setoriais, que visam a manter o fôlego financeiro de negócios e pessoas durante este período mais crítico de combate à pandemia.”