Por que sua empresa precisa de um gerador de energia? 459

Por que sua empresa precisa de um gerador de energia?

Praticamente todos os negócios dependem de um gerador para funcionar. Nas indústrias, o aparelho necessita de manutenção constante, inclusive, e nas demais empresas, além de aumentar a produtividade, um gerador é uma forma de prevenir quedas de energia.

A fonte de energia é um detalhe extremamente importante para os negócios. Pois imagine estar em um ambiente que eventualmente a corrente elétrica é cortada e os cabos elétricos já não funcionam. O filtro de ar industrial ou o sistema de combate a incêndio podem parar de funcionar sem previsão de retorno.

Pense em uma indústria que trabalha com diversos equipamentos como imã de neodímio, cilindro hidráulico ou até mesmo o chuveiro lava olhos e necessita da energia para trabalhar. Além de uma película de controle solar, é necessário um gerador para garantir que os equipamentos continuam funcionando apesar da queda de energia.

A questão é que os geradores exigem certos cuidados. As manutenções devem ser feitas com profissionais qualificados que trabalham com esse tipo de geradores para que o serviço seja executado da melhor maneira possível.

Pensando nisso, preparamos este conteúdo para falar alguns dos cuidados necessários para manter o ambiente da sua indústria seguro e higienizado. Confira!

Veja alguns modelos de geradores

O principal objetivo do gerador de energia é garantir que a tensão elétrica dure mais tempo sem interromper o funcionamento dos aparelhos conectados à corrente.

Para isso, existem diversos modelos, sendo que o gerador de energia mecânico é o mais comum entre todos. Os modelos existentes podem ser descritos como:

Gerador Mecânico

O gerador de energia mecânico usa energia mecânica e a converte em energia elétrica para o funcionamento dos componentes a ele conectados. Um bom exemplo disso é o alternador dos carros.

Gerador Químico 

Esse modelo de gerador faz uso da energia química, ou potencial, e a converte em energia elétrica. As pilhas, que você provavelmente usa em casa no controle da televisão ou no despertador, são um bom exemplo.

Gerador Térmico

O gerador térmico é um gerador de energia que utiliza a energia térmica e a transforma em energia elétrica, como as turbinas a vapor muito utilizadas na indústria.

Gerador Luminoso

O gerador luminoso converte a energia dos raios luminosos em energia elétrica. Os painéis solares instalados em casas são exemplos do seu funcionamento.

Gerador Eólico

Esse gerador de energia integra um sistema de cata-vento ao gerador elétrico e transforma a energia eólica em energia elétrica. Por exemplo, os aerogeradores usados em grandes campos.

Tenha cuidado com a rede elétrica da sua empresa

Nas instalações elétricas das  empresas a quantidade de energia que controla o sistema é composto principalmente por uma grande fonte ligada a um potente gerador de energia.

Para usar instalações elétricas, é muito importante obter um conjunto de proteções, condutores elétricos, painéis de controle e acessórios instalados conforme as normas técnicas específicas.

Para que tudo corra bem, é indispensável que seja realizado um projeto de instalação elétrica. Com ele, as instalações são mais eficientes e seguras, reduzindo as chances de um possível dano em toda a rede elétrica.

Uma boa instalação reduz os riscos de eventuais problemas, como fios próximos a uma estrutura metálica. O projeto aumenta a segurança e previne coisas inesperadas, como um possível curto-circuito, sobrecarga, sobretensão ou subtensão.

Sua empresa protegida de possíveis acidentes

Ao buscar fornecer um ambiente produtivo e seguro aos colaboradores, as empresas precisam se atentar aos cuidados indispensáveis com energia elétrica.

Isso porque uma indústria exige alta quantidade de energia, e para que tudo funcione corretamente é importante a criação de um projeto de instalação elétrica.

Com esses pontos, sua indústria mantém o ambiente organizado e seguro ao mesmo tempo que contribui com  a produtividade.

Essa atitude reduz os riscos de acidentes e garante que sua linha de produção não seja afetada, mantendo o ritmo de produção sempre ativo.

