Bradesco Seguros inaugura primeira Meu Doutor Novamed do Sul do Brasil 1806

16ª clínica focada em atendimento primário está localizada em Porto Alegre

O Grupo Bradesco Seguros inaugurou nesta terça-feira (10) a sua 16ª clínica Meu Doutor Novamed. Focada em atendimento primário e localizada na Capital gaúcha, a unidade é a primeira da Região Sul do país.

De acordo com o superintendente da Bradesco Seguros na Região Sul, Altevir Prado, o começo por Porto Alegre se dá pelo volume de segurados e pela responsabilidade que a companhia tem para com o Rio Grande do Sul. “A ideia é trazer mais conforto, segurança, customizar o atendimento para os nossos segurados da Bradesco Saúde e assim levar mais satisfação e um atendimento ainda melhor àqueles que são os clientes que mais precisam de um atendimento cuidadoso, pois o ramo de saúde dentro do seguro é o que se depara com as pessoas num momento mais frágil e por isso precisamos de estruturas e atendimentos mais adequados para que as pessoas se sintam muito bem e protegidas”, explica.

Em 2020, a ideia da Novamed é dobrar o número de clínicas pelo Brasil. “No próximo ano o olhar está voltado para o Sul, tanto em investimentos em relação a produção quanto à infraestrutura de atendimento. Em Curitiba já estamos com obras em fases adiantadas e a unidade deve ser inaugurada em janeiro”, destaca.

O investimento total da expansão da Novamed chegará a R$ 120 milhões, com previsão mais de 20 unidades inauguradas até o fim de 2019. “É um projeto que vem sendo desenvolvido desde 2015 e o conceito é de expansão no atendimento primário à saúde, com medicina extremamente resolutiva para fazer promoção e prevenção da qualidade de vida”, comenta a Superintendente responsável pelo programa da Novamed em todo o país, Aline Thomasi Cayres Costa.

A Meu Doutor Novamed do Grupo Bradesco Seguros de Porto Alegre/RS está localizada na Rua Ramiro Barcelos, 652, no bairro Moinhos de Vento.

Capemisa contribui para confecção e doação de máscaras de tecido 706

Acessório será distribuído às famílias do Lar Fabiano de Cristo e garante renda extra a costureiras

A Capemisa Seguradora está contribuindo para que famílias assistidas pela entidade possam produzir 5 mil máscaras caseiras, que estão sendo distribuídas a funcionários das casas de apoio, às pessoas atendidas e seus parentes. Cerca de 45 mães costureiras e dez voluntárias de pelo menos 20 instituições estão trabalhando com retalhos de oficinas de costura que eram realizadas no Lar e também tecidos doados para a produção deste novo item de necessidade básica, por conta dos desdobramentos da pandemia de Covid-19 no país.

A iniciativa, segundo a presidente da entidade, Regina Oliveira, vai ajudar a contribuir com a renda de famílias que deixaram de trabalhar neste período de isolamento social. “Além de ajudar a proteger as pessoas assistidas pelas nossas casas, essas mães estão recebendo material e ajuda de custo, estão trabalhando, estão produzindo, o que é muito importante para elas”, conta.

As doações da Capemisa foram enviadas a casas de assistência nas regiões Sudeste, Sul, Norte e Nordeste.

“A nossa seguradora foi criada com a finalidade de arrecadar recursos para a manutenção de diversas obras sociais, em especial, o Lar Fabiano de Cristo. Esses recursos são destinados para cuidar de mais de 3.800 famílias e aproximadamente 18.500 pessoas em todo o país. Neste momento sem precedentes e tão desafiador, nosso apoio a essas casas se torna ainda mais importante”, afirma o presidente da Capemisa, Jorge Andrade.

Coronavírus, acesso à saúde e desemprego preocupam brasileiros 1339

Estudo também mensurou satisfação com o rumo do país

A crise do novo coronavírus, o acesso ao sistema de saúde e o desemprego foram os temas que mais preocuparam a população brasileira durante o mês de março. É o que aponta a pesquisa “What Worries the World”, realizada entre 20 de março de 03 de abril com entrevistados do Brasil e de outros 27 países.

