Sharecare ensina como investir em saúde preventiva e reduzir os custos da sua empresa 781

Sharecare ensina como investir em saúde preventiva e reduzir os custos da sua empresa

Estudo e planejamento são fundamentais para efetividade de estratégias

Pode acreditar: o investimento em um programa de saúde preventiva, se feito de forma correta, é um excelente negócio para as empresas. Ao analisar as finanças das organizações, não é difícil perceber que parte dos gargalos orçamentários com a equipe se refere a licenças médicas prolongadas e ausências esporádicas por adoecimento.

Como resolver esses problemas? A partir de ações de promoção de saúde baseadas em análises cuidadosas do perfil dos colaboradores, buscando entender como fazem uso dos recursos disponíveis e, claro, quais problemas mais abalam os custos. Tudo pronto para abandonar iniciativas genéricas e que não geram resultado efetivos?

Este conteúdo visa evidenciar para gestores por que é importante adotar uma perspectiva de visão da saúde dos colaboradores a fim de elaborar campanhas mais eficientes e com um custo-benefício otimizado.

Estude e planeje bem as estratégias

O primeiro e mais importante passo para a elaboração de qualquer campanha de prevenção deve ser a realização de um estudo da saúde da população da empresa. Afinal, a falta de planejamento e a adoção de medidas muito genéricas são erros graves comumente cometidos nesse cenário. Começando assim, em vez de melhorar as condicionantes sociais e comportamentais dos funcionários, a empresa acaba agindo sobre pontos que não são tão relevantes para eles.

O acesso a informações epidemiológicas é o principal fator de sucesso de qualquer campanha de promoção de saúde, já que o leque de possibilidades de ações é ao mesmo tempo variado (por apresentar muitas possibilidades) e específico (por alcançar grupos com problemas em comum).

A prática de atividades físicas, por exemplo, é essencial para reduzir o risco de diabetes e de doenças cardiovasculares, além de melhorar o condicionamento dos praticantes. Não funciona, no entanto, para prevenir muitas infecções causadas por agentes oportunistas. Nesse caso, vacinas e medidas de higiene são muito mais efetivas.

Antes de tomar qualquer decisão, portanto, é essencial saber quais condições terão um impacto maior sobre a saúde dos colaboradores. A partir disso, é possível desenhar um programa muito mais completo e efetivo. Sem contar que a relação entre custo e benefício também será melhor, uma vez que os recursos serão direcionados para tratar das reais demandas da equipe.

Atualmente, a tecnologia consegue ajudar bastante nesse sentido. Já reparou como a transformação digital tem trazido ferramentas de Big Data e inteligência artificial focadas no setor da saúde? É possível, por exemplo, recorrer a diversas fontes de dados para fazer um estudo populacional muito mais preciso, bem como aplicar virtualmente questionários sobre a saúde e os comportamentos dos colaboradores, aproveitar laudos médicos das consultas de Medicina do trabalho, analisar resultados de exames periódicos e assim por diante.

Aliado ao aprendizado de máquina, o Big Data consegue saber quais são as condições predominantes de saúde na população corporativa, bem como quais hábitos representam um maior risco atualmente. A partir daí, o time de recursos humanos ou outro setor responsável poderá pensar em soluções específicas, como:

  • atividades de promoção do bem-estar psíquico, agindo sobre os principais estressores ambientais;
  • melhoria da carga horária e da distribuição de intervalos;
  • contratação de equipes de ginástica laboral;
  • contratação de planos de saúde ou outros serviços mais pontuais;
  • elaboração de benefícios para incentivar os funcionários a cuidarem da própria saúde.

Incentive a realização de exames periódicos

Os exames periódicos de saúde configuram uma oportunidade valiosa para que o empregador conheça bem as condições de sua equipe. É preciso incentivar sua realização para trazer mais bem-estar aos funcionários.

Tenha em mente que certas doenças crônicas silenciosas sempre podem estar presentes sem que saibamos — a diabetes e a hipertensão são bons exemplos. Felizmente, é possível identificá-las por meio de exame clínico conduzido por um médico e testes laboratoriais simples, como glicemia de jejum. E o melhor: o custo dessas ações é muito baixo se comparado ao prejuízo causado pelas licenças e pelo absenteísmo.