Coronavírus: empresa aplica tecnologia para apoiar hospitais de campanha 762

Ferramenta faz parte da plataforma Soul MV, que foi otimizada para os hospitais de campanha

Em meio a pandemia de Coronavírus, hospitais de campanha estão sendo montados em diferentes regiões do território brasileiro. Para agilizar e melhorar a qualidade do atendimento dos casos suspeitos e confirmados da doença, as unidades de saúde estão de olho na informatização de seus processos. O grupo MV, líder em desenvolvimento de sistemas para a saúde, está apoiando estes locais com a solução de prontuário eletrônico.

A ferramenta faz parte da plataforma Soul MV, que foi otimizada para os hospitais de campanha. A blumenauense Indyxa, empresa de infraestrutura de TI do Grupo MV, especialista em ambientes de missão crítica, e, com mais de 20 anos de atuação no mercado de assistência à saúde, é a responsável pela instalação e sustentação da nuvem que abriga os prontuários eletrônicos, permitindo a operação e alta performance do sistema nas estruturas temporárias.

Disponível em hospitais de campanha no Rio de Janeiro, Goiás e em Pernambuco, a solução suportará a operação de mais de dois mil leitos para atendimentos de casos de Covid-19. Além disso, o Hospital das Clínicas de São Paulo (HCFMUSP), cliente da MV, está ampliando a capacidade da unidade com mais 900 leitos.

A solução opera com recursos de telemedicina, informações e protocolos, indicadores relacionados a casos suspeitos, pessoas em isolamento, pacientes que estão progredindo, disponibilidade de leitos e alertas direcionados a Covid-19. “Além de tornar o atendimento ao paciente mais assertivo e direcionado, é possível que, de acordo com o crescimento destes hospitais, a infraestrutura de cloud se adapte para atender a demanda. Utilizar recursos de cloud possibilita elasticidade de forma vertical e horizontal, com isso o negócio sempre é atendido no tempo em que necessita”, explica Douglas Cassaniga, Cloud Manager da Indyxa.

Cassaniga destaca que a infraestrutura de cloud dos hospitais de campanha tem como principal característica o rápido provisionamento dos ambientes. “Cientes de que tempo é igual à vida, estes hospitais necessitam de um sistema operativo já nos primeiros dias de atuação. Temos casos que em menos de 48h o ambiente estava operando e disponível para o time de consultoria atuar”, conclui.

Como a Automação Inteligente pode ajudar sua empresa 750

Negócios que não tiveram seus processos interrompidos perderam eficiência devido à realocação em função da migração de foco não planejada

Estamos em uma crise global sem precedentes na história recente. Todas as cadeias produtivas estão sendo impactadas e, independente do segmento, é difícil encontrar empresas que tenham se preparado com plano de contingência para manterem os seus objetivos estratégicos diante desse cenário. Até mesmo negócios que não tiveram seus processos interrompidos perderam eficiência devido à realocação em função da migração de foco não planejada.

Como fazer, então, para reestruturar sua empresa para que ela não só sobreviva à crise pós-pandemia, mas continue eficiente e gerando lucro?

Antes mesmo da crise atual, investir em automação inteligente apresentava-se como excelente oportunidade para aumentar a eficiência operacional de uma empresa, com custo acessível e retorno em prazo seguro. Hoje, novos modelos de negócios ofertados pelas empresas de automação de processos fazem-se ainda mais significativos para a retomada de projetos e crescimento.

“Uma das principais vantagens de implementar a automação robótica é recuperar a eficiência perdida pela diminuição da força de trabalho. Num momento em que os organogramas estão extremamente enxutos, podemos concentrar os trabalhos rotineiros de processos negócios na automação e realocar os colaboradores para tomadas de decisão, por exemplo”, avalia André Scher, CEO da Auctus.ai Inteligência Aumentada.

Scher comenta que a implementação é rápida e de baixo custo. “Os robôs capturam dados, acessam e se comunicam com outros sistemas com o objetivo de executar uma grande variedade de tarefas dentro de processo de negócio. Com o RPA (Robotic Process Automation) podemos criar trabalhadores digitais que ficam disponíveis 24 horas por dia. Sua implementação aumenta a eficiência do processo e diminui o custo operacional”.

Estudos recentes apontam que a economia é significativa: reduções de esforço e tempo de execução das tarefas da ordem de 30%-40%, potencialmente alcançando taxas superiores a 60% com a automação de serviços cognitivos. Além do componente de custo observamos aumento na satisfação de cliente e redução de erros nos processos de negócio.