A “covid-19” ficou em primeiro lugar no ranking, com 52%. A segunda posição, “acesso ao sistema de saúde”, teve 46%. Para completar o pódio, o “desemprego” foi citado por 39% dos ouvidos brasileiros. Em quarto e quinto lugar, respectivamente, ficaram “pobreza e desigualdade social” (32%) e “crime e violência” (28%).

Ao considerarmos todas as pessoas que responderam à pesquisa nas 28 nações participantes, os temas de maior preocupação se mantêm os mesmos, mas em ordem distinta: “Covid-19”, com 61%, permanece na primeira posição. “Desemprego” vem em segundo, com 35%. Em terceiro lugar, “acesso ao sistema de saúde” teve 28%. “Pobreza e desigualdade social” (27%) e “corrupção” (22%) fecham o top 5 global. Entre todos os 28 países pesquisados, somente quatro (China, Rússia, África do Sul e México) não citaram a pandemia como sua principal preocupação.

Direção certa ou errada?

A pesquisa também mensurou o quanto os entrevistados estão satisfeitos com o rumo de suas nações. Neste quesito, o Brasil parece estar relativamente dividido. Enquanto 57% dos brasileiros acreditam que o país está no caminho errado, 43% acham que está na direção certa. A percepção global é um pouco menos negativa: 54% das pessoas ouvidas ao redor do mundo ponderam que seus países estão no rumo errado. Para 46%, seus países estão na direção certa.

Analisando as 28 nações, quem desponta no ranking dos mais otimistas é a China, com 99% dos entrevistados locais acreditando que estão no caminho certo. Arábia Saudita (90%) e Peru (75%) seguem a liderança asiática. Na outra ponta, o país que conquistou o título de mais pessimista é o Chile, já que apenas 20% creem que o país vai na direção correta. França (26%) e África do Sul (29%) completam o fim da lista.

A pesquisa on-line foi realizada com 19,5 mil pessoas com idade entre 16 e 74 anos em 28 países, incluindo o Brasil, no período de 20 de março a 03 de abril de 2020. A margem de erro para o Brasil é de 3,1 p.p..

CVG RS manifesta sentimentos pelo falecimento de Minas Mardirossian 1745

Executivo foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ 

O Clube de Seguros de Vida e Benefícios do Rio Grande do Sul (CVG RS) manifesta imenso pesar pelo falecimento de Minas Mardirossian, nesta sexta, 22. Ele foi fundador e primeiro presidente do CVG-RJ.

De acordo com nota da entidade carioca, Mardirossian era um profissional dedicado ao mercado de seguros. “[Possuía] notório saber e deixa um vasto legado aos que trilham o segmento de Pessoas e Benefícios no Brasil. Ele foi um ferrenho defensor deste mercado, ao qual se dedicava desde 1957, quando começou a trabalhar na área de produção de seguro de vida em grupo na SulAmérica”, detalha o texto.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do fundador do CVG-RJ, Minas Mardirossian, uma pessoa querida por todos e que muito contribuiu pra nosso mercado segurador. Registro meus sentimentos a toda família”, expressa a presidente do CVG RS, Andreia Araújo.

 

Bradesco Seguros lança programa ‘Com Você Corretor’  1385

Iniciativa contou com a participação do especialista Carlos Cruz – CEO da Consultoria Bravend

O Grupo Bradesco Seguros lançou nesta sexta-feira, (22), o programa ‘Com Você Corretor’, na plataforma exclusiva de lives da seguradora. A iniciativa contou com uma série de conteúdos informativos e com estratégias de vendas para a região do nordeste. A cada semana, será disponibilizado uma nova live, com o objetivo de impactar todo o território nacional. O tema da estreia foi “Alta Performance de Vendas no Novo Normal”, com a participação do empreendedor e palestrante, Carlos Cruz, CEO da Consultoria Bravend, especializado em gestão comercial e conhecido como o ‘Mestre das Vendas’. O encontro também foi marcado pela presença dos executivos da Organização de Vendas da Bradesco Seguros.

Durante a live, foi possível conferir temas como, alta performance em vendas, transformando pessoas e empresas; colaboração e engajamento em tempos de pandemia; dicas consultivas para alavancar novas vendas, entre outros assuntos. Com o apoio da UniverSeg – Programa de Gestão e Conhecimento da Bradesco Seguros, a iniciativa conta com um método exclusivo e com eficazes ferramentas de vendas e negociação para o setor de seguros. Os corretores ainda tiveram a oportunidade de interagir com os executivos e conhecer as principais iniciativas da companhia para manutenção e incremento dos negócios.