Promova palestras educativas

Muitos gestores consideram palestras e demais medidas educativas ineficientes. O que eles não sabem é que, na maioria das vezes, essa teórica ineficiência decorre da falta de uma estratégia concreta por trás da iniciativa.

Se a empresa contrata um especialista para falar sobre assuntos genéricos, que não tocam nos problemas reais da vida dos espectadores, não há incentivo capaz de promover engajamento, muito menos resultados! Por outro lado, quando se tem um bom estudo populacional, é possível escolher temas que representem dores reais dos trabalhadores. Muito mais interessados no conteúdo, a participação aumenta, assim como as chances de acertar nas ações sugeridas para resolver comportamentos prejudiciais à saúde.

Adote a ginástica laboral

Por si só, a prática de exercícios já previne grande parte das doenças mais comuns, como as coronarianas e até alguns tipos de câncer. Não restam dúvidas, assim, que a ginástica laboral é muito importante em praticamente todos os contextos. O problema aqui costuma estar na forma de condução das atividades, muitas vezes incorreta. Assim como no caso das palestras, o motivo tende a ser a falta de foco. Mais uma vez, os dados podem ajudar a resolver esse contratempo.

Com informações ricas em mãos, é possível elaborar programas específicos para os problemas dos colaboradores. Monte grupos com questões em comum! Se muitas pessoas citaram sofrer com dores lombares, por exemplo, agrupe-as para que façam exercícios focados no fortalecimento muscular dessa região e na melhoria da postura ao longo do dia. Se surgirem muitas queixas relacionadas a cansaço e falta de ânimo, uma boa pedida é investir em um treinamento aeróbico.

Ofereça planos de saúde

Os planos e demais serviços de saúde não devem ser vistos pela empresa como gastos, mas como verdadeiros investimentos. E isso se deve a vários motivos:

  • a produtividade de colaboradores adoecidos deixa a desejar;
  • as licenças e o absenteísmo relacionados a doenças geram gastos elevados;
  • o investimento no bem-estar da equipe mostra como a empresa se importa, o que funciona como fator de motivação que ajuda até a atrair talentos.

Além disso, vale ressaltar que os serviços privados são muito mais rápidos não só para diagnosticar como para tratar os pacientes, trazendo o retorno antecipado do colaborador ao trabalho.

Faça campanhas de vacinação

As doenças infecciosas, como a gripe, geralmente são as principais causas de enfermidades agudas, aquelas que geram o afastamento temporário dos funcionários. Diante desse cenário, é preciso lembrar que o governo não oferece todas as vacinas disponíveis no mercado, pois precisa focar somente naquelas que geram um maior impacto para a saúde pública. Por outro lado, e claro que a certo custo, serviços privados oferecem imunizações relevantes para evitar vários problemas da população laboral, como o rotavírus. Vale a pena fazer um orçamento e compará-lo com o custo potencial do absenteísmo causado por uma epidemia.

Como vimos, uma campanha de saúde preventiva bem-sucedida demanda um planejamento completo, focando nos problemas reais dos funcionários. O efeito desse cuidado é bastante positivo, surgindo em forma de engajamento, qualidade de vida e bem-estar.

Do ponto de vista financeiro, o custo-benefício também ganha um upgrade, passando-se a gastar menos (ou nada) com ações que não trazem os resultados esperados ao mesmo tempo em que o foco se volta para iniciativas mais efetivas, específicas e motivadoras.

Para alcançar tudo isso, é essencial contar com uma ajuda especializada em gestão de saúde populacional. A Sharecare oferece várias soluções nesse sentido, como a Gestão de Crônicos, o Ligue Saúde e o Coaching Preventivo.

Valores de procedimentos no exterior chegam a ser de 5 a 100 vezes maiores que uma apólice de seguro viagem 805

Exames obrigatórios podem chegar a 10 mil dólares, e cirurgias de emergência variam de 30 a 100 mil dólares

De acordo com a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), a busca por seguros viagem no Brasil cresceu 19,2% no último trimestre de 2019 em comparação com o mesmo período do ano passado. Entre os motivos para essa mudança de mentalidade do brasileiro, estão a maior conscientização em relação aos acidentes e doenças que podem acontecer na viagem e a importância do suporte em caso de imprevistos, somados à compreensão dos valores praticados no exterior.

