Roubo de cargas tem aumento de 60% em 2019 e entidades montam plano de ação 2498

Roubo de cargas tem aumento de 60% em 2019 e entidades montam plano de ação

SindiTabaco, Polícia Civil e Brigada Militar lançam folder de gerenciamento de risco para transportadores e aumentam atuação preventiva em áreas mais afetadas pela criminalidade

O aumento de roubos de cargas ocorridos nos últimos anos foi alvo de análise de uma Comissão de Segurança criada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) e que integrou representantes das empresas associadas e órgãos de segurança pública como a Brigada Militar e Polícia Civil da região de Santa Cruz do Sul (RS).

“A análise das ocorrências dos últimos três anos demonstrou um aumento de 61,5% de roubos de cargas em 2019 em comparação com o ano anterior. No total foram 47 ocorrências nos últimos 3 anos, sendo 57% ocorridas no RS. Com base nesses dados, a Comissão trabalhou no sentido de estabelecer um plano de ação para aplicação imediata”, comenta o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Iro Schünke é presidente do SindiTabaco / Divulgação
Iro Schünke é presidente do SindiTabaco / Divulgação

Entre os principais objetivos do plano estão reduzir significativamente o número de ocorrências comparado a 2018 e prevenir a integridade física dos transportadores. Para isso, Policia Civil e Brigada Militar estarão atuando preventivamente nas áreas mais afetadas durante a safra de 2020.

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Além disso, o gerenciamento de risco foi tema de folder que será distribuído aos transportadores de tabaco e de insumos agrícolas do Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina. O material estabelece medidas preventivas para auxiliar os transportadores na prevenção e procedimentos do que fazer em casos de ocorrências de roubo de carga de tabaco e insumos agrícolas. Entre as dicas de prevenção de ocorrências estão:

  • Assegurar que o veículo esteja devidamente abastecido para evitar paradas não programadas;
  • Procurar usar postos 24 horas com estacionamento próprio, vigilância e sistema de câmeras de segurança para as paradas;
  • Evitar a exposição da carga, deixando-a em local protegido e seguro;
  • Sempre que possível deixar o veículo em local com boa iluminação;
  • Manter disponíveis e acessíveis os contatos de emergência – Brigada Militar – Polícia Civil e SAMU;
  • Evitar viajar à noite e não desviar da rota;
  • Não dar carona a pessoas alheias à operação de transporte de tabaco, inclusive para familiares ou conhecidos;
  • Não repassar informações a terceiros sobre a carga, rotas e sobre os sistemas de segurança do veículo;
  • Sempre que possível viajar em comboio com contato visual permanente, dificultando a ação dos assaltantes.
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Se o motorista notar que está sendo seguido ou qualquer outra situação suspeita, ele deve procurar o mais rápido possível parar o veículo em um local movimentado e acionar a polícia. “Recomendamos altamente não reagir a qualquer tipo de abordagem dos assaltantes, evitando movimentos bruscos ou gestos que possam assustar ou irritar os assaltantes”, destaca ainda Schünke, presidente do SindiTabaco. Se necessário, o transportador deve acionar os contatos de emergência: 190 – Brigada Militar; 191 – Policia Rodoviária Federal; 192 – SAMU; 193 – Bombeiros; 197 – Polícia Civil; 198 – Polícia Rodoviária Estadual.

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Abertas inscrições para a 5ª categoria do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros 826

Inscrições das demais categorias esta abertas desde o dia 1º de julho

Estão abertas, a partir desta quinta-feira (09 de julho), as inscrições de trabalhos na categoria especial “Formação e Qualificação Profissional” da edição 2020 do Prêmio Nacional de Jornalismo em Seguros.

Realizada em conjunto pela FENACOR e a ENS, com o apoio institucional da CNseg, esta edição terá outras quatro categorias em disputa: “Midia Impressa”, “Audiovisual” (incluindo Rádio e TV), “Webjornalismo” e “Imprensa Especializada do Mercado de Seguros”. Nessas categorias, as inscrições já estão sendo feitas desde o dia 1º de julho.

A diferença de datas é decorrente da necessidade de ajustes no sistema.

Podem ser inscritas reportagens e matérias veiculadas entre os dias 11 de novembro de 2019 e 15 de novembro de 2020.

Os jornalistas poderão inscrever suas reportagens até o dia 16 de novembro de 2020 neste endereço eletrônico:
https://www.fenacor.org.br/premiodejornalismo/Home.

AXA no Brasil tem plano de contingência para a região Sul do país 582

Cilone bomba atingiu 171 cidades

Após o “ciclone bomba” que atingiu a região Sul do Brasil, afetando 171 cidades, a AXA implementou rapidamente um plano de contingência para atender e apoiar corretores e segurados. Com mais de 80 bases de atendimento na região, a companhia orientou todos os prestadores, preparando-os para deslocar vistoriadores de bases vizinhas caso necessário, além de reforçar a atuação da Vistoria Remota para agilizar os processos e garantir o atendimento do segurado. Para condomínios, a seguradora disponibiliza ainda assistência 24 horas para serviços emergenciais.