Para saber se uma empresa se qualifica para investir em plataformas de automação, o executivo orienta; “Qualquer processo de alto volume, orientado por regras de negócios e repetível, se qualifica para automação. Os modelos são aplicáveis em todos os processos de uma empresa, como RH, Vendas, Financeiro. Em RH é possível alcançar até 80% de redução dos esforços; em TI, Finanças e Contabilidade, até 60%. Eles fazem login em aplicativos, movem arquivos e pastas, copiam e colam dados de um sistema bancário para outro, preenchem formulários, extraem dados estruturados e semiestruturados de documentos, exploram navegadores e muito mais”.

Segundo previsão do Gartner, nos próximos dois anos, 72% das organizações trabalharão com a RPA. Em sua pesquisa anual, a Deloitte afirma que 53%, das empresas já estão começando suas iniciativas de RPA e prevê uma taxa de mais de 70% nos próximos dois anos e que em 2023 RPA terá uma adoção em praticamente todas as empresas;

Cabe ressaltar, no entanto, a importância da escolha da plataforma adequada, para que o investimento realmente valha a pena. “Os principais líderes da empresa devem definir quais funcionalidades da plataforma são mais importantes. A importância de cada funcionalidade será considerada para a comparação das diversas plataformas existentes no mercado ou mesmo com um projeto de desenvolvimento próprio, assim como as orientações estratégicas de TI”, orienta Scher.

Em um cenário econômico especialmente complexo, criar uma cultura de busca incansável de eficiência, redução de custos é fundamental para sobreviver à crise. No pós-crise, o legado criará uma empresa muito mais competitiva.

Caixa Seguridade confirma acordo com Tokio Marine para abrir nova empresa 2551

Caixa abre concorrência para parceria em seguro

Informações são do Infomoney

A Caixa Seguridade e a Tokio Marine fecharam acordo para abrir uma nova empresa que vai explorar, por 20 anos, os ramos de seguros habitacional e residencial na rede de distribuição da Caixa Econômica Federal, conforme antecipou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

A Caixa terá 75% de participação no capital da companhia, com 49,99% das ações ON e 100% das PN, enquanto a Tokio Marine terá 50,01% das ações ON e 25% do capital.

A Tokio Marine será responsável por realizar um aumento de capital na nova empresa de R$ 1,52 bilhão, valor que será repassado à Caixa Econômica Federal. O valor também foi antecipado pelo Broadcast.

A nova empresa vai remunerar a Caixa Seguridade com as despesas totais de venda por produto em valores pré-definidos, com uma comissão de distribuição de 36,4% para o seguro residencial e 20% para o habitacional.

O prazo para fechamento da operação encerra-se em 4 de janeiro de 2021. O acordo terá que ser aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), Banco Central e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Como o marketing na pandemia pode reaproximar empresas dos consumidores 831

 “Forma como as pessoas consomem bens e serviços nunca mais será a mesma”

O varejo, que cresceu abaixo da média no ano passado (1,8%), aguardava uma alta de mais de 5% para este ano, conforme estimativas da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgadas ainda em fevereiro, durante o Carnaval. Poucos dias depois do evento mais aguardado pelos brasileiros, a pandemia da Covid-19, que assola as economias do mundo inteiro, chega também ao país e leva os mercados à desaceleração. Neste cenário, o comércio varejista, um dos setores mais afetados, passa a buscar alternativas para evitar queda nas receitas e ainda se manter próximo do consumidor, mesmo durante o período de isolamento social.

Os efeitos que a pandemia deixará na economia daqui para frente seguem muito difíceis de prever, mas uma coisa é certa: a forma como as pessoas consomem bens e serviços nunca mais será a mesma. Entre março e abril deste ano, segundo levantamento do Instituto Locomotiva, período que abrange o começo do isolamento social na maior parte das cidades brasileiras, as compras feitas por meio de aplicativos cresceram 30%, com alta mais significativa entre o público maior de 50 anos e das classes C, D e E que, somadas, representam mais da metade dos consumidores do país. Quase metade (49%) das pessoas declarou que pretende ampliar as compras online após o fim do isolamento social. Além disso, cerca de um terço (32%) pontuou que planeja reduzir as idas a lojas físicas.