Ainda assim, trata-se de uma mudança de comportamento gradual. Por outro lado, com a alta do dólar e do euro, o seguro viagem muitas vezes é visto como um gasto adicional, cujo valor poderia ser revertido em passeios e alimentação na visão de muitos turistas. No entanto, em emergências – que vão desde um roubo ou furto e até mesmo um mal-estar súbito ou acidente – além dos gastos exorbitantes, há toda uma situação a ser administrada.

“Costumamos dizer que não se trata apenas de valores monetários, mas todo o cenário que a pessoa vive naquele momento. Muitas vezes ela precisa lidar com trâmites consulares, emissões de passagens urgentes, repatriações, contato com família para transmitir notícias, e quando ela viaja sozinha, sem apoio de qualquer amigo ou parente do país de origem, as coisas podem ficar até mais delicadas”, comenta Fabio Pessoa, head de Seguro Viagem na Omint. “Para isso, oferecemos um seguro viagem bem estruturado que, além das coberturas, fornece toda a estrutura de intermédio com hospitais, clínicas, companhias aéreas, órgãos governamentais e demais locais”.

O barato sai caro?

De acordo com o executivo, se o viajante visitar outro país sem um seguro viagem, com toda certeza. “Se o turista estiver nos Estados Unidos e sofrer um mal-estar, ele terá que passar por um atendimento médico de emergência em que ele vai desembolsar, em média, 1.900 dólares. Fora os exames, complexos, que podem ir de 4 a 9 mil dólares”, ressalta.

Segundo Pessoa, caso o viajante não tenha seguro viagem e esteja desprovido da quantia a ser paga na ocorrência, ele pode receber uma cobrança de empresas especializadas, mesmo após seu retorno ao país de origem. “Os Estados Unidos, por exemplo, contam com uma estrutura altamente profissionalizada. Enquanto o viajante não quitar suas dívidas, ele pode inclusive ter incidentes diplomáticos”, frisa o executivo.

Enquanto isso, na Europa, os países que fazem parte do Tratado de Schengen exigem cobertura mínima de 30 mil euros para o viajante adentrar no continente. “Mesmo que a Europa apresente sistema público de saúde, há gastos envolvidos. Em todo o território, o valor médio de atendimento é de 540 euros – sendo 495 libras no Reino Unido”, explica.

Verão no Hemisfério Sul, esqui no Hemisfério Norte

Com a chegada do inverno nos Estados Unidos e Europa, regiões como o Estado do Colorado e os Alpes europeus atraem milhares de turistas que querem desfrutar da neve e, consequentemente, esquiar. Segundo Pessoa, é uma das atividades que mais geram lesões e, por isso, é imprescindível que o turista esteja devidamente amparado pelo seguro viagem. “Caso o turista se machuque, dependendo da montanha, não tem como uma ambulância ir busca-lo: ele precisa de um helicóptero. Apenas um voo de descida pode custar 2 mil dólares. Além disso, há os custos com exames de imagem, como tomografia computadorizada e ressonância, que são bastante dispendiosos: nos Estados Unidos, por exemplo, podem chegar a até 10 mil dólares”, alerta.

O executivo ainda esclarece que “em condições como essas, também são frequentes os casos de lesões em membros inferiores, que precisam ser imobilizados. Com isso, o turista tem que voltar de primeira classe, uma vez que ele é inviável seu acondicionamento na econômica, e isso também mobiliza custos. Caso essas condições não sejam atendidas, ele sequer consegue autorização médica para embarcar, tampouco da companhia aérea”.

Pessoa ainda frisa que a Omint é uma das únicas companhias no mercado a apresentar a cobertura de esportes amadores já inclusa. “Esportes de inverno, praticados de forma amadora, não são cobrados como adicional pela Omint, o que assegura ao turista a certeza de contar com uma cobertura altamente qualificada, amparando-o nas mais diversas situações”, finaliza.

 

Consórcio é opção para fazer a viagem dos sonhos 595

Entre janeiro e novembro do ano passado, a procura neste segmento cresceu cerca de 11%

A realização de uma viagem, seja para o exterior ou a um destino nacional, exige a adoção de um planejamento financeiro que não comprometa o orçamento familiar antes ou depois das férias. Para tornar esse tipo de sonho uma realidade, muitos consumidores têm utilizado o consórcio como solução. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), entre janeiro e novembro de 2019, as vendas de novas cotas que oferecerem esta possibilidade cresceram cerca de 11%, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Patricia Soeiro, superintendente de Seguros Especiais MAPFRE, associada à BR Consórcios, explica que esta modalidade de serviços, além de viagens, pode ser utilizada ainda para realização de formaturas, festas de casamento ou aniversário, estudos, cirurgias estéticas ou reparadoras, tratamentos odontológicos, pagamento de consultorias ou assessoria jurídica.