O programa surgiu como uma opção de conhecimento, motivação e inspiração para os corretores de seguros. “Neste momento de transformação, buscamos lançar um novo formato de engajamento com os nossos parceiros de negócios. As lives regionais, nasceram com a proposta de ampliar ainda mais a presença da Bradesco Seguros em todo o Brasil. Além disso, pensamos em um ambiente exclusivo para abordarmos treinamentos e ações focados nas características de cada estado”, destaca Leonardo de Freitas – Diretor da Organização de Vendas do Grupo Bradesco Seguros.

Prós e contras da prorrogação da LGPD em meio ao cenário de pandemia 5761

Artigo é do advogado Sahil Bhambhani, da Agrifoglio Vianna Advogados Associados

Em abril do presente ano, o Senado Federal aprovou a prorrogação do início da vigência da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) para janeiro de 2021, sendo que a eficácia das disposições que versam sobre as penalidades foi postergada para agosto de 2021.

É de se entender e apoiar que todos os esforços do país, no momento, sejam destinados a mitigar os efeitos nefastos da pandemia, mas a justificativa dada não possui correlação com elemento essencial à vigência efetiva da LGPD: a implementação da Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD), que ainda não ocorreu. Trata-se do órgão regulamentador da Lei, responsável pela elaboração de estudos e diretrizes da proteção de dados, que funcionará como um elo entre a sociedade e o governo.

A instabilidade regulatória constitui grande óbice ao avanço do país no tema, pois pode implicar em tutela difusa por outros órgãos fiscalizadores, causando insegurança jurídica. Importante denotar, também, que diante da necessidade de isolamento domiciliar de grande parte da população, houve crescimento da utilização das plataformas de teletrabalho e vídeo-chamadas, entre outros, o que ensejou no aumento da circulação de dados pessoais nas plataformas digitais. São informações que continuam a circular sem o tratamento necessário, com possíveis consequências nebulosas para seus titulares.

Sob o prisma econômico, acredita-se que a prorrogação ajudará as empresas, inegavelmente afetadas pela crise, a ganharem tempo para se adequar às diretrizes da Lei. Entretanto, analisando-se a questão sob outro ângulo, o atendimento às disposições legais da LGPD pode constituir um diferencial competitivo para as empresas. Outro ponto importante é a necessidade do Brasil possuir legislação vigente acerca do tema para as empresas locais estarem de acordo com as disposições de outros países – a União Europeia, importante parceira econômica do país, através do General Data Protection Regulation (GDPR), exige que para a troca de dados internacionais entre empresas, o parceiro deve possuir legislação de proteção de dados igual ou superior ao seu nível de proteção. Há o temor, portanto, que as empresas locais sejam prejudicadas no cenário internacional, o que dificultaria ainda mais a retomada do crescimento econômico.

Como se sabe, países como Itália e Espanha, entre outros, sofreram gravemente com o Coronavírus nos meses de março e abril – e foi reforçada a necessidade pela União Europeia (UE) de utilização de dados pessoais anonimizados em meio digital para prever o avanço da doença, avaliar a efetividade das políticas de saúde e ajudar os serviços mais importantes naquele momento. Tudo isto com a atuação do órgão fiscalizador, para que os procedimentos estivessem de pleno acordo com a regulamentação da UE acerca do tratamento destes dados.

A partir do momento em que fosse implementada a ANPD, o Brasil poderia trabalhar da mesma forma, aliando as benesses da tecnologia com o tratamento correto de dados pessoais de seus cidadãos, especialmente os relacionados à saúde, ao passo que são considerados dados sensíveis. Este é o ponto central da questão – a vigência plena da LGPD, com órgão fiscalizador atuante, poderia auxiliar, primordialmente, no combate à pandemia, ao mesmo tempo em que, indiretamente, traria um diferencial para as empresas brasileiras no mercado global.

Não se pretende ingressar em uma dicotomia, com a necessidade de escolha entre a proteção dos dados ou a saúde, mas sim garantir que ambos sejam priorizados e se complementem, afim de mitigar todos os danos causados pela pandemia.