As empresas varejistas, sem sombra de dúvidas, devem adaptar a comunicação com seus clientes, levando em consideração as mudanças irreversíveis no perfil de comportamento dos consumidores, que tendem a ser mantidas mesmo depois de tudo isso passar. Não à toa muitas companhias já estão revendo suas estratégias de investimento em marketing, realocando verba para o e-commerce. Pesquisa desenvolvida pela Adaction em parceira com a Inflr já apontam para este caminho.

Analisando a estratégia de 100 marcas de todo o país, de empresas de todos os portes e de diversos segmentos, 60% do valor reservado para investimentos em campanhas tradicionais de marketing foram estancados este ano. Mas, deste total, mais da metade (53,5%) serão realocados em outras estratégias, como promoções de e-commerce (41%), divulgação de apps (27%) e ações institucionais que visam dar apoio à população durante o período de isolamento social.

Muitos projetos focados nas novas mídias estão saindo da gaveta, mesmo em segmentos que tradicionalmente concentram suas receitas em vendas presenciais, como o caso de farmácias e supermercados. A busca é pela adequação das campanhas para a nova realidade.

O país está num momento no qual a empatia, a sensibilidade e a solidariedade serão muito valorizadas. Presas em suas casas, as pessoas desejam ouvir vozes conhecidas, ver pessoas amadas e buscar informações de alguém em quem possam confiar. Neste momento, investir no fortalecimento e credibilidade da marca é imprescindível e o uso da inteligência artificial pode agregar enorme valor à empresa.

A Inteligência artificial permite entender quem é de fato o consumidor e o que ele deseja, sem que a abordagem se torne uma exploração comercial insensível. Saber engajá-lo aos propósitos da marca, usando os meios e as plataformas corretas para atraí-lo, e oferecer o produto sob medida por meio de múltiplos formatos de conteúdo para diferentes perfis, respeitando o momento da jornada de compra, será essencial para manter vínculo com o cliente durante o isolamento. E isso vai depender cada vez mais de tecnologias, com investimentos altamente escaláveis no longo prazo.

Independentemente dos efeitos que a pandemia deixará como marcas na economia e nos negócios, a empresa que se preparar para atender às novas necessidades do cliente e seu novo perfil de consumo, terá muito mais condições de enfrentar esta e qualquer outra crise que encontrar no caminho.

*Por Thiago Cavalcante, diretor de Novos Negócios e sócio-fundador da Adaction, startup especializada em ações de mídia digital

Como definir a melhor alternativa de crédito para o momento da empresa 807

Confira o que deve ser analisado antes de solicitar o crédito

As empresas brasileiras já vêm sentindo o reflexo causado pelo novo coronavírus, principalmente os pequenos e médios negócios que buscam por alternativas para conseguir pagar despesas básicas como aluguel, luz e água, bem como o salário dos funcionários e pagamento de fornecedores.

Fernando Marino, diretor executivo da NexB Valor e Negócios (startup de negócios), conta que hoje há no mercado diversos tipos de crédito, alguns sem carência, para atender empresas de diferentes portes. Inclusive, algumas são específicas para que os pequenos negócios consigam atravessar o período de crise. Porém, o empresário aconselha analisar muito bem a linha de crédito, seus riscos e vantagens, para encontrar a melhor maneira de sanar os problemas financeiros enfrentados pelas empresas.

Para o empresário, antes de solicitar o crédito, é necessário levar em consideração a capacidade de pagamento, o endividamento, cadastro, bem como suas garantias. “Também aconselhamos que o empresário analise o que é mais interessante, como por exemplo buscar um capital de giro ou home equity (crédito com imóvel de garantia). É primordial entender o momento da empresa e qual o objetivo do crédito para então encontrar o produto para a situação”, afirma.

Consultoria financeira

A NexB tem como grande diferencial auxiliar empresários na resolução de problemas que possam surgir na empresa por meio de uma análise empresarial que abrange financeiro, gestão, societário, tributário e outras áreas que possam impactar na melhoria de resultados para a empresa.