“O consórcio é um instrumento muito eficiente para quem busca uma alternativa para estruturar um plano financeiro que lhes permita realizar um sonho, pois além de possuir parcelas acessíveis, não exige um bem como garantia”, comenta a superintendente.

Na Mapfre, para adquirir uma cota no segmento de Serviços, basta ter renda igual a quatro vezes o valor da parcela do produto adquirido, não ter restrições financeiras e comprovar vínculo empregatício ou de trabalho de, no mínimo, um ano. Os créditos disponibilizados pela companhia para estes fins variam de R﹩ 8 mil a R﹩ 16 mil, com plano de até 36 meses e opção de lance livre.

 

DPVAT soma quase 600 mil restituições 293

Números foram atualizados hoje (21 de janeiro)

A seguradora Lider registrou, até às 15:30 de hoje (21 de janeiro), mais de 594 mil restituições processadas no site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br/.

A empresa disponibilizou desde 15 de janeiro, uma solução tecnológica simplificada para facilitar a restituição da diferença dos valores pagos do Seguro DPVAT 2020 pelos proprietários de veículos.

O recurso está disponível por meio do site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br e a restituição da diferença dos valores pagos é feita diretamente na conta corrente ou conta poupança do proprietário do veículo.

A restituição será feita por meio de depósito, exclusivamente na conta do proprietário.
Ao enviar a solicitação, o proprietário recebe um número para o acompanhamento da restituição, no mesmo site. Após o cadastro, a restituição será processada pela Seguradora Líder em até dois dias úteis, dependendo, apenas, da compensação bancária para a sua finalização.
É importante destacar que o site http://restituicao.dpvatsegurodotransito.com.br recebe somente os pedidos de restituição da diferença de valores pagos referente ao Seguro DPVAT 2020.
Para o proprietário que pagou o Seguro DPVAT 2020 duas ou mais vezes, a solicitação da restituição destes valores deve ser feita pelo http://www.seguradoralider.com.br/Contato/Duvidas-Reclamacoes-e-Sugestoes.

Os proprietários de frotas de veículos devem enviar um e-mail para restituicao.dpvat@seguradoralider.com.br.
Pagamento 2020
O Seguro DPVAT deve ser pago, uma única vez ao ano, junto ao vencimento da cota única ou da primeira parcela do IPVA, acompanhando os calendários estaduais. As informações completas de como pagar o valor de 2020 estão disponíveis no site www.seguradoralider.com.br.
Os valores para pagamento do seguro DPVAT em 2020 são:
• Automóveis e caminhonetas particulares/oficial, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional — R$ 5,23;
• Táxis, carros de aluguel e aprendizagem — R$ 5,23;
• Ônibus, micro-ônibus e lotação com cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais) — R$ 10,57;
• Micro-ônibus com cobrança de frete, mas com lotação não superior a 10 passageiros e Ônibus, micro-ônibus e lotações sem cobrança de frete (urbanos, interurbanos, rurais e interestaduais) — R$ 8,11;
• Ciclomotores — R$ 5,67;
• Motocicletas, motonetas e simulares – R$ 12,30;
• Caminhões, caminhonetas tipo “pick-up” de até 1.500 kg de carga, máquinas de terraplanagem e equipamentos móveis em geral (quando licenciados) e outros veículos — R$ 5,78;
• Reboque e semirreboque – Isento (seguro deve ser pago pelo veículo tracionador)

Despesas de operadoras de saúde com usuários podem variar até 484%, aponta estudo 636

Pesquisa inédita da corretora It’sSeg revela discrepância de gastos com atendimentos de beneficiários em rede terceirizada e própria

O alto volume de exames, consultas e terapias realizadas pelos usuários na rede terceirizada está impactando os custos dos planos de saúde. Uma pesquisa inédita da It’sSeg, terceira maior corretora de seguros do país especializada em gestão de benefícios, revela que o desembolso de despesas das operadoras de saúde com atendimento de beneficiários na rede terceirizada é 484% superior ao registrado na rede própria.