“Estamos trabalhando de forma conjunta com as áreas de prestadores de serviços, riscos, e comercial para garantir uma atuação integrada e que garanta o bom atendimento do segurado e do corretor por quaisquer meios que ele venha a nos acessar. Com reportes diários, as equipes estão preparadas para orientar clientes e responder rapidamente às ocorrências, mitigando as perdas” afirma Arthur Mitke, Diretor de Sinistros da AXA no Brasil.

Até o momento, dos sinistros comunicados à seguradora, houve maior incidência nos ramos de Condomínio (55%), Empresarial (32%) e Property (12%). “A interação entre os times e a troca constante de informação contribui para que possamos atender à todos, priorizando os clientes afetados e a indenização dos prejuízos com total agilidade. Mobilizamos nossos especialistas e parceiros para atender os corretores e os clientes e permitir que retomem seus negócios e atividades o quanto antes”, diz Antonio Viana, Superintendente Comercial da região Sul.

Bradesco Seguros: campanha ´´empresarial em foco“ é prorrogada 1032

Com 15% de desconto em todas as coberturas para seguros empresariais novos, renovação ou endossos, a campanha promocional foi estendida até dia 09 de agosto

Em razão das dificuldades que o setor empresarial vivencia por conta da pandemia do novo coronavírus, a Bradesco Auto\RE – empresa do grupo Bradesco Seguros – prorrogou até o dia 09 de agosto a campanha promocional ‘Empresarial em Foco’, que oferece 15% de desconto em cobertura de seguros novos, renovações ou endossos para o ramo empresarial. Por meio da ação, em média, 20 setores estão sendo beneficiados com o desconto que contempla desde estabelecimentos de saúde e de ensino até fábricas de confecção e produtos alimentícios, entre outros.

“O seguro empresarial oferece soluções rápidas para os problemas corriqueiros do dia a dia e proteção ao patrimônio em situações adversas. As coberturas contemplam, desde danos causados por incêndios – envolvendo equipamentos elétricos ou causados por materiais sólidos e líquidos – até explosões, além de queda de raio, roubo, entre outros imprevistos. O seguro ainda disponibiliza assistências emergenciais gratuitas 24h por dia, como chaveiro, vigilante, vidraceiro, serviço de mão de obra elétrica e hidráulica, entre outros serviços. Em razão do sucesso da campanha e entendendo a atual situação do empresariado, resolvemos estender o período de desconto”, afirma Saint’Clair Lima, Diretor da Bradesco Auto/RE.

Seguro por incapacidade temporária garante tranquilidade para trabalhador 838

Proteção assegura renda para beneficiário em caso de doença ou acidente

Em um país onde a educação financeira da maior parte da população ainda é deficiente, são poucas as pessoas que estão preparadas para lidar com imprevistos que as afastem do trabalho, como uma doença ou acidente, comprometendo a renda mensal. É o caso dos autônomos, por exemplo. Mas como fazer para garantir uma remuneração quando você fica impossibilitado de trabalhar? A resposta é simples: investir na Diária por Incapacidade Temporária (DIT). O seguro é ideal para pessoas em idade ativa profissional (até 65 anos) que queiram se prevenir caso algum infortúnio interrompa temporariamente a renda familiar.

“Podemos tomar como exemplos os casos de um médico e um cabeleireiro autônomos. Ao saírem do trabalho, sofrem um acidente e quebram algum membro. Isso os impossibilitará de exercerem suas funções por algumas semanas ou até meses, comprometendo seus orçamentos. Entretanto, sabendo do risco de não trabalhar, contrataram a Diária por Incapacidade Temporária e receberão os valores acordados diretamente da seguradora, respeitado os limites que constam nas apólices e as carências estabelecidas em cada caso”, explica Junio Silva, diretor do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne).

O período indenitário contratado pelo segurado que contratou o seguro DIT constará na proposta de adesão, não podendo ser superior a 90 dias para eventos decorrentes de LER (Lesão por Esforço Repetitivo), DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho) ou LTC (Lesão por Trauma Continuado ou Contínuo) e de 365 dias para os demais eventos cobertos. Doenças pré-existentes, procedimentos estéticos, entre outros casos, não estão acobertados. “Para saber todos os eventos incluídos e excluídos, o beneficiário deve ler atentamente sua apólice de seguro”, completa o diretor.

