SulAmérica lança fundo de ações que investe em empresas comprometidas com as melhores práticas socioambientais e de governança 707

SulAmérica lança fundo de ações que investe em empresas comprometidas com as melhores práticas socioambientais e de governança

Total Impacto FIA doará 100% da taxa de administração para o incremento de projeto de incentivo à leitura na Amazônia

A SulAmérica, reforçando seu compromisso com o desenvolvimento sustentável, lança por meio da SulAmérica Investimentos um fundo de ações socialmente responsável, o Total Impacto FIA. A carteira será composta por empresas comprometidas com boas práticas de gestão socioambiental e 100% da taxa de administração será doada para o desenvolvimento dos projetos da ONG Vaga Lume de incentivo à leitura na Amazônia.

“Contribuir para o desenvolvimento da sociedade e da educação está em linha com nosso posicionamento de sustentabilidade”, explica Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Previdência e Investimentos da SulAmérica. Desde 2009, a SulAmérica Investimentos é signatária dos Princípios para o Investimento Responsável, rede apoiada pela Organização das Nações Unidas (ONU) com mais de 1.500 signatários em mais de 50 países, que representam mais de US$ 60 trilhões em ativos administrados, visando a estruturar um sistema financeiro global eficiente e sustentável. “O fundo Total Impacto é uma boa opção de investimento neste momento de juros baixos, além de chegar também para reafirmar nossa estratégia de investimento para fomentar melhores práticas em nossa cadeia de atuação, em linha com nossa visão de longo prazo”, completa Marcelo.

A iniciativa tem como parceira a ONG Vaga Lume, que promove a leitura e gestão de bibliotecas comunitárias nas comunidades rurais da Amazônia. Com a contribuição da SulAmérica para a organização, mais de 90 bibliotecas serão mantidas em 22 municípios da região. “Nossa expectativa é que consigamos ainda abrir quatro novas bibliotecas em 12 meses”, conta Marcelo. Os recursos obtidos com o fundo vão ajudar a promover o acesso das crianças da região à literatura e, consequentemente, a informações que abrem caminho ao empoderamento das comunidades amazônicas.

A carteira do fundo Total Impacto FIA é formada pela seleção das melhores ações a partir de critérios de qualidade (rentabilidade, crescimento e segurança) e de compromisso com questões ambientais, sociais e de governança corporativa (ASG). Os profissionais da SulAmérica Investimentos acompanham o desempenho das ações e fazem os ajustes necessários para alcançar os objetivos de retorno do fundo. Desde o início da aplicação, todo investidor passa a contribuir com a destinação da taxa de administração para a ONG Vaga Lume e para o projeto de bibliotecas na região rural da Amazônia. Para mais informações sobre este projeto, acesse este endereço.

PIB sofrerá contração de 3% este ano, diz Porto Seguro 777

Estimativa para o índice oficial de inflação em 2020 é de 1,9%

O cenário de atividade bastante fraca devido às medidas de isolamento social para evitar a disseminação do novo coronavírus deve ocasionar queda de confiança e maior endividamento, o que vai mitigar a velocidade de recuperação da economia mais à frente.

É o que avalia o economista-chefe da Porto Seguro Investimentos, José Pena, para quem o Produto Interno Bruto (PIB) sofrerá um tombo de 3% neste ano. Para ele, o grau de previsibilidade é “minúsculo” atualmente, mas os indícios apontam um viés pessimista para as projeções.

Dada a mudança de comportamento da sociedade, Pena nota que o orçamento mais apertado das famílias deve fazer com que os preços no setor de serviços sejam segurados, ainda mais com o desemprego em alta.

Quanto aos impactos do câmbio, o economista espera que as empresas não repassem integralmente a depreciação do real em relação ao dólar para o consumidor final. “Se as empresas aumentarem o preço em um cenário de demanda ainda fraca, os impactos podem ser ainda maiores.”

Assim, Pena acredita que há uma desinflação contratada por conta dos preços de commodities, mesmo com a alta recente do petróleo. “Eu olho para a frente e, considerando que a retomada será mais lenta do que a gente gostaria, a chance de uma inflação bem mais baixa aumenta. E o número do IPCA de hoje sanciona a nossa visão”, afirma o economista da Porto Seguro, cuja estimativa para o índice oficial de inflação em 2020 é de 1,9%, abaixo da banda inferior da meta de 4%.

Dado esse panorama, ele avalia que o Banco Central cortará a Selic mais duas vezes e levará o juro básico a 2,75% no fim deste ano.

“Se eu estiver minimamente certo com os números de inflação, não tem motivo para não cortar os juros e o BC terá de reduzi-los ou vai estar apertando a política monetária”, afirma Pena.

O economista diz, ainda, que a visão de que o juro não será reduzido porque o BC está focando em liquidez no momento é “equivocada”, tendo em vista que, para ele, a autoridade tenta desentupir o canal de crédito para fazer com que a política monetária chegue na ponta.