O levantamento contemplou cerca de 165 mil vidas distribuídas em diversas  operadoras de planos de saúde (medicinas de grupo, cooperativas médicas e seguradoras), em 80 clientes da Its’Seg e com apuração de dados de setembro de 2016 a agosto de 2019.

Os objetivos dessa pesquisa foram identificar as médias dos exames e terapias geradas a cada consulta ambulatorial e o custo deste pacote de atendimento nos últimos três anos, além de avaliar a eficiência das redes verticalizadas das operadoras de saúde. Foram observados os custos de eficiência de 12 operadoras a partir das despesas geradas pelos beneficiários atendidos exclusivamente por redes próprias, terceirizadas ou por operadoras com ambos formatos de atendimento (terceirizadas e próprias).

O estudo apontou a operadora A, com rede exclusivamente terceirizada, como campeã em desembolso com despesas ambulatoriais com seus usuários, totalizando R$ 788,01. Em contrapartida, os gastos dos beneficiários da operadora L, que possui rede própria, foi de R$ 134,86, registrando diferença de 484,3%. Essa grande variação também foi notada na quantidade de exames e terapias realizados pelos usuários das duas operadoras. Na operadora A foram 4,58 exames e 0,80 terapias por consulta, enquanto que na operadora L foram 1,10 exames e 0,13 terapias por consulta.

“O número de redes total ou parcialmente verticalizadas tem crescido. Com hospitais e especialistas próprios, as operadoras acabam buscando melhoria em sua gestão, redução de custos, menor tempo entre a ocorrência do atendimento e o aviso dos sinistros, além de menores provisões. Essas estratégias têm ajudado essas redes a monitorarem seus indicadores e a compor custo de eficiência mais sustentável, medida extremamente necessária para a longevidade das operadoras”, explica Thomaz Menezes, presidente da It’sSeg.

Ao avaliar operadoras com perfil de comercialização similar, se observa que as despesas da Operadora F, exclusivamente de rede terceira, chegaram a R$ 190,97 e na operadora L, com rede própria, a R$ 134,86, apontando variação de 41,6%. O desvio é também observado na média de exames e terapias por consulta, que na Operadora F é de 2,30 e 0,47 e na operadora L 1,10 e 0,13, respectivamente.

Mas a menor diferença apontada na pesquisa apareceu entre os beneficiários atendidos totalmente pela rede própria das operadoras. As despesas da operadora K chegaram a R$ 144,02 e na L, R$ 134,86, apontando variação de 6,8%. E foi justamente nessa categoria onde também apareceram as menores quantidades de exames e terapias por consulta. Na K, 2,84 e 0,29, enquanto na L, 1,10 e 0,13.

“Essa drástica diferença de despesas e consequente volume de exames e terapias entre as operadoras mostram que as redes verticalizadas apresentam custo de eficiência bem mais satisfatório. É um indicador valioso e que serve de alerta para que outras operadoras revejam suas estratégias de negócios”, finaliza Thomaz Menezes.

Curso de corretores oferece descontos para matrículas antecipadas 1423

Planos parcelados têm abatimento de 5%

A ENS está com inscrições abertas para formação das turmas de 2020 do Curso para Habilitação de Corretores de Seguros. Neste ano, o programa conta com condições diferenciadas para quem fizer matrícula antecipada.

Interessados que se inscreverem até 31 de janeiro têm desconto de 10% nos pagamentos à vista. Já nos planos parcelados, o abatimento é de 5%. A partir de 1º de fevereiro, somente pagamentos à vista terão desconto, de 5%.

O programa será ministrado no segmento Capitalização e Vida e Previdência, que tem vagas em 29 localidades para a modalidade semipresencial e em 36 para aulas presenciais; e Demais Ramos, disponível em três cidades na modalidade semipresencial e em outras sete na presencial.

Nos dois casos, os alunos aprovados receberão certificado que permite obter o registro profissional emitido pelo Instituto Brasileiro de Autorregulação do Mercado de Corretagem de Seguros, de Resseguros, de Capitalização e de Previdência Complementar Aberta, o Ibracor, órgão autorregulador da categoria.

No endereço sercorretor.com.br é possível efetuar inscrição e obter todas as informações sobre o curso.