Com uma equipe especialista em crédito, a franqueadora busca a melhor alternativa para cada negócio avaliando todas as vertentes possíveis. “Primeiramente identificamos qual o segmento da empresa para analisar o tempo que pode sofrer o impacto negativo de faturamento e resultado, assim, analisamos através de um orçamento quais as despesas e receitas neste período e sua necessidade de aporte para o fluxo de caixa definindo qual linha de crédito se encaixa, considerando prazo de carência, taxa, prazo de amortização, com o nível do score da empresa, sempre pensando nas garantias a serem oferecidas, se for necessário. Todo esse processo visa evitar uma captação de recursos sem essas premissas para não transformá-lo em mais um problema”, explica Zuleika Rastelli, diretora de operações da rede.

Feita essa análise, o franqueado NexB entra com auxílio para implementação do planejamento orçamentário de crise, na negociação com os fornecedores e orientação para utilização de mecanismos disponíveis pelo Governo Federal e busca da melhor linha de crédito com os agentes parceiros.

“Como temos um equipe completa com expertise de mercado, às vezes o que seria uma captação de crédito pode evoluir para captação de investidor ou apenas uma consultoria financeira. Nosso intuito principal é encontrar a melhor solução que possa atender o que a empresa busca”, diz Marino.

Mas qual melhor linha de crédito?

O mercado disponibiliza diversas modalidades de crédito e é preciso entender cada situação na sua particularidade para encontrar soluções e não mais problemas. A NexB possui convênio com players do mercado para orientar e buscar a melhor opção diante a necessidade da empresa. São linhas de bancos, fintechs e fundos focados em capital de giro, fomento e compra de ativos.

“Ter esse leque de parceiros nos possibilita entender o que é mais viável para cada tipo de negócio fazendo uma análise individualizada do caso e das possibilidades e auxiliar no desenvolvimento da operação protocolando a operação para aprovação e contratação”, explica Rastelli.

É importante lembrar que a situação atual exige muita prudência e conhecimento. Apesar da decisão de liberação de compulsório pelo Banco Central para aumentar recursos, as Instituições Financeiras, os bancos e fundos de investimentos estão muito cautelosos na concessão de crédito, diante ao um cenário de possível recessão ou até de uma projeção de uma lenta retomada da economia ocasionando o aumento considerável de inadimplência.

“Atentar-se às modalidades de crédito, suas taxas e carência é fundamental nesse momento. É um momento em que o Governo Federal precisa, por meio de mecanismos, fomentar os bancos públicos com recursos subsidiados, fundo garantidor, entre outros, para que os bancos tenham mais segurança para esse repasse. BNDES, Desenvolve SP e Bancos de Varejo ainda devem ser os mais vantajosos”, salienta a diretora de operações.

Como escolher a melhor linha de crédito

Segundo o Sebrae há algumas recomendações para escolher uma linha de crédito e avaliar as necessidades do negócio, para que possa enfrentar o atual momento, bem como conseguir pagar a dívida lá na frente:

– Prorrogar os contratos: Muitos bancos já tomaram a iniciativa de prorrogar automaticamente por 60 dias os contratos vigentes dos clientes. Outros estão entrando em contato com os mesmos por aplicativos de mensagens para negociar novos prazos das dívidas. Nesse caso é necessário conversar com o banco para encontrar um ambiente favorável;

– Demissão de funcionário: Uma demissão inclui custos na rescisão, por isso analise com cautela caso esteja pensando em demitir um funcionário. O Governo Federal anunciou linha de crédito exclusiva para folha de pagamento. Vale a pena dar uma conferida;

– Crédito semelhante: Se fizer um comparativo entre duas linhas de crédito semelhantes e ficar na dúvida, avalie cada parâmetro (prazo, carência, garantias exigidas) e, caso as condições sejam semelhantes, escolha a de menor juros;

– Carência: Não deixe de levar em consideração o momento pós-coronavírus. Há segmentos que poderão levar mais tempo para recuperar o caixa. Fique de olho no prazo de carência oferecido pelas instituições financeiras que deve ser muito bem avaliado na hora de escolher entre uma ou outra oferta.

“Ter um consultor que possa orientar nesse momento de incertezas é fundamental para empresas que estejam passando por dificuldades financeiras, visto que a tendência em períodos conturbados é tomar decisões imediatas sem pensar nas consequências. Os franqueados da NexB são capacitados para encontrar a melhor solução financeira, analisando de forma individual o perfil de cada empresa. Buscamos sempre por formas de crédito que ofereçam juros baixos e que seja liberado de forma flexível e rápido”, conclui Fernando Marino.