A cobertura DIT também pode ser uma excelente opção para os trabalhadores celetistas, ou seja, aqueles que estão assegurados pelo regime da CLT. Isso porque, por mais que eles tenham direito ao auxílio da Previdência Social caso estejam impedidos de trabalhar por doença ou acidente, o processo de liberação do dinheiro é lento e burocrático. Em muitos casos, o INSS só libera o pagamento após 45 dias. Além disso, o teto do valor a ser pago muitas vezes não cobre o salário real do trabalhador. “Já no DIT, por sua vez, a indenização é calculada de acordo com a renda do segurado no momento do sinistro. Hoje as companhias oferecem proteção para remunerações que podem chegar a até R$30 mil por mês”, explica Junio Silva.

Para o diretor, fazer um seguro é uma escolha importante para um bom planejamento financeiro. “Ao conversar com um corretor de seguros, se informar e contratar a melhor opção para a sua profissão, perfil e necessidade, o cliente pode se precaver em relação ao risco que mais tenha impacto na sua saúde financeira, evitando passar por privações e por todo o estresse relacionado à diminuição do salário por um período”, finaliza.

Pandemia acelera consenso em torno de mudanças na saúde 628

Saúde é uma só e não pode estar fragmentada entre SUS, saúde privada e saúde ocupacional, afirma especialista

Maior interação entre sistemas público e privado é uma das modificações

A pandemia causada pelo novo coronavírus está ajudando a acelerar mudanças que há muito tempo vinham sendo ensaiadas na saúde e que agora se mostram ainda mais necessárias. É o caso da maior interação entre os sistemas público e privado, da necessidade de atualização das regras que regem a saúde suplementar e da transição para modelos baseados na geração de valor para os pacientes, com maior foco em prevenção e atenção primária.

Estas foram algumas das conclusões do webinar “Covid-19: Os desafios da saúde em tempos de pandemia”, promovido nesta quarta-feira (8/7) pelo Real Hospital Português, de Recife.

“Chegamos à conclusão de que temos muito a ganhar agindo juntos e não separados. Precisamos estar unidos na luta por mudanças e avanços. Isso vai ser benéfico para a sociedade como um todo: usuários, prestadores e SUS. Com a pandemia, saúde pública e suplementar estão cada vez mais conectadas”, disse Vera Valente, diretora executiva da FenaSaúde, durante o webinar.

Ela ressaltou que a pandemia reforça a importância da complementaridade entre os sistemas público e privado de saúde, assim como da união dos agentes do setor em busca de soluções e respostas à nova realidade. Isso se mostra ainda mais premente diante das dificuldades econômicas que advirão das restrições causadas pela covid-19.

Neste sentido, um dos maiores desafios para a sociedade como um todo será encarar um contexto econômico completamente diferente nos próximos meses e anos, com queda da atividade e alta do desemprego, e os efeitos disso sobre a assistência à saúde. Entre as respostas, estão mudanças regulatórias que facilitem e ampliem o acesso de mais pessoas a planos e seguros de saúde privados.

“Está cada vez mais claro que um dos nossos desafios é desenvolver modelos que nos permitam ampliar acesso e trazer mais pessoas para a saúde suplementar, o que é bom para os usuários, bom para os prestadores e bom também para o SUS. Cada vez mais, temos que buscar alternativas que dependam menos do emprego formal”.

Os debatedores do webinar ressaltaram a importância das operadoras de planos e seguros privados como setor que irriga toda a cadeia de saúde, garantindo o bom funcionamento da assistência e a remuneração dos prestadores.

“Manter esta rede saudável e funcionando bem é bom para todos: beneficiários, SUS e prestadores. As operadoras têm reiterado seu empenho para que esta cadeia mantenha-se forte e atuante”, destacou Vera.

Um dos riscos para a continuidade dos atendimentos está na “pandemia de projetos de lei e decisões judiciais” que ameaça interferir no funcionamento do setor – em muitos casos, em função da falta de entendimento mais claro sobre como funciona o sistema. “Muitas destas propostas versam sobre inadimplência, anistiando o não pagamento. A questão é: como pagar a rede de prestadores numa situação assim?”

Além de Vera Valente, participaram do webinar o diretor médico do Real Hospital Português, Cristiano Hecksher; o CEO do Hospital Moinhos de Vento, Mohamed Parrini; o juiz Luiz Mario Moutinho, do Tribunal de Justiça de Pernambuco, e a advogada Angélica Carlini, diretora da Carlini Sociedade de Advogados. O webinar foi moderado pela superintendente do Real Hospital Português, Jaquelinne Lira.

Entre outros temas, os debatedores também abordaram os riscos da judicialização na saúde, em que decisões isoladas acabam funcionando como “regulações anômalas” que deturpam direitos e deveres; a necessidade de transição para novos modelos de remuneração baseados na geração de valor para os pacientes; além da maior ênfase na prevenção e na atenção primária que deve advir a partir dos efeitos da pandemia na assistência à saúde.