HDI Seguros participa da contratação de 140 anestesistas para Hospital das Clínicas 882

Valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros

O BTG Pactual, Cosan, HDI Seguros, Advent, Aegea, Perfin e Alupar se reuniram em um projeto para contratar 140 anestesistas de reforço para o Hospital das Clínicas. O novo time chega nesta quinta-feira, dia 09, e vai permitir o funcionamento de mil plantões extras por mês, o que equivale a quase 12 mil horas de serviço.

“Quando entramos em contato com o hospital, nos disseram que o gargalo era de anestesistas, por isso começamos por essa área”, explica Roberto Sallouti, CEO do BTG Pactual. “Estamos trazendo profissionais de hospitais privados que tiveram cirurgias eletivas canceladas, por isso podem atuar nessa causa”, complementa o executivo. No cenário atual da Covid-19, os anestesistas são particularmente ainda mais importantes pois são responsáveis por entubar e manter os pacientes sedados por longa permanência.

O banco e seus sócios já haviam anunciado na semana passada a doação de R$ 50 milhões para projetos de combate ao novo coronavírus. Agora, o valor do investimento social chega a R$ 55 milhões graças à captação com parceiros. Desse montante, R$ 7 milhões foram direcionados ao Hospital das Clínicas até o momento por meio de contratações e compra de materiais e equipamentos.

“Estamos comprometidos com diversas iniciativas de controle da pandemia de Covid-19 no Brasil. Nesse momento, em que o empenho e dedicação de todos é fundamental para conter o número de transmissão e apoiar as instituições e profissionais que estão à frente dessa luta, abraçamos essa iniciativa com o BTG. Valorizar o humano faz parte da HDI”, afirma Murilo Riedel, presidente da HDI Seguros.

As pessoas que também tiverem interesse em contribuir com o HC podem doar pela conta que o BTG Pactual criou, especialmente dedicada ao hospital:

Banco BTG Pactual SA

CNPJ: 30.306.294/0001-45

Agência: 001

Conta: 2613669

Fonte: Ketchum

ENS promove Semana da Saúde mesmo em regime de home office 766

Semana foi marcada por e-mails marketing que levaram orientações e dicas de cuidados com a saúde física e emocional

O Dia Mundial da Saúde, celebrado em 7 de abril, tornou-se ainda mais importante neste ano, diante da atual pandemia do novo coronavírus.

Desenvolvida há mais de 10 anos pela ENS, a Semana da Saúde é uma ação voltada aos colaboradores da Instituição, que tem como objetivo conscientizar e estimular a prática de atividades ligadas ao bem-estar e à qualidade de vida.

Apesar das limitações impostas pela quarentena e com todo o corpo de colaboradores em regime de home office, a ENS manteve a ação, que aconteceu ao longo desta semana, sendo adaptada de acordo com as atuais possibilidades.

Dessa forma, a semana foi marcada por e-mails marketing que levaram orientações e dicas de cuidados com a saúde física e emocional. Foram indicados profissionais de educação física que promovem treinos online e fornecidas receitas de alimentação saudável visando ao aumento da imunidade.

Para o diretor geral da ENS, Tarcísio Godoy, esta é mais uma demonstração de que a Instituição segue operando em todas as frentes. “Temos diversos cursos acontecendo em ambiente virtual, nossas ações comerciais continuam sendo intensificadas e nossos colaboradores têm à disposição as habituais ações de endomarketing”, revela o executivo.

A Diretoria da ENS reitera que sua maior preocupação no momento é com a saúde e o bem estar de seus colaboradores, alunos, professores, parceiros e demais públicos com os quais interage. A Instituição seguirá adotando as medidas necessárias para prevenir a transmissão do coronavírus, sempre de acordo com as orientações dos órgãos de saúde e dos governos estaduais.

Seguradoras comprometidas com os clientes 809

Companhias abriram mão do direito de não indenizar sinistros relacionados com a pandemia. Nível de solvência e de governança garantem estabilidade do setor

O setor de seguros está demonstrando, desde o primeiro momento da crise da covid-19, que está ao lado dos clientes e preparado para continuar desempenhando o papel de mitigar riscos e proteger patrimônios. “A certeza de estar protegido traz a tranquilidade necessária para encarar ocasião tão desafiadora”, resume o presidente da Brasilseg, Ivandré Montiel, ao Valor Econômico.

Antes dos sinistros acontecerem e sem poder estimar o impacto nas suas carteiras, as seguradoras garantiram indenização para as perdas relacionadas ao coronavírus apesar de a maioria dos contratos excluírem eventos provocados por epidemias e pandemias da cobertura para preservar o equilíbrio das apólices.

“O prêmio que o cliente pagou foi determinado com riscos específicos subscritos e a apólice não foi feita para esse tipo de situação [pandemia]. Vejo [a flexibilização] como uma liberalidade das seguradoras”, explicou a sócia da área de seguros e resseguros do TozziniFreire, Bárbara Bassani, ao Valor Econômico.

“Mesmo não tendo a obrigação legal, pagaremos as indenizações”, resumiu Laurent Jumelle, presidente da Caixa Seguradora, refletindo a posição do mercado. Esse esclarecimento foi fundamental para evitar um clima de insegurança no mercado, fato reconhecido pela Fenacor

“A Fenacor vem a público elogiar e manifestar seu agradecimento às seguradoras que, em defesa da população brasileira e cumprindo a principal missão que cabe ao nosso mercado, a de proteger e amparar as pessoas em todos os momentos, decidiram não aplicar, principalmente nos contratos de seguros de vida, cláusulas de exclusão ou restritivas de direitos relacionadas às epidemias ou pandemias”, disse a entidade em carta aberta ao mercado, imprensa e sociedade.

Não demorou para que as primeiras solicitações de indenização chegassem às seguradoras. “Nós já recebemos os primeiros avisos de sinistro decorrentes do novo coronavírus, desde a semana passada, alguns, infelizmente, por morte e outros solicitando a nossa cobertura renda hospitalar”, disse a vice-presidente de marketing & digital da filial brasileira da seguradora americana, Aura Rebelo, ao Valor Econômico há alguns dias.

Na Generali já havia duas mortes. “Consideramos que vai haver aumento de sinistros, mas é difícil estimar o percentual exato. Apesar disso, não vai afetar o equilíbrio das apólices”, disse a vice-presidente da filial brasileira e chefe de canais massificados para Américas e Sul da Europa, Claudia Papa.

No mesmo sentido, o executivo-chefe financeiro da MAG Seguros, Raphael Barreto, afirmou que a companhia “entendeu que estes valores poderiam ser  absorvidos sem comprometer a saúde financeira da seguradora”.

Marcio Coriolano, presidente da CNseg, lembrou na Carta de Conjuntura da entidade o “nível de solvência e de governança alcançado pelo setor” e destacou que o crescimento superlativo apresentado pelo setor no ano passado vai ajudar a “manter a arrecadação em nível que pode mitigar a queda de contratações, pelo menos no primeiro semestre”.

As seguradoras responderam rápido no enfrentamento da crise e estão sólidas para serem protagonistas no processo de reconstrução pós-pandemia. Mais uma vez cumprem seu compromisso com os clientes e seu papel perante a sociedade.

Coronavírus – Oscilações da bolsa de valores afetam investidores que compram e vendem no mesmo dia? 485

“Apesar de trazer boas oportunidades, é para quem sabe o que fazer, quem não sabe deve buscar prestar atenção a tudo o que está acontecendo”

O novo coronavírus (Covid-19) está causando impacto pelo mundo e com sua rápida disseminação, o mercado financeiro aumentou seu grau de incertezas quanto ao futuro da economia global. Infectando quase 1 milhão e meio de pessoas e causando mais de 78.000 mil mortes, acabou por influenciar a queda frenética das bolsas mundiais no mês de março. De acordo com dados da Economatica, as 285 empresas listadas na bolsa de valores brasileira perderam R$ 1 trilhão em valor de mercado e neste mesmo período, mercados globais tiveram as piores quedas desde a crise financeira de 2008. Dessa forma, acionistas buscam formas de comprar e vender ações no mesmo dia, operando o day trade, em busca de minimizar as perdas, porém, pode ser considerada uma operação de alto risco.

“A ideia do day trade é fazer operações dentro do mesmo dia. Se tem carteira poderá usar o day trade para rentabilizar. Se não tem, pode usá-lo justamente para auferir ganhos, tirar proveito das oscilações usando o conhecimento que se tem em cima desse cenário que acaba sendo muito amplo”, diz o Estrategista-Chefe do Grupo Laatus, Jefferson Laatus.

O Estrategista-Chefe explica também que a crise não afeta quem compra e vende ações no mesmo dia, pois geralmente é possível aproveitar as oscilações. “O mercado acaba movimentando muito, sobe muito ou cai muito. E o interessante para quem faz day trade é que o lado que ele está indo não importa. O importante é que mexa. E nesse momento, nesse cenário atual de crise o que mais o mercado faz é mexer. O que acaba sendo bem interessante e positivo para esse tipo de investidor”, complementa.

No entanto, para quem não entende do mercado e nunca operou a situação é diferente. Jefferson Laatus alerta que se não conhece o cenário atual, o conselho é não operar, pois o mercado fica mais volátil e muito mais arriscado. “Então, apesar de trazer boas oportunidades, é para quem sabe o que fazer, quem não sabe o que fazer eu aconselho a não fazer nada, e buscar prestar atenção a tudo o que está acontecendo e como o mercado reage”.

Laatus ainda explica que o day trade é muito importante para quem tem carteira, pois é uma forma de rentabiliza-la e atuar no mercado ao mesmo tempo, seja para quem quer e não pode se desfazer dela, para quem está com ela negativa ou para quem simplesmente deseja